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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

03
Nov12

Guloseimas vão deixar de estar à vista nas escolas

adm
Se as escolas seguirem as recomendações da Direcção-Geral de Saúde (DGS), os alunos vão deixar de ter à vista guloseimas como pastéis de nata, queques, bolos de arroz, croissants ou bolachas maria. Apesar de não saírem dos bares, saem dos expositores, que ficam reservados para os alimentos "a promover", os mais saudáveis.

Esta é a principal novidade do documento que foi colocado na página electrónica da Direcção-Geral de Saúde, na sexta-feira, em substituição do anterior, que fora elaborado em 2007. 

"Parece insignificante, mas não é: cada vez mais estudos vêm comprovar que, mesmo nas escolhas conscientes (e não só das impulsivas, que fazemos quando estamos cansados, por exemplo) somos influenciados por este factor. Por exemplo: aproximamo-nos de um bar com intenção de comprar uma sandes, mas temos tendência para a trocar por um bolo, se este estiver à vista e aquela não", aponta Pedro Graça, especialista em nutrição da DGS e responsável científico pelo manual. 

Sandes, iogurte e fruta
Entre os alimentos saudáveis por que os estudantes vão poder passear os olhos estão sandes enriquecidas com hortícolas, leite branco, iogurtes sólidos ou líquidos sem edulcorantes, água e fruta, por exemplo. Os que são expulsos dos expositores fazem parte da lista dos alimentos "a limitar", ou seja, "não são os mais saudáveis, mas são admitidos, sob o risco de os alunos rejeitarem o bar e recorrerem ao café mais próximo para comprar guloseimas", explica Pedro Graça. São estes que, a partir de agora, os consumidores vão ter de pedir.

As listas são iguais às de há cinco anos e isso aplica-se àquilo que os estudantes não devem ver nem comer. A DGS não usa a palavra proibição, mas carrega no vermelho do título dos alimentos "a não disponibilizar". Desta lista fazem parte croquetes e pastéis de bacalhau, bolas-de-berlim e mil folhas e chouriço e mortadela, entre muitos outros.

Listas de verificação
Os directores das escolas vão receber listas de verificação para poderem "auto-avaliar" os procedimentos, explicou Pedro Graça, que apelou às famílias para que ajudem, também, nas visitas às escolas, a garantir que as recomendações são cumpridas. 

"Dado que o bufete escolar constitui um serviço complementar ao refeitório, de fornecimento de refeições intercalares aos alunos e restante comunidade educativa, deve observar os princípios de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde", pode ler-se na introdução do documento.

Passou também a constar da página DGS um outro documento sobre alergias alimentares. O princípio é o mesmo: definir linhas orientadoras úteis a quem confecciona e serve refeições aos estudantes.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

03
Nov12

Politécnico da Guarda admite fechar nas férias

adm

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) planeia enfrentar os cortes orçamentais previstos para 2013 reduzindo as despesas correntes, fechando escolas em determinados períodos e dispensando funcionários com contratos a termo certo, admitiu hoje o seu presidente.

Segundo Constantino Rei, a manter-se o corte adicional de 8,5 por cento no orçamento para 2013, previsto no Orçamento do Estado (OE), a instituição vai ter que «poupar ainda mais» e «cortar naquilo que ainda é possível cortar, que já é muito pouco».

No próximo ano também está previsto o aumento da despesa com descontos para a Caixa Geral de Aposentações, de 15 para 20 por cento, que no caso do IPG «representa mais de 500 mil euros».

O responsável disse à agência Lusa que este cenário obrigará a direção a ser mais criteriosa, «a suspender algum tipo de atividades» e a «utilizar ainda melhor» os recursos disponíveis.

Uma das medidas para redução de despesas correntes passa por fechar as quatro escolas do Politécnico nas férias escolares.

Lembrou que no mês de agosto as escolas estiveram encerradas durante duas semanas e essa medida deverá continuar a ser aplicada em outros períodos: «Já provavelmente no Natal iremos encerrar todas as escolas durante, provavelmente, uma semana», admitiu.

Numa zona do país onde os custos com eletricidade e aquecimento são elevados, o presidente do IPG afirma que o fecho das escolas nas férias do Natal permitirá poupar «alguns recursos» financeiros.

O IPG tem as escolas superiores de Gestão e Tecnologia; de Educação, Comunicação e Desporto; de Saúde; e de Hotelaria e Turismo (Seia).

Devido à atual crise, o Politécnico da cidade mais alta do país não prevê dispensar professores, por ter apostado no recurso a colaboradores a tempo parcial, mas o seu presidente admite cortar nos funcionários.

«Se se mantiver aquilo que consta na proposta de Lei do OE para 2013, provavelmente seremos obrigados a dispensar algumas pessoas que têm contratos a termo certo», disse, esclarecendo que o estabelecimento de ensino tem «pouco mais de uma dezena» de funcionários contratados.

No ano letivo de 2012/2013 o IPG, que ministra cerca de 20 cursos de licenciatura, igual número de mestrados e 22 cursos de especialização tecnológica (CET), irá ter cerca de 3.100 alunos, o mesmo número do ano transato, embora não tenha admitido novos estudantes nos cursos de Contabilidade e Gestão de Recursos Humanos, que funcionavam em regime pós-laboral.

«Este ano não admitimos novos alunos por via da crise e da falta de alunos que sustentem estas turmas», justificou.

O IPG também diminuiu o número de turmas «juntando algumas disciplinas que são comuns a vários cursos», indicou o presidente.

A instituição não subiu a propina das licenciaturas, no valor de 900 euros, tendo apenas procedido a um «pequeno ajustamento» nos CET.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/so

03
Nov12

Universidade do Porto reduz professores, corta em disciplinas e suspende obras

adm

A redução de professores convidados e de disciplinas optativas, o cancelamento de novas obras e o desinvestimento na manutenção de edifícios são medidas que a Universidade do Porto levará a cabo com corte estatal de 9,1 milhões de euros.

A Universidade do Porto (UP) vai receber em 2013 menos 9,1 milhões de euros do Estado, um «rombo inimaginável» e «surpreendente» que compromete o normal funcionamento da maior universidade portuguesa, admitiu à Lusa o reitor, Marques dos Santos.

«Vamos lutar para que não se concretize este corte», afirmou à agência Lusa o reitor, afirmando que foi «surpreendido» com o corte real de 9,1 milhões de euros para a UP e que não foi «sério» da parte do Governo, a universidade ter tido conhecimento daquela redução através do documento do Orçamento do Estado sem ter havido diálogo.

Em entrevista à Lusa, Marques dos Santos, admitiu que o dinheiro que a UP receberá do Estado não chega para pagar os recursos humanos e que só vai conseguir pagar os ordenados dos funcionários «com verbas das receitas próprias».

Com a proposta de um corte de 9,1 milhões de euros no Orçamento do Estado para 2013 não haverá dinheiro suficiente para renovar contratos de professores convidados ou não será possível realizar a manutenção de edifícios e laboratórios.

A UP não está a praticar a propina máxima de 1.024 euros, está a praticar a propina do ano anterior – 999 euros, uma decisão do Conselho Geral daquela universidade, «tendo em conta as dificuldades que o país atravessa e que os estudantes atravessam», adiantou fonte da assessoria de imprensa da UP.

Marques dos Santos adiantou que com os cortes de 2012 e de 2013, a UP vai perder em apenas dois anos «18 milhões de euros».

A UP apresentou, em 2011, um lucro de 23,3 milhões de euros, aumentando o resultado líquido em 143 por cento face a 2010, revelou o Relatório de Contas daquela instituição universitária.

A Universidade do Porto é a mais bem classificada em Portugal em sete dos principais rankings internacionais e está entre as 100 melhores universidades da Europa, revela o Relatório de Contas daquela instituição de ensino superior.

fonte:Lusa/SOL

03
Nov12

Agência de Acreditação manda fechar 107 cursos superiores

adm

Um quarto dos cursos avaliados pela Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior vão ter que fechar.

Cento e sete cursos, entre licenciaturas, mestrados e doutoramentos, chumbaram na avaliação da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES).

Os números são avançados neste sábado pelo semanário Expresso, segundo o qual a A3ES avaliou 420 dos cerca de 3500 cursos actualmente existentes nas instituições de ensino superior. Entre estes detectou 81 cursos em universidades, sobretudo privadas, que não cumprem as regras necessárias para se manterem em funcionamento. A estes juntam-se outros 26 em Institutos Politécnicos.

Estes cursos têm agora dois anos para serem encerrados, deixando de admitir novos alunos e mantendo-se apenas em funcionamento para quem quiser concluí-los. Mas os estudantes podem optar por pedir transferência para outras formações dentro da instituição que frequentam ou mesmo numa outra.

A lei exige que as instituições tenham, pelo menos, um professor doutorado por cada 30 alunos. Impõe também que mais de metade dos docentes esteja em tempo integral e desenvolva projetos de investigação. Requisitos legais que não foram cumpridos em 25% dos cursos analisados.

Na avaliação, a agência impôs ainda condições a 242 cursos que vão ter de alterar alguns parâmetros para continuarem a funcionar.

fonte:http://economico.sapo.pt/

03
Nov12

Governo quer importar modelo de ensino alemã

adm

Ministro Nuno Crato vai a Berlim assinar protocolo com homóloga na segunda-feira.

O Diário de Notícias escreve hoje que o Ministro da Educação vai a Berlim esta segunda-feira, para assinar um acordo com a homóloga germânica, no âmbito do ensino e formação profissional.

O Governo, que já lançou este ano lectivo um projecto-piloto com cursos do ensino vocacional abrangendo 200 alunos do 9.º ano e combinando formação curricular e treino nas empresas, assume assim a inspiração alemã do modelo, que pretende alargar. Isto, apesar dos problemas que a OCDE tem apontado a um sistema que implica que crianças optem entre centenas de possíveis carreiras intermédias, numa fase muito precoce (começa no final do primeiro ciclo), e que raramente lhes permite sair e ingressar no superior quando mudam de ideias.

A aposta de Portugal no sistema dual de aprendizagem, à semelhança daquele que vigora na Alemanha, é uma questão tida como "muito importante" e que será abordada também durante a visita oficial que a chanceler alemã Angela Merkel realiza, a 12 de Novembro, a Portugal, disse, na quinta-feira, à Lusa fonte oficial.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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