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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

11
Nov13

Crato tem 19,4 milhões para o ‘cheque ensino'

adm

Nuno Crato tem 19,4 milhões de euros para dar apoio directo às famílias que escolham os colégios privados para colocar os seus filhos.

Segundo o Orçamento por Acções do Ministério da Educação, esta será a verba para os contratos simples de apoio às famílias - o chamado cheque ensino - que vem alterar a forma de financiamento aos alunos do privado e que vai arrancar, num projecto-piloto, em Setembro de 2014. 

O apoio para cada aluno vai depender do rendimento ‘per capita' do agregado familiar e ainda vai ser definido em portaria, mas não deverá ultrapassar o custo médio anual por aluno da escola pública, que ronda os 4.011 euros. Este montante vai ser transferido directamente pelo Estado para os colégios onde o aluno está inscrito e caso o estudante mude de escola o estabelecimento perde a verba transferida. Desta forma, fica assegurado que o apoio é aplicado para financiar os estudos dos jovens. Caso o apoio não cubra a totalidade da propina do colégio, cabe à família pagar a verba remanescente.

Esta é uma alteração aos contratos simples, que existiam desde os anos 80, e que permite que seja a família a receber o apoio e não o colégio, como definido até aqui. Este apoio directo às famílias vem permitir uma maior liberdade de escolha das famílias entre as escolas públicas e as do sistema de ensino privado, defende o ministro, que amanhã vai ao Parlamento apresentar o Orçamento da Educação para 2014. 

A medida foi aprovada em Conselho de Ministros no início de Setembro, faz parte do programa de Governo e está inscrita no Guião da Reforma do Estado coordenado por Paulo Portas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

09
Nov13

Professor acusado de ser "demasiado exigente" meteu a escola no top

adm

Nélson Carneiro, professor há seis anos na Escola Básica do Corpo Santo, Matosinhos, expõe a lógica do alcance da sua escola, que é a 50.ª num ranking nacional de 4621 instituições e a mais bem classificada das escolas públicas do Porto: "Não houve desempenhos excecionais, mas houve, isso sim, uma aplicação efetiva".


É deste professor de 38 anos, "um transmontano que um dia veio cá à bola e por cá ficou", boa parte da responsabilidade naquele lugar cimeiro - exatamente porque em 2012 viu cair sobre si uma torpe acusação: era "demasiado exigente a Matemática". Houve protesto de pais de três alunos, houve celeuma e consequência: os três alunos saíram e entraram na privada.

O professor vai dizê-lo: a contestação à "exigência" foi vingada e a escola do Corpo Santo, que tem 95 alunos do 1.º ao 4.º ano, garantiu também a melhor posição do Porto a Matemática (66.º) na lista de 4621 escolas do 1.º Ciclo.

"São os resultados da "guerra": 0% de negativas a Matemática e 5% a Português", diz o docente. "Claro que a distinção é o maior reconforto que posso ter por essa polémica".

Cristiano Rosa e Raquel Guedes, os melhores alunos da escola, ele a Português, ela a Matemática - agora estão no 5.º ano e na EB 2/3 de Leça, uma escola que parece das do cinema, inclusiva e amena, com gigantes janelas e belos pátios -, sabem atestar do "excesso" do professor, apesar dos seus 10 anos: "Sim, puxa muito, mas dá bom resultado, não?", diz ela, que quer ser designer de moda; "eu agora gosto de ler e leio mais do que aquilo que sou obrigado a ler", diz ele, que quer ser DJ ("é por causa da fama e do dinheiro").

Mais do que a modernidade das sete escolas que gere, o diretor Jorge Sequeira, 51 anos, diz que o sucesso está na evidência. "É a estabilidade do corpo docente". E revela a raridade: "Temos professores que estão aqui há 30 anos. Há casos, vários, em que o mesmo professor ensinou os pais e agora os filhos. Isso, se pensarmos bem, faz mesmo toda a diferença".

fonte:http://www.jn.pt/D


09
Nov13

Mais de dois terços das escolas no vermelho

adm

A média geral já era negativa, mas voltou a cair este ano: 2,58 (2,89 em 2012). O número de escolas abaixo de 50 valores é cada vez maior: são agora 70% (67% em 2012). E todos os distritos ficaram abaixo da linha de água (Coimbra ficou acima em 2012). Um cenário negro revelado pela análise aos resultados dos exames nacionais do 9.º ano de 2013.


Se a média geral desce um pouco mais de quatro décimas, quando se analisam as duas disciplinas sujeitas a exame percebe-se que o trambolhão foi maior na Matemática (a descida foi de 2,93 para 2,50) do que no Português (de 2,86 para 2,66).

Nem tudo é negativo, no entanto. Quando se distinguem resultados por sexo e se manipula a pontuação obtida nos exames (0 a 100), percebe-se que pelo menos entre as raparigas há uma exceção positiva: 50,2 pontos a Português. Da mesma forma, quando se distingue resultados das escolas públicas e privadas percebe-se que nestas últimas a média é positiva (56,2).

O topo do ranking continua por isso, e sem surpresa, a ser dominado pelos colégios privados. No top 100 só é possível encontrar 15 escolas públicas. A melhor colocada é a Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim (32.0º lugar). A pior escola pública é a Básica Integrada da Apelação, em Loures (1307.0º lugar). O que as separa não é apenas a média (68 contra 17), mas o contexto socioeconómico e cultural. Basta ter atenção a um "detalhe": no agrupamento a que pertence a escola da Póvoa, quase um terço dos alunos (30%) depende do apoio da Ação Social Escolar; na escola de Loures são três quartos dos alunos (74%).

fonte:http://www.jn.pt/D


26
Out13

Professores que aceitem rescisão ficam sem subsídio de desemprego

adm

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, esclareceu hoje que os professores que aceitarem as propostas de rescisão por mútuo acordo não vão ter direito ao subsídio de desemprego, porque não há despedimento.

Nuno Crato, que falava aos jornalistas à margem da sessão solene de criação do Instituto Profissional da Bairrada, em Oliveira do Bairro, disse que a situação será idêntica "ao que se passa em geral" na função pública.

"Quem aceita uma proposta de rescisão, aceita uma rescisão de contrato. O desemprego é resultante de um despedimento que é uma situação diferente", declarou, remetendo mais explicações para um "esclarecimento que será feito ainda hoje pela administração pública, em conjunto com o Ministério da Educação".

Sobre a preocupação manifestada pelos reitores das universidades com os cortes previstos para o Orçamento de Estado de 2014, Nuno Crato disse estar a trabalhar "com os reitores, com os presidentes dos politécnicos e com o Ministério das Finanças para acertar todos os problemas" de orçamento.

"Estamos a trabalhar em conjunto para perceber melhor quais são os problemas e resolver o que for possível. Há cálculos em relação à componente salarial que estão neste momento a ser discutidos e reanalisados", precisou.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

21
Out13

PS quer 1.º ciclo com inglês obrigatório e uma segunda língua estrangeira

adm

A comissão parlamentar de Educação discute na terça-feira um projeto de resolução do Partido Socialista (PS), no qual se recomenda ao Governo o ensino obrigatório do inglês no 1.º ciclo e a introdução de uma segunda língua estrangeira.

De acordo com o texto do projeto de resolução do PS, recomenda-se a reposição, ainda este ano letivo, da "obrigatoriedade da oferta de inglês a todas as crianças do primeiro ciclo do ensino básico no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular", passando a integrar o currículo obrigatório deste nível de ensino a partir do ano letivo de 2014-2015.

O PS pretende ainda que se criem as condições para "a aprendizagem precoce de uma segunda língua estrangeira no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, competindo a cada escola/agrupamento a escolha das ofertas educativas".

Os socialistas fundamentam o projeto de resolução recordando as recomendações saídas do Conselho Europeu de 2002 realizado em Barcelona, no qual se definiu que todas as crianças deveriam aprender pelo menos duas línguas estrangeiras "desde tenra idade".

O PS recordou que foi durante a governação de José Sócrates, em 2008, que a oferta do inglês nas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) se tornou obrigatória para o 1.º ciclo, apesar de a frequência das AEC ter sido sempre facultativa.

"Esta opção permitiu a generalização do ensino precoce de uma das línguas mais importantes na perspetiva social, profissional e económica, contribuindo para futuros cidadãos mais e melhor preparados no quadro da globalização", defende o PS

 fonte:http://www.jn.pt/
15
Out13

Novas regras para impedir cursos sem o 12.º ano

adm

Até agora, um aluno sem o 12.º ano completo podia entrar na universidade e fazer todas as cadeiras de uma licenciatura, inscrevendo-se como externo (sendo que o grau académico só era validado com a conclusão do secundário). Mas isso acabou com o novo regime jurídico dos graus e diplomas que entrou este ano lectivo em vigor.

As novas regras impõem um limite para o número de créditos que os estudantes inscritos como externos podem completar. Segundo o decreto-lei 115/2013, por esta via só é possível fazer no máximo 50% do total do número de créditos necessários para concluir o curso.

A lei apanhou desprevenidos, contudo, alguns alunos que tinham já o curso praticamente feito, apesar de lhes faltarem cadeiras do 12.º ano. Na Universidade Lusófona, há, segundo o administrador Manuel Damásio, cerca de “uma dezena” de estudantes nestas condições.

E todos eles receberam, nas últimas semanas, telefonemas da secretaria da Lusófona a alertar para as mudanças introduzidas pela nova legislação.

“Para eles, como decorre da lei, o que é urgente é terminarem a cadeira que têm em atraso do 12.º ano ao longo do corrente ano lectivo”, explica o responsável pela Universidade Lusófona. “Se assim o fizerem, não terão quaisquer problemas”, assegura.

Um regime excepcional

Apesar de só agora o Ministério da Educação e Ciência (MEC) ter fixado na lei um limite para o número de créditos que estes estudantes podem fazer, a verdade é que já muitas universidades tinham, nos seus estatutos, estabelecido limitações. “No nosso caso, os alunos externos já só podiam inscrever-se no máximo a duas cadeiras avulsas por semestre. Por isso, a questão nem se coloca”, explica fonte oficial da Universidade Lusíada.

O mesmo se passa na Universidade de Lisboa, onde, afirma o gabinete de comunicação, “os regulamentos em vigor tanto na Clássica como na Técnica já contemplavam limitações mais severas para este tipo de inscrições”.

De resto, afiança a mesma fonte, na Universidade de Lisboa, apesar de haver 700 inscritos como externos, não há qualquer estudante com mais de metade dos créditos de um curso concluídos sem ter o 12.º ano completo.

Garantia igual é dada pela Universidade do Porto. “Não temos conhecimento de estudantes externos com menos de 23 anos que não tenham o 12.º ano concluído”, diz fonte oficial, explicando que há “um número residual de vagas para frequência por unidade curricular singular”. Além disso, é dada prioridade a alunos da Universidade do Porto inscritos noutros cursos, depois a estudantes de outras universidades e finalmente a licenciados. Só se sobrarem vagas poderão entrar candidatos sem o 12.º ano.

“Na realidade, este regime foi criado para que fosse possível frequentar de forma avulsa cadeiras – optando por ter ou não avaliação – para valorização curricular e académica”, esclarece João Redondo, da Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado (APESP), que admite que a falta de limitações legais tenha permitido até agora que alguns fossem fazendo as licenciaturas sem ter o secundário completo. “Não sei se há ou não muitas universidades em que isso fosse possível. Mas se a lei veio impor limites é porque se entendeu que é necessário que isso fique estabelecido e acho que é o que faz sentido”.

fonte:http://sol.sapo.pt/i

13
Out13

Escolas têm 3.500 computadores Magalhães que nunca foram levantados

adm

As escolas do 1º ciclo têm quase 3.500 computadores Magalhães que nunca foram levantados pelos pais: alguns podem ser requisitados por alunos e professores mas outros ainda estão embalados à espera de um destino.

Dois anos após a suspensão do programa e.escolinhas, criado para distribuir portáteis pelos alunos do 1º ciclo, ainda existem 3.435 Magalhães nas escolas, segundo dados avançados à Lusa pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

"Esses computadores novos correspondiam a inscrições que não se traduziram na aquisição efectiva por parte dos pais e encarregados de educação", explicou o MEC.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

12
Out13

453 cursos sem alunos colocados na 3ª fase

adm

Dos quase 1.100 cursos do ensino superior público, 846 abriram vagas para a 3ª fase do concurso de acesso, mas 453 não tiveram qualquer aluno colocado, revelou hoje a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

As áreas de engenharias continuam a sobressair entre aquelas que não têm qualquer aluno colocado, à semelhança do que aconteceu nas duas fases precedentes do concurso nacional de acesso ao ensino superior público, de acordo com os dados da DGES.

 

Cursos de áreas científicas ou tecnologias da informação são outros exemplos em destaque entre as opções de formação superior que não colocaram qualquer aluno na 3ª fase do concurso.

Sociologia e Administração Pública (em regime pós-laboral), na Universidade de Lisboa, Desporto e Atividade Física, no Instituto Politécnico de Castelo Branco, Informática e Contabilidade e Fiscalidade, no Instituto Politécnico de Santarém, e Marketing, no Instituto Politécnico de Viseu, foram os cursos que registaram a média de acesso mais baixa na 3ª fase do concurso (9,5 valores).

Física, na Universidade do Minho, registou a média de acesso mais alta (19,1 valores). Apesar das 22 vagas disponíveis para o curso de Física da Universidade do Minho nesta fase do concurso, apenas se registou uma entrada.

Os resultados da 3ª fase do concurso nacional estão disponíveis noportal da DGES, desde a meia-noite de hoje.

Os alunos colocados devem agora matricular-se até 15 de outubro.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

12
Out13

Novo projecto de formação quer ajudar jovens com insucesso escolar

adm

Vai abranger 100 jovens da Grande Lisboa e da Margem Sul do Tejo, que têm de ter o 9º ano e entre 15 e 25 anos.

Cerca de uma centena de jovens de Lisboa e Setúbal com insucesso escolar vai poder candidatar-se a um projecto de formação técnica de cariz social. A iniciativa é da Associação de Formação para a Indústria e da Fundação dos Trabalhadores da Volkswagen, que traz para Portugal o ensino dual aplicado na Alemanha. 

O projecto denominado "Tu importas", que arranca no próximo mês de Novembro, contempla o apoio financeiro a 100 jovens de agregados familiares carenciados.

“Esse programa dá direito ao pagamento de uma bolsa de apoio, consoante o rendimento familiar, e terá todo um programa ade integração vocacional, que aqui terá que ser nas áreas técnicas”, explicou à Renascença Sandra Neves, da Associação de Formação para a Indústria. 

Este projecto abrange 100 jovens da Grande Lisboa e da Margem Sul do Tejo, que têm de ter o 9º ano, entre 15 e 25 anos e uma “opção vocacional muita clara para as áreas técnicas”.

As aulas teóricas e práticas vão decorrer na ATEC - Academia de Formação, em Palmela, onde os jovens se podem inscrever.

A formação está certificada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional. 


fonte:http://rr.sapo.pt/in

06
Out13

Fecho ameaça mais escolas

adm

Diretores avisam que muitas podem ter de fechar por falta de funcionários, como aconteceu na Clara de Resende

A Escola Secundária Clara de Resende, no Porto, teve de fechar portas ontem e quinta-feira por falta de funcionários, mas os diretores avisam que o problema vai afetar mais escolas.

"A maioria das escolas está no limite, porque os funcionários reformam-se e não se contrata ninguém. Se não houver entradas, ou mobilidade entre ministérios, as escolas em pouco tempo vão ter sérias dificuldades em manter-se abertas", afirma Adelino Calado, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.


O também diretor do Agrupamento de Carcavelos dá o seu próprio exemplo. "No meu agrupamento, faltam 27 funcionários. Aposentaram-se seis e outros sete esperam pela reforma. As escolas não são autónomas, e se não me deixarem ir buscar funcionários através dos centros de emprego tenho de fechar uma escola de 1º ciclo ou alguns serviços da sede, como o bufete ou a papelaria", alerta Adelino Calado, frisando que só tomará uma decisão destas "com o apoio do Conselho Geral".

O rácio de funcionários que cada escola pode ter é definido num diploma de 2008, do Governo de José Sócrates. Um diploma que diretores, sindicatos e associações de pais têm criticado, por estar desatualizado: "O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem a responsabilidade de perceber se o atual diploma dos rácios é suficiente ou se deve ser revisto. Os alunos não podem ser prejudicados no seu direito à educação", disse ao Correio da Manhã Jorge Ascensão, presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais.

No Agrupamento Clara de Resende, a diretora, Rosário Queirós, já avisou que na próxima semana os alunos continuarão sem aulas devido à falta de assistentes operacionais. 

O MEC afirma que só na quinta-feira foi informado pela direção do agrupamento do aumento do número de alunos, tendo no mesmo dia autorizado a contratação de mais funcionários. A tutela garante que "todas as situações de défice estão a ser objetiva e cuidadosamente analisadas e a ser supridas, quando comprovadas essas necessidades".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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