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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

01
Ago13

Exames mais concorridos do secundário mantiveram médias negativas

adm

Manteve-se a média negativa nas quatro disciplinas com os exames mais concorridos na segunda fase do ensino secundário. 

A Física e química, Matemática A e Português os alunos internos tiveram médias entre os 9,2 e 9,7 valores, numa escala até 20. 

Já biologia não foi além dos 8,7 de nota média, ainda assim registou uma subida de 3 pontos em relação à primeira fase. 

Apesar de média negativa, física e química foi a disciplina com a maior subida, de 8,1 na primeira fase de exames, passou agora para 9,2 valores. 

Matemática aplicada às Ciências Socias é a disciplina com a média baixa: ficou-se nos sete valores. 

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, em 13 das 23 disciplinas, as notas médias são negativas, mais quatro disciplinas do que na primeira fase de exames, realizada em Junho. 

Esta segunda fase dos exames finais nacionais destinou-se a alunos que reprovaram na primeira fase ou que pretendiam realizar melhoria de classificação

fonte:http://rr.sapo.pt/in

01
Ago13

Ministério dá mais 25 milhões às autarquias para apoio ao pré-escolar

adm

O Ministério da Educação e Ciência anunciou esta quinta-feira, em comunicado, a transferência para as autarquias de uma tranche extraordinária de 25 milhões de euros, relativa ao apoio às famílias de crianças no ensino pré-escolar. 

A transferência foi feita na semana passada para a Associação Nacional de Municípios Portugueses. 

Com esta tranche extraordinária, a tutela espera reduzir significativamente a dívida com as autarquias neste tipo de apoio, embora o montante da dívida não tenha sido ainda divulgado. 

O apoio destina-se a dar cumprimento ao programa da Componente de Apoio à Família do Pré-Escolar - refeições e prolongamento do horário escolar com actividades lúdico-pedagógicas. 

O programa, no pré-escolar, é financiado pelas autarquias, entidades promotoras e pelo Ministério da Educação e Ciência. 

Na nota de imprensa hoje divulgada, o Ministério assinala que o pagamento das verbas relativas a este ano "está assegurado por via do Orçamento do Estado", sendo que "todos os pagamentos do presente ano estão em dia, não existindo neste momento dívidas respeitantes a 2012".

fonte:http://rr.sapo.pt/i

01
Ago13

Redução de turmas nas escolas profissionais pode despedir mais de 300 professores

adm

Mais de 300 professores das escolas profissionais podem ficar desempregados no próximo ano lectivo, pela redução do número de turmas esperada por estes estabelecimentos, que acusam ainda o Ministério da Educação de reter alunos nas escolas públicas.

O presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais (Anespo), José Luís Presa, acusou hoje, em conferência de imprensa, o ministério tutelado por Nuno Crato de ter lançado a confusão nas escolas profissionais por, numa situação inédita, se ter chegado ao fim de Julho "sem haver uma definição clara sobre o que será a oferta formativa para o ano seguinte".

Além do atraso na divulgação das turmas, a Anespo critica a redução substancial no número de turmas e de alunos, sendo que, segundo José Luís Presa, nestas escolas não vai haver, no próximo ano, qualquer turma nos cursos vocacionais ou nos Cursos de Educação e Formação (CEF), que vão funcionar nas escolas secundárias públicas, "para obviar aos problemas dos professores" destes estabelecimentos, sem turmas atribuídas (horários zero), afirmou José Luís Presa.

"O que está a acontecer nas escolas públicas, para evitar que os alunos venham para as escolas profissionais, é abrirem mais turmas científico-humanísticas", disse, acrescentando que o ministério não pode querer "assegurar cursos profissionais com professores dos cursos científico-humanísticos".

O presidente da Anespo acusou ainda o Ministério da Educação e Ciência (MEC) de ter frustrado expectativas ao não cumprir a meta anunciada de ter 50% dos alunos do ensino secundário matriculados em vias profissionalizantes: dos 120 mil alunos que estariam em condições de transitar para o ensino secundário, 60 mil seriam o correspondente a 50%, mas são menos de 40 mil os que vão seguir esse percurso.

Com as reduções esperadas, e de acordo com as contas da Anespo, as escolas profissionais, que até aqui acolhiam uma média de 36 mil alunos por ano, esperam uma redução de cerca de 2000 alunos para 2013-2014.

"Este sistema é algo complexo. Em Lisboa, as escolas têm alunos e pretendiam abrir mais turmas, mas não podem porque reduziram o financiamento. Nas regiões mais periféricas do país, aprovaram a reposição do mesmo número de turmas, mas os alunos são retidos nas escolas públicas e, portanto, não chegam às escolas profissionais", explicou o presidente.

A situação, frisou José Luís Presa, é incompreensível, até porque uma turma nestes estabelecimentos sai mais barata ao Estado do que numa escola pública.

Estas escolas recebem um financiamento anual do Estado por turma, que varia entre os 80 e os 100 mil euros, consoante os cursos. As turmas têm geralmente uma média de 26 alunos, e são financeiramente penalizadas se funcionarem com menos de 22, em cerca de três mil euros por cada aluno abaixo desse número (22).

José Luís Presa sublinhou que no próximo ano lectivo "tudo vai acontecer de forma pouco articulada com os interesses vocacionais dos alunos", e que pais e estudantes estão a ser mantidos na incerteza, sem saberem se ainda podem vir a frequentar a opção escolhida, apesar de o ministro da Educação já ter dado a garantia de que nenhum aluno vai ficar sem turma ou sem a oferta formativa pretendida.

A redução do número de turmas atribuídas às escolas profissionais, no entanto, está a ser mal aceite por estes estabelecimentos.

"Consideramos que não aprovar nenhuma turma de CEF ou de cursos vocacionais constitui uma grave afronta às escolas profissionais, que deram um contributo significativo à melhoria dos indicadores de sucesso escolar nos últimos anos", declarou o presidente da Anespo.

A Anespo entregou uma carta a Nuno Crato, a expor as suas preocupações em relação à oferta formativa para o próximo ano.

fonte:Lusa/SOL

01
Ago13

Professores com 'horário zero' obrigados a concorrer à mobilidade interna

adm

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou hoje que milhares de docentes com “horário zero” vão ser obrigados a concorrer à mobilidade interna, devido ao corte de turmas imposto pelo Ministério da Educação.

“São obrigados a concorrer à mobilidade interna todos os docentes dos Quadro de Zona Pedagógica não colocados em concurso interno”, refere a Fenprof, em comunicado, sublinhando que há 11.728 professores envolvidos neste concurso.

A Federação Nacional dos Professores adianta que “são ainda obrigados a concorrer à mobilidade interna todos os docentes que resultam do brutal corte de turmas imposto pelo Ministério da Educação e Ciência [MEC] às escolas e agrupamentos, desconhecendo quantos professores foram lançados na plataforma criada pela Direcção-Geral da Administração Escola/MEC”.

A Fenprof exige que o MEC torne público o número de docentes que as escolas lançaram nesta plataforma.

Segundo a Fenprof, o concurso para a mobilidade interna, que decorre até ao dia 06 de agosto, está a realizar-se sem se ter iniciado o concurso de professores à contratação inicial.

A Federação Nacional dos Professores critica também “a pressa” do MEC em iniciar o concurso para a mobilidade interna, sustentando que o prazo para lançamento dos docentes sem componente letiva terminou na terça-feira, “sem que o MEC tivesse reposto as turmas que cortou às escolas”.

Nesse sentido, a Fenprof refere que há “milhares de docentes que, não prevendo terem de se apresentar a este concurso, têm vindo a ser contactados telefonicamente pelas escolas para o fazerem”.

“Confirma-se, assim, que não houve qualquer inocência ou ingenuidade ministerial ao impor tais cortes, antes pelo contrário, fica a ideia de que, tal como no ano passado, a intenção é a de provocar um forte choque de horários zero nas escolas, com o objectivo de, no próximo, poder lançar o maior número possível de professores na mobilidade especial”, adianta ainda o comunicado.

fonte:Lusa/SOL

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