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09
Nov13

Professor acusado de ser "demasiado exigente" meteu a escola no top

adm

Nélson Carneiro, professor há seis anos na Escola Básica do Corpo Santo, Matosinhos, expõe a lógica do alcance da sua escola, que é a 50.ª num ranking nacional de 4621 instituições e a mais bem classificada das escolas públicas do Porto: "Não houve desempenhos excecionais, mas houve, isso sim, uma aplicação efetiva".


É deste professor de 38 anos, "um transmontano que um dia veio cá à bola e por cá ficou", boa parte da responsabilidade naquele lugar cimeiro - exatamente porque em 2012 viu cair sobre si uma torpe acusação: era "demasiado exigente a Matemática". Houve protesto de pais de três alunos, houve celeuma e consequência: os três alunos saíram e entraram na privada.

O professor vai dizê-lo: a contestação à "exigência" foi vingada e a escola do Corpo Santo, que tem 95 alunos do 1.º ao 4.º ano, garantiu também a melhor posição do Porto a Matemática (66.º) na lista de 4621 escolas do 1.º Ciclo.

"São os resultados da "guerra": 0% de negativas a Matemática e 5% a Português", diz o docente. "Claro que a distinção é o maior reconforto que posso ter por essa polémica".

Cristiano Rosa e Raquel Guedes, os melhores alunos da escola, ele a Português, ela a Matemática - agora estão no 5.º ano e na EB 2/3 de Leça, uma escola que parece das do cinema, inclusiva e amena, com gigantes janelas e belos pátios -, sabem atestar do "excesso" do professor, apesar dos seus 10 anos: "Sim, puxa muito, mas dá bom resultado, não?", diz ela, que quer ser designer de moda; "eu agora gosto de ler e leio mais do que aquilo que sou obrigado a ler", diz ele, que quer ser DJ ("é por causa da fama e do dinheiro").

Mais do que a modernidade das sete escolas que gere, o diretor Jorge Sequeira, 51 anos, diz que o sucesso está na evidência. "É a estabilidade do corpo docente". E revela a raridade: "Temos professores que estão aqui há 30 anos. Há casos, vários, em que o mesmo professor ensinou os pais e agora os filhos. Isso, se pensarmos bem, faz mesmo toda a diferença".

fonte:http://www.jn.pt/D


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