Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

09
Set13

Ministro quer repensar oferta do ensino superior

adm

O ministro da Educação diz que é preciso repensar a oferta de cursos superiores. Nas candidaturas deste ano, 66 cursos ficaram sem alunos.

Perante este dado, Nuno Crato afirma que o Governo vai agir. "Este ano e no ano passado já tomámos medidas para evitar que cursos que apenas tinham 10 alunos reabrissem, tivemos em conta a empregabilidade e a procura dos cursos e agora vamos ter que, depois de conhecidos os resultados da segunda e terceira fase, voltar a tomar medidas nesse sentido", disse Nuno Crato durante uma visita à escola secundária da Moita, no distrito de Setúbal.

O governante diz que as instituições, no âmbito da sua autonomia, também têm trabalho a fazer. "Cabe aos reitores, aos presidentes dos politécnicos e aos conselhos gerais de escolas repensar também a oferta que estão a proporcionar."

Durante a visita à escola secundária da Moita, Nuno Crato tinha à sua espera um grupo de professores contratados que estão no desemprego. O protesto foi encabeçado por Mário Nogueira, da Fenprof.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

09
Set13

Universidade do Minho recebe mais 2242 novos alunos

adm

Das 2.654 vagas de ingresso na Universidade do Minho (UM) foram colocados, na primeira fase, 2.242 alunos, o que significa a ocupação de 84,5% das vagas existentes para ingressar este ano lectivo na academia minhota. 

O curso de Medicina continua a ser o que exige média mais elevada para entrar na UM. A média do último aluno colocado foi de 17,92. As notas de acesso mais altas verificaram-se nos cursos de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (18,1 valores), seguida da média do curso de Medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, também da Universidade do Porto (18,07 valores), sendo que em terceiro lugar ficou o curso da Universidade do Minho. As notas de acesso nestes três cursos baixaram ligeiramente, em algumas décimas, em comparação com o ano anterior. 

Depois do curso de Medicina, seguem-se, com melhor média, os cursos de Engenharia Biomédica (16,8), Direito e Ciências da Comunicação (15,8) e Bioquímica e Economia (15,3).
Este ano, não houve nenhum curso com acesso com nota negativa.
Por sua vez, os cursos com nota de acesso mais baixa foram, este ano lectivo, os cursos de Educação (regime pós-laboral) com 10,12, o curso de Ciências da Computação com 10,50 e Filosofia com 10,80. 

De acordo com os dados divulgados pela Direcção Geral do Ensino Superior, nos 57 cursos da UM, 32 preencheram as vagas na totalidade nesta primeira fase de acesso ao ensino superior, ficando os restantes 25 cursos ainda com vagas disponíveis para a segunda fase do concurso de acesso, que decorre até ao próximo dia 20 de Setembro, sendo que os cursos de Engenharia Informática (135), Medicina (120), Direito (110) eram os que mais vagas tinham e ficaram todas preenchidas.

A licenciatura em Engenharia Civil é o curso com mais vagas disponíveis, 72. Por outro lado, o curso de Estudos Culturais (pós-laboral) ocupou apenas cinco das 25 vagas, já o curso de Engenharia Têxtil preencheu duas das 15 vagas e Química apenas ocupou sete das 24 vagas disponíveis neste primeira fase de acesso.
Por outro lado, o curso de Engenharia Têxtil (regime pós-laboral) não ocupou nenhuma das 12 vagas disponíveis.

fonte:http://www.correiodominho.com/n

08
Set13

Cerca de 30% dos cursos superiores receberam 10 ou menos alunos

adm

Há cerca de 1090 cursos no ensino superior. Em 66 nenhum aluno foi colocado na 1.ª fase do concurso nacional de acesso. E 48 receberam apenas um novo estudante. No total, 30% dos cursos (330) ficaram com dez ou menos candidatos colocados.

Os resultados do acesso ao ensino superior público, divulgados na madrugada deste domingo, não são ainda definitivos. Há mais duas fases do concurso nacional, e mais estudantes acabarão por entrar. Mas a 1.ª fase é, de longe, a mais concorrida.

A área das engenharias foi a que registou mais vagas por ocupar (3431). O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, já veio a público apontar o dedo ao poder político: “Foram criados cursos como cogumelos, com o nome de engenharia. E sem uma estruturação adequada e uma forma inteligente de desenvolver cursos com empregabilidade fácil, a oferta foi muito superior à procura”, disse à TSF.

Os cursos na área da formação de professores e ciências da Educação também sofrem uma redução das taxas de ocupação: 66% das vagas preenchidas (com 813 candidatos), contra 74% no ano passado. Houve menos 300 alunos a manifestar como primeira preferência a entrada num curso desta área.

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, atribuiu a quebra à “desvalorização” da profissão docente e à “instabilidade” laboral.

“Desde que os governos começaram a fazer aumentar o desemprego dos professores e desvalorizaram as carreiras, criaram um clima de instabilidade e precariedade enormes”, disse Mário Nogueira à Lusa. “Ainda para mais sabendo as pessoas que este Ministério da Educação não os vai reconhecer como professores”, continuou, referindo-se à prevista introdução de uma prova de acesso à carreira docente.

Politécnicos mais afectados
De acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), apenas 55% das vagas dos institutos politécnicos foram ocupadas na 1.ª fase. E muitos dos cursos sem novos ingressos estão aí. Há mais de dez mil lugares por preencher nesse subsistema.

O Instituto Politécnico de Tomar é a instituição que tem a menor taxa de ocupação — apenas 20% dos lugares foram preenchidos, até ver. Segue-se o Instituto Politécnico de Bragança (23%). Nestes dois institutos sobraram, respectivamente, 412 e 1420 vagas. Entre os institutos politécnicos, o do Porto é o que está mais confortável, com 81% de taxa de ocupação.

Nas universidades, é também a do Porto (que era a que tinha mais oferta) aquela que viu a maior percentagem de vagas ocupadas (97%), seguida pelo ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa e pela Nova de Lisboa (ambos com 92%). No extremo oposto está a Universidade do Algarve (com apenas 53% de ocupação).

Há 14 cursos onde o último colocado tinha apenas 9,5 valores, numa escala de zero a 20. O curso de Medicina da Universidade do Porto é o que regista a classificação do último colocado mais alta: 18,1.

Dos 66 cursos sem alunos, mais de 20 são em regime pós-laboral ou de ensino à distância.

Em Maio, o Ministério da Educação e Ciência propôs alterações legislativas que condicionam a abertura de cursos e o seu financiamento. De acordo com a Lusa, estas formações podem estar em risco.

Nesta 1.ª fase, 93% dos candidatos a uma vaga no ensino superior conseguiram colocação, com 37.415 a conseguir entrar numa universidade ou politécnico. É a percentagem de entradas à primeira mais elevada desde, pelo menos, 2003, último ano para o qual o Ministério da Educação forneceu estatísticas.

Segundo o Executivo, 60% dos alunos conseguiram entrar no curso que escolheram em 1.ª lugar (nos boletins de candidatura podem apontar seis hipóteses).

Entre 9 e 20 de Setembro decorrerá a apresentação da candidatura à 2.ª fase do concurso nacional de acesso e nessa altura estarão em jogo as vagas sobrantes da 1.ª fase (mais de 14 mil), mas não só. Também estarão em jogo outros lugares, nomeadamente os sobrantes dos concursos especiais e os que tendo sido ocupados na 1.ª fase do concurso acabem por não resultar em matrícula e inscrição.

 

fonte:http://www.publico.pt/so

08
Set13

Ensino Superior vai receber menos de 40 mil estudantes

adm

Pelo terceiro ano consecutivo diminuiu o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior. Este ano, entraram 37 415 alunos - o número mais baixo desde 2006, último ano da década em que entraram nas instituições menos de 40 mil na primeira fase do concurso de acesso. Resultado: 93% dos candidatos já ficaram colocados.


Recorde-se que desde 2010 também desce o número de candidatos e de vagas disponíveis. Em sentido oposto, o de vagas sobrantes não para de aumentar - este ano sobram para a segunda fase 14 176 vagas, sendo que 72,5% desses lugares são em institutos politécnicos.

A taxa de ocupação só não desceu, aliás, nas escolas superiores de Enfermagem de Porto, Lisboa e Coimbra e na de Hotelaria e Turismo do Estoril que já preencheram a totalidade das vagas. De resto, tanto universidades como politécnicos perderam alunos. A segunda fase do concurso arranca amanhã e termina dia 20, sendo os resultados divulgados a 26.

A nova queda no número de colocados não surpreende o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP). António Rendas considera que as universidades e o Governo (que ainda não aprovou o estatuto do estudante estrangeiro proposto pelo CRUP) deviam olhar para a captação de alunos internacionais como uma oportunidade para contornar a quebra da "procura interna". Mas, o que mais preocupa o também reitor da Universidade Nova de Lisboa é o novo corte orçamental previsto para o Ensino Superior em 2014.

"O ano letivo está a começar, pelo que é bom termos a certeza do que podemos contar", frisa, considerando que seria "um suicídio" para o país "enfraquecer" ainda mais as instituições de Ensino Superior.

Algarve volta a ser a universidade com mais lugares para a segunda fase (735). Mas as vagas sobrantes quase duplicaram na Técnica de Lisboa, de 208 para 403. O politécnico de Bragança lidera esta lista - tem 1420 vagas sobrantes para a segunda fase, tendo preenchido apenas 23% dos lugares abertos. A Universidade do Porto preencheu 97% das vagas, Nova de Lisboa e ISCTE 92%. Entre os politécnicos, o Porto volta a ser o que mais preenche os lugares, 81%, seguido de Lisboa (68%) e Coimbra (65%).

Face à descida da procura, subiu o número de alunos que conseguiu entrar na sua primeira opção - foram 60% dos candidatos, tendo 91% conseguido ingressar numa das três primeiras opções.

Medicina lidera médias

Já é um dado histórico: as médias de ingresso em Medicina voltam a liderar. As mais altas são novamente na Universidade do Porto e no Instituto Abel Salazar com 18,1 e 18 valores, respetivamente. Na universidade do Minho, o último a entrar teve 17,9 e na de Coimbra 17,7.

Em termos genéricos, no entanto, as médias dos últimos alunos a entrar no Ensino Superior desceram ligeiramente, refletindo os resultados dos exames nacionais do Ensino Secundário.

Ainda assim, em 93 cursos, a média do último aluno a entrar foi igual ou superior a 15 valores - sete deles são os de Medicina, mas também há os casos, por exemplo, de Engenharia Aeroespacial (17,6) ou Engenharia Física, ambas no Instituto Superior Técnico (UTL); Línguas e Relações Internacionais, no Porto (17,6) ou Design de Comunicação (17,6), na Universidade de Lisboa. No lado oposto desta listagem, em 14 cursos a média do último aluno foi de 9,5 valores. Casos de Marketing ou Tecnologias e Sistemas de Informação, na Universidade da Beira Interior, ou de Enologia e Teatro e Artes Performativas, na Universidade de Trás-os-Montes.

 

fonte:http://www.jn.pt/


07
Set13

Escolas perdem 40 mil alunos até 2017

adm

Até 2017 haverá menos 40 mil alunos nas escolas públicas e privadas, do básico ao secundário. 

A estimativa do ministério da Educação consta de um estudo da Direcção-geral de estatística da Educação e Ciência e que analisa o período entre os anos de 2011 e 2017.

No primeiro e segundo ciclos espera-se uma redução de mais de 50 mil alunos, face ao decréscimo demográfico do país, nos escalões etários mais baixos. 

No terceiro ciclo do básico, prevê-se um crescimento mas pouco expressivo. 

No ensino secundário também se espera uma pequena subida do número de alunos inscritos, mas neste caso devido à consolidação de ofertas alternativas ao ensino regular, nomeadamente os cursos profissionais. Mesmo assim, pode representar mais 11.500 alunos no nível secundário. 

O estudo conclui que apesar das medidas para combater o abandono escolar, o sistema vai perder alunos de forma acentuada, assim que passar o efeito do alargamento da escolaridade obrigatória, que agora é até ao décimo segundo ano.


fonte:http://rr.sapo.pt/i

06
Set13

Governo aprova apoio directo às famílias que escolham a escola privada

adm

Executivo dá mais um passo no sentido de introduzir liberdade de escolha no sistema de ensino em Portugal.

O Governo aprovou ontem em Conselho de Ministros o financiamento directo às famílias que escolham os colégios privados para colocar os seus filhos, do 1º ano do ensino básico até ao fim do secundário. É o chamado cheque ensino, previsto no programa de Governo - quer do PSD, quer do CDS - e fortemente criticado pelos sindicatos e pelos pais que dizem que esta é uma medida de "ataque à escola pública".


Com a nova lei, a partir de Setembro de 2014 os pais vão ter a liberdade para escolher entre uma escola pública e um colégio privado, recebendo um apoio financeiro do Estado caso optem pelo privado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

03
Set13

Ministro garante mais escolas com atividades extracurriculares

adm

O número de escolas a organizar atividades extracurriculares, no 1.º ciclo, será maior este ano, havendo menos municípios, mas estas áreas continuam e os alunos podem ficar nos estabelecimentos até às 17.30 horas, garantiu o ministro da Educação esta segunda-feira.

"Há municípios que não querem organizar as atividades extra curriculares e têm todo o direito de o fazer", disse Nuno Crato, falando aos jornalistas à margem do XXXI Encontro Juvenil de Ciência, que está a decorrer em Lisboa.

Nos casos em que as autarquias "não tiverem disponibilidade ou interesse em organizar as atividades extracurrilares, a escola assegurará que estas atividades sejam realizadas e que os pais possam ter, se o entenderem, os filhos na escola até às cinco e meia da tarde", assegurou o ministro.

"Este ano renegociamos com os municípios essas atividades da maneira que autarquias e escolas entendem e de acordo com as disponibilidades", acrescentou.

Nuno Crato salientou que "a novidade é que haverá mais escolas a assegurar diretamente essas atividades extra curriculares".

As atividades extracurriculares podem ser organizadas pelo Ministério da Educação e Ciência, pelas associações de pais, por outras entidades ou pelos municípios e, "nos últimos anos têm sido sobretudo os municípios, além do Ministério, a tomar a seu cargo essa organização, [agora] há uns que pretendem continuar outros não".

Nuno Crato explicou que tem sido uma reivindicação de algumas escolas serem elas a tomar essas atividades a seu cargo, situação que lhes permite "articular melhor o currículo e atividades complementares, acautelar melhor uma uniformidade de horários e utilizar os meios que estão à sua disposição", segundo Nuno Crato.

Quanto ao encontro em que participou e no decorrer do qual falou com vários jovens, o ministro disse ser fundamental que os mais novos se empenhem desde cedo pela ciência, sendo um exemplo para todos os outros estudantes.

"O país precisa de mais técnicos e mais cientistas, há espaço para eles e o próprio tecido empresarial começa a empregar mais técnicos e mais cientistas", tendência que tem de intensificar-se, defendeu.

fonte:http://www.jn.pt/Pa

Pág. 2/2

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D