Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

23
Jul12

Vão encerrar mais 239 escolas do primeiro ciclo do básico

adm

Duzentas e trinta e nove escolas do primeiro ciclo do ensino básico vão encerrar no próximo ano lectivo, anunciou o Ministério da Educação.

"Em todos os casos, estes encerramentos decorrem em articulação com as respectivas autarquias, atendendo à melhoria da qualidade do ensino", lê-se no comunicado do Ministério liderado por Nuno Crato.

Os professores dessas escolas estarão "enquadrados nos seus grupos disciplinares e poderão contar com o apoio de outros docentes", acrescenta.

O processo de reorganização das escolas irá prosseguir em 2013, refere o comunicado, pelo que deverá ser anunciado o encerramento de mais escolas no próximo Verão.

Com este anúncio, o número de escolas do primeiro ciclo encerradas desde o ano letivo 2005/2006 sobe para 3.720. No próximo ano estarão em funcionamento 2.330 escolas a leccionar até ao quarto ano de escolaridade.

Por regiões, na área abrangida pela Direcção Regional de Educação do Norte é onde vão encerrar mais estabelecimentos (126), seguida do Centro (66), Lisboa e Vale do Tejo (33), Alentejo (10) e Algarve (três).

Paredes, com 17 escolas, e Amarante, com 11, ambos no distrito do Porto, são os dois concelhos que perdem mais estabelecimentos de ensino.

Os alunos das escolas que encerram serão transferidos para centros escolares ou outros estabelecimentos "com infra-estruturas e recursos que permitem melhores condições para o seu sucesso escolar", considera o Ministério da Educação.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

22
Jul12

Mestrado garante estágios remunerados

adm

Novo curso de banca e seguros arranca na Católica Porto, no final de Setembro, e inclui estágio em empresas e instituições de peso.

Quem oferece os estágios são empresas e instituições de peso. Banco de Portugal, Instituto de Seguros de Portugal, BPI, Millennium bcp, Banco Popular, BES e CGD Seguros. A turma terá 25 alunos e todos têm estágio remunerado já garantido. A primeira edição do mestrado em banca e seguros da Católica Porto arranca no final de Setembro de 2012 e tem data prevista de conclusão para Julho de 2014. Durante o curso serão dois os períodos de estágio obrigatório, com a duração total de dez meses.

O responsável do mestrado explica porque é que a Faculdade de Economia e Gestão da Católica Porto decidiu lançar este curso nesta altura: "As novas tendências regulatórias que estão em curso na banca e nos seguros exigem a formação de uma nova geração de profissionais nestes dois sectores", explica o director, Paulo Alves.

As possibilidades de os estagiários integrarem os quadros das instituições que os vão receber depende "do desempenho dos alunos e das necessidades dos parceiros", adianta Paulo Alves.

O elenco de instituições ainda não está "totalmente fechado", diz ainda o mesmo responsável, "embora a universidade já tenha garantidas todas as vagas de estágio necessárias à primeira edição do mestrado". Aliás, a faculdade considera relevante ter mais ofertas de estágio do que estagiários. "Isso garante-nos maior flexibilidade na gestão dos estágios".

Nesta fase de candidaturas que já está a decorrer, há uma predominância de licenciados nas áreas de Gestão, Economia, Direito e Matemática Aplicada.

O trabalho de distribuição dos alunos pelas instituições, assim como compatibilização de objectivos entre formação teórica e estágios, é feito em articulação com a faculdade, e cada estagiário terá um programa de estágio, individualmente definido e sujeito a relatórios periódicos.

Quanto à remuneração dos estágios é suportada pela instituição de acolhimento e vai enquadrar-se na política que cada instituição mantém em matéria de recrutamento de quadros, não havendo qualquer interferência da universidade nesta questão, esclarece o director do mestrado.

O mestrado em banca e seguros vai atribuir uma formação por patamares e ajustada às necessidades das instituições financeiras. O primeiro semestre é centrado no desenvolvimento de competências fundamentais aos negócios da banca e seguros, designadamente no que respeita às bases regulatórias destas actividades e a conceitos avançados de finanças e mercados financeiros. O segundo semestre desenvolve competências transversais para atribuir aos alunos capacidades de liderança, incluindo um primeiro período de estágio na instituição de acolhimento. O terceiro semestre tem a ver já com o conhecimento intenso da actividade e privilegia o aprofundamento de competências específicas de cada um dos sectores. E, finalmente, no quarto e último semestre lectivo, já em 2014, o aluno regressa à instituição de acolhimento para completar o novo estágio e concluirá o mestrado com a apresentação de um trabalho final.

Ao desenhar este curso, a Católica Porto diz ter tido a preocupação de o ajustar "às necessidades reais do mercado de trabalho", sublinha Paulo Alves. No entanto, fez questão de acrescentar que isso não significa que cada estudante, que realize um estágio, fique "arrumado" na instituição de acolhimento. "Para nós, é crucial que os nossos estudantes saibam lidar com dinâmicas de mobilidade no mercado de trabalho". Até porque, no sector financeiro, "cada vez menos existirá emprego para toda a vida".

O curso

- Banco de Portugal, Instituto de Seguros de Portugal, BPI, Millennium bcp, Banco Popular, BES e CGD Seguros vão receber os estagiários deste mestrado;

- A turma terá 25 alunos, as aulas começarão no final de Setembro e deverão terminar em Julho de 2014;

- Os estágios são obrigatórios, remunerados, e terão a duração total de dez meses, em dois períodos;

- O curso terá uma parte de competências transversais.

Trabalho publicado na edição de 16 de Junho de 2012 do Diário Económico

22
Jul12

Mandarim já faz parte de oferta escolar a partir do 1º ciclo

adm

Colégio em Lisboa aposta neste elemento diferenciador



O ensino do mandarim desde o 1º ciclo é a aposta do Colégio Saint Daniel Brottier, em Lisboa, para o ano escolar 2012/13.

Esta nova valência decorre da necessidade das crianças terem um elemento diferenciador no mundo de hoje, refere Ana Lé de Matos, diretora da referida escola: “Somos uma escola atenta à sociedade global e aos desafios que a mesma implica, preocupada em dotar os seus alunos de fatores diferenciadores no mundo de hoje. Reconhecemos que, atualmente, a língua inglesa já não é uma mera opção, mas sim fundamental, pelo que para além de dispormos da mesma no nosso currículo, apostamos agora também no ensino do mandarim”.

Uma opinião partilhada por diversos institutos a nível nacional. Aliás, um pouco por todo o país, pululam cursos e workshops de aprendizagem de caracteres chineses. Segundo o Instituto Confúcio “há mais de 10 anos que o chinês é uma língua estrangeira em paralelo com o francês, o alemão, o russo, o espanhol e outras línguas nas escolas primárias e secundárias de países europeus como a França, a Inglaterra e a Alemanha”.

Integrado na Universidade do Minho, o referido instituto leciona chinês desde 2006 em três escolas na região do Norte, num total de 130 alunos, de idades compreendidas entre os 6 e os 15 anos.

Também o Instituto Politécnico de Leiria (IPL) lançou em março deste ano um curso de mandarim dirigido a diplomados da instituição nas áreas de engenharia, tecnologia e gestão.

Trata-se de uma iniciativa conjunta de dois estabelecimentos de ensino do IPL - escolas superiores de Tecnologia e Gestão (ESTG) e de Educação e Ciências Sociais (ESECS) – assumida como “ uma vantagem competitiva no mercado de trabalho atual”.

 

.

Para os mais novos, o Museu do Oriente lança anualmente módulos de aprendizagem de mandarim numa abordagem lúdico-didática.

fonte:http://familia.sapo.pt/

22
Jul12

Melhor professor do ano é de Aveiro

adm

Sérgio Ramos, 47 anos, foi distinguido com o prémio Educador Pré-Universitário do Ano, atribuído pelo Institute of Electrical and Electronic Engineers. O professor de Eletrónica e Informática da Secundária Mário Sacramento, em Aveiro, conquistou o galardão mundial por "promover o envolvimento ativo dos alunos em ciência, tecnologia e engenharia e motivá-los para seguirem carreiras técnicas".

 

O que o levou à vitória?Acho que se premiou a originalidade, a criatividade e a persistência. O meu trabalho ganhou visibilidade com os primeiros prémios a nível nacional de divulgação da ciência e tecnologia que as minhas equipas de alunos conseguiram. Construímos, por exemplo, um aparelho de eletrocardiografia simples, barato, que se liga a um computador portátil.

fonte:http://www.jn.pt/P

21
Jul12

Escolas profissionais pedem explicações ao Governo

adm

A Associação Nacional das Escolas Profissionais (ANESPO) pediu, este sábado, explicações ao Governo sobre as novas regras para aqueles estabelecimentos de ensino, argumentando que vão "penalizar" mais fortemente os estabelecimentos situados em zonas com maiores problemas demográficos e económicos.

Em comunicado, a associação refere que tem recebido "inúmeras queixas" dos seus associados, relacionadas com os diplomas legais que "têm vindo a ser publicados a conta-gotas nos últimos dias".

Numa reunião com a Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, o presidente da ANESPO, José Luís Presa, lamentou que a associação não tivesse sido ouvida sobre esta matéria.

"Matérias que, por efeito da introdução de novas regras, alteram o quadro de funcionamento e o modelo de financiamento das escolas profissionais, com particular incidência nas escolas situadas nas zonas com mais problemas demográficos e mais deprimidas económica e socialmente", refere a associação no comunicado.

A ANESPO adianta que as escolas profissionais que promovem cursos profissionais que conferem equivalência ao 12º ano e qualificação profissional de nível IV já eram penalizadas quando as turmas baixavam dos 18 alunos, em resultado das desistências.

"Com a nova legislação as penalizações começam quando as turmas baixam dos 22 alunos. Esta alteração penaliza mais fortemente as escolas situadas em regiões de menor densidade demográfica onde só com muita dificuldade é possível constituir turmas com 30 alunos", sustenta.

Segundo a associação, a penalização corresponde a cerca 30 por cento do valor das tabelas de custos unitários, por turma, que já são as mais baixas de todas as que estão estabelecidas com os demais operadores.

"Outra razão de queixa prende-se com o não pagamento dos custos com os desdobramentos das turmas quando as mesmas tenham um tronco comum e duas saídas profissionais. Neste caso há um acréscimo de 30% dos custos, mas não há qualquer compensação", acrescenta.

A ANESPO espera que o Ministério da Educação e Ciência reveja a sua posição e tenha em conta as propostas de alteração que enviou na sexta-feira.

Os ministérios da Economia e da Educação e Ciência anunciaram na quinta-feira novas regras que visam "o reforço do ensino profissional para os jovens".

Segundo os ministérios, as modalidades de cursos profissionais e de cursos de aprendizagem serão progressivamente uniformizadas e serão eliminados progressivamente os cursos secundários com planos próprios, através da sua integração na modalidade de cursos profissionais.

Será ainda identificado um conjunto restrito de escolas de referência no ensino profissional, que terão como foco uma área de atividade económica prioritária, que funcionarão numa região relevante para essa atividade.

fonte:http://www.jn.pt/P

19
Jul12

Desemprego entre os professores subiu 151% só num ano

adm
O número de professores que, no final de Junho, estavam inscritos nos centros de emprego como desempregados registou um aumento de quase 151% por comparação a igual período de 2011.

Os dados ontem divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) voltam a confirmar que o grupo de "docentes do ensino secundário, superior e profissões similares" é aquele em que se tem registado um maior aumento do desemprego. É uma tendência que se tem vindo a afirmar nos últimos anos e que se aprofundou em 2012.

Segundo o IEFP, no final de Junho o segundo grupo com maior aumento de desemprego era o dos "profissionais de nível intermédio do ensino", com uma subida de cerca de 80%, muito atrás da registada entre os professores. Em Junho de 2011 estavam inscritos nos centros de emprego 2963 docentes. No mês passado, este número subiu para 7432. Por comparação a Maio de 2012, o aumento foi de 10%.

Este ano, o ensino superior foi o principal responsável pelo aumento do desemprego entre os docentes, indicou ao PÚBLICO o dirigente da Federação Nacional de Professores, Luís Lobo. O sindicalista lembra que os números respeitantes ao final de Junho, por coincidirem com o final do ano lectivo, são os que permitem traçar um retrato mais fiel da situação. O que se comprova agora, frisa, é que se registou uma "redução brutal do número de professores do ensino superior" por via da não renovação de contratos a termo, acrescenta.

Este cenário já tinha sido antecipado pelo sindicatos no final do ano passado, quando foram conhecidos os cortes previstos para o ensino superior no Orçamento do Estado de 2012. Os sindicatos indicaram então que o problema da não renovação de contratos não se iria colocar logo, uma vez que a distribuição do serviço lectivo já estava feita, mas sim no final do primeiro semestre ou do ano lectivo, como agora se confirma.

Mas apesar de o principal contributo para o aumento do desemprego docente ter vindo do superior, Luís Lobo, da Fenprof, frisa que também há mais professores do ensino básico e secundário no desemprego, o que para já é sobretudo consequência da criação de mega-agrupamentos, acrescenta. Uma situação que, segundo a Fenprof, irá disparar já no próximo ano por força da revisão da estrutura curricular e de outras medidas implementadas pelo actual ministro Nuno Crato e que, afirmam os sindicatos, poderão levar ao desemprego cerca de 25 mil professores contratados. 

Ontem, dezenas de professores compareceram no Parlamento para acompanhar o debate em que a oposição pediu a revogação do decreto sobre a revisão da estrutura curricular. No final houve protestos e vaias a partir das galerias, onde se encontravam os professores, que foram evacuadas pela PSP.

fonte:http://www.publico.pt/E

19
Jul12

Nuno Crato quer professores contratados nos quadros

adm
O ministro da Educação, Nuno Crato, anunciou na tarde desta quinta-feira no Parlamento que o Governo está a trabalhar “para que seja feita, ainda este ano, uma vinculação extraordinária dos professores contratados”.

Nuno Crato falava na comissão parlamentar da educação, onde foi chamado, por iniciativa do Bloco de Esquerda, para prestar esclarecimentos sobre a organização do próximo ano lectivo. 

A vinculação destina-se a garantir a entrada nos quadros dos contratados. Na anterior legislatura, o CDS propôs a entrada nos quadros dos professores com contratos há mais de dez anos e que neste período tenham estado contratados pelo menos seis meses por ano lectivo. Segundo as contas então apresentadas pelo CDS seriam cerca de oito mil os docentes nestas condições. Desde 2008 cerca de 15 mil docentes do quadro aposentaram-se.

Durante mais de três horas de perguntas ao ministro da Educação e de respostas deste e dos seus secretários de Estado, nenhum deputado perguntou a Crato quantos contratados serão abrangidos pelo processo de vinculação extraordinária que anunciou. Também não teriam resposta. À saída, questionado pelos jornalistas, Crato reafirmou que estavam “a trabalhar para uma vinculação extraordinária ainda este ano”, mas acrescentou que não podia “avançar mais” sobre o assunto. 

Durante a sessão na comissão parlamentar de Educação, o ministro reafirmou que existe um “conjunto de medidas que estão de imediato à disposição dos directores das escolas” para serem entregues aos professores que ficaram sem turma para ensinar. Na terça-feira, em conferência de imprensa, o ministro indicou que estes docentes podem ser afectados a medidas de apoio aos alunos com dificuldades. As indicações seguiram nessa noite para as escolas. “Estas medidas visam criar condições para afectar componente lectivo” aos professores com horário-zero, especificou hoje o secretário de Estado da Administração Escolar, Casanova de Almeida. 

Nesse sentido, acrescentou, vários destes professores poderão, já até 26 de Julho, serem retirados da plataforma do concurso para a mobilidade interna. Os outros sê-lo-ão até 14 de Agosto, acrescentou. Casanova de Almeida garantiu ainda que, no final deste período, se ainda subsistirem docentes com horário zero (no ano passado eram cerca de dois mil) “nenhum deles será colocado em mobilidade especial”. Ou seja, se não tiveram horário noutras escolas, regressão ao estabelecimento de origem.

O Ministério da Educação e Ciência deu instruções aos directores para indicarem, até sexta-feira passada, quantos dos seus docentes ficarão com horário-zero. Hoje, mais uma vez, nem o ministro, nem os secretários de Estado divulgaram quantos foram os docentes que os directores identificaram como estando nesta situação, apesar das dezenas de perguntas neste sentido feitas pelos deputados da oposição. “A situação está a evoluir todos os dias. Não tenho os dados todos e não quero especular”, respondeu Crato, acrescentando que os "números reais" serão conhecidos a 16 de Agosto, quando as escolas tiverem identificado em definitivo quais são as suas necessidades para o próximo ano lectivo.

Ana Drago, do Bloco de Esquerda, defendeu que se Crato não sabe indicar quantos horários zero existirão no próximo ano lectivo e quantos contratados irão ser dispensados então “deve apresentar a demissão; Odete João do PS, frisou que o ministro “tem uma obrigação moral e ética de responder a esta questão”, Miguel Tiago, do PCP, considerou que este “é um Governo rufia porque chantageia os professores com o seu emprego”-

No final, antes da última resposta do ministro, os professores que estavam nas galerias da sala do Senado, entre os quais figurava o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, empunharam faixas negras e gritaram palavras de ordem. À semelhança do que sucedeu na véspera foram evacuados pela PSP. O deputado do CDS que presidente à comissão de Educação, Ribeiro e Castro, lamentou a “quebra de lealdade verdadeiramente deplorável”, por parte de “algumas organizações”. “É de facto uma vergonha o que estamos a assistir”, afirmou .

fonte:http://www.publico.pt/

19
Jul12

Ensino profissional: vagas aumentam à volta de 50%

adm

As vagas para os jovens que seguem as vias profissionais do ensino secundário vão aumentar à volta de 50% no próximo ano letivo, passando dos atuais 18.000 alunos para 30.000.

«Estamos a promover o aumento de cerca de 50% das vagas, ao nível do sistema de aprendizagem dual, bem como promover alterações de cariz operacional que facilitam o enquadramento deste sistema», no ano letivo do ensino regular, anunciou esta quinta-feira o secretário de Estado do Emprego, numa conferência conjunta com a secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário.

Os ministérios da Economia e da Educação e Ciência pretendem otimizar os recursos públicos disponíveis nas duas redes, através da celebração de protocolos de parceria, entre os centros de formação profissional e escolas básicas, secundárias e profissionais.

Pedro Martins adiantou, segundo a Lusa, que estes cursos de aprendizagem se destinam aos jovens entre os 15 e os 24 anos, que pretendam obter uma qualificação profissional, com equivalência ao 12.º ano, contribuindo de «forma eficaz para o aumento dos níveis de empregabilidade e de inclusão social e profissional».

Estes objetivos são potenciados pela organização da formação em alternância (dual), que envolve a entidade formadora e a empresa, um modelo que tem bastante sucesso em países da União Europeia, observou.

«Estou certo que conseguiremos formar mais jovens para empregos mais qualificados e mais qualificantes e, dessa forma, promover a competitividade e combater o desemprego».

O objetivo é «ajustar a oferta de formação tendo em conta as necessidades e prioridades dos diferentes setores económicos e do mercado de trabalho».

Pedro Martins adiantou que há uma «bolsa profissionalizante» para os jovens abrangidos por este sistema de aprendizagem dual.

Avançou ainda que estão planeadas mais de 700 ações para iniciar em setembro, nas diferentes áreas de formação, particularmente nas tecnológicas ou outras consideradas prioritárias para os cursos de aprendizagem em 2012, face às necessidades evidenciadas pelas empresas e pelo mercado de emprego.

A secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário anunciou ainda a «revisão das várias modalidades de ensino profissional e profissionalizante para eliminar as sobreposições e facilitar a legibilidade da oferta formativa».

Haverá ainda «uma maior flexibilização dos currículos para facilitar uma mais rápida adequação destas formações às necessidades do mercado de trabalho, dos públicos-alvos e das regiões abrangidas», adiantou Isabel Leite.

As modalidades de cursos profissionais e de cursos de aprendizagem serão progressivamente uniformizadas e serão eliminados progressivamente os cursos secundários com planos próprios, através da sua integração na modalidade de cursos profissionais.

«Será ainda identificado um conjunto restrito de escolas de referência no ensino profissional, que terão como foco uma área de atividade económica prioritária», que funcionarão numa região relevante para essa atividade, explicou, adiantando que estes estabelecimentos receberão um «selo de qualidade».

Alem das componentes habituais de uma escola profissional de jovens, estes estabelecimentos «fornecerão ambientes empresariais para a realização de estágios e realizarão a formação de técnicos para outras escolas e empresas».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

19
Jul12

Cumprimento da escolaridade obrigatória de 12 anos em risco

adm

Parecer do Conselho Nacional da Educação diz que é “urgente” criar condições para atingir a meta dos 12 anos de escolaridade obrigatória.

A dois meses da entrada no ensino secundário dos alunos que, pela primeira vez, vão ter que cumprir 12 anos de escolaridade obrigatório, o Conselho Nacional da Educação lança o alerta dizendo que não estão criadas todas as condições para o cumprimento deste objectivo. O parecer escrito por Joaquim Azevedo, ex-secretário de Estado da Educação num governo de Cavaco Silva, já foi enviado ao ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.

"Corremos sérios riscos de não reunirmos as condições quer para que muitas famílias cumpram a obrigatoriedade de matricular os seus filhos, quer para o Ministério da Educação e Ciência cumpra as suas obrigações de reforço de recursos, oportunidades e condições, sobretudo no que se refere à acção social escolar e à orientação escolar e profissional", escreve-se no texto a que o Diário Económico teve acesso. O órgão consultivo do Governo em matéria de Educação, sublinha que neste contexto de crise económica "o pior que pode acontecer é promover uma escolaridade de 12 anos só para os que estão, à partida, socialmente aptos a frequentá-la". No parecer sublinha-se que "é urgente colocar de pé as adequadas medidas tendentes a proporcionar, desde Setembro próximo, as melhores condições de acolhimento de todos e de cada um dos jovens que concluam a escolaridade básica". E recomenda-se que cada escola "estabeleça um programa específico de iniciativas tendentes ao cumprimento universal da escolaridade obrigatória".

A legislação prevê que os alunos tenham que ficar na escola 12 anos ou até aos 18 anos, o que significa que muitos podem deixar a escola sem completar o 12º ano. Portugal é um dos países com maior "desvio etário" em relação à "idade ideal de frequência" de cada ciclo de estudos. Assim, em 2009/10, apenas 45% dos rapazes e 55% das raparigas de 17 anos (idade ideal) se encontravam inscritas no 12º ano. O que significa que se não forem tomadas medidas para diminuir este desvio etário, cerca de metade dos jovens vão sair da escola aos 18 anos, sem terem completado o 12º ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

18
Jul12

Uma mulher é escolhida pela primeira vez como reitora da Universidade Católica

adm
A jurista Maria da Glória Garcia, 59 anos, foi escolhida como reitora da Universidade Católica Portuguesa (UCP), anunciou hoje a instituição em comunicado citado pela agência Ecclesia. É a primeira vez que uma mulher dirige a instituição.

O nome da professora catedrática da Faculdade de Direito era um dos mais falados nos meios eclesiásticos para suceder ao actual reitor, Manuel Braga da Cruz, que está a terminar o seu terceiro mandato de quatro anos à frente da instituição.

Nas recentes comemorações dos 50 anos de sacerdócio de D. José Policarpo, foi Maria da Glória Garcia a escolhida para fazer a conferência de fundo sobre a figura do patriarca. E foi ela também que, em, nome da UCP, há dois anos, saudou o cardeal Walter Kasper, então presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, numa conferência que ele fez em Lisboa.

Antiga vice-reitora da UCP e actual directora da Faculdade de Direito, Maria da Glória Garcia terá sido uma escolha pessoal do cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, magno chanceler da UCP e a quem compete a escolha do reitor. 

O nome, acrescenta a mesma fonte, foi apresentado à Congregação para a Educação Católica, do Vaticano (Santa Sé), para nomeação formal. Tendo em conta o anúncio público feito, já não deverá haver qualquer obstáculo à nomeação. 

Natural de Coimbra, Maria da Glória Ferreira Pinto Dias Garcia nasceu a 6 de Novembro de 1953, licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e prestou provas de mestrado e de doutoramento na Faculdade de Direito da UCP.

Há três anos, Maria da Glória Garcia foi a candidata apoiada pelo PSD para o cargo de provedor de Justiça, acabando o escolhido por ser Alfredo José de Sousa, que ocupa ainda o cargo. 

A nova reitora é membro fundador da Societas Iuris Publici Europaei (SIPE), associação dedicada ao direito público europeu, constituída em Frankfurt (Alemanha), em 2004. 

Além da sede em Lisboa, a UCP tem pólos regionais em Viseu, Braga e Porto. Criada em 1967, a Universidade Católica é reconhecida pelo Estado como instituição universitária livre, autónoma e de utilidade pública. Na Concordata entre Portugal e a Santa Sé, de 2004, o artigo 21º afirma a “especificidade institucional” da UCP. 

Na mensagem para o dia da UCP, em Fevereiro, o reitor cessante dizia que os 45 anos da instituição devem levá-la a responder a “novos desafios”, em particular à “profunda crise” do país, sendo esta uma ocasião de “repensar” a missão da UCP. 

fonte:http://www.publico.pt/E

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D