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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

28
Ago12

CDS propõe substituir provas de aferição do 4.º e 6.º anos por exames nacionais

adm
O CDS-PP vai apresentar esta quarta-feira à Comissão Parlamentar de Educação um projecto lei para que as provas de aferição de Português e Matemática do 4.º e 6.º anos sejam substituídas por exames nacionais.

Em declarações à agência Lusa, o deputado José Manuel Rodrigues garante que “é para todos os intervenientes no sistema educativo uma evidência que é necessário maior grau de exigência e que a realização de exames nacionais no final dos diversos ciclos deve ser um objectivo implementado”.

O deputado justifica a medida, assegurando que actualmente há provas de aferição no 4.º e 6.º anos que “não contam absolutamente para nada.” Desta forma, para o CDS, o projecto introduz maior exigência no sistema educativo e não constitui qualquer despesa acrescida.

Para o deputado estão assim reunidas todas as condições para que o projecto seja aprovado em Assembleia da República.

Os centristas defendem que quanto mais cedo os exames nacionais aparecerem na vida escolar, “mais cedo se conseguem detectar deficiências que de outro modo se mantêm em todo o percurso escolar”.

fonte:http://www.publico.pt/

28
Ago12

Governo adiou reforma curricular do 7.º ao 9.º ano do ensino básico

adm
Ministério da Educação confirma adiamento e ainda não enviou informação sobre organização do ano escolar para as escolas. Directores preocupados.

A reforma do 3.º ciclo foi adiada. No próximo ano lectivo, tudo ficará tal e qual como está. Ao contrário do que a ministra da Educação Isabel Alçada anunciara, não vão ser introduzidas mudanças nos 7.º, 8.º e 9.º anos e os alunos terão a mesma carga disciplinar, tão criticada pela governante. "Não será introduzida qualquer alteração aos currículos para o próximo ano lectivo", informa a tutela, em resposta ao PÚBLICO. Entretanto, as escolas estão preocupadas por ainda não terem sido informadas sobre como será o próximo ano.

Em Dezembro, a ministra anunciou "um novo currículo" para o 3.º ciclo: menos disciplinas, mas a mesma carga horária. Imediatamente se começou a falar da possibilidade de cortar algumas das áreas curriculares não disciplinares (Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Educação Cívica) ou semestralizar disciplinas de maneira a dar mais horas lectivas a Português e a Matemática. 

João Formosinho, responsável pelo grupo de trabalho que estudou as alterações, entregou o estudo em Maio e desde então ficou à espera de uma resposta do Ministério da Educação (ME). Ontem,o investigador ainda não sabia se as propostas entrariam em vigor no próximo ano lectivo. "No sentido de permitir uma articulação e uma maior coerência do currículo, o ME decidiu promover a aplicação das metas de aprendizagem a partir do próximo ano lectivo [ver caixa]. Após acompanhar e avaliar essa aplicação, serão decididas as adaptações curriculares consideradas necessárias. O trabalho coordenado pelo prof. João Formosinho será um contributo importante para o processo de decisão a este propósito", escreve a tutela.

Noutros anos, por esta altura, as escolas já sabem como será a organização do próximo ano lectivo. Em Maio ou início de Junho, recebem um documento da tutela sobre a organização do próximo ano escolar. Ontem, este ainda não chegara, assim como as escolas não sabiam como será organizado o calendário escolar e se haverá alterações a fazer no 3.º ciclo. 

A acrescentar a tudo isto, houve atrasos na publicação do novo estatuto da carreira docente e do concurso dos professores contratados, enumeram os directores das escolas. Sem esquecer a reordenamento da rede escolar, os mega-agrupamentos, dizem.

Álvaro dos Santos, presidente do Conselho das Escolas, admite que há atrasos, mas que "o ME vai resolver muito em breve". Pedro Araújo, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, diz que as escolas vivem um clima de "profunda instabilidade". É preciso "tranquilidade e estabilidade", concordam os dois responsáveis. 

O ME assegura que o processo de reordenamento da rede escolar "está concluído" e que o impacto é de aproximadamente oito por cento.

Nas escolas que vão fazer parte dos mega-agrupamentos, o início do novo ano escolar será mais difícil, avaliam os directores. Também a FNE e a Fenprof estão preocupadas.

Metas já desenhadas

As metas de aprendizagem que os alunos devem atingir no final de cada ciclo já estão desenhadas. No próximo ano lectivo poderão começar a ser experimentadas em 30 a 50 escolas, anuncia Natércio Afonso, coordenador do grupo de trabalho. A semana passada as associações profissionais e sociedades científicas, cerca de 30, conheceram a primeira versão do documento. As próximas duas semanas serão para fazer alterações de maneira a publicar o documento final antes do mês terminar.

fonte:http://www.publico.pt/

28
Ago12

Nove universidades terão praxe guiada por princípios comuns

adm
Academias apresentam na próxima semana documento que pretende separar a tradição académica das "barbaridades". Ministro da Educação e Ciência e reitores convidados para a apresentação.

Os órgãos que tutelam as praxes em nove universidades e politécnicos vão subscrever, no início do mês, uma carta de princípios na qual estabelecem regras comuns para a recepção a novos alunos. Os "veteranos" assumem o objectivo de defenderem as chamadas "tradições académicas" das críticas que se têm tornado mais fortes nos últimos anos face a casos de abuso, definindo para isso os critérios que regem essas práticas.

"Estava na hora de separarmos muito bem entre o que é praxe e o que não o é", explica Américo Martins, o líder da comissão que supervisiona a praxe na academia do Porto. O responsável, que recebe o título de Dux veteranorum, admite que, "em nome da praxe, se fazem muitas barbaridades", nas universidades nacionais. Assim, são os próprios "veteranos" a desejar uma "clarificação", que defenda a forma como encaram as tradições académicas.

O documento que será agora assinado terá dois princípios base: o "respeito pela dignidade humana" e a "responsabilização individual pelos actos". A partir destas premissas vão estabelecer-se as regras comuns que vão vigorar nas nove academias subscritoras da carta. "Acima de tudo, queremos sublinhar a necessidade de respeito. Dos mais novos em relação aos mais velhos, mas também dos mais velhos em relação aos mais novos", ilustra Américo Martins.

A convicção dos responsáveis pelos órgãos que tutelam a praxe é que a carta que será assinada vai deixar "isolados" aqueles que não cumprirem as regras agora definidas. Além disso, havendo princípios gerais comuns, que são tornados públicos, será mais fácil "defender a praxe" quando há casos de abusos tornados públicos, defende o Duxdo Porto.

A carta de princípios foi subscrita pelas academias de Évora, Porto, Aveiro, Minho, Beira Interior, Trás-os-Montes e Alto Douro, Leiria e Coimbra. Cada academia vai manter a autonomia para redigir os seus próprios códigos de praxe, mas comprometendo-se a adequá-los às regras comuns que agora acordadas. O documento será tornado público no dia 8 de Setembro, numa cerimónia agendada para o Páteo das Escolas das Universidade de Coimbra. Então será ainda apresentado o Conselho Nacional de Tradições Académicas (CNTA), que reúne as entidades que supervisionam a praxe nas mesmas nove universidades e politécnicos.

A criação desta entidade começou a desenhar-se há mais de uma década, a partir de conversas informais entre os veteranos das academias de Évora e Porto. Desde então, outros órgãos que tutelam as praxes foram-se juntando ao movimento e organizando reuniões nacionais onde estas questões começaram a ser debatidas. Desde 2007, altura em que foi organizado o terceiro congresso de academias, os responsáveis decidiram criar uma instituição formal que defendesse as tradições académicas.

O Dux do Porto diz ter consciência de que a opinião pública tem hoje uma visão mais crítica face à praxe, que "não era normal há uns anos", mas entende que foi a "mediatização" que tornou mais visíveis os casos de violência contra os alunos que chegam pela primeira vez ao ensino superior. Apesar de reconhecer a existência de "barbaridades" feitas em nome da praxe, Américo Martins defende a "importância" destas actividades para a integração dos jovens no ensino superior.

O controlo das universidades também aumentou nos últimos anos, especialmente desde que essas práticas foram criticadas publicamente pelo então ministro Mariano Gago (ver caixa). A CNTA espera poder ter uma relação mais pacífica com Nuno Crato, pelo que o convidou para a cerimónia de apresentação da comissão e da sua carta de princípios. Os reitores das academias que subscreveram o documento também vão receber um convite para a sessão.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

24
Ago12

Mais fácil abrir escolas privadas

adm

A partir de hoje é mais fácil abrir uma escola privada. O novo estatuto do ensino particular e cooperativo, cujas alterações foram publicadas ontem em Diário da República, estabelece que o pedido de autorização de funcionamento destes estabelecimentos passa a ter deferimento tácito, se não for dada resposta até ao final do prazo.


A autorização de funcionamento da escola deve ser requerida até 28 de Fevereiro de cada ano, tendo a decisão do Governo de ser comunicada até 30 de Abril do mesmo ano. Se tal não acontecer, considera-se que o pedido foi aceite.

As renovações de autonomia e paralelismo pedagógicos podem ser feitas "pela mera verificação oficiosa do cumprimento permanente dos requisitos legalmente exigidos", e têm duração de um, três ou cinco anos.

O documento altera a forma de provar a idoneidade de quem pede autorização para abrir uma escola. Até agora, era exigida prova de idoneidade civil e pedagógica e de sanidade física e mental. Agora, basta provar a idoneidade civil, através de certificado de registo criminal.

De acordo com as estatísticas mais recentes, no ano lectivo 2010/11 o ensino privado tinha 395 mil alunos, 23 mil professores e 26 544 funcionários não docentes.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


23
Ago12

Deixam cursos para ir trabalhar

adm

No último ano lectivo quase mil alunos abandonaram os cursos nas escolas profissionais por razões económicas. Muitos destes estudantes preferiram ir trabalhar em vez de continuar os estudos até ao 12º ano. Este é um dos resultados de um estudo da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO): 30,4 por cento dos três mil alunos que deixaram os cursos profissionais fizeram-no por razões económicas.

Anteontem, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, manifestou o desejo de ter já no próximo ano lectivo metade dos alunos do 10º ano no ensino profissional. Um objectivo "impossível, pois as turmas já estão constituídas", referiu ao CM José Luís Presa, presidente da ANESPO. "Até prevemos retrocesso no número de alunos. Com a redução dos horários dos professores, as escolas secundárias dão prioridade aos cursos científico-humanísticos, pelo que sobram menos alunos para o ensino profissional", explicou.

Também a Associação Nacional de Professores do Ensino Profissional (ANPEP) diz ser impossível ter 50% dos alunos no ensino profissional. "Estamos a trabalhar na base da especulação", referiu à agência Lusa Teresa Fonseca, presidente da ANPEP.

No ano lectivo 2010/11, segundo as últimas estatísticas do Ministério da Educação, havia 440 mil alunos no ensino secundário, dos quais 180 mil em cursos profissionais, de aprendizagem, de educação e formação de adultos e recorrente.

Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, diz que Nuno Crato quer "empurrar" os alunos para "uma via de ensino desvalorizada e facilitada". Já José Luís Presa, dá a ‘receita’ para aumentar a procura deste tipo de cursos: "É preciso um diagnóstico das necessidades de formação a nível de cada distrito, para não ter cursos sem empregabilidade." E critica a "falta de serviços de orientação vocacional" nas escolas.

UNIVERSITÁRIOS CONTINUAM SEM RECEBER BOLSAS

Ainda há alunos universitários que não receberam as bolsas relativas a Julho. No início deste mês, o Ministério da Educação e Ciência tinha garantido o pagamento das bolsas atrasadas até 11 de Agosto. No entanto, o pagamento de algumas das bolsas "teve um atraso inesperado", admitiu ontem fonte do gabinete de Nuno Crato. Sem especificar quantos alunos estão sem receber (há cerca de 56 mil bolseiros), a mesma fonte garantiu a regularização das dívidas "nos próximos dias".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


21
Ago12

Metade do ensino obrigatório deve ser profissional

adm

O Governo pretende que cerca de 50% dos jovens inscritos no ensino obrigatório, ou seja no 10.º ano de escolaridade, optem pelo ensino profissional "ainda este ano".

"Os nossos planos são chegar a 50% ainda este ano, do ensino secundário", ou seja, "o nosso objectivo é que os jovens escolham as suas carreiras, mas pensamos que chegar aos 50% na parte da escolaridade obrigatória no ensino profissional é um objectivo que faz sentido para o país", declarou o ministro da Educação e Ensino Superior, Nuno Crato, no final de uma reunião com os parceiros sociais.

Governo e parceiros sociais estiveram mais de quatro horas em concertação social para discutir a proposta governamental de reprogramação do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) que assume como vectores gerais o reforço dos apoios ao emprego e aos desempregados e o estímulo às empresas.

Nuno Crato mencionou que "há novos cursos já este ano", tendo o ministério incentivado "a abertura dos cursos tendo em conta a capacidade das escolas para oferecerem esses cursos com qualidade".

Um segundo critério tido em conta pelo Executivo é "a empregabilidade dos cursos", disse o ministro da tutela, acrescentando que os jovens terão à sua disposição "áreas muito variáveis" direccionadas para sectores como o comércio, bens transaccionáveis, turismo, restauração e indústria.

De acordo com Nuno Crato, "o ensino profissional é fundamental para o desenvolvimento do país e todo o dinheiro empregue na educação dos portugueses é dinheiro bem empregue".

A proposta de reprogramação dos fundos comunitários, no âmbito do Quadro de Referência Estratégica nacional, foi apresentada pelo Governo à Comissão Europeia em Julho, alterando assim as prioridades de financiamento da formação profissional.

A mudança mais significativa incide sobre o Programa Operacional Potencial Humano (POPH), que tem alocados 6,5 milhões de euros, e
que passa pelo corte de 564 milhões de euros ao eixo da "adaptabilidade e aprendizagem ao longo da vida", segundo a proposta do Executivo enviada na segunda-feira aos parceiros sociais e hoje discutida na reunião.

De salientar que entre os programas que mais beneficiam da transferência de verbas dos fundos comunitários está o referente à "formação avançada", sob a alçada do Ensino Superior, com um acréscimo de 200 milhões de euros.

Patrões e sindicatos criticaram esta decisão do Governo, alegando que a prioridade está a ser dada aos jovens e não aos trabalhadores no activo que precisam de formação contínua.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

19
Ago12

Professores inscritos nos centros de emprego duplicam num ano

adm

O número de docentes do ensino secundário, superior e profissões similares inscritos nos centros de emprego mais do que duplicou em julho em relação ao período homólogo, sendo o grupo profissional com um aumento mais significativo.

De acordo com a informação mensal publicada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de julho havia 10.221 inscritos nos centros de emprego deste grupo profissional, um acréscimo de 101,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. 

Em relação ao mês de junho deste ano, inscreveram-se mais 2.785 docentes do ensino secundário, superior e profissões similares nos centros de emprego, o que representa um aumento de 37,5%.

Segundo o IEFP, o pessoal dos serviços, de proteção e de segurança é o grupo mais afetado, representando cerca de 12,6% dos inscritos, seguido pelos trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio, que no final de julho, representavam 11,4%.

«Apenas os quadros superiores da administração pública, grupo que se apresenta pouco expressivo no total de desemprego registado, sofreram uma redução anual do número de desemprego», de 38%, revela a informação mensal do IEFP, como cita a agência Lusa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

17
Ago12

Quase 6 mil professores efectivos empurrados para concurso de mobilidade

adm

Ano lectivo arranca com quase seis mil professores em concurso de mobilidade

O número de professores efectivos que integram o concurso de mobilidade interna, no ano lectivo de 2012/2013, é de 5.733, mais 2.254 do que em 2011, informou hoje o Ministério da Educação.

Em comunicado, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) explica que, "tendo em vista uma melhor gestão dos recursos", foi entendido que "um professor de carreira tem componente letiva atribuída apenas a partir de um mínimo de seis tempos", tendo também exigido às escolas que indicassem antecipadamente quantos professores efectivos tinham sem componente lectiva.

"Por estas razões, o número deste ano inclui professores que, com critérios anteriores, não estariam no concurso da mobilidade interna, sendo assim superior relativamente aos anos anteriores", justifica o MEC.

No entanto, segundo o MEC, poderá haver lugar à atribuição de componente letiva aos 5.733 docentes que agora integram o concurso de mobilidade, através do processo de cumprimento de necessidades temporárias e da reserva de recrutamento.

O concurso de mobilidade interna permite que um docente de uma escola pública possa leccionar num outro estabelecimento de ensino público, preenchendo uma necessidade provisória.

"As necessidades de docentes do sistema educativo sempre apresentaram flutuações. Não podem ser ignoradas questões demográficas, como a redução significativa da população escolar do ensino básico e secundário nos últimos três anos: 13,4%, segundo os últimos dados da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência", lê-se no comunicado.

Por outro lado, justifica o MEC, "é obrigação da Administração Pública uma gestão o mais racional possível de todos os recursos", já que o país atravessa uma crise económica, e deixa a garantia de que, durante o próximo ano letivo, serão contratados apenas "os docentes estritamente necessários ao suprimento das necessidades temporárias das escolas".

Estes dados foram enviados na quinta-feira à Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República.O Ministério lembra ainda que, no início do mês, foram divulgadas as listas provisórias de admissão, ordenação e exclusão de professores no portal da Direção Geral da Administração Escolar, que davam conta de 13.306 candidatos, entre 1.684 para pedidos de destacamento por condições específicas, e 1.235 para o desempenho de funções em organismos do MEC ou outros ministérios ou instituições.

"De 9 a 13 de agosto, as direções escolares tiveram novamente acesso à aplicação informática da indicação da componente lectiva, tendo retirado das listas provisórias docentes aos quais atribuíram componente letiva", acrescenta.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

17
Ago12

Três universidades entre as 500 melhores do mundo

adm

A Universidade do Porto, a Técnica de Lisboa e a Clássica encontram-se entre as 500 melhores universidades de todo mundo.

A Universidade do Porto, a Técnica de Lisboa e a Clássica encontram-se entre as 500 melhores universidades de todo mundo, num ranking mundial que selecionou mais de 1.200 instituições de ensino superior.

A Universidade do Porto é considerada a melhor das portuguesas, encontrando-se entre as 400 melhores do mundo, enquanto a Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade de Lisboa se situam entre as 400 e as 500 melhores.

Estes dados constam do Academic Ranking of World Universities (ARWU) 2012, da Universidade de Jiaotong, de Xangai, na China, hoje divulgado. No topo da lista está a Universidade de Harvard, seguida de Stanford e, em terceiro lugar, do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Os primeiros 100 lugares da tabela são predominantemente ocupados por universidades norte-americanas, que têm quase a exclusividade dos primeiros 19 lugares do ranking.

As exceções são a Universidade de Cambridge, situada em 5.º lugar, e a Universidade de Oxford, no 10.º posto. A Universidade do Porto aparece entre as 301 e 400 melhores instituições, enquanto as universidades técnica e clássica de Lisboa 
surgem entre as 401 e 500 melhores.

A partir da centésima posição, as universidades estão listadas de cem em cem, por ordem alfabética, desconhecendo-se o lugar exato que ocupam. As estatísticas por país mostram que, num total de 43 países, Portugal se encontra em 23.º lugar - a par da Irlanda, da Arábia Saudita e da África do Sul -, no número de universidades 
representadas no ranking das 500 melhores, com um total de três universidades.

Dos países representados, 22 têm mais do que três universidades selecionadas, mas 17 têm duas ou menos instituições na lista das 500 melhores. O ranking de Xangai é feito com base em quatro critérios: qualidade da educação (os alunos que foram prémios Nobel ou ganharam medalhas Fields), qualidade da instituição (professores e investigadores com prémios Nobel ou medalhas Fields), resultados da investigação 
(artigos publicados nas revistas Nature e Science e artigos citados) e dimensão (rácio de performance académica).

No total, o ARWU tem atualmente selecionadas mais de 1.200 universidades, mas apenas as 500 melhores são publicadas na Internet. O ranking de Xangai e o Times Higher Education World University Rankings, do Reino Unido, são considerados de referência.

fonte:http://economico.sapo.pt/

13
Ago12

Professores com 9.º ano atiram licenciados para horários-zero

adm

Associação de docentes reclama reestruturação das habilitações para lecionar EV e ET. Ministério não sabe quantos docentes de Trabalhos Manuais há no sistema


Os professores de Trabalhos Manuais estão a atirar para "horário-zero" os docentes de EVT. A denúncia é feita pela Associação de Expressão e Comunicação Visual, que enviou queixa para o provedor de Justiça.

Se não se tivesse reformado neste ano, Adriano Costa seria um dos casos de "injustiça". Arquiteto de formação, tinha 37 anos de serviço e iria ficar sem componente letiva. À sua frente, com horário, ficou uma docente de lavores femininos. Na sua escola (EB2,3 de Gaia), dos 14 professores do grupo, apenas 6 ficaram com horário e, desses, 2 são de Educação Visual (EV) e 4 de Trabalhos Manuais.

fonte_http://www.jn.pt/


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