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28
Out11

Fenprof apela ao fecho de todas as escolas a 12 e 24 de Novembro

adm

"É fundamental que todas as escolas, dos jardins de infância às universidades, estejam encerrados", afirmou o secretário-geral da estrutura sindical, Mário Nogueira.

A Fenprof apelou hoje para a mobilização de todos os educadores e professores na manifestação e na greve geral da administração pública, a 12 e 24 de novembro, contra o orçamento proposto pelo Governo, que classifica de aterrador.

"É fundamental que todas as escolas, dos jardins de infância às universidades, estejam encerrados", afirmou o secretário-geral da estrutura sindical, Mário Nogueira, durante uma conferência de imprensa, em Lisboa, em que estimou em 32.000 o número de postos de trabalho em causa se forem aprovadas as medidas previstas na 
proposta de lei do Orçamento do Estado para 2012.

Nogueira refere que neste número estão incluídos professores contratados e docentes dos quadros que "serão enviados para a mobilidade especial".

Na moção aprovada na quinta-feira em vários plenários realizados nas capitais de distrito, os professores repudiam o documento proposto pelo Governo PSD-CDS e exigem outras políticas.

A perda de remunerações representa sete salários para os professores (em 2011 e 2012), nas contas da Fenprof.

Para Mário Nogueira, as propostas do Governo são de "destruição e empobrecimento generalizado dos portugueses", remetendo muitos cidadãos para "níveis de indigência".

A federação decidiu "denunciar a situação a nível internacional", estando a preparar um texto em várias línguas para enviar às diversas organizações com as quais trabalha noutros países.

O objectivo é pedir solidariedade e fazer com que cheguem aos responsáveis portugueses posições assumidas por essas estruturas.

"O primeiro-ministro comporta-se como um verdadeiro xerife de Nottingham, roubando aos pobres para que os ricos continuem a banquetear-se", declarou.

Mário Nogueira sublinhou que a Educação é o sector "mais violentamente atingido" pelos cortes orçamentais: "Em Portugal, as verbas para a Educação passaram de 4,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) para 3,8, um decréscimo na ordem de 1,5 mil milhões de euros no total, que coloca Portugal em último lugar na Europa" dos 27.

O secretário-geral frisou que o país vive um momento de alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos e que na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) o recomendado é que as verbas para a Educação signifiquem seis por cento do PIB.

"A discussão que se faz no Brasil, hoje em dia, é se é possível atingir os 10% do PIB", declarou.

A estrutura sindical assinalou ainda que em dois anos a Educação perde dois mil milhões de euros, "mais de um por cento do PIB", através de uma política de "devastação social".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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