25
Mai 13

Ministério vai decretar serviços mínimos para os exames nacionais

O Ministério da Educação iniciou as diligências necessárias para estabelecer serviços mínimos no dia 17 de junho, dia dos exames nacionais do Ensino Secundário, para o qual a Fenprof anunciou um dia de greve geral.


Em causa está a greve geral convocada pela Fenprof para 17 de junho, primeiro dia dos exames nacionais do Ensino Secundário, para contestar a aplicação da mobilidade especial aos professores.

O pré-aviso de greve da Fenprof abrange ainda cinco dias de paralisação às avaliações - 7, 11, 12, 13 e 14 de junho.

"Na sequência do pré-aviso de greve entregue hoje, o Ministério da Educação e Ciência iniciou as diligências necessárias para estabelecer serviços mínimos no dia 17 de junho. De acordo com a legislação, iniciou os contactos necessários com os sindicatos, solicitando a indicação dos serviços mínimos a serem garantidos", informou a tutela em comunicado, esta sexta-feira à noite.

O Ministério liderado por Nuno Crato "assegura que existem todos os instrumentos para que a realização dos exames nacionais decorra com normalidade".

fonte:http://www.jn.pt/P


publicado por adm às 19:37 | comentar | favorito
15
Dez 12

Exames nacionais vão escapar por dois anos às novas metas curriculares

Despacho de Nuno Crato confirma que em 2013 será homologado novo pacote de metas, que abrangerá também disciplinas do ensino secundário.


As novas metas curriculares para o ensino básico serão obrigatórias, a partir do próximo ano lectivo, nas disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual e Educação Tecnológica, determina um despacho assinado por Nuno Crato, publicado esta sexta-feira em Diário da República.

Estas metas, que foram homologadas em Agosto passado, têm no presente ano lectivo um carácter apenas orientador. No próximo ano serão vinculativas para quase todo o ensino básico, mas não se aplicarão ainda aos exames.

No despacho publicado nesta sexta-feira lembra-se que estas metas “identificam os desempenhos que traduzem os conhecimentos a adquirir e as capacidades que se querem ver desenvolvidas” nas várias disciplinas do currículo obrigatório, respeitando-se “ a ordem de progressão da sua aquisição”.

O objectivo é também que estas metas se estabeleçam “como referencial para a avaliação interna e externa, com especial relevância para as provas finais de ciclo e exames nacionais”.Mas a sua aplicação aos exames nacionais está, por enquanto, adiada para o ano lectivo de 2014/2015. Este ano e no próximo os exames de Português e de Matemática do 4.º, 6.º e 9.º ano continuarão a ter “como referência os programas em vigor”. 

No 2.º ano do básico, as metas só serão obrigatórias a partir de 2014/2015. No 1.º e no 3.º ano serão aplicadas, em 2013/2014, as metas definidas para as disciplinas de Português e Matemática. No 4.º ano terão carácter obrigatório apenas as de Português. No 5.º ano serão aplicadas as metas de Português, Matemática, Educação Visual e Educação Tecnológica. No 6.º ano a estreia fica-se pelas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica e no 7.º ano serão implementadas as de Português, Matemática e Educação Visual. No 8.º ano, o calendário agora definido refere só a implementação das metas para Educação Visual e, no 9.º ano, a estas acrescentam-se as de Português.

Em 2013 serão homologadas metas para outras disciplinas do ensino básico e secundário. Estas últimas só contarão para efeitos de exames nacionais para os alunos que iniciarem o 10.º ano em 2015/2016, altura em que se prevê a implementação das metas, ainda não elaboradas, para as disciplinas de Biologia e Geologia, Física e Química A, Português e Matemática A. No que respeita ao ensino básico, em 2014/2015 existirão já também metas para as disciplinas de História, Geografia, Ciências Naturais, Inglês e Físico-Química. Neste nível de ensino, o processo de implementação deverá estar concluído dentro de três anos e no secundário demorará mais dois.

As associações de professores de Português e Matemática criticaram as metas curriculares definidas no Verão, alegando que estas contrariam os programas ainda em vigor e cuja revisão não está ainda agendada.

fonte_:http://www.publico.pt/


publicado por adm às 19:29 | comentar | favorito
02
Mar 12

Prazo para inscrição na 1ª fase dos exames nacionais prorrogado até 9 de Março

A confusão lançada pela recente alteração das regras do acesso ao Ensino Superior para os alunos do Ensino Recorrente levou hoje o Ministério da Educação e Ciência a prorrogar até 9 de Março, para a totalidade dos estudantes, o prazo de inscrição na primeira fase de exames nacionais, que terminava hoje.

Até essa data, os alunos que entretanto já se inscreveram poderão proceder a alterações, informa o MEC, em resposta a questões colocadas pelo PÚBLICO. 

A obrigatoriedade de realização de exames nacionais para os alunos do ensino recorrente que queiram prosseguir os estudos, associada à determinação de que, este ano, todos os estudantes terão de realizar as provas na 1ª fase, fez com que o MEC fosse inundado pedidos de esclarecimento. Uma das questões – a que só hoje o ministério deu resposta – prendia-se com o facto de o calendário de exames apresentar uma sobreposição das provas de Economia A e de História A, que afectava parte dos alunos do ensino recorrente.

Através do gabinete de imprensa, o MEC esclareceu que aquela situação, em concreto, “foi solucionada através da realização de uma daquelas provas em data diferente, ainda correspondendo à 1.ª fase de exames, apenas para os alunos que se encontrarem naquelas condições”. 

Adiantou ainda que “um aluno de qualquer curso que pretenda realizar exames finais nacionais de disciplinas fora do seu plano de estudos poderá, também, inscrever-se na 2.ª fase como autoproposto e utilizar estes exames como prova de ingresso. Mas isto, sublinha apenas nos casos “em que tenha comparecido na 1.ª fase a uma prova do seu plano de estudos que se tenha realizado no mesmo dia e à mesma hora do exame a realizar na 2.ª fase”. “A classificação obtida, neste caso, pode ser utilizada na 1.ª fase de candidatura de acesso ao Ensino Superior”, esclarece.

As situações de sobreposição de exames resultam da recente decisão do Governo, que determinou que no ensino recorrente, para efeitos de acesso ao ensino superior, a conclusão do secundário e a respectiva classificação final passam a depender, já este ano lectivo, da realização dos exames nacionais, tal como sucede no ensino regular. 

A medida foi tomada depois de se verificar que o ensino recorrente – concebido para proporcionar uma segunda oportunidade a maiores de 18 anos que abandonaram os estudos precocemente – estava a ser usado por alunos que já tinham concluído o secundário para subir as notas e, consequentemente, a classificação com que se candidatam ao ensino superior. 

Em concreto, dezenas de estudantes que em 2010 se candidataram com médias do secundário inferiores a 18 valores apresentaram-se em 2011 com média de 20. Isto porque, através do recorrente, conseguiram fazer de novo todo o secundário no prazo de um ano (embora numa área de estudos diferente) através de provas avaliadas por professores da escola, sem fazer qualquer exame nacional. Muitos conseguiram, assim, entrar em Medicina. 

Numa manifestação que há dias reuniu cerca de 200 pessoas, no Porto, os alunos protestaram por a alteração ter sido feita depois de iniciado o ano lectivo. Uma das estudantes ouvidas pelo PÚBLICO nessa manifestação explicou que já terminara o secundário na área científica e que se matriculara este ano lectivo no recorrente, na área de Humanidades, precisamente para subir a nota interna. Se o sistema não tivesse sido alterado por Nuno Crato, apenas iria repetir as provas nacionais (na área científica) para ingresso no curso pretendido. Agora terá, também, de fazer os exames necessários à conclusão do secundário, na área de Humanidades. As alterações hoje anunciadas pelo MEC devem-se ao facto de o calendário de exames não ter sido concebido tendo em conta este tipo de situações. 

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 23:34 | comentar | favorito
15
Jul 11

Exames/Secundário: Negativas a Matemática A sobem de 13% para 20%

As negativas a Matemática A, 12.º ano, dispararam este ano no exame nacional da disciplina, com a taxa de reprovação a atingir os 20 por cento na primeira fase, contra 13 por cento em 2010, revelam resultados hoje divulgados.

 

A disciplina conseguiu, ainda assim, uma média positiva de 10,6 valores no exame nacional deste ano, contra 12,2 em 2010, considerando o universo de alunos internos (27.701), aqueles que frequentam as aulas durante todo o ano letivo e representam a grande maioria dos estudantes que fazem a prova.

Quando consideradas todas as provas realizadas (39.169), a média total desce de 10,8 para 9,2 valores, segundo os dados hoje divulgados pelo Ministério da Educação.

Este exame foi aquele que este ano teve a maior taxa de reprovação (20 por cento), quando no ano passado foi a prova de Física e Química A aquela que teve mais notas negativas (25 por cento).

Segundo o Ministério da Educação, os exames decorreram em 627 escolas, das quais 508 da rede pública e 119 do ensino particular e cooperativo.

O processo decorreu com normalidade e apenas foi aplicada uma prova especial a Matemática A, por “erros na gestão do tempo por parte dos professores vigilantes”, numa escola de Lisboa.

A Matemática Aplicada às Ciências Sociais melhorou os resultados, tendo a taxa de reprovações passado de 12 por cento, no ano passado, para nove por cento nesta primeira fase de 2011.

A média dos alunos internos subiu de 10,1 para 10,13 valores e a média total recuperou de 9,5 para 10,5. 

Professores de Matemática dizem que descida das notas "era esperada"

Os professores de Matemática consideraram hoje que a descida das notas nos exames nacionais do 12.º ano da disciplina “era esperada”, tendo em conta o maior nível de dificuldade desta prova em relação à do ano passado.

Em declarações à Lusa, o presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), Miguel Abreu, afirmou que a prova deste ano “tinha um nível de exigência ligeiramente superior ao do ano passado”, explicando que o exame era “mais trabalhoso e implicava uma maior capacidade de resolução” dos exercícios.

Para o responsável da SPM – anteriormente liderada por Nuno Crato, atual ministro da Educação -, é “de certa forma um bom sinal” que as notas “não tenham descido mais, tendo em conta a dificuldade” da prova.

Uma mudança que representa “um passo positivo”, diz Miguel Abreu: “É mais adequado àquilo que julgamos dever ser um exame para alunos que vão ingressar, no ensino superior”, em engenharias ou tecnologias.

O professor considera que o conjunto de provas de aferição e de exames da disciplina deste ano permite “uma muito melhor avaliação, com dados muito mais fiáveis”.

Também para a responsável da Associação de Professores de Matemática, Elsa Barbosa, as provas de Matemática A, Matemática B e Matemática Aplicada às Ciências Sociais eram “equilibradas e adequadas aos programas vigentes”.

Sobre o exame de Matemática A, a responsável afirmou que “já se esperava que houvesse menos notas mais elevadas, nomeadamente de 20 valores”, apontando que a prova tinha “uma diferenciação” – que considerou “justa” -, com exercícios adequados à generalidade dos alunos, mas também para os estudantes muito bons e excelentes.

“Os resultados não são preocupantes, mas não quer dizer que não se tenha de continuar a trabalhar”, sustentou.

A professora congratulou-se ainda com “a subida da média” nos exames da Matemática B e na Matemática Aplicada às Ciências Sociais.

fonte:Lusa

publicado por adm às 08:23 | comentar | favorito
22
Jun 11

Dez mil alunos faltaram à prova de Português do 12º ano

Mais de 10.000 alunos do 12.º ano faltaram na tarde de segunda-feira ao exame nacional de Português, para o qual estavam inscritos 78.022 estudantes, segundo os dados hoje disponibilizados pelo Júri Nacional de Exames.

 

Marcaram, assim, presença na primeira fase 67.893 alunos, ou seja, 87 por cento do total de inscritos.

Os 10.129 alunos que não compareceram têm a possibilidade de fazer exame na segunda fase, daqui a um mês.

Durante a manhã, a prova de Língua Portuguesa do 9.º ano registou uma adesão de 99 por cento entre os alunos inscritos.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

publicado por adm às 23:27 | comentar | favorito

Biologia e Geologia com 67 por cento de presenças

Apenas 67 por cento dos alunos inscritos para o exame nacional de biologia e geologia do ensino secundário realizaram a prova da primeira fase, na terça-feira, segundo os dados do Júri Nacional de Exames, hoje divulgados.

 

Entre 57.412 inscritos, de acordo com os dados definitivos, compareceram na primeira fase do exame 38.250 alunos, verificando-se 19.162 faltas.

Ao exame de matemática aplicada às ciências sociais faltaram 1.324 alunos. O exame foi realizado por 7.681 estudantes, 85 por cento do total.

A História B, compareceram 76 por cento dos alunos inscritos (958 presenças), enquanto a primeira fase de História e Cultura das Artes registou uma adesão de 66 por cento (3.370 alunos).

Esta manhã, decorreu o exame de matemática do 9.º ano, no qual são esperados 95.095 alunos, segundo os números provisórios divulgados pelo Ministério da Educação.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 23:26 | comentar | favorito

Mais de 95.000 alunos esperados no exame de Matemática

Mais de 95.000 alunos são esperados hoje para o exame nacional de Matemática do 9.º ano, correspondente à primeira fase.

Depois do exame de Língua Portuguesa, na segunda-feira, os estudantes do básico que tenham respondido à primeira chamada ficam hoje livres para férias.

Os alunos do ensino secundário também já estão de férias, mas têm ainda de realizar exames.

Para os mais novos encerra hoje oficialmente o ano letivo.

Na segunda-feira, realizou o exame de Língua Portuguesa a quase totalidade dos alunos inscritos na primeira fase.

Hoje são esperados 95.095 alunos no exame nacional de Matemática.

fonte_:Lusa

publicado por adm às 08:29 | comentar | favorito
21
Jun 11

Exames nacionais prosseguem hoje para 10.º e 11.º anos

Quase 74.000 alunos do Ensino Secundário estão inscritos para os exames nacionais de hoje, às disciplinas de Biologia e Geologia, História, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e História e Cultura das Artes.

Segundo dados do Ministério da Educação, deverão fazer a prova na primeira fase, hoje de manhã, 57.992 alunos a Biologia e Geologia, 960 a História B e 9.674 a Matemática Aplicada às Ciências Sociais, do 10.º e 11.º anos.

Da parte da tarde, realiza-se o exame de História da Cultura das Artes para 5.274 alunos dos mesmos anos de escolaridade.

Os exames da manhã começam às 09:00 e os da tarde às 14:00.

A primeira fase dos exames nacionais decorre até 30 de junho.

fonte:Lusa

publicado por adm às 08:27 | comentar | favorito
19
Jun 11

Raparigas lideram inscrições para exames nacionais

Decorrem na próxima segunda-feira com um aumento geral de alunos inscritos face ao ano passado



Cerca de 97.000 alunos do ensino básico e 162.000 do secundário estão inscritos para a primeira fase dos exames nacionais, que se realiza este mês, a partir de segunda-feira, segundo dados do Ministério da Educação.

O número de inscrições reporta-se ao passado mês de maio. Dados definitivos só após as reuniões de avaliação do terceiro período.

No entanto, verifica-se um aumento de alunos a exame face ao ano anterior, quando houve 96.042 inscritos no ensino básico e 161.654 no secundário, contrariando assim “a tendência que se verificava desde 2007”, nota o ministério.

Para a prova de Língua Portuguesa do 9.º ano, a realizar na segunda-feira, às 09:00, estão em condições de ir a exame 94.295 alunos.

Para prestar prova a Matemática na primeira chamada, que decorre na quarta-feira, à mesma hora, inscreveram-se 95.095 estudantes.

Estas são as principais provas do 9.º ano, em que há também exames para Português Língua não Materna e os níveis de iniciação e intermédio.

No total, estão inscritos 96.116 alunos internos do ensino regular, 746 relativos a outras situações e ainda 129 autopropostos do 3.º Ciclo e mais 14 do 2.º Ciclo.

As raparigas representam a maioria (51 por cento), totalizando 49.531, enquanto os rapazes (49 por cento) são 47.474. As idades variam entre os 13 (866 alunos) e os 20 anos (80 alunos).

Fonte: Lusa

publicado por adm às 20:11 | comentar | favorito