14
Out 13

Universidades querem passar a escolher os seus alunos

Um grupo de trabalho foi criado para preparar propostas de alteração às legislação que regula o modelo de acesso ao ensino superior que deverão ser entregues ao Governo.

As instituições de ensino superior querem ter uma palavra a dizer na escolha dos seus alunos. Para isso pretendem alterar o modelo de acesso ao ensino superior. O sistema actual é um concurso nacional de acesso em que os alunos são ordenados com base nos resultados do ensino secundário e nos exames nacionais. O Conselho de Reitores (CRUP) criou um grupo de trabalho que deverá apresentar ao Governo propostas de alteração ao conjunto de legislação que regula o acesso ao ensino superior. 

Mudanças que podem passar pela criação de provas em cada instituição ou a realização de entrevistas, revela ao Económico, António Rendas, presidente do CRUP. Também Luís Reto, reitor do ISCTE -IUL diz que a questão principal é garantir "liberdade às universidades para poderem escolher os seus alunos".

Testes ou entrevistas como as realizadas nas universidades inglesas podem ser duas das hipóteses a considerar. A actual legislação prevê que as instituições possam realizar provas, ou que escolham os actuais exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso. Mas existe a exigência que as provas sejam realizadas em todo o país, para que os estudantes não tenham que deslocar-se às instituições, o que torna o modelo impossível afirma Meira Soares.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Jun 13

Três universidades portuguesas entre as 100 melhores do mundo

Universidade do Minho estreia-se no 'ranking' da Times que compara instituições com menos de 50 anos. Universidade Nova cai 26 posições.

São três as universidades portuguesas - Aveiro, Minho e Nova - que estão entre as cem melhores instituições de ensino superior do mundo. Uma comparação da revista britânica Times que engloba apenas as universidades com menos de 50 anos.

Este é o resultado do segundo e mais recente 'ranking' da "Times Higher Education 100 Under 50" onde a Universidade do Minho se estreia na 76ª posição e as de Aveiro e Nova já marcavam presença na anterior edição, em 2012.

A Nova sofre este ano uma queda de 26 posições e a Universidade de Aveiro mantém o seu lugar na tabela.

O Conselho de Reitores (CRUP) sublinha que este resultado revela que o sistema universitário português tem "uma representação superior à de outros países europeus de referência". Isto porque, "Portugal é o 10.º país com maior número de universidades (em 28)" estando acima de países como a Dinamarca, a Finlândia, a Holanda e a Noruega, lê-se em comunicado.

Nesta classificação que apenas têm em conta as universidades que abriram portas a partir de 1963, o CRUP explica ainda que são analisadas "a relação com o tecido industrial, a reputação internacional no ensino e investigação, o 'ratio' docentes/estudantes, o número de diplomados ou o volume de receitas próprias" das instituições de ensino superior. 

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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05
Nov 12

Universidades com cursos gratuitos para desempregados

Projecto piloto já arrancou na Universidade Nova. Vai ser alargado e visa a requalificação dos licenciados sem emprego.

As universidades portuguesas vão arrancar com cursos gratuitos de gestão para licenciados desempregados com o objectivo de os requalificar e facilitar a sua integração no mercado de trabalho. O Governo escolheu a Nova School of Business and Economics para avançar com o projecto piloto, que arrancou na semana passada com uma turma de 50 alunos. E dentro de duas semanas começarão as aulas da próxima turma, igualmente de 50 alunos.

Pedro Silva Martins, secretário de Estado do Emprego, explicou ao Diário Económico que a iniciativa do Instituto de Emprego e Formação Profissional visa "dar maiores perspectivas de empregabilidade aos licenciados desempregados" e admitiu estar já em contacto com outras universidades para alargar a iniciativa. "Vão ter aulas sobre várias competências da gestão aplicada como negociação, marketing, contabilidade, etc. que lhes vai enriquecer o currículo", sublinha Pedro Silva Martins. E há aqui um outro aspecto muito importante, que é o de fazerem ‘networking'. "Numa situação de desemprego, é muito importante vencer o isolamento", diz ainda o secretário de Estado.

O curso dura duas semanas, em regime intensivo de oito, nove horas por dia. No final desse período, são seleccionados 25 alunos para fazerem mais uma semana dedicada ao empreendedorismo, onde farão um plano de negócio.

São candidatos a este tipo de curso todos os licenciados inscritos nos centros de emprego, neste caso da Região de Lisboa e Vale do Tejo, excepto os que têm formação em Gestão. E é dada particular atenção aos que tenham projectos de empreendedorismo, admite responsável do Governo.

Do lado da Nova SBE, o responsável pela formação de executivos, Nadim Habib, esclarece: "Vamos testar o ensino da gestão num segmento difícil. Os alunos são jovens e menos jovens, alguns desempregados há muito tempo, outros nem tanto, vêm de cursos tradicionalmente com mais desemprego: História, Antropologia, Filosofia, etc. Queremos ensiná-los a falar gestão, a entenderem como uma organização funciona, como o seu talento pode acrescentar valor, etc.".

A iniciativa insere-se na Medida Viva Activa na vertente de desempregados licenciados, que tem uma verba de quatro milhões de euros para requalificação de um universo até dez mil pessoas, que engloba não só estes cursos nas instituições de ensino superior como outras acções de formação nos centros de emprego.

"Vamos usar a nossa experiência na formação de executivos e tentar encontrar maneiras de activar o talento. Por vezes, aquilo que as pessoas são boas a fazer tem pouco a ver com a área de formação", frisa Nadim Habib.

Também o ISEG lançou, recentemente, um curso em parceria com o BNP Paribas para ajudar jovens à procura do primeiro emprego e desempregados a encontrar um lugar no mercado de trabalho no sector da banca.

Trabalho publicado na edição de 5 de Novembro de 2012 do Diário Económico

 

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28
Ago 12

Nove universidades terão praxe guiada por princípios comuns

Academias apresentam na próxima semana documento que pretende separar a tradição académica das "barbaridades". Ministro da Educação e Ciência e reitores convidados para a apresentação.

Os órgãos que tutelam as praxes em nove universidades e politécnicos vão subscrever, no início do mês, uma carta de princípios na qual estabelecem regras comuns para a recepção a novos alunos. Os "veteranos" assumem o objectivo de defenderem as chamadas "tradições académicas" das críticas que se têm tornado mais fortes nos últimos anos face a casos de abuso, definindo para isso os critérios que regem essas práticas.

"Estava na hora de separarmos muito bem entre o que é praxe e o que não o é", explica Américo Martins, o líder da comissão que supervisiona a praxe na academia do Porto. O responsável, que recebe o título de Dux veteranorum, admite que, "em nome da praxe, se fazem muitas barbaridades", nas universidades nacionais. Assim, são os próprios "veteranos" a desejar uma "clarificação", que defenda a forma como encaram as tradições académicas.

O documento que será agora assinado terá dois princípios base: o "respeito pela dignidade humana" e a "responsabilização individual pelos actos". A partir destas premissas vão estabelecer-se as regras comuns que vão vigorar nas nove academias subscritoras da carta. "Acima de tudo, queremos sublinhar a necessidade de respeito. Dos mais novos em relação aos mais velhos, mas também dos mais velhos em relação aos mais novos", ilustra Américo Martins.

A convicção dos responsáveis pelos órgãos que tutelam a praxe é que a carta que será assinada vai deixar "isolados" aqueles que não cumprirem as regras agora definidas. Além disso, havendo princípios gerais comuns, que são tornados públicos, será mais fácil "defender a praxe" quando há casos de abusos tornados públicos, defende o Duxdo Porto.

A carta de princípios foi subscrita pelas academias de Évora, Porto, Aveiro, Minho, Beira Interior, Trás-os-Montes e Alto Douro, Leiria e Coimbra. Cada academia vai manter a autonomia para redigir os seus próprios códigos de praxe, mas comprometendo-se a adequá-los às regras comuns que agora acordadas. O documento será tornado público no dia 8 de Setembro, numa cerimónia agendada para o Páteo das Escolas das Universidade de Coimbra. Então será ainda apresentado o Conselho Nacional de Tradições Académicas (CNTA), que reúne as entidades que supervisionam a praxe nas mesmas nove universidades e politécnicos.

A criação desta entidade começou a desenhar-se há mais de uma década, a partir de conversas informais entre os veteranos das academias de Évora e Porto. Desde então, outros órgãos que tutelam as praxes foram-se juntando ao movimento e organizando reuniões nacionais onde estas questões começaram a ser debatidas. Desde 2007, altura em que foi organizado o terceiro congresso de academias, os responsáveis decidiram criar uma instituição formal que defendesse as tradições académicas.

O Dux do Porto diz ter consciência de que a opinião pública tem hoje uma visão mais crítica face à praxe, que "não era normal há uns anos", mas entende que foi a "mediatização" que tornou mais visíveis os casos de violência contra os alunos que chegam pela primeira vez ao ensino superior. Apesar de reconhecer a existência de "barbaridades" feitas em nome da praxe, Américo Martins defende a "importância" destas actividades para a integração dos jovens no ensino superior.

O controlo das universidades também aumentou nos últimos anos, especialmente desde que essas práticas foram criticadas publicamente pelo então ministro Mariano Gago (ver caixa). A CNTA espera poder ter uma relação mais pacífica com Nuno Crato, pelo que o convidou para a cerimónia de apresentação da comissão e da sua carta de princípios. Os reitores das academias que subscreveram o documento também vão receber um convite para a sessão.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

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17
Ago 12

Três universidades entre as 500 melhores do mundo

A Universidade do Porto, a Técnica de Lisboa e a Clássica encontram-se entre as 500 melhores universidades de todo mundo.

A Universidade do Porto, a Técnica de Lisboa e a Clássica encontram-se entre as 500 melhores universidades de todo mundo, num ranking mundial que selecionou mais de 1.200 instituições de ensino superior.

A Universidade do Porto é considerada a melhor das portuguesas, encontrando-se entre as 400 melhores do mundo, enquanto a Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade de Lisboa se situam entre as 400 e as 500 melhores.

Estes dados constam do Academic Ranking of World Universities (ARWU) 2012, da Universidade de Jiaotong, de Xangai, na China, hoje divulgado. No topo da lista está a Universidade de Harvard, seguida de Stanford e, em terceiro lugar, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Os primeiros 100 lugares da tabela são predominantemente ocupados por universidades norte-americanas, que têm quase a exclusividade dos primeiros 19 lugares do ranking.

As exceções são a Universidade de Cambridge, situada em 5.º lugar, e a Universidade de Oxford, no 10.º posto. A Universidade do Porto aparece entre as 301 e 400 melhores instituições, enquanto as universidades técnica e clássica de Lisboa 
surgem entre as 401 e 500 melhores.

A partir da centésima posição, as universidades estão listadas de cem em cem, por ordem alfabética, desconhecendo-se o lugar exato que ocupam. As estatísticas por país mostram que, num total de 43 países, Portugal se encontra em 23.º lugar - a par da Irlanda, da Arábia Saudita e da África do Sul -, no número de universidades 
representadas no ranking das 500 melhores, com um total de três universidades.

Dos países representados, 22 têm mais do que três universidades selecionadas, mas 17 têm duas ou menos instituições na lista das 500 melhores. O ranking de Xangai é feito com base em quatro critérios: qualidade da educação (os alunos que foram prémios Nobel ou ganharam medalhas Fields), qualidade da instituição (professores e investigadores com prémios Nobel ou medalhas Fields), resultados da investigação 
(artigos publicados nas revistas Nature e Science e artigos citados) e dimensão (rácio de performance académica).

No total, o ARWU tem atualmente selecionadas mais de 1.200 universidades, mas apenas as 500 melhores são publicadas na Internet. O ranking de Xangai e o Times Higher Education World University Rankings, do Reino Unido, são considerados de referência.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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31
Jul 12

Universidades recusam fazer orçamentos

As universidades públicas recusam fazer, para já, os respetivos orçamentos para 2013, alegando não terem condições de funcionamento devido ao "corte médio superior a 2,7%", proposto pelo Governo para o próximo ano.

Além da ameaça de não elaborar os orçamentos, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, reunido hoje, decidiu ainda pedir uma reunião de urgência com o primeiro-ministro.

"Os cortes orçamentais de que as universidades públicas foram alvo nos últimos anos conduziram a uma situação de extrema dificuldade", refere o comunicado do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, adiantando que o corte de 2,7%, correspondente a cerca de 16 milhões de euros, e as dotações orçamentais foram decididos de forma unilateral pelo Governo, ao contrário do que tem sido a prática nos últimos anos.

Os reitores dizem, no entanto, estar disponíveis para trabalhar com o Ministério da Educação na procura de soluções que "permitam viabilizar o funcionamento das universidades durante o ano de 2013 e evitar ruturas no sistema de ensino superior".


fonte:http://expresso.sapo.pt/

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30
Jul 12

Mais de metade das universidades não vai aumentar propinas dos alunos

Mais de metade das instituições de ensino superior que já definiram as propinas para o próximo ano lectivo não vão mexer no valor que cada aluno tem que pagar. Das 20 universidades ouvidas pelo PÚBLICO, 12 decidiram não aumentar aquela prestação, ou seja, apenas oito vão seguir a recomendação feita em Abril pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), no sentido de o valor arrecadado com a propina máxima poder ser encaminhado para um fundo social que permita apoiar os estudantes com dificuldades financeiras.

O receio de haver perda de estudantes num contexto de crise social e económica é o motivo apresentado para que o preço não seja alterado. Ainda assim, há cinco universidades e um instituto politécnico que vão cobrar o máximo permitido: 1037,20 euros.

A propina mais barata do ensino superior público é de 780 euros e é paga nos institutos politécnicos do Cávado e Ave (IPCA) e de Bragança. Em ambos os casos, a verba vai manter-se inalterada. "Pretendemos evitar o aumento das desistências por parte dos estudantes ou os pedidos de adiamento do pagamento de prestações de propinas", explica João Carvalho, presidente do IPCA. 

A mesma justificação é apontada pelo presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas, onde a propina de licenciatura se vai manter nos 999 euros, para garantir que "nenhum estudante do IPL deixe de continuar estudos por falta de condições económicas". A instituição aplicou o mesmo princípio aos segundos ciclos, mantendo o valor das propinas nos mestrados cuja propina era igual à das licenciaturas, mas reduzindo os restantes, o que na maioria dos casos resulta num decréscimo de 25% do preço.

A manutenção dos preços das propinas foi decidida sobretudo por politécnicos (nove), mas foi seguida igualmente por três universidades: a dos Açores (940 euros), Trás-os-Montes e Alto Douro e Porto. Estas últimas mantêm os 999 euros do ano passado. "O conselho geral deliberou não aumentar a propina para o novo valor máximo permitido por lei com a intenção de não sobrecarregar os estudantes com custos nesta altura de grave crise económica", avalia a reitoria da Universidade do Porto.

A decisão de não aumentar as propinas pode ainda ser seguida por outras universidades e politécnicos. Do universo total de 29 instituições, há seis que ainda não decidiram o valor a cobrar aos estudantes no próximo ano lectivo, às quais se juntam os institutos de Viana do Castelo, Coimbra e Beja que não responderam às perguntas do PÚBLICO.

Em sentido contrário, oito instituições vão aumentar as propinas. A Universidade do Algarve decidiu rever o valor em 35 euros, passando a cobrar 965 euros anuais. Também a Universidade da Madeira vai fazer crescer o custo da frequência aos seus alunos para os 1035 euros. As restantes instituições que vão aumentar as propinas fixaram o valor máximo previsto pela Direcção-Geral do Ensino Superior. Assim, os estudantes que frequentem as universidades do Minho, Aveiro, Coimbra, Beira Interior e Técnica de Lisboa terão que desembolsar 1037,20 euros anuais, mais 37,49 euros do que no ano anterior. O único politécnico a seguir esta opção foi o de Lisboa, que definiu a propina máxima na generalidade das suas escolas, com excepção da Escola Superior de Educação e do Instituto Superior de Contabilidade e Administração.

O valor da propina máxima corresponde a uma actualização de 3,75%, que foi fixada tendo por base a variação do índice de preços no consumidor fixado pelo Instituto Nacional de Estatística.

fonte:http://www.publico.pt/

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17
Jul 12

Mais de 7000 candidaturas à universidade pela Internet no primeiro dia

Mais de sete mil alunos apresentaram a sua candidatura ao ensino superior pela Internet até ao final de segunda-feira, primeiro dia de candidaturas, segundo dados disponibilizados pela Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES).

No primeiro dia do prazo, 7019 alunos candidataram-se a uma das 52.298 vagas disponíveis para o ano lectivo de 2012/2013, menos 1202 do que no ano passado. 

O número de candidaturas excedeu em muito o registado no primeiro dia de candidaturas no ano passado (3920), a primeira vez em que as candidaturas se fizeram exclusivamente pela Internet. No ano passado, houve um total de 46.678 candidaturas. 

Até 10 de Agosto, as candidaturas podem continuar a ser apresentadas através do site da DGES site da DGES.

 

 fonte:http://www.publico.pt/E

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04
Jul 12

Porto é a universidade portuguesa mais bem classificada nos "rankings" internacionais

A Universidade do Porto é a mais bem classificada em Portugal em sete dos principais rankings internacionais e está entre as 100 melhores universidades da Europa, revela o Relatório de Contas daquela instituição de ensino superior.

"São oito os rankings em que estamos entre as 350 melhores do mundo" e cinco os rankings em que estamos "entre as 100 melhores da Europa", confirmou hoje à Lusa o vice reitor da Comunicação, Imagem e Relações Internacionais da Universidade do Porto (UP), António Marques, explicando que o facto se deve a "uma verdadeira universidade de investigação".

A evolução da posição da Universidade do Porto (UP) em sete rankings internacionais colocou-a na posição de primeiro lugar entre as universidades portuguesas.

A aposta numa política de investigação científica, a oferta de formação "de excelência pelos padrões internacionais, os sistemas de informação que a universidade disponibiliza nos seus 'websites' (Internet) sobre a atividade que faz, desde a ciência até ao relacionamento com a comunidade académica, ou a promoção do desenvolvimento socioeconómico do país e da região são algumas das atividades valorizadas pelas classificações internacionais, explica o Relatório de Gestão e Contas de 2011 da UP.

"A reputação tem vindo a melhorar e vai continuar a melhorar, porque a ciência tem feito progressos muito grandes e a qualidade do ensino ministrado nas universidades portuguesas é uma qualidade que já não destoa muito da qualidade que se faz no ensino das melhores universidades europeias", acrescenta o vice-reitor.

António Marques assegura que a UP não mudou de "agulha" sobre a sua missão para começar a "aparecer melhor no retrato" dos rankings e recorda que há seis anos as universidades portuguesas não estavam nestas classificações, mas que agora o "difícil é encontrar rankings que não tenham universidades portuguesas".

"As universidades portuguesas evoluíram muito ao nível da investigação científica nos últimos anos. Hoje, a Universidade do Porto tem uma posição de destaque na ciência que não tinha há uns anos", considerou.

A UP é a maior universidade de Portugal em número de estudantes, com 31.607 inscritos no ano letivo 2011/2012, e é composta por 14 faculdades, todas com autonomia financeira e administrativa.

fonte:http://www.jn.pt/

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02
Jun 12

Aveiro e Nova de Lisboa no ranking das melhores universidades com menos de 50 anos

A Universidade de Ciência e de Tecnologias de Pohang, na Coreia do Sul, é a primeira doranking das melhores universidades com menos de 50 anos. Portugal está no top 100 com as universidades de Aveiro e Nova de Lisboa.

É a primeira vez que o Times Higher Education (THE) faz uma listagem das universidades que não são centenárias, mais precisamente, aquelas que têm menos de 50 anos. 

Seis países estão representados nos dez primeiros lugares: a Coreia do Sul, Suíça, Hong Kong, EUA, França e Reino Unido. No total marcam presença 30 países.

Portugal aparece duas vezes, a primeira em 66.º lugar com a Universidade de Aveiro e a segunda na 85.ª posição com a Universidade Nova de Lisboa.

O segundo lugar do ranking cabe à universidade suíça École Polytechnique Fédérale de Lausanne. A Universidade de Hong Kong de Ciência e Tecnologia vem em terceiro e, no total, a antiga colónia inglesa tem quatro instituições no top 50.

O top 100 é dominado por escolas britânicas (20), australianas (14) e dos EUA (9). Espanha e Taiwan estão representadas por cinco instituições cada. 

A universidade mais nova é Milão-Bicocca, em Itália, fundada em 1998. As mais antigas nasceram em 1962, são as universidades de Keele, no Reino Unido, Trento, em Itália, e Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha.

No ranking global das 400 instituições, onde as universidades estão todas independentemente do ano em que foram fundadas, a sul-coreana que nesta lista aparece em primeiro está em 53.º e a suíça desce do segundo lugar para o 46.º. A Universidade de Aveiro está entre as 300 e 350, tal como a Universidade do Porto; e a Nova de Lisboa e a de Coimbra estão entre as 351 e 400.

Para fazer a lista, o THE avaliou 13 indicadores nas seguintes áreas: ensino, investigação, citações, transferência de conhecimento, actividade internacional.

fonte:http://www.publico.pt/E

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