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29
Set11

Professores invadem Ministério da Educação e exigem ser recebidos por Nuno Crato

adm

Cerca de 20 professores contratados que ficaram sem colocação estão no Ministério da Educação desde as 11h e exigem ser recebidos pelo ministro Nuno Crato, avança a TVI24. Estes docentes ficaram excluídos da bolsa de recrutamento.

Os resultados saíram no passado dia 19 e geraram uma onda de indignação. Muitos professores queixam-se que foram ultrapassados por colegas com menos anos de carreira, uma situação que levou a que este grupo se tenha concentrado no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, à espera de uma reunião com o ministro da Educação ou com o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar.

“Fomos ultrapassados por professores até 500 lugares abaixo” e “o Ministério da Educação vive numa república das bananas”, são algumas críticas ouvidas esta manhã no átrio das Laranjeiras, onde se situa o gabinete do ministro.

"Sou professora há 12 anos e fiquei de fora devido a um erro do Ministério da Educação ao não permitir que os horários fossem colocados na plataforma como sendo anuais e foram colocados como mensais", afirmou uma das docentes. "As novas colocações saem na segunda-feira, por isso se não formos recebidos hoje já não vamos a tempo de corrigir o erro", concluiu.

Durante a manhã, o gabinete de Nuno Crato alegou falta de disponibilidade de agenda para receber hoje este grupo de docentes que estão dispostos a esperar o tempo que for preciso até se realizar uma reunião.

"Vamos ficar aqui o tempo necessário até sermos recebidos por um responsável político, nem que seja à meia noite", afirmou Miguel Reis. ."Se não nos receberem, só saímos daqui à força", acrescentou. O grupo afirma estar desesperado e sentir-se injustiçado com a exclusão da bolsa de recrutamento.

Em comunicado os docentes explicam que «as irregularidades no concurso de professores devem ser imediatamente corrigidas». «Com a ideia peregrina dos contratos mensais, o Ministério impediu os professores que apenas se candidataram a contratos anuais de serem colocados, dado que os horários anuais foram disfarçados de temporários. Enganar as pessoas e brincar com as suas vidas é inaceitável», frisam.

Por isso, exigem que o ministério da Educação reconheça publicamente o erro e que volte a ser possível a candidatura antes do lançamento da próxima bolsa de recrutamento. Para além disso, é solicitado que «aos professores vítimas do erro ministerial - quer permaneçam no desemprego quer venham a obter uma colocação posterior - seja contabilizado o tempo de serviço a partir da data da bolsa de recrutamento em que o erro foi detetado (19 de setembro)» e que «seja atribuída uma indemnização compensatória aos professores ultrapassados neste processo que já não venham a ser contratados no presente ano letivo».

fonte:http://noticias.sapo.pt

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