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12
Set13

Professores contratados acusam ministério de desinvestimento na escola pública

adm

A associação dos professores contratados defendeu que o número de colocados hoje, nas escolas, é "um total desinvestimento na escola pública", e vai avançar com uma petição para exigir a vinculação de docentes contratados sucessivamente há vários anos.

"Como prevíamos, temos este ano uma situação ainda mais grave no sistema de ensino", criticou o presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC), César Israel Paulo, que sublinhou que, depois de fechado o concurso de contratação inicial, há este ano menos dois mil professores contratados nas escolas, face ao ano lectivo de 2012-2013.

Para César Paulo, os números significam que "o Governo deixou de querer investir na escola pública".

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) colocou hoje nas escolas 6.593 professores, sendo 793 docentes dos quadros do ministério, e 5.454 contratados.

Ainda de acordo com o Ministério, havia nesta fase 36.939 candidatos à contratação inicial, ficando, assim, por colocar, mais de 30 mil professores que se candidataram a um contrato.

No ano passado, foram reveladas, no final de Agosto, as colocações de professores do quadro e 7.600 contratações. Houve então menos 5.147 contratações face a 2011/2012 no mesmo período.

O presidente da ANVPC sublinhou ainda que, entre os professores contratados agora colocados, há muitos com contratos temporários, ou com muito poucas horas atribuídas, o que se traduz em ordenados "muitíssimo baixos".

Face ao que considerou "um total desrespeito do MEC" pela situação dos professores contratados há dezenas de anos sucessivamente, o presidente da associação adiantou que vai ser lançada uma petição, para entregar na Assembleia da República, a exigir a vinculação ao MEC dos docentes nestas condições.

César Paulo referiu ainda que muitos contratados admitem seguir para as vias judiciais para o exigir, e adiantou que chegam à associação cada vez mais pedidos de ajuda e orientação de docentes que querem emigrar, sobretudo para o Reino Unido, que está neste momento a recrutar professores no estrangeiro, para leccionar em diversas áreas.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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