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28
Jan12

Reitor da Universidade de Coimbra promete não aumentar propinas

adm

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) prometeu na quinta-feira aos estudantes que não aumentará as propinas, respondendo ao repto lançado pelo novo presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), no acto de posse deste.

 

“As propinas mantêm-se como estão. Não é pelas propinas que vamos buscar o que nos falta”, sublinhou João Gabriel Silva, frisando que também manterá a percentagem daquelas receitas que a instituição tinha reservado para apoio social a estudantes. 

O reitor, ao destacar a colaboração institucional que tem havido com os estudantes, incentivou a um aprofundamento do trabalho conjunto entre a UC e a AAC, para encontrar as melhores soluções para os problemas que se colocam, nomeadamente de cariz financeiro. 

No seu discurso de tomada de posse, Ricardo Morgado, novo presidente da AAC, prometera não pactuar com “novos cortes no financiamento das instituições, nem tão pouco com um aumento das propinas”. 

Para o dirigente, que sucede no cargo a Eduardo Melo, essas medidas iriam contribuir para aumentar o número de estudantes que têm de abandonar o ensino superior por dificuldades económicas. 

“Há um caminho, por mais longo que seja, do qual jamais abdicaremos: um ensino público, gratuito e de qualidade”, sustentou, frisando que “é hora de o Ensino Superior não ser visto como despesa, mas como investimento” e “a acção social não ser tida como uma esmola, mas como um reforço da igualdade de oportunidades para os jovens portugueses”. 

Ricardo Morgado referiu que está também nos seus propósitos criar na AAC um programa para apoiar estudantes carenciados, com o envolvimento de outras instituições sociais da cidade. 

Dirigindo-se ao reitor, o presidente da AAC prometeu estar ao seu lado, e ir “até às últimas consequências se a política de cortes das instituições do ensino superior se continuarem a agravar, tornando-se insustentáveis”. 

Também Eduardo Melo, presidente cessante, aludiu aos cortes do Estado na ação social escolar, concluindo que “está ainda por cumprir a igualdade de oportunidades em Portugal”. 

fonte:http://www.publico.pt/

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