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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

03
Out13

Ensino Superior oferece na 3.ª fase menos vagas do que as disponíveis

adm

As universidades e politécnicos levaram a concurso na terceira fase de acesso ao ensino superior 9.494 lugares dos quase 12 mil deixados vagos no final da segunda fase, segundo um edital da Direção-Geral do Ensino Superior, hoje publicado.

A justificação para a diferença entre as vagas levadas a esta fase do concurso e as que sobraram da segunda fase prende-se com as decisões das instituições de ensino superior público, que definem quantas vagas abrem para cada curso.

De acordo com o Ministério da Educação e Ciência (MEC), para o ano de 2011-2012 - o último para o qual existem dados consolidados - e depois de concluída a segunda fase de acesso houve ainda cerca de 15 mil admissões nas universidades e politécnicos ao abrigo da terceira fase do concurso nacional e dos concursos especiais, que incluem, 
entre outros, os regimes de acesso para maiores de 23 anos, atletas de alta competição e alunos oriundos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

O MEC explicou à agência Lusa que o ano de 2011-2012 não foi um ano 'sui generis' quando comparado com os anteriores, e que nada indica que este ano venha a ser um ano diferente.

A terceira fase de acesso ao ensino superior arrancou hoje e decorre até 07 de outubro.

O ministro da Educação, Nuno Crato, já disse estar insatisfeito com a taxa de alunos no ensino superior e adiantou ter requerido aos serviços "um primeiro inquérito" para analisar a falta de candidaturas.

"Temos uma taxa de alunos no ensino superior que não nos satisfaz, que tem de aumentar, o número de alunos que chega às universidades e que conclui [os cursos] nas universidades e politécnicos tem de aumentar e estamos a tomar medidas neste sentido", declarou.

 fonte.http://economico.sapo.pt/

03
Out13

Ministério da Educação diz que não cede a "pressões ilegítimas"

adm

O Ministério da Educação declarou hoje, em comunicado, estar "aberto ao diálogo", mas indisponível para "ceder a pressões ilegítimas para realização imediata de reuniões", depois de dezenas de professores desempregados se terem concentrado no ministério para exigir uma audiência.

Cerca de 40 professores desempregados entraram esta tarde nas instalações do Ministério da Educação e Ciência (MEC), em Lisboa, exigindo ser recebidos pelo ministro Nuno Crato, que se encontra em Istambul, na Turquia, a participar numa reunião de ministros da Educação da OCDE.

Durante a tarde um grupo de alunos do ensino superior juntou-se à concentração de professores desempregados para manifestar solidariedade aos docentes.

Ao final da tarde, o MEC, reagiu, em comunicado, à ocupação das instalações, para reiterar que "está, tal como sempre esteve, aberto ao diálogo com os movimentos da sociedade civil, nomeadamente através dos órgãos representativos legalmente instituídos".

"Não pode, contudo, ceder a pressões ilegítimas para realização imediata de reuniões", concluiu o documento.

Os professores, que inicialmente exigiam ser recebidos pelo ministro da Educação, Nuno Crato, exigiram depois ser recebidos pelo secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, uma vez que o ministro se encontra na Turquia.

Acabaram por ser recebidos, ao fim de quatro horas de espera no átrio das instalações da Av. 05 de Outubro, em Lisboa, pelo secretário-geral do MEC.

"Fizemos um pedido de audiência ao ministro Nuno Crato com quatro pontos: desemprego, elevado número de alunos por turma, processo de oferta de escola e exame da prova de acesso", disse aos jornalistas um dos professores desempregados Miguel Reis, à saída desse encontro.

O professor adiantou que apenas foi feito o pedido de reunião, não tendo recebido garantias da data de audiência com o ministro.

Em comunicado, o MEC refere que o secretário-geral do ministério se dispôs "a receber os manifestantes para poder transmitir as questões ao Sr. Ministro, mas a proposta foi recusada".

"Num segundo momento, o Sr. Secretário-Geral solicitou-lhes que fizessem o pedido de audiência por escrito e que apresentassem uma agenda. Os pedidos de audiência devem ser feitos através dos canais apropriados", acrescenta o documento do MEC.

Os cerca de 40 professores desempregados que hoje estiveram no ministério, e que decidiram permanecer no interior do MEC até às 20:00, decidindo depois novas formas de luta, estiveram concertados desde as 15:20, exigindo ser recebido pela tutela para protestarem contra a situação atual da escola pública, tendo em conta que há ainda estabelecimentos de ensino com falta de docentes e turmas demasiado longas, continuando milhares de professores no desemprego.

O motivo da reunião com a tutela está relacionado "com o processo burocrático de colocação de professores nas escolas", explicou Ilídia Pinheiro, dirigente do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), afeto à Fenprof.

O protesto foi uma iniciativa dos professores desempregados, mas conta com o apoio do SPGL, facto que o comunicado do MEC sublinha, assim como a associação deste sindicato à Federação Nacional de Professores (Fenprof), que esta tarde esteve reunida com o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, tendo deixado as instalações do ministério minutos antes da entrada dos manifestantes.

 fonte-.http://economico.sapo.pt/n

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