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15
Jul11

Exames/Secundário: Negativas a Português quase duplicam e chegam aos 10%

adm

A taxa de reprovação a Português quase duplicou na primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário, passando de seis para dez por cento, sendo também uma das provas em que a média foi negativa.

 

Em 68.409 provas, registaram-se 37.685 negativas, de acordo com os dados hoje divulgados pelo Ministério da Educação.

Por outro lado, a média dos 49.912 alunos internos que fizeram o exame baixou de 11 valores para 9,6, enquanto a média total (que engloba todos os estudantes que fizeram o exame, mesmo sem terem frequentado aulas durante o ano letivo) passou de 10,1 para 8,9 valores.

Esta é uma das quatro disciplinas em que os alunos internos apresentam média nacional negativa nos exames nacionais e a que registou um maior número de inscrições (78.159 alunos).

Em História da Cultura e das Artes, a taxa de reprovação passou igualmente de seis por cento para 10 por cento. As médias passaram de 10,9 valores (alunos internos) para 9,6 e de 10,3 para 8,9 valores (total).

Latim A manteve a taxa de reprovação em sete por cento.

Com uma taxa de reprovação de zero por cento, apresentam-se seis disciplinas, no domínio na língua portuguesa, espanhola e alemã.

No total das 24 disciplinas do ensino secundário sujeitas a exame nacional, das 351.902 inscrições para a primeira fase, realizaram-se 264.748 provas, correspondentes a 75 por cento das inscrições.

O processo de classificação envolveu 6.560 professores.

Maus resultados devem-se à preferência dos alunos pela via científica, dizem professores

A presidente da Associação de Professores de Português justificou hoje os maus resultados na primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário nesta disciplina com o facto de 70 por cento daqueles alunos estarem a seguir o ramo científico e não humanístico.

Edviges Antunes Ferreira considerou, em declarações à agência Lusa, que o "factor aluno" é a primeira causa destes resultados, na medida em que os estudantes estão cada vez menos preocupados com o exame de Português porque pretendem seguir sobretudo a via científica.

"Logicamente, eles têm mais preocupações em obter boa bota a Matemática, Física e Biologia" do que em Português, porque são aquelas disciplinas específicas do seu curso que vão contar para a média de entrada na universidade.

Além disso, explicou, nas disciplinas específicas os alunos têm testes intermédios, o que também não lhes dá muito tempo para se prepararem para o Português.

Outro factor de peso para os maus resultados em Português resulta, segundo Edviges Antunes Ferreira, do "próprio exame", que este ano mudou de paradigma, colocando perguntas diretas sobre a função da língua a que os alunos não souberam responder.

De acordo com a mesma responsável, 80 por cento dos alunos não souberam indicar o sujeito. Também na identificação de uma oração, a mesma percentagem de alunos falhou a resposta.

fonte:Lusa

 

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