Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

04
Jul12

Porto é a universidade portuguesa mais bem classificada nos "rankings" internacionais

adm

A Universidade do Porto é a mais bem classificada em Portugal em sete dos principais rankings internacionais e está entre as 100 melhores universidades da Europa, revela o Relatório de Contas daquela instituição de ensino superior.

"São oito os rankings em que estamos entre as 350 melhores do mundo" e cinco os rankings em que estamos "entre as 100 melhores da Europa", confirmou hoje à Lusa o vice reitor da Comunicação, Imagem e Relações Internacionais da Universidade do Porto (UP), António Marques, explicando que o facto se deve a "uma verdadeira universidade de investigação".

A evolução da posição da Universidade do Porto (UP) em sete rankings internacionais colocou-a na posição de primeiro lugar entre as universidades portuguesas.

A aposta numa política de investigação científica, a oferta de formação "de excelência pelos padrões internacionais, os sistemas de informação que a universidade disponibiliza nos seus 'websites' (Internet) sobre a atividade que faz, desde a ciência até ao relacionamento com a comunidade académica, ou a promoção do desenvolvimento socioeconómico do país e da região são algumas das atividades valorizadas pelas classificações internacionais, explica o Relatório de Gestão e Contas de 2011 da UP.

"A reputação tem vindo a melhorar e vai continuar a melhorar, porque a ciência tem feito progressos muito grandes e a qualidade do ensino ministrado nas universidades portuguesas é uma qualidade que já não destoa muito da qualidade que se faz no ensino das melhores universidades europeias", acrescenta o vice-reitor.

António Marques assegura que a UP não mudou de "agulha" sobre a sua missão para começar a "aparecer melhor no retrato" dos rankings e recorda que há seis anos as universidades portuguesas não estavam nestas classificações, mas que agora o "difícil é encontrar rankings que não tenham universidades portuguesas".

"As universidades portuguesas evoluíram muito ao nível da investigação científica nos últimos anos. Hoje, a Universidade do Porto tem uma posição de destaque na ciência que não tinha há uns anos", considerou.

A UP é a maior universidade de Portugal em número de estudantes, com 31.607 inscritos no ano letivo 2011/2012, e é composta por 14 faculdades, todas com autonomia financeira e administrativa.

fonte:http://www.jn.pt/

04
Jul12

Universidade do Algarve faz parceria para pagar propinas dos melhores alunos

adm

Os melhores alunos da região que se matricularem na Universidade do Algarve, no próximo ano letivo, vão ter bolsas de mérito pagas por empresas, durante o primeiro ano.

 

O reitor da Universidade do Algarve (UAlg), João Guerreiro, disse à agência Lusa que esta cooperação entre o estabelecimento de ensino e área empresarial vai abranger até 50 alunos, que contarão com o apoio de 30 a 35 empresas.

"Estamos a falar de empresas das áreas do turismo, da banca e da saúde, a nível nacional, e dos serviços tecnológicos, imobiliário, rent-a-car e centros comerciais, a nível regional", explicou João Guerreiro.

O reitor da Universidade explicou que a medida tem "duas vertentes principais": a primeira é a de "premiar o mérito e conseguir que a Universidade conte com os melhores alunos do secundário", enquanto a segunda está relacionada com "a responsabilidade social das empresas que aderiram ao projeto".

João Guerreiro sublinhou que "muitas destas empresas já colaboram com a Universidade" noutros âmbitos, como a receção de alunos para estágios profissionais, e agora dão mais um passo para ajudar os alunos" com o pagamento de propinas, cujo valor ronda anualmente mil euros.

"Algumas destas empresas vão inclusivamente pagar mais do que uma bolsa. O número de empresas participantes ainda não está fechado, porque ainda hoje manifestaram interesse em participar mais duas empresas, e esperamos que esta medida seja alargada nos próximos anos letivos", acrescentou.

O reitor disse que "o trajeto académico dos alunos será monitorizado" e poderá continuar a ser incentivado após o primeiro ano da licenciatura, apesar de, neste momento, apenas estar acordada a colaboração para o ano letivo de 2012/2013.

"Vamos procurar que esses alunos, caso justifiquem a aposta, possam continuar a ser apoiados, mas também que os melhores alunos dos próximos anos possam ser atraídos para a Universidade", frisou.

fonte:http://www.jn.pt/Pa


04
Jul12

Governo reduz sem aviso salário de professores contratados

adm

Docentes sofreram cortes nos vencimentos, em alguns casos superiores a 600 euros. Escolas receberam instrução das Direcções Regionais.

As escolas estão a reduzir o vencimento de professores contratados sem qualquer aviso prévio, por ordem das Direcções Regionais da Educação, depois de ter terminado o período de aulas. Uma situação, que segundo os professores, "nunca aconteceu até este Governo".
Em causa estão vários professores contratados de escolas de Elvas, Alcácer do Sal e de Alvito que foram colocados no início deste ano lectivo para um determinado número de horas. No entanto, os docentes assinaram aditamentos ao contrato inicial, que ainda está em vigor, para preencher as horas vagas nas escolas e estavam a cumprir um horário completo, que corresponde a 22 horas lectivas.

Contudo, estes professores contratados não receberam este mês o salário correspondente ao horário completo tendo sofrido um corte correspondente ao número de horas inscritas nos seus aditamentos, apesar de no seu recibo de vencimento - a que o Diário Económico teve acesso - constar as 22 horas. Redução que em alguns casos ascende a dez horas lectivas anuais e que se traduz numa diferença no salário de 624,15 euros.

Depois de terem pedido esclarecimentos junto das escolas os professores receberam uma circular interna da Direcção Regional do Alentejo, a que o Diário Económico também teve acesso, onde se lê que "tratando-se de horas lectivas aquelas que deram origem aos aditamentos ao contrato do docente, os aditamentos manter-se-ão enquanto a necessidade dessas horas se mantiver".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

03
Jul12

Faculdade propõe que alunos se endividem na CGD para saldarem propinas

adm
O presidente da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, José Duarte, enviou uma carta aos 2300 alunos da instituição na qual sugere que quem não consegue pagar as propinas faça um empréstimo da Caixa Geral de Depósitos, que dispõe de uma linha de financiamento específica para o ensino superior.

José Duarte explicou ao Diário de Notícias que na faculdade existem cerca de 250 alunos com dívidas que atingem os 250 mil euros (mil euros por aluno), verba que deveria assegurar o pagamento dos salários dos docentes até Julho, já que tal não é possível apenas com as verbas do Orçamento do Estado, que foram reduzidas. Os devedores estão mesmo em risco de ser impedidos de fazer exames e outros actos académicos.

A carta do presidente da faculdade gerou polémica na associação de estudantes e nas redes sociais, com os alunos a acusarem a instituição de estar a promover o sobreendividamento dos estudantes. Já José Duarte, ainda ao mesmo jornal, assegura que o crédito junto da CGD foi a alternativa encontrada para dar resposta aos alunos com mais carências.

Por seu lado, o reitor da Universidade Técnica de Lisboa, Cruz Serra, preferiu não comentar a situação, alegando que a faculdade dispõe de autonomia neste tipo de matérias.

A Faculdade de Arquitectura desconhece quantos estudantes terão já aceitado a sugestão e contraído um crédito junto da CGD, com uma taxa de juro de 3% a três meses.

fonte:http://www.publico.pt/

03
Jul12

Alunos do 4.º ano que chumbem, em 2013, poderão repetir exames

adm
 Os alunos que chumbarem, em 2013, no novo exame do 4.º ano vão poder realizar uma segunda prova final em Julho, confirmou hoje ao PÚBLICO o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Com esta nova prova pretende-se assegurar a oportunidades destes alunos transitarem, nesse mesmo ano, para o 2.º ciclo. O primeiro exame realizar-se-á no início do 3.º período, em Abril. 

As disciplinas com exame no 4.º ano são Língua Portuguesa e Matemática e as provas terão um peso de 25% na nota final do aluno. Os que revelarem dificuldades poderão ter um “apoio extraordinário” com vista à realização do novo exame e evitarem assim a retenção. Este apoio prolongar-se-á até 5 de Julho, segundo o que se encontra previsto no despacho que aprova o calendário escolar para 2012/13, publicado na semana passada em Diário da República. As aulas do 4.º ano terminam a 14 de Junho.

A Federação Nacional de Professores acusou o MEC, sexta-feira, de com aquele prolongamento querer introduzir “um castigo para os meninos que ‘chumbarem’ no ‘exame da 4.ª classe’”.

fonte:http://www.publico.pt/

03
Jul12

Ministério diz que directores podem recuperar em Agosto professores com horário zero

adm
O Ministério da Educação e Ciência garantiu esta terça-feira, em nota enviada ao PÚBLICO, que em Agosto será possível às direcções das escolas retirar do concurso para mobilidade interna os docentes agora identificados como tendo horário zero, caso se verifique que, afinal, lhes pode ser atribuído serviço lectivo nas escolas em que actualmente se encontram.

Esta informação não acalma o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, que pergunta se o MEC “alguma vez se lembra de que está a lidar com pessoas e não com coisas ou números”.

“O que é que o MEC está a sugerir? Que declaremos a maior parte dos professores como tendo horário zero e depois os vamos repescar? Mas alguém tem ideia do que isto significa para as pessoas? De como isto está a perturbar os professores e o funcionamento das escolas e a agravar um clima que já era de uma angústia terrível?”, protestou Manuel Pereira.

Em causa está a forma como o MEC está a conduzir um procedimento habitual: a indicação, por parte das direcções das escolas, dos nomes dos professores que no ano seguinte não terão componente lectiva pelo que, entretanto, terão de se apresentar a concurso, para destacamento noutra escola, onde sejam necessários.

Ontem, os dirigentes escolares alegaram que até sexta-feira, data limite para indicar quem fica com horário zero, não estarão na posse de dados que lhes permitam fazer “um cálculo aproximado, sequer”, dos professores de que vão ou não precisar, já que o pedido é feito antes da publicação de legislação essencial e sem que sejam conhecidos os resultados dos exames nacionais. 

Mostraram-se também especialmente indignados com “o tom ameaçador da nota publicada na página da internet da DGAE”. Nela sublinha-se que “a não apresentação do docente a concurso é da responsabilidade conjunta do director e do docente”; que a existência de um professor “sem componente lectiva” na escola ou agrupamento “é da inteira e exclusiva responsabilidade do director”; e que este deve executar os procedimentos constantes da nota de forma correcta, “sob pena de apuramento de eventuais responsabilidades”.

Ontem, Manuel Pereira já tinham admitido que, para se protegerem, os directores poderão enviar para concurso um número de professores superior ao que seria necessário. Esta terça-feira, a direcção da Federação Nacional de Professores mostrou-se igualmente preocupada com este aspecto. Em comunicado, criticou o MEC e disse temer que os directores optem “por declarar horários-zero em excesso, fugindo, assim às eventuais sanções disciplinares”. Isto, frisou, apesar de não haver garantia formal de que esse excesso poderá mais tarde ser corrigido e de que as candidaturas excedentárias à mobilidade interna poderão ser retiradas.

Numa nota enviada ao PUBLICO, o MEC não indica a razão que levou os serviços a pedirem os dados neste momento nem comenta os protestos dos directores e da Fenprof em relação ao tom de ameaça da nota da DGAE. Reitera que os directores das escolas deverão identificar “os docentes de carreira” que previsivelmente não terão componente lectiva e frisa que estes “terão que se apresentar obrigatoriamente à mobilidade interna” se a mesma situação se mantiver. Depois de esclarecer que “a requisição de horários pelas escolas deverá ocorrer na primeira quinzena de Agosto”, o mesmo serviço informa que “até à requisição dos horários pela escola, e caso esta venha entretanto a ter serviço lectivo para atribuir ao docente identificado para Destacamento por Ausência da Componente Lectiva, este poderá ser retirado do respectivo concurso e manter-se na escola”.

Ao PÚBLICO, Manuel Pereira disse que este esclarecimento do MEC “não chega a ser um rebuçado para os professores, que vivem com a boca demasiado amarga”. “A falta de respeito pelos directores e pelos professores é inadmissível”, insistiu.

fonte:http://www.publico.pt/E

02
Jul12

Mais 25 milhões para apoio escolar

adm

O Governo vai transferir, em julho, para os municípios mais 25 milhões de euros para o apoio social às famílias carenciadas com crianças na escola e referiu que a atualização desta verba constará doravante do Orçamento do Estado.

No final de um encontro com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, referiu que «nos últimos anos tem havido uma diferença de valores entre a administração central e a administração local» no que respeita às verbas que o Governo transfere para as Câmaras com o objetivo de apoiar as crianças de famílias carenciadas nas escolas geridas pelas autarquias. 

Miguel Relvas salientou que a intenção do Executivo é «resolver de uma vez por todas» o problema.

«Assumimos um compromisso de desbloquear já uma verba de 25 milhões para que este ano possa decorrer com normalidade. No próximo Orçamento do Estado apresentaremos um plano para assumir aquilo que está para trás e passaremos a assumir com realismo aqueles que são os valores» deste apoio, disse o ministro, realçando que «os valores dos últimos anos não têm sido reais».

No encontro, o Governo comprometeu-se ainda a clarificar a lei dos compromissos para permitir às autarquias iniciar os concursos relativos aos transportes escolares, que deverão ser abertos até 15 de julho.

Devido à lei que pretende impedir a acumulação pelas entidades públicas de pagamentos em atraso com mais de 90 dias, cerca de 160 municípios, a maior parte dos quais do interior e de menor dimensão, afirmavam não poder lançar os concursos para o transporte escolar de crianças nos respetivos concelhos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

Pág. 5/5

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D