20
Abr 13

Escola de Direito da UM oferece mais de 30 cursos

A Escola de Direito da Universidade do Minho oferece até julho 36 cursos de curta duração (20 em língua portuguesa e 16 em língua inglesa), abarcando várias áreas científicas. A formação cabe a professores e profissionais de vários países, como Alemanha, Holanda, Índia, Brasil, Angola e China. Os cursos variam entre as cinco e as vinte horas de duração. Alguns cursos em inglês garantem créditos que podem ser usados em futuras edições do mestrado em Direito dos Negócios Europeu e Transnacional, lecionado por esta Escola.

Serão abordados temas como Concorrência e Competitividade, Direito Europeu do Trabalho, Direito Penal Económico e Internacional, Sistemas Constitucionais dos PALOP, Aspetos Legais para Investir em Países Emergentes, Investimento Estrangeiro em Timor Leste, Contabilidade e Direito Fiscal, Lei do Cibercrime, Direito da Energia, Contratos e Garantias Bancárias, Diplomacia, Transmissão da Propriedade, Ética Jurídica, Boa Gestão das Autarquias Locais, entre muitos outros.
 
“Estes cursos têm como objetivo preparar os nossos alunos e a comunidade em geral para lidarem, no domínio jurídico dos negócios e investimento, com uma realidade que é cada vez mais dinâmica e internacional”, refere o vice-presidente da Escola, João Sérgio Ribeiro.
 
Além dos docentes da UMinho, há professores das universidades de Macau, Católica de Angola e Católica de Lima, bem como do Instituto Internacional de Documentação Fiscal, do Gabinete Europeu de Patentes, do Instituto Brasileiro de Direito Tributário, da Academia de Direito da Alemanha e de diversas sociedades de advogados, entre outros.


fonte:http://www.correiodominho.com

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03
Nov 12

Agência de Acreditação manda fechar 107 cursos superiores

Um quarto dos cursos avaliados pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior vão ter que fechar.

Cento e sete cursos, entre licenciaturas, mestrados e doutoramentos, chumbaram na avaliação da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Os números são avançados neste sábado pelo semanário Expresso, segundo o qual a A3ES avaliou 420 dos cerca de 3500 cursos actualmente existentes nas instituições de ensino superior. Entre estes detectou 81 cursos em universidades, sobretudo privadas, que não cumprem as regras necessárias para se manterem em funcionamento. A estes juntam-se outros 26 em Institutos Politécnicos.

Estes cursos têm agora dois anos para serem encerrados, deixando de admitir novos alunos e mantendo-se apenas em funcionamento para quem quiser concluí-los. Mas os estudantes podem optar por pedir transferência para outras formações dentro da instituição que frequentam ou mesmo numa outra.

A lei exige que as instituições tenham, pelo menos, um professor doutorado por cada 30 alunos. Impõe também que mais de metade dos docentes esteja em tempo integral e desenvolva projetos de investigação. Requisitos legais que não foram cumpridos em 25% dos cursos analisados.

Na avaliação, a agência impôs ainda condições a 242 cursos que vão ter de alterar alguns parâmetros para continuarem a funcionar.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Out 12

Descubra os cursos que garantem emprego

Engenharia, informática e sector da saúde são as licenciaturas com maior empregabilidade.

Os cursos de engenharia informática e a saúde continuam a garantir maior facilidade de entrada no mercado de trabalho. Esta é apenas uma das conclusões do estudo "Empregabilidade e Ensino Superior em Portugal", realizado pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), a que o Económico teve acesso, que analisa o emprego dos diplomados e a forma como actuam as instituições de ensino superior (públicas e privadas) na hora de colocar os seus alunos no mercado de trabalho. Para isso, analisam-se os dados oficiais das instituições, a dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) e do ministério.

O estudo revela a lista de cursos com maior e menor taxa de desemprego. Na tabela dos dez cursos com mais facilidade de inserção no mercado de trabalho, a Universidade do Porto marca presença com três (duas licenciaturas de Ciências de Engenharia e o mestrado de Ciências Farmacêuticas).

Segundo o documento, todos os alunos que se diplomaram nestes cursos estão a trabalhar. Também a Universidade de Lisboa tem duas licenciaturas nesta tabela: a de Estudos Básicos de Ciências Farmacêuticas e a de Medicina. Mas também há instituições privadas entre os cursos com total empregabilidade. É o caso do curso de Informática na Universidade Portucalense Infante D. Henrique.

Apesar dos dados "lisonjeiros" para a Universidade do Porto, a vice-reitora daquela instituição com o pelouro da Formação e Organização Académica, Maria de Lurdes Fernandes, considera que "a questão da empregabilidade é demasiado complexa para ser analisada apenas sob este prisma" e que é necessária uma reflexão sobre "a qualidade do emprego, da satisfação dos estudantes e da adequabilidade do curso à carreira profissional que merecem reflexão quando se analisa a empregabilidade dos diplomados do Ensino Superior".

No fim da lista nos cursos com mais desemprego surgem os cursos de Economia, Design e Psicologia.

Pela negativa, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) destaca-se com mais que resultam em maior taxa de desemprego entre diplomados. O estudo da A3ES aponta que esta instituição tem três licenciaturas no topo da tabela da maior taxa de desemprego. É o caso da licenciatura de Recreação, Lazer e Turismo, com 39% de desempregados, Ciências da Comunicação com 30% e Economia com 28%. O que pode também indica que as instituições localizadas em regiões com maiores dificuldades económicas são as que menos conseguem emprego para o seus diplomados.

Bolonha falhou na empregabilidade e desemprego dos licenciados tem vindo a subir
O estudo alerta ainda para o facto de não se estar a cumprir a meta de aumentar a empregabilidade dos diplomados prevista no Processo de Bolonha, deixando a recomendação de que sejam revistas as "expectativas irrealistas" deste objectivo. "A obtenção de empregabilidade no final de cada ciclo de estudos é um objectivo de difícil alcance", sublinha-se. Factor que se deve a uma "inadequação da formação obtida face às necessidades do mercado de trabalho". Segundo esta análise, a taxa de desemprego entre os licenciados tem vindo a crescer, assim como o fenómeno de migração dos mais qualificados. Há "uma tendência de aumento deste fenómeno, sendo transversal aos diversos graus de ensino superior", lê-se no documento. No entanto, em tempos de crise ainda compensa apostar na formação avançada. Isto porque, além da taxa de desemprego dos diplomados "não ter aumentado tanto como a dos não diplomados", o estudo refere que aqueles que possuem "graus mais elevados tendem a registar taxas de desemprego inferiores". Conclui-se, assim, que o mercado de trabalho continua a "valorizar as qualificações adicionais".

Mil vagas a que pode concorrer na Europa
Quinta e sexta desta semana pode concorrer a cerca de mil empregos disponíveis em empresas de países europeus, que vão estar presentes na feira Dias de Emprego no Centro de Congresso da Fil em Lisboa. Durante os dois dias poderá contactar as cerca de 40 empresas presentes, conhecer as suas necessidades de recrutamento, sobretudo nas áreas das Engenharias, Tecnologias de Informação, Saúde, Hotelaria e Restauração, "Customer Service" e Construção Civil. O dia 25 de Outubro será exclusivamente dedicado às áreas das Engenharias e Tecnologias de informação. O dia 26 de Outubro será dedicado a outras áreas profissionais. Durante o evento terá ainda oportunidade de conhecer as condições de trabalho de 15 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Noruega, Reino Unido, República Checa, Suécia e Suíça.

Trabalho publicado na edição de 22 de Outubro de 2012 do Diário Económico

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16
Jul 12

Cursos com mais desemprego abrem 3.600 vagas

A corrida ao ensino superior público começa hoje com a abertura do concurso nacional de acesso.

Há menos 1.200 vagas disponíveis, mas os cursos com mais desemprego abriram 3.600 lugares.

Os 35 cursos do ensino superior público com maior número de inscritos nos centros de emprego disponibilizam cerca de 3.600 vagas para o próximo ano lectivo. Engenharia civil, Direito, Economia, História, Psicologia, cursos de formação de professores para o 1º ciclo e educadores de infância são algumas das licenciaturas que estão no topo da lista dos cursos com mais desempregados.

Indicadores que continuam a revelar o desencontro que há entre a oferta de cursos no ensino superior público e as necessidades do mercado de trabalho. Mas há sinais de que as instituições começam a ter em conta as necessidades do mercado, quando fixam as vagas. Algumas encerram alguns dos cursos com um maior número de desempregados. Dos que continuam a funcionar, a maioria diminuiu as vagas disponíveis, mas há alguns casos em que aumentam o número de lugares em cursos graves dificuldades de inserção no mercado de emprego.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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28
Jun 12

Os melhores e piores cursos para conseguir emprego

Há muito que o mal está diagnosticado e o tratamento previsto: o modelo de ensino superior seguido por Portugal nas últimas décadas precisa de ser alterado. Há anos que se fala na necessidade de rever a oferta. Quando se encerra mais um ano letivo e se prepara o seguinte, o tema volta novamente à ribalta por causa da divulgação de dois estudos sobre o assunto - um da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3Es) e outro (mais uma base de dados do que propriamente um estudo) da Direção-Geral do Ensino Superior.

O primeiro mostra que 80% das áreas de estudo em Portugal têm um excesso de vagas e que para as 53 500 disponibilizadas, em 2011, para licenciaturas e mestrados integrados, apenas se registaram 46 642 candidaturas. Quer isto dizer que 6 858 ficaram por preencher.

Se o primeiro nos atesta a existência de irracionalidade e algum descontrolo na criação de cursos, o segundo apresenta-nos dados de uma realidade dolorosa para mais de 108 mil diplomados portugueses (dados do INE, 4.º trimestre de 2011): o desemprego. Ou seja, o País não tem trabalho para um em cada 10 dos mais qualificados elementos da sua mão de obra ativa (ver infografia).

Tendo a empregabilidade dos cursos superiores como o cerne deste seu trabalho, a DGES cruzou as estatísticas do INE e o número de diplomados desempregados inscritos no Instituto de Emprego e Formação Profissional (cerca de 60 mil, ou seja, bastante abaixo das estimativas do INE) com os 571 mil bacharéis, licenciados, mestres e doutorados, produzidos pelo ensino superior nacional nos últimos dez anos.

Essa estatística permite dizer (talvez com algum exagero, ainda assim, legítimo) que, em Portugal, existem cursos que são uma espécie de Via Verde para o desemprego, até porque submetidos os dados, mais uma vez, à folha de cálculo, constatamos que o desemprego entre diplomados cresceu mais de 50%, em cinco anos, quando o crescimento do desemprego geral foi de 33 por cento (ver infografia).

E as perspetivas não serão propriamente risonhas. "O mercado está saturado e o desemprego deverá continuar a subir", diz Fernando Neves de Almeida, presidente da Boyden Portugal, uma empresa especializada no recrutamento de quadros. O gestor acredita que, no mercado de trabalho, apenas se inverterá esta tendência no final do verão do próximo ano. Até lá, a taxa de desemprego deverá manter-se em crescimento.

 

Empregabilidade

A empregabilidade é uma palavra-chave, à volta da qual gravitam as medidas que vão ser tomadas ou já estão em curso. Nestas páginas damos-lhe uma tabela com os 30 mais cotados cursos superiores em termos de colocações no mercado de trabalho.

Os dados da DGES revelam que, entre 2001 e 2010, houve em Portugal 4 154 cursos superiores a produzir diplomados. Desses, 1 421 - 1 em cada três - apresenta taxas de desemprego superiores à média de 10% estimada pelo INE para titulares de cursos superiores.

São esses casos que estão agora na mira do Governo, que, através de um despacho do secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, quer proibir, já no próximo ano letivo, que os estabelecimentos de ensino superior públicos aumentem o número de vagas em cursos que não provem a sua empregabilidade. Ou seja, a norma poderá, pelo menos teoricamente, aplicar-se a um terço dos cursos superiores. Nesse caso, as escolas terão de redistribuir o número de vagas disponíveis para as aumentar nos cursos com maior empregabilidade. A saber: "Ciências, Matemática, Informática e Engenharia".

O diploma, datado de 11 de junho, impõe às universidades e politécnicos uma diminuição de 20% do número de vagas nas licenciaturas de professor do ensino básico e educação de infância. Nos mestrados de habilitação profissional para docência também vai haver uma redução, que ainda está por definir. Áreas onde o Governo considera haver "excesso de oferta".

Com efeito, olhando os números do IEFP, verifica-se que a categoria profissional mais flagelada pelo desemprego qualificado é a dos professores - um em seis diplomados inscrito como desempregados é professor.

fonte:http://visao.sapo.pt/o
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17
Jun 12

Conheça os novos cursos disponíveis este ano

Ensino de línguas e ensino à distância destacam-se nas novidades. Tecnologias e ambiente continuam em voga.

A aposta da Universidade de Aveiro em nove novos mestrados no ensino de línguas, como inglês e língua estrangeira, português e línguas clássicas, língua estrangeira (alemão, francês, espanhol), ensino de educação musical e de música para básico e secundário, são algumas das novas formações mais surpreendentes na lista dos novos mestrados. Talvez a pensar na cada vez maior procura de formação em línguas, essencial para quem quer aventurar-se nos mercados internacionais. Outra das novidades desta universidade é o novo mestrado em Medicina.

Já a Universidade de Évora aventurou-se na área do ensino à distância. Esta instituição abriu um mestrado em Engenharia Informática, que já existia no modelo presencial e foi estendido ao ensino à distância, e ainda uma nova pós-graduação em Ambiente, Sustentabilidade e Educação.

A Universidade de Lisboa criou quatro novos cursos de mestrado, com destaque para o de História do Mediterrâneo Islâmico e Medieval, em regime de parceria com a Universidade de Évora. Os restantes são em Estatística e Investigação Operacional, Matemática Aplicada à Economia e Gestão, e ainda Farmacoterapia e Farmacoepidemiologia.

Na Universidade Técnica, o ISEG abriu, este ano, um novo mestrado em Ciências Acturiais. Já a Universidade da Beira Interior lançou este ano lectivo um novo mestrado em Biotecnologia.

Em linha com o que tem sido a tendência dos últimos anos, a Universidade de Coimbra arrancou com cinco novos cursos de mestrado, mas só o curso de Segurança Alimentar e o de Tecnologias da Informação Geográfica estão em funcionamento, devido a atrasos no processo de acreditação. Já a Universidade da Madeira, optou por manter os cursos que já tinha e não abriu nenhum novo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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12
Jan 12

Cursos que terão mais oportunidades de emprego

Algumas áreas de formação terão mais probabilidades de sucesso que outras, em 2012.

Numa altura em que encontrar um emprego se torna mais difícil e que aumentam as filas de desempregados diplomados, existem áreas de formação que com maior probabilidade de sucesso no mercado. "O problema, para mim, são os cursos superiores muito especializados. Precisamos de menos especialistas e mais generalistas", defende Luís Reis, administrador delegado do Hay Group. Na sua opinião, as áreas mais generalistas, como Gestão e Economia, têm mais facilidade de entrada no mercado, uma vez que as suas competências podem ser utilizadas em diversas áreas. "Quanto mais técnicas forem as áreas, mais dificuldades terão em fazer outras coisas", sublinha. Por exemplo, um arquitecto pode ser excelente, mas não sabe fazer mais nada na vida, enquanto o economista ou o gestor tem um leque maior de funções que pode ocupar.

Também Álvaro Fernández, ‘managing director' da Michael Page Portugal, considera que as melhores apostas continuam a ser Gestão e Economia, cursos aos quais acrescenta o Marketing (nomeadamente a sua vertente online) e a Contabilidade. Já os cursos de Engenharia são uma boa aposta, mas apenas em empresas com movimentos internacionais, que desenvolvem o seu negócio em economias emergentes como o Brasil, alguns países de África e Médio Oriente, porque em Portugal o mercado está fechado.

Álvaro Fernández destaca ainda a importância dos cursos de línguas. "Cada vez mais, as empresas desenvolvem projectos internacionais onde o conhecimento de um ou mais idiomas estrangeiros é requerido", sublinha.

O responsável da Michael Page destaca funções específicas com boas oportunidades em 2012: o gestor de exportação e o director de mercados internacionais, que ganham relevância em empresas do sector alimentar, vinícola, industrial e têxtil num mercado cada vez mais globalizado e voltado para o estrangeiro; funções de ‘medical scientific liaison' e de ‘market acess' na indústria farmacêutica; funções de marketing ‘online' e ‘e-commerce' uma vez que a Internet continua a ser um canal em constante crescimento; as previsões de fortes alterações às leis fiscais e do trabalho dão um forte impulso, por outro lado, à área de Corporate Tax, Direito Laboral, Fiscal e Contencioso; e ainda as funções financeiras e contabilísticas, que continuam a ser procuradas pelas empresas numa altura de crise em que a gestão do equilíbrio entre receitas e gastos é cada vez mais importante. Os directores financeiros, ‘controllers' financeiros e de crédito e cobranças, analistas de risco e chefes de contabilidade terão também fortes probabilidades de sucesso.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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24
Set 11

Vários cursos com médias superiores a 15 valores

Enfermagem, Relações Internacionais e Línguas Aplicadas são alguns dos cursos com média de entrada superior a 15 valores em que este ano foram criadas vagas adicionais para acolher alunos que concluíram o secundário através do programa Novas Oportunidades.
Para ingressarem nos cursos pretendidos, 647 estudantes tiveram de obter, na respectiva prova de ingresso, uma nota superior à de candidatura do último aluno a entrar através do contingente geral.

A solução foi adoptada ainda pelo anterior Governo, com base num parecer da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, e teve como objectivo evitar que aqueles alunos tirassem o lugar a candidatos que fizeram o seu percurso no ensino regular e tiveram de fazer exames nacionais para completarem o secundário. Foi precisamente o que aconteceu no ano passado. O melhor aluno a entrar na universidade foi um jovem de 23 anos que não conseguiu completar o secundário no ensino regular, mas obteve 20 valores na prova de ingresso, de Inglês, a única exigida para o entrar no curso de Tradução da Universidade de Aveiro.

Na maior parte dos cursos em que os alunos das Novas Oportunidades foram colocados, este ano, as médias de entrada foram relativamente baixas e, nalguns casos, até inferiores a dez. Foram excepcionais os alunos que conseguiram notas acima dos 15 valores. Ainda assim, o ministério viu-se obrigado a criar várias vagas adicionais em cursos com notas superiores a 15 valores, como o de Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (com média de entrada de 150,5 valores), o de Línguas Aplicadas da Universidade do Porto (168,8) ou de Enfermagem da Universidade do Minho (157), entre outros.
fonte:http://www.publico.pt/
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21
Jul 11

Ainda há cursos com emprego (quase) garantido

Engenharias informática e química, enfermagem e medicina estão entre os cursos com mais saída. Cursos com menos emprego são liderados pelas ciências sociais.

A partir de hoje e até dia 17 de Agosto, milhares de estudantes poderão candidatar-se ao Ensino Superior. Na hora de escolher, as perspectivas de emprego são uma questão fulcral, sobretudo, quando o canudo deixou, há muito tempo, de ser sinónimo de estar empregado. Há notícias para todos os gostos: cursos que dão emprego certo e cursos em que um terço dos diplomados ficam desempregados.

O "Jornal de Negócios" avança que os cursos de engenharia informática e engenharia química das Universidade do Porto e da Universidade Técnica de Lisboa são alguns dos que apresentavam, em 2010, uma menor taxa de desemprego, segundo estudo publicado pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais, do Ministério da Educação e Ciência. Desta lista constam também cursos de ciências, direito e comunicação. cinco dos vinte cursos com mais emprego são leccionados por instituições privadas.

Porém, o panorama geral não é animador. Em cursos como contabilidade e administração, do Instituto Politécnico do Porto, a taxa de desemprego ultrapassa os 50%. No 'ranking' dos 20 piores cursos em matéria de emprego estão também antropologia, serviço social, psicologia e design. Metade dos 20 é leccionado no ensino privado.

fonte:http://www.dn.pt/

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16
Jul 11

Universidades. É possível entrar com menos de 10 em 40 cursos

Este ano há mais 647 vagas nas universidades públicas do que em 2010. Muitos lugares não são sinal de boa saída

 

As pautas da primeira fase dos exames estão afixadas e as candidaturas ao ensino superior arrancam na quinta-feira, 21 de Julho, este ano só na internet. Há mais 647 vagas, num total de 54 068. Num quinto dos cursos disponíveis nas universidades e politécnicos públicos (1152) é possível entrar com média de 11, sendo esta a maior fatia. Há ainda 40 cursos onde a nota de entrada, tendo em conta a média do último colocado em 2010, é inferior a 10 valores. E são tão variados como Agronomia, Filosofia, Marketing ou Engenharia Florestal. Abrem ainda 23 novos cursos de norte a sul do país, em áreas como História e Arqueologia, Sociologia, Química ou Ciência Política.

Quando se cruzam as vagas disponibilizadas ontem pelo Ministério da Educação e Ensino Superior com os últimos dados sobre empregabilidade de diplomados, divulgados em Março pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) deste mesmo ministério, percebe-se contudo que as áreas com mais vagas são as mesmas em que o mercado de trabalho tem maior dificuldade em absorver todos os licenciados. Segundo as contas do ministério, a área de Ciências Sociais, Comércio e Direito é a que oferece mais vagas (28%). Ora no documento do GPEARI, que analisa os diplomados inscritos nos centros de emprego no final do ano passado, percebe-se que nestas áreas a percentagem de desempregados entre os diplomados que terminaram o curso nos últimos dez anos varia entre os 7,7% para quem tirou cursos na área das Ciências Sociais e Comportamento e 10,7% nos licenciados em Serviços Sociais. A licenciatura de Direito da Universidade de Lisboa era a terceira no ranking dos cursos nacionais com mais inscritos nos centros de emprego e este ano esta licenciatura é de novo campeã nacional em termos de vagas: 450 no total. Nos últimos dez anos formou 4324 pessoas e 197 estavam no desemprego no final do ano passado. À frente, ao nível das escolas públicas, aparece o curso de Economia da Universidade do Porto, com 2281 pessoas formadas desde o ano lectivo 1999-2000 e 220 registos nos centros de emprego. Este ano o curso é o 11.o com mais vagas, um total de 223. 

As indicações sobre o mercado de trabalho poderão não ser muito específicas, mas são as mais recentes para quem procurar pistas sobre empregabilidade na véspera de se candidatar à universidade. Ciências Empresariais (18% dos desempregados com curso superior), Ciências Sociais e do Comportamento (12%) e Ciências da Educação (10%) são as áreas mais lotadas. Têm luz verde os Serviços de Transporte e Segurança, Ciências Veterinárias, Matemática e Estatística e Informática. Em termos globais regista-se ainda um aumento das vagas para ensino à distância, 310 no total. Os cursos em regime pós-laboral abrem 456 lugares.

Acesso especial Este ano o acesso especial a Medicina para licenciados ganha 133% de vagas, para um total de 217. O aumento, só para este tipo de candidatos, resulta da entrada em vigor de um novo cálculo de vagas (deverão ser no mínimo 15% do contingente geral) previsto no decreto-lei que introduziu esta modalidade em 2007. No total, os nove cursos de Medicina do país então a oferecer 1809 vagas (1517 para alunos finalistas do ensino secundário). Para o bastonário da Ordem dos Médicos o aumento é um "absurdo e um desperdício de recursos", sobretudo porque o Estado está a pagar "duas licenciaturas quando estes médicos não são necessários." Ao i José Manuel Silva disse que as vagas deviam começar a ser reduzidas para evitar o "excesso de médicos" nos próximos anos, que se traduzirá numa "mercantilização dos doentes e em fuga de cérebros". Pelas contas da OM, no próximo ano começarão a formação mais de 600 futuros médicos a mais.

fonte:http://www.ionline.pt/c

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