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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

01
Abr12

Regras para acesso ao Ensino Superior através do recorrente voltaram a mudar

adm
Dois directores de colégios particulares com ensino recorrente comentaram a nova alteração de regras de acesso ao superior, determinada por uma portaria ontem publicada, considerando que, ao pretender dificultar o acesso a Medicina a alunos que já tinham terminado o secundário, o Ministério da Educação acabou “por prejudicar os estudantes para quem aquela modalidade de ensino foi concebida e que agora ficam em desvantagem em relação aos colegas do regular”.

“Desde que surgiu o escândalo das entradas de alunos em Medicina através do recorrente, a sequência de trapalhadas tem sido tal que só se entende como resultado do desconhecimento desta realidade”, afirmou, em declarações ao PÚBLICO, Ana Maria Cunha, que dirige o Colégio D. Dinis, no Porto. Esta directora, para quem o presidente da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (por se encontrar fora do país) remeteu o PÚBLICO, considera que, “pelo contrário, os candidatos a Medicina com secundário concluído ficam beneficiados em relação ao que estava determinado em Fevereiro”.

Quando fala do “escândalo” das entradas em Medicina, a directora refere-se ao facto de este ano lectivo 225 estudantes terem ingressado nas universidades e institutos politécnicos através do ensino recorrente, uma modalidade de ensino concebida para proporcionar uma oportunidade a adultos que abandonaram precocemente o sistema educativo. Daqueles, muitos eram jovens que no ano anterior se tinham candidatado ao superior com médias do secundário a rondar os 18 valores e que um ano depois, em Agosto, se apresentaram a concurso com média de 20 relativa ao 10º, 11º, e 12º anos. 

Aquela situação foi possível porque, através do recorrente, os jovens conseguiram fazer de novo todo o secundário no prazo de um ano (embora numa área de estudos diferente) através de provas avaliadas por professores dos colégios, sem fazer qualquer exame nacional. Muitos entraram em Medicina, ultrapassando os colegas do ensino regular.

Quando aquilo foi noticiado, em Outubro, o ministro da Educação, Nuno Crato, considerou que “apesar de legal” a situação era “imoral”. E prometeu corrigir o problema ainda este ano lectivo. Só em Fevereiro, no entanto, foi publicado o diploma que alterou as regras: aos alunos do ensino recorrente que quisessem completar o secundário continuavam a bastar as notas de frequência; todos os que quisessem prosseguir estudos teriam de fazer exames nacionais para completar aquele ciclo, como os colegas do ensino regular.

A informação lançou o caos nos colégios: “Alguns dos alunos que já tinham o secundário concluído e estavam a tentar entrar em Medicina anularam a matrícula, os restantes ficaram sem saber a que disciplinas tinham de fazer exame”, relatam Ana Maria Cunha e Hipólito Almeida, director do Externato Luís de Camões. A confusão – agravada pela obrigatoriedade de os alunos fazerem todos os exames na primeira fase – obrigou o MEC a reformular o calendário de exames e prorrogar o prazo de inscrição nas provas nacionais, no início de Março.

Os protestos, no entanto, não acabaram. Os alunos que já tinham concluído o curso na área Científica e Tecnológica e se haviam matriculado agora na de Humanidades ou de Ciências Sócio-Económicas (apenas para subir a nota de candidatura) viram-se na obrigação de fazer exames com que não contavam; e, para mais, exames sobre matéria de um a três anos de disciplinas do seu plano de estudos, como História, Geografia, Economia, etc, que na realidade não tinham estudado.

Esse problema terá ficado resolvido com a portaria de ontem, como admite Ana Maria Cunha. Aqueles estudantes, para quem já não conta a nota de frequência no recorrente para a candidatura à universidade, não terão de fazer provas nacionais às disciplinas correspondentes ao plano de estudos que estão a frequentar. Excepcionalmente, este ano, podem optar por realizar exames “a duas disciplinas bienais de qualquer plano de estudos dos cursos científico-humanísticos do ensino recorrente” ou a apenas uma dessas e a Filosofia, determina a portaria. Isso implicou que, mais uma vez, fosse agora aberta a possibilidade de mudanças na inscrição para a realização de exames.

 

Ana Maria Cunha frisa que a possibilidade de escolher outras disciplinas que não a do seu plano de estudos, nova em relação ao que se previa em Fevereiro, “cria mais uma alternativa de candidatura aos alunos que tinham o secundário concluído e pretendem entrar em Medicina”. Ao contrário do que acontece com os alunos do ensino regular, que nunca se libertam das notas (boas ou más) do secundário, estes estudantes podem candidatar-se apenas com as notas de exames que fizerem no final deste ano.Feito este balanço, os dois directores dizem que “quem fica verdadeiramente prejudicado” são os alunos que se matricularam no recorrente para fazer todo o secundário e seguirem para o superior. “Por norma não são alunos excepcionais e têm notas relativamente baixas nos exames”, nota Ana Maria Cunha. Por um lado, até agora estes não tinham de fazer qualquer prova nacional para completarem o ensino secundário; para além disso, a fórmula de cálculo ontem revelada em portaria “determina um peso menor das notas internas em relação à do exame na nota final do secundário, em comparação com o que se passa no ensino regular ”, dizem os directores.

Hipólito Almeida continua “chocado com as consequências das alterações de regras, a meio do ano, em relação aos candidatos a Medicina, que estavam a recorrer a uma alternativa legal para subir a nota” – “Praticamente já só há recorrente no privado e os pais destes alunos, quando matricularam os filhos, estabeleceram um contrato e pagaram para terem uma determinada contrapartida”, considera.

Ana Maria Cunha diz-se mais preocupada com os alunos que usaram o recorrente para terminar o secundário. Diz ter uma noção muito clara dos problemas causados pelo sistema anterior, na medida em que “uma belíssima aluna” do ensino regular do seu colégio, “que tinha uma nota mais do que suficiente para entrar em Medicina no Porto e não se candidatou a outra faculdade, ficou de fora por ter sido ultrapassada por colegas do recorrente” que estudavam no mesmo estabelecimento de ensino.

Notícia corrigida às 14h38: corrigido no sétimo parágrafo a referêcia ao número de anos de matéria que têm de ser estudados; em vez de três anos, clarifica-se que a matéria vai de um a três anos, conforme a disciplina.

fonte:http://www.publico.pt/

23
Fev12

Portugal acima da média da OCDE no acesso ao Superior

adm

Portugal está acima da média da OCDE em alunos que entram no Ensino Superior com mais de 80% de alunos que chegam à universidade.

Os dados constam do último relatório de educação realizado pela OCDE.

No entanto, o País continua abaixo da média no que toca a apoios financeiros sendo que a despesa pública com o sector é inferior a 20%. O estudo dá o exemplo de quatro países com sistemas bem desenvolvidos: Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos e sugere que uma solução para promover o acesso e frequência do Ensino Superior seria combinar um nível razoável de propinas com fortes sistemas de ajuda financeira.

"Muitos países com boas taxas de entrada nas universidades partilham uma coisa em comum: robustos sistemas de ajuda aos estudantes", lê-se no relatório da OCDE.

Os peritos da OCDE sugerem ainda que, combinando meios testados com subsídios de renda e empréstimos, se pode promover o acesso e a equidade, bem como melhores resultados dos alunos. Isto porque, revela o estudo, os países onde os alunos podem beneficiar de um grande apoio financeiro têm níveis de acesso acima da média, mesmo quando as despesas com propinas são comparativamente elevadas.

Num momento em que os países se debatem com dificuldades orçamentais, os peritos sugerem, também, um nível "moderado" de propinas, dando aos estudantes a possibilidade de beneficiarem de sistemas de ajuda financeira. "É uma forma efectiva de os países aumentarem o acesso à educação superior, fazendo um uso eficiente dos limitados fundos públicos", diz o documento.

No entanto, os autores do estudo reconhecem ser difícil classificar o termo "moderado" em termos quantitativos. Os países da OCDE que cobram a educação superior têm uma despesa média anual com propinas entre 800 e 1.300 dólares por ano (600 a 982 euros).

fonte:http://economico.sapo.pt/n

24
Jan12

Crise económica leva a aumento de desistências no Ensino Superior

adm

A crise económica está a provocar um aumento das desistências de alunos nas universidades portuguesas. Desde o início do ano lectivo, 3300 estudantes cancelaram as inscrições, um aumento de 6% face ao ano passado. 

A Universidade da Madeira aparece no primeiro lugar da lista. Só aqui, 300 alunos desistiram do curso, o que representa cerca de 20% das inscrições, de acordo com o Público.

O panorama, com percentagens mais reduzidas, repete-se em mais seis instituições. As Universidade de Lisboa, a Universidade Clássica e a Universidade do Minho aparecem também nos lugares cimeiros, de acordo com o Público.

Em Coimbra, o número de desistências é semelhante ao ano passado, no ISCTE e em Aveiro houve ligeiras quebras, e no Algarve há, até esta altura, perto de duzentas inscrições canceladas.

De acordo com dados recolhidos pelo jornal Público, no total, três mil e trezentos alunos abandonaram o ensino superior desde o início do ano lectivo, ou seja, mais seis por cento em comparação com os dados do ano anterior.

Para os responsáveis de algumas destas universidades, o principal motivo por trás deste movimento de fuga é óbvio e chama-se crise ecónómica. Isso mesmo é revelado num inquérito realizado na Universidade do Algarve, onde esta foi a resposta mais votada pelos alunos desistentes.

Ouvidos pelo Público, os líderes de algumas associções académicas acrescentam outras duas razões - a dificuldade de acesso às bolsas de estudo e o aumento das propinas, que em alguns casos, o valor ultrapassa os mil euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

07
Jan12

Fecharam 376 cursos por não terem um único aluno

adm
As universidades públicas e privadas encerraram 737 cursos entre 2009 e 2010, a maioria criados já depois da implementação, há cinco anos, do processo de Bolonha. A falta de procura é a principal razão para o fecho destes ciclos de estudos. Entre a oferta que foi cancelada, metade não chegou a entrar em funcionamento por nunca ter tido estudantes inscritos. "Houve uma corrida à criação de cursos, em especial a cursos de mestrado, sem haver uma estratégia muito pensada", defende o presidente da agência responsável pela avaliação dos cursos de ensino superior, Alberto Amaral.


Em Dezembro de 2009, estavam registados em Portugal cinco mil cursos no sistema público, privado e concordatário, divididos entre licenciaturas, mestrados e doutoramentos. Dos 737 encerrados nos últimos anos, 373 ficaram a dever-se à desistência da instituição de ensino superior durante o novo processo de acreditação preliminar, que passou a ser obrigatório no início de 2010. A maioria destes fazia parte do ensino privado.

fonte:http://www.publico.pt/E

06
Jan12

Ministério abre nova fase para bolsas do Superior

adm

O Ministério da Educação e Ciência anunciou a abertura de uma nova fase de candidatura a bolsas para estudantes que ingressaram pela primeira vez no Ensino Superior este ano lectivo, prometendo mais rapidez na análise dos processos.

O prazo para apresentação das novas candidaturas, relativas a licenciaturas e mestrados integrados, tanto no sistema público como no privado, decorre de 16 a 31 de Janeiro.

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) considera necessário assegurar, no próximo ano lectivo, uma análise "mais rápida" das candidaturas, tendo em vista "evitar atrasos que sistematicamente se verificam neste processo", lê-se numa nota divulgada esta sexta-feira.

"A progressiva automatização do processo e o aumento da celeridade no carregamento dos dados do aproveitamento escolar por parte das instituições de Ensino Superior serão algumas medidas a adoptar por parte do MEC", segundo o documento.

No próximo ano lectivo será reforçada a exigência de aproveitamento escolar para atribuição de bolsa.

O despacho assinado em Setembro pelo secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, já prevê o reforço da exigência para efeitos de elegibilidade do aproveitamento escolar do estudante, embora preconize uma norma transitória para o presente ano lectivo, "de modo a não frustrar as legítimas expectativas dos estudantes que em 2010-2011 cumpriram os seus percursos académicos com um mínimo de 50% de aproveitamento".

No futuro este mínimo de aproveitamento passará a 60%.

As candidaturas devem ser formalizadas exclusivamente na plataforma electrónica da Direcção-Geral do Ensino Superior.

O ministério diz ainda que continuam em análise pelos Serviços de Acção Social das instituições de Ensino Superior as candidaturas apresentadas e que até ao momento não foram objecto de decisão final.

fonte:http://www.jn.pt/

24
Out11

Docentes do Superior agendam concentração para sábado frente ao ministério

adm

Os professores do Ensino Superior manifestam-se sábado frente às instalações do Ministério da Educação e Ciência contra os cortes orçamentais previstos para o sector, disse hoje à agência Lusa fonte sindical.

 

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) marcou uma concentração para às 14:00, na Av. 5 de Outubro.

“O nosso objectivo é chamar a atenção para a situação que foi criada pela apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2012, de novo com uma grave incidência nas remunerações dos docentes e investigadores, no financiamento das instituições e, agora até na capacidade de decisão destas”, afirmou o presidente do SNESup, António Vicente.

Além desta concentração, o sindicato está a avaliar que outras medidas devem realizar os docentes, como por exemplo a colocação de acções contra os cortes anunciados, mas também greves, paralisações das actividades dos docentes e investigadores e encerramentos de instituições.

Na sede do sindicato, do outro lado da avenida, serão tomadas na mesma tarde as decisões sobre as acções seguintes, indicou António Vicente.

A proposta de orçamento do Governo suscitou também críticas do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), segundo o qual Portugal arrisca perda de competitividade no contexto europeu, onde há uma forte aposta no sector.

Os reitores estão também preocupados com a perda de autonomia das instituições, tendo reservado para esta semana uma abordagem mais profunda do tema.

fonte:http://www.publico.pt/



19
Out11

Mais de sete mil vagas por preencher no acesso ao Ensino Superior

adm

A terceira fase de acesso ao Ensino Superior, concluída esta quarta-feira, permitiu a entrada de mais 2216 alunos, tendo ainda sobrado 7884 vagas nas universidades e institutos politécnicos públicos, de acordo com os dados divulgados pelo Governo.

 

Concorreram 5514 candidatos, dos quais 2622 estavam já matriculados na sequência das fases anteriores.

As 9139 vagas iniciais foram adicionadas 899 libertadas por recolocação de estudantes, "além de 62 vagas criadas de acordo com o regulamento", segundo o Ministério da Educação e Ciência.

Face aos resultados das três fases, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) registou que a taxa de ocupação se situa em 93,5%.

"As universidades públicas colocaram a concurso 30635 vagas, tendo sido ocupadas 28630", realça o CRUP, em comunicado.

A estrutura afirma ainda que das 2005 vagas não ocupadas nas universidades públicas quase um quarto (22,8%) são relativas a cursos de regime nocturno e ou pós laboral.

 

O CRUP entende que o preenchimento de "tão elevado número de vagas" nas universidades públicas revela "um cada vez maior ajustamento entre a oferta de cursos e a procura" manifestada pelos candidatos ao Ensino Superior.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

05
Out11

Mais de metade dos alunos conseguiu vaga na segunda fase

adm

Cerca de sete mil candidatos falharam o acesso ao ensino superior.

Mais de metade dos alunos que se candidataram à segunda fase de acesso ao ensino superior conseguiu colocação.

A segunda fase do concurso teve mais de 18.800 candidatos, mas apenas 11.772 conseguiram entrar, ou seja, ficaram de fora mais de sete mil alunos.

Dos que concorreram perto de metade conseguiu colocação na sua primeira opção.

A maior parte dos candidatos a esta segunda fase já tinha tentado na primeira e, desta vez, 2.069 obtiveram outra colocação.

Nestas duas primeiras fases do concurso ao ensino superior público conseguiram entrar mais de 50.640 alunos.

Apesar dos mais de sete mil alunos que não conseguiram colocação, muitos cursos ficaram com vagas por ocupar, num total de mais de 8.800.

A terceira fase vai decorrer entre os dias 6 e 14 de Outubro e o número de vagas será actualizado no dia 13.

Consulte os resultados da 2ª fase no site da Direcção Geral do Ensino Superior.

 

 fonte:http://rr.sapo.pt/i

04
Out11

Ensino Superior: Crato garante "proteção" do Governo a universidades mas não fala em levantar cativações

adm

O ministro da Educação e Ciência afirmou hoje que o Governo tentará "proteger" o trabalho das universidades num "quadro geral de restrições", mas escusou-se adiantar se poderão esperar mais autonomia para gerir as suas receitas.

"O Orçamento Geral do Estado vai ser apresentado em breve e conhecido em pormenor. Eu reservar-me-ia para essa altura, mas os reitores já conhecem as suas linhas essenciais, já foram discutidas com eles", declarou aos jornalistas à margem da cerimónia de lançamento de um selo postal de homenagem à matemática Maria do Pilar Ribeiro.

Depois de os reitores das Universidades de Lisboa, Coimbra e Porto terem reclamado mais autonomia para gerir as suas receitas próprias e criticado a sua cativação, Nuno Crato afirmou que o Governo "também gostaria que tivessem mais autonomia".

fonte:http://noticias.sapo.pt/

30
Set11

Ensino Superior: Segunda fase de candidaturas fechou hoje, Medicina e Direito com vagas adicionais

adm

O prazo para candidaturas à 2ª fase do concurso de acesso ao ensino superior terminou hoje, com novas vagas para preencher nos concorridos cursos de Medicina e Direito.

Segundo o edital da Direção Geral do Ensino Superior, há oito novas vagas nos cursos de medicina: cinco na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, duas na Universidade do Porto e uma na Universidade dos Açores.

As vagas nos cursos de medicina, completamente preenchidos na primeira fase do concurso, resultam de alunos colocados que nunca chegaram a matricular-se.

fonte:Lusa

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