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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

13
Mar13

Mais de dez mil alunos abandonam a escola sem o ensino obrigatório completo

adm

Taxa de abandono escolar caiu de 12,6% para 1,7% num prazo de 20 anos, indica estudo de ex-ministro da Educação David Justino.

O abandono escolar em Portugal está actualmente nos 1,7%, indica um estudo apresentado nesta quarta-feira por David Justino, ex-ministro da Educação e investigador da Universidade Nova de Lisboa, durante a 3.ª Conferência da EPIS – Empresários pela Inclusão Social.

"Isto corresponde a um grupo de 11.500 miúdos e, embora sejam números residuais, não devem ser esquecidos", salientou David Justino na apresentação do Atlas do Abandono e do Insucesso Escolar em Portugal, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

O estudo, centrado nas crianças dos dez aos 15 anos que deixaram a escola sem o 3.º ciclo do ensino básico completo, incluindo os que nunca o frequentaram, faz uma análise comparativa dos números do abandono escolar em Portugal entre 1991 e 2011, quando a escolaridade obrigatória ia até ao 9.º ano (agora está no 12.º). Há 20 anos, essa taxa cifrava-se em 12,6%, tendo caído entretanto para os já referidos 1,7%.

"Houve uma redução quantitativa e uma alteração na natureza do abandono", explicou. Em 1991, "o grande pólo geográfico ligado ao abandono" estava localizado no Litoral Norte do país. Com base nos censos de 2011 foi possível verificar que "houve uma deslocação para os distritos do interior". Ainda não foram estudados os motivos que levaram a este deslocamento, mas David Justino avançou que este não será "independente da rota de circulação de algumas minorias étnicas, que se fixaram no interior do país".

Paços de Ferreira, Lousada e Felgueiras estão entre os municípios com maior redução da taxa de abandono escolar no período abrangido pelo estudo.

O estudo aborda também o abandono escolar nos jovens entre os 18 e os 24 anos que saíram da escola sem o secundário completo, incluindo os que nunca o frequentaram, cuja taxa caiu de 63,7%, em 1991, para 27,1%, em 2011.

O mesmo estudo sublinha que, em 20 anos, a escolarização média aumentou de 4,6 anos, em 1991, para 7,4 anos, em 2011. Ainda assim, há dois anos, 25 concelhos, incluindo Pampilhosa da Serra (4,58), Penamacor (4,75) e Idanha-a-Nova (4,77), ficavam abaixo da média. Em contrapartida, Oeiras (10,00), Lisboa (9,59) e Cascais (9,50) situavam-se acima da média de escolarização.

A investigação tem como meta "cartografar a educação num atlas, com publicação já no próximo ano", anunciou David Justino, que foi o titular da pasta da Educação entre 2002 e 2004, no Governo de Durão Barroso, e é agora também consultor da Casa Civil da Presidência da República para os Assuntos Sociais. Esse trabalho está a ser desenvolvido pelo Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova e pela EPIS. "O próximo passo é o de tipificar os contextos sociais de insucesso e abandono escolar, perceber a realidade de cada concelho para perceber como actuar", concluiu.

"Este mapa é muito útil para sabermos onde podemos actuar, mas não nos diz o que fazermos quando lá chegarmos", diz, por seu lado, Daniel Rijo, da Universidade de Coimbra. O professor e psicólogo apresentou, também durante conferência da EPIS, um ensaio onde salientou a importância de abordar o assunto do abandono escolar "com base em factores de risco centrados no aluno".

 

fonte:http://www.publico.pt/s


12
Mar13

Reitores assumem abandono escolar no ensino superior

adm

O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) admitiu hoje, sem quantificar, que existe abandono escolar devido a dificuldades económicas dos alunos, defendendo a importância de apoios para evitar esta situação.

De acordo com o CRUP, o número de anulações de inscrições ou matrículas não aumentou nos dois últimos anos lectivos.

O CRUP constituiu um grupo de trabalho, partilhado com estudantes, para analisar este problema e procurar soluções, sendo estas as principais conclusões obtidas até ao momento.

Os reitores sublinham que a análise desta temática é “um exercício com uma complexidade bastante assinalável”, para a qual “não é possível obter dados totalmente fidedignos”.

Considerando que não basta atender ao número de anulações registadas, o plenário do CRUP entendeu ser necessário “desenvolver uma metodologia que permita determinar, com maior rigor possível, o número de abandonos e desistências” em cada ano lectivo, a partir da “definição clara dos indicadores relevantes a utilizar por todas as universidades”.

No entanto, os reitores assumem que a existência de condições para o estudante financiar a frequência do Ensino Superior é “um elemento essencial para evitar parte das situações de abandono escolar”.

Numa nota hoje divulgada, o CRUP afirma que as alterações verificadas no sistema de Acção Social directa acabaram por “determinar uma redução de cerca de 20.000 bolseiros, em apenas três anos”.

No ano lectivo 2009/2010, o Estado apoiava, com bolsa de estudo, cerca de 75.000 estudantes, número que passou a 55.000 em 2011/2012. “No presente ano lectivo, foram aprovadas, até ao momento, 55.365 bolsas”, lê-se no documento.

“As medidas que provocaram a redução do número de bolseiros criaram dificuldades acrescidas à frequência do Ensino Superior por parte dos estudantes com maior vulnerabilidade económica”, atestam os reitores.

fonte:Lusa/SOL

11
Mar13

Alunos de Português no estrangeiro com propina de 100 euros

adm

A propina a pagar pelos alunos que frequentam o ensino de Português no estrangeiro foi estabelecida em 100 euros, segundo uma portaria publicada esta segunda-feira, que estipula valores reduzidos para famílias com mais que um filho e para desempregados.


A propina, inicialmente anunciada como tendo um valor de 120 euros anuais, é apresentada pelo Governo como uma forma de cobrir despesas com manuais escolares e com a certificação das aprendizagens, uma novidade do novo regime.

"O pagamento da propina confere ao aluno o direito a receber do [Instituto] Camões, IP um manual adequado ao nível de língua que vai frequentar e fica automaticamente inscrito para a prova de certificação do nível de língua do curso em que frequenta", refere a portaria.

O diploma assinado pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, entra em vigor na terça-feira.

A portaria prevê ainda a redução da propina para desempregados, famílias com mais de um filho inscrito na rede de Ensino de Português no Estrangeiro (EPE) e escolas associadas.

Quando os dois encarregados de educação estão desempregados a propina a pagar é de 20 euros/aluno e no caso de apenas um dos pais estar sem emprego o valor é de 60 euros/aluno.

No caso de famílias com dois alunos, o valor a pagar desce para os 80 euros/aluno e com três a propina passa para 75 euros/aluno.

Também as famílias monoparentais beneficiam de descontos, sendo a propina de 80 euros/aluno.

Os alunos das escolas associadas pagam 60 euros.

Além da propina, o diploma estabelece também o pagamento de uma taxa de certificação para os alunos que, não frequentando o EPE, se proponham "realizar autonomamente prova de certificação de nível de proficiência, no âmbito do Quadro de Referência parao Ensino do Português no Estrangeiro.

O valor da taxa de certificação varia entre os 40 e os 100 euros conforme o nível de certificação pretendido, estando tambem previstas reduções para desempregados, familias com mais de um educando e famílias monoparentais.

As propinas são pagas pela frequência dos cursos extracurriculares de língua e cultura portuguesas organizados pelo Instituto Camões (IC) e pela frequência de cursos de língua e cultura portuguesas organizados por escolas privadas, associativas ou públicas, onde o IC tenha colocado docentes e sejam reconhecidas com o Estatuto de Escola Associada.

Governo e sindicatos de professores no estrangeiro negociaram recentemente o novo Regime Jurídico do EPE, tendo como pano de fundo a contestação à decisão do executivo de cobrar uma propina aos filhos dos emigrantes.

Prevista desde março do ano passado e contestada por pais, professores, sindicatos e partidos da oposição, a propina só vai ser introduzida no ano letivo de 2013/2014 porque o executivo não aprovou em tempo útil a legislação necessária para poder cobrá-la antes.

A rede do EPE inclui cursos de português integrados nos sistemas de ensino locais e cursos associativos e paralelos, assegurados pelo Estado português, em países como a Alemanha, Espanha, Andorra, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, França, Reino Unido, Suíça, África do Sul, Namíbia, Suazilândia e Zimbabué.

Este ano letivo, frequentam os cursos de Ensino de Português no Estrangeiro 57.212 alunos (56.191 em 2011/2012), distribuídos por 3.603 cursos (3.621 no ano anterior).

fonte:http://www.jn.pt/


28
Fev13

Mais de 70% dos alunos do Secundário querem seguir para o Superior

adm

Mais de 70% dos alunos do Ensino Secundário revelaram no ano letivo de 2011/2012 vontade de prosseguir estudos superiores, sendo que esses alunos têm maioritariamente origem em famílias com pelo menos o Ensino Secundário concluído, revelou um estudo.

Os dados constam do estudo "Estudantes à saída do Secundário 2012/2012", elaborado pelo Observatório de Trajetos dos Estudantes do Ensino Secundário (OTES) e publicado esta quarta-feira na página da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, na alçada do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

O estudo analisa os dados resultantes de um inquérito ao qual responderam 47.024 jovens estudantes do ensino secundário, que correspondem a 60,1% dos alunos matriculados nas 680 escolas participantes, de acordo com as informações disponibilizadas pelo gabinete de imprensa do MEC.

O mesmo estudo revela também que apenas 15,9% pretendem parar a sua formação com a conclusão do 12.º ano, e os pouco mais de 1% que admitem abandonar a escola antes de concluir o ensino obrigatório referiam que o pretendiam fazer, maioritariamente por razões económicas.

Direito, Ciências Sociais e Serviços, Tecnologias e Saúde representam cerca de 60% das áreas de interesse entre os jovens que pretendem prosseguir estudos superiores, sendo que 40% dos rapazes têm uma inclinação para a área de Tecnologias para dar continuidade ao percurso escolar, e mais de 50% das raparigas admite escolher um curso nas áreas de Direito, Ciências Sociais e Serviços ou Saúde.

Quase metade dos alunos escolheu o curso a pensar na profissão que queria ter no futuro e apenas 30% admitiram condicionar a escolha às oportunidades no mercado de trabalho.

Apenas cerca de 20% dos estudantes recorreram aos serviços de psicologia e orientação da escola para apoio ou esclarecimento relativamente às ofertas de formação no pós-secundário.

Praticamente metade dos alunos admitiu querer fazer uma formação num país europeu nos próximos três anos, sendo que a opção mais considerada (por mais de 51% dos alunos) é a saída de Portugal para realizar um período de estudos num país europeu.

O estágio é a segunda opção para uma formação na Europa, e menos de 5% dos alunos admitem sair do país para fazer apenas uma formação profissional.

Trinta por cento dos inquiridos querem ser, aos 30 anos, especialistas de profissões intelectuais e científicas, mas quase metade admite não saber as expectativas profissionais para essa faixa etária.

fonte: http://www.jn.pt 

27
Fev13

Chumbos no 12.º ano aumentaram 6,4% em dois anos

adm

Há mais estudantes com negativas no 12.º ano e consequentemente aumentou também o número dos que reprovam no final do ensino secundário.

Dados do inquérito Estudantes à Saída do Secundário 2011/2012, divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC),  dão conta de que os estudantes que dizem ter reprovado no 12.º ano registou naquele ano lectivo um acréscimo de 6,4% por comparação a 2009/2010, o que se ficará sobretudo a dever à maior exigência dos exames nacionais.

Em contrapartida, houve um decréscimo de 7,7% no número de alunos que dizem ter reprovado no 10.º ano, o primeiro do secundário. Neste nível de ensino, este continua a ser, contudo, o ano com mais chumbos: mais de metade das retenções no secundário ocorrem no 10.º ano.

No inquérito elaborado pelo  Observatório de Trajectos dos Estudantes do Ensino Secundário (OTES) atribui-se este facto ao chamado “efeito de transição” provocado pelo “aumento de exigência escolar” e por “lógicas de funcionamento, linguagem e modos de gestão do tempo e do espaço diferentes ao que os alunos estavam habituados”.

Foram inquiridos 47.024 estudantes que se encontram inscritos no 12.º ano ou equivalente, o que corresponde, segundo o OTS, a 60,1% dos alunos matriculados no ano lectivo passado. Destes cerca de um terço tinha chegado ao secundário com um ou dois anos de atraso. 

Esta realidade é mais acentuada entre os inquiridos que frequentavam o ensino particular: 8,6%  tinham um atraso de três ou mais anos, enquanto no ensino público eram 2,6%.  A maior parte dos alunos do ensino particular inquiridos estava em escolas profissionais.

fonte:http://www.publico.pt/

06
Fev13

Exames para alunos do 4.º ano começam a 7 de maio

adm

Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico vão ter a primeira fase de provas finais a 7 e 10 de maio deste ano, segundo um diploma publicado em Diário da República.


A prova final de Português do1.º ciclo vai ter lugar a 7 de maio, enquanto a de Matemática vai ocorrer a 10 de maio.

A publicação dos resultados da primeira fase deverá acontecer a 12 de junho, havendo uma segunda fase a 9 e 12 de julho para "alunos que (...) não tenham obtido aprovação ou tenham obtido classificação inferior a nível 3 a Português ou Matemática" e para "alunos que tenham faltado à primeira fase por motivos excecionais, devidamente comprovados, nas condições específicas a definir no regulamento das provas e dos exames do ensino básico e do ensino secundário de 2013".

O diploma publicado em Diário da República, na terça-feira, adianta, ainda, que os estudantes com excesso de faltas vão poder inscrever-se nas provas finais enquanto alunos autopropostos.

Para o caso dos alunos dos 2.º e 3.º ciclos, há uma única fase de provas finais, com duas chamadas: a primeira a 17, 20 e 27 de junho e a segunda (para "situações excecionais devidamente comprovadas") a 2, 5 e 16 de julho.

Já os alunos do ensino secundário vão a exames entre 17 e 26 de junho, no caso dos que forem à primeira fase, e entre 16 e 18 de julho, caso participem na segunda fase.

fonte:http://www.jn.pt/P


31
Jan13

Universidades e politécninos lançam novo programa europeu de estágios profissionais

adm

Programa oferece 220 vagas para estágios de seis meses em empresas, hospitais ou instituições de ensino em 33 países europeus.

Três universidades (Lisboa, Évora e a do Algarve) e dois politécnicos (Beja e Setúbal) lançou um programa Erasmus que vai permitir que 220 estudantes destas instituições de ensino superior possam realizar estágios profissionais em 33 países europeus. Os estágios têm a duração de seis meses e podem ser realizados em empresas, hospitais e instituições de ensino superior europeias, estando agora a decorrer o processo de selecção.

A iniciativa "Erasmus Al Sud, Connecting Regions, Creating Worlds", coordenada pela Universidade de Lisboa (UL), vai também disponibilizar bolsas para que um número semelhante de alunos possa estagiar em Portugal.

"O processo de selecção ainda está a decorrer, porque não tem um tempo fixo como o habitual programa de Erasmus", explicou a vice-reitora da UL, Teresa Cid, durante o lançamento oficial do programa, acrescentando ainda que "neste momento, a procura ainda não excede a oferta, porque ainda não há um suficiente conhecimento desta oportunidade entre os estudantes".

Teresa Cid sublinhou que o objectivo deste programa não é "promover a emigração mas sim a formação": "Qualquer experiência deste tipo será certamente muito positiva e será potenciadora de maiores oportunidades de empregabilidade. Não é uma relação directa, mas há uma relação indirecta muito poderosa".

Além das universidades e politécnicos, são parceiros deste projecto um conjunto de câmaras municipais e outras organizações e empresas, tais como o Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja, o Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), a Associação de Defesa do Património de Mértola, a Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Vasco da Gama - Sines Tecnopolo, a 
Fundação Luís de Molina, Nautialqueva Serviços Náuticos Lda, a ADREPES e a Rede Europeia de Turismo de Aldeia do Alentejo (Genuinland), entre outras.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

30
Jan13

Linha de crédito para financiar cursos superiores quase esgotada

adm

A contratualização de 1388 empréstimos, para financiamento de estudos superiores, até ao final do primeiro trimestre do ano letivo de 2012/2013, já atingiu um valor de quase 17,4 milhões de euros, esgotando mais de 90% do montante disponível.

De acordo com os dados disponibilizados pela SPGM - Sociedade de Investimento, empresa responsável pela gestão da linha de crédito, desde o início do atual ano letivo e até 31 de dezembro de 2012, tinham sido contratualizados 1388 empréstimos. Este empréstimos contavam com um valor global de crédito contratado de 17390622 euros, mas, até essa data, apenas 1747647 euros tinham sido efetivamente utilizados.

O valor já contratualizado até 31 de dezembro representa, aproximadamente, 92% dos 18925 mil euros, disponíveis para o ano letivo em curso.

Os dados fornecidos pela Sociedade Nacional de Garantia Mútua indicam também que os valores globais, contratualizados entre os anos letivos de 2007/2008 e 2010/2011, aumentaram de cerca de 36,5 milhões de euros para pouco mais de 52 milhões de euros.

A linha de crédito, que existe desde 2007, esteve interrompida durante 2011, e os empréstimos só foram retomados em janeiro de 2012.

O Governo contratualizou, com a Sociedade Nacional de Garantia Mútua, a entrega do dinheiro que o Estado disponibiliza como contrapartida, para os bancos concederem crédito a estudantes até 25 mil euros, sendo o Estado o fiador.

No ano letivo de 2011/2012, o número de empréstimos pedidos caiu para menos de metade dos registados no ano letivo anterior - os 4537 pedidos de empréstimo em 2010/2011, num total de 52102335 euros contratualizados, caíram para 2030 empréstimos em 2011/2012, num total de 23442984 euros.

Desde o início do programa, em 2007, 19217 alunos do ensino superior já estabeleceram empréstimos com a banca para financiar os seus cursos, com um valor global de crédito contratado de mais de 220 milhões de euros (220694354 euros), mas até 31 de dezembro de 2012 apenas cerca de 155 milhões de euros (154624923 euros) tinham sido, efetivamente utilizados.

No que diz respeito aos bancos que concedem empréstimos aos estudantes, o Santander Totta (ST) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) têm sido, historicamente, os bancos que mais dinheiro emprestaram. O ano letivo em curso é o primeiro em que o ST supera a CGD em termos de montantes contratados, ainda que apenas tenha decorrido um trimestre.

Desde 2007, e até 31 de dezembro de 2012, a CGD já contratualizou empréstimos de valor superior a 116 milhões de euros. O ST, segundo a lista dos bancos que mais dinheiro emprestaram, fica-se por cerca de metade do valor obtido pela CGD, com um total ligeiramente inferior a 60 milhões de euros.

O sistema de garantia permite aos estudantes financiar os seus estudos superiores, beneficiando de uma garantia prestada pelo Estado português, através do Sistema de Garantia Mútua, que dispensa a intervenção de terceiros, com uma taxa de juro baixa e um prazo alargado de reembolso.

fonte:http://www.jn.pt/

21
Jan13

Professores dos cursos profissionais em risco de receber com atraso

adm

Fenprof alerta para o risco de professores receberem o seu vencimento com atraso este mês.

A Fenprof diz que existe o risco de "milhares de professores" com turmas de cursos profissionais ou formação possam vir a ter este mês os ordenados em atraso. Isto porque a remuneração dos docentes destes cursos profissionais depende de fundos comunitários que ainda não foram disponibilizados.

O sindicato diz não saber quantos professores podem ser afectados por esta situação, mas estima que sejam milhares aqueles que podem vir a receber parte ou a totalidade do vencimento com atraso este mês.

Em causa estão os professores com turmas de cursos profissionais, de formação e educação de jovens (CEF) ou formação de adultos (EFA), que recebem o pagamento das horas lecionadas a estas turmas através do Programa Operacional Potencial Humano (POPH), no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional), dependente de fundos comunitários atribuídos através do Fundo Social Europeu.

"O Fundo Social Europeu só paga de três em três meses, e normalmente no primeiro pagamento do ano atrasa. Isto já mostra que, quando os fundos comunitários acabarem, não sei onde irão buscar dinheiro para pagar às pessoas, mas agora, enquanto não acabarem, já se percebeu que vão ficar dependentes destes atrasos", criticou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

O dirigente sindical adiantou ainda que a Fenprof tentou obter esclarecimentos junto do Ministério da Educação e Ciência (MEC), e também confirmar informações de que os professores a lecionar em escolas com contratos de autonomia, independentemente de darem aulas no ensino regular ou profissional, passariam também eles a ser pagos com recursos a fundos do POPH, mas não obteve resposta.

Os professores que dão aulas a turmas do ensino dito regular, assim como a turmas de cursos profissionais ou formação, apenas terão parte do vencimento em atraso, já que as aulas do ensino regular são pagas por verbas destinadas no Orçamento do Estado, mas aqueles que apenas lecionam na vertente profissional ou de formação vão receber a totalidade do ordenado com atraso. 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

08
Jan13

400 milhões para aumentar a formação de engenheiros

adm

Cerca de 400 milhões de euros em material de apoio pedagógico para aumentar a propenção dos jovens portugueses para seguir cursos de engenharia. Este é o valor previsto no memorando de entendimento assinado hoje pelo Governo português com a Siemens Portugal,a Cadflown e a Siemens Industry Software Limited (PLM).

Serão disponibilizadas gratuitamente licenças de software a universidades, institutos politécnicos eescolas profissionais, assim como hardware de automação e formação de docentes para a utilização dos programas e equipamentos. 

O programa abrange ainda apoios ao ensino básico e secundário e técnico profissional, que inclui disponibilização de estágios profissionais na Alemanha. "Actualmente a Alemanha tem um défice de 70 mil engenheiros e prevê-se que nos próximos anos a Europa precise de 200 mil engenheiros, com este programa tentamos colmatar esta falta", afirmou o Melo Ribeiro, director da Simenes Portugal. 

O acordo assinado pelos ministros da Educação e Ciência, Nuno Crato e Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira pretende incentivar os alunos do ensino básico e secundário a prosseguirem a sua formação académica nesta área" onde existe um forte défice na Europa. 

Para o ministro da Educação e Ciência esta é um passo importante para "envolver as empresas na Educação". Durante o seu discurso, Nuno Crato afirmou que continua a existir um "problema" que é o facto das "dificuldades a matemátrica e física limitarem o futuro de muitos jovens " em termos de opções profissionais.. Com este acordo é dado um passo no sentido de garantir que os jovens terão todas as competências "para poderem escolher o seu futuro".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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