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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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27
Nov11

Gestores das universidades discutem soluções para tempos de crise

adm

O ensino superior está em expansão no Brasil e em Angola, mas muito desse crescimento é feito por instituições privadas.

As universidades públicas portuguesas recebem apenas 50% do seu orçamento do Estado. As universidades angolanas passaram de um universo de 9 mil para 150 mil alunos numa década. O ensino superior brasileiro é o segundo mais privatizado da América Latina. Cabo Verde só tem uma universidade pública há cinco anos. O que podem ter em comum estes sistemas de ensino superior e ainda os de Moçambique, São Tomé e Príncipe e Macau? A resposta simples é a língua, mas há mais: existe também a vontade de debater os desafios que o século XXI apresenta à universidades, tema em destaque na primeira conferência do Fórum de Gestão do Ensino Superior dos países e Regiões de Língua Portuguesa.

Um dos debates mais acesos foi o do financiamento. Com os cortes orçamentais em cima da mesa, a meta do aumento de alunos inscrita no Contrato de Confiança não será cumprida, declarou António Sampaio da Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa. Até 2020, de acordo com a Estratégia da União Europeia 2020, a percentagem de jovens portugueses até aos 35 anos com o diploma do ensino superior subiria de cerca de 24% para 40%. Para esse efeito, o Governo celebrou com as universidades o Contrato de Confiança, aumentando em 100 milhões de euros o financiamento do ensino superior em troca do compromisso do crescimento do número de alunos, mas os cortes orçamentais vieram deitar por terra a meta.

Já o Brasil discute objectivos mais futuristas, como o aumento da percentagem do PIB gasto com a educação, de 4% para 10%. Segundo Dora Leal, reitora da Universidade Federal da Bahia, o grande desafio do ensino superior brasileiro é o de lidar com uma expansão que, na sua universidade, fez crescer o número de estudantes de 20 mil para 34 mil.

"Devíamos voltar a discutir os contratos-programa", sugere Luísa Cerdeira, pró-reitora da Universidade de Lisboa. Outra solução apontada para a simplificação da fórmula de financiamento do ensino superior foi a de indexar o montante transferido a uma percentagem do PIB.

Pedro Lourtie, ex-secretário de Estado do Ensino Superior, lembrou que "Portugal pode representar um laboratório para os outros" países. Lourtie acompanhou ainda Cerdeira e Nóvoa na preocupação com o problema da renovação do corpo docente e de investigadores.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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