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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

20
Jun12

Dezenas de alunos terão sabido o que ia sair no exame de Português

adm
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) recebeu uma denúncia anónima sobre o exame de Português que decorreu na segunda-feira.

A denúncia anónima foi recebida pelo Gabinete de Avaliação Educacional (Gave) relativamente à prova de Português (639), tendo a mesma sido reencaminhada para a Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) para análise, revela o gabinete de imprensa do MEC ao PÚBLICO.

Segundo a edição do Correio da Manhã desta quarta-feira, terá havido uma fuga de informação que permitiu que dezenas de estudantes de Guimarães e Fafe soubessem, via SMS e com antecedência, que ia sair o canto VI de Os Lusíadas na prova do 12.º ano. O exame foi realizado na segunda-feira, à tarde, por 71.608 dos 77.437 alunos inscritos.

De recordar que não é fácil aceder aos exames nacionais antes de estes estarem à frente dos alunos. Cabe às forças policiais, PSP e GNR, a entrega dos enunciados fechados em envelopes em cada escola do país onde há estudantes a realizar estas provas. Os enunciados são colocados num cofre e os sacos com as provas são entregues nas salas onde os estudantes vão responder, alguns minutos antes da hora marcada para o início do exame.

Durante o tempo em que o teste está a ser respondido, os professores vigilantes de cada sala não podem sair nem ter meios de comunicação na sua posse (telemóveis ou computadores com acesso à internet, por exemplo). Terminado e recolhido o exame, as forças policiais voltam à escola para recolher as provas e transportá-las aos correctores. Mais uma vez, em sacos fechados. 

 

fonte:http://www.publico.pt/E

20
Jun12

Professores consideram exame de Biologia e Geologia de "difícil interpretação"

adm
A Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia considerou esta quarta-feira que o exame da disciplina realizado ontem pelos alunos do 11.º ano parte “de suportes documentais excessivamente longos, complexos e de difícil interpretação, particularmente para o quadro conceptual de examinandos” daquele ano de escolaridade.

Num parecer divulgado hoje, a associação chama a atenção para o facto de a prova ter “uma menor quantidade de itens que entendemos mais acessíveis, geralmente destinados a avaliar competências/conteúdos básicos da disciplina”, situação que “compromete o equilíbrio entre as avaliações internas e externas e até a aprovação na disciplina para alunos admitidos a exame com classificações mais baixas”.

No ano passado, a média de Biologia e Geologia foi a melhor em cinco anos de exames na disciplina. Pela segunda vez o resultado foi positivo. A associação atribuiu o facto à existência de questões que permitiram “ a um aluno que tenha as competências básicas ficar com 10 valores no grupo mais fácil, o que antes não sucedia”.

O exame deste ano voltou a descartar esta possibilidade. Apesar de considerar a prova “equilibrada”, a associação considera também que incidiu “sobre um conjunto de conteúdos reduzido” e “pouco representativo da abrangência dos programas”. Quanto às imprecisões em dois gráficos, corrobora que estas não são pertinentes para a resolução dos itens em causa, confirme o Gabinete de Avaliação Educacional, responsável pelos exames, já ontem garantira. 

fonte:http://www.publico.pt/

20
Jun12

Exame divide Sociedade Portuguesa de Filosofia e associação de professores

adm
A prova que esta quarta-feira marcou o regresso da Filosofia ao elenco dos exames nacionais – embora com carácter facultativo – foi considerada “acessível, equilibrada” e “sem erros” pela direcção da associação de professores daquela disciplina. A Sociedade Portuguesa de Filosofia (SPF), no entanto, diz ter identificado um item de escolha múltipla sem qualquer resposta correcta, numa prova que define como “desequilibrada” em relação aos conteúdos e às competências que avalia.

Na sequência de uma primeira análise ao exame que esta quarta-feira foi realizado por 5695 alunos (84% dos inscritos), o presidente da SPF, Ricardo Santos, assinala, com agrado, a inclusão de uma pergunta que “permite avaliar as competências especificamente mais filosóficas”, nomeadamente as “argumentativas e de pensamento autónomo”. Este é, contudo, o único elogio à prova. 

Ricardo Santos critica a “notória” preponderância das questões que testam a capacidade de análise e interpretação de textos, em detrimento das que avaliam as competências de problematização, de conceptualização e de argumentação. Algo que, na sua perspectiva, “é revelador de um entendimento redutor da natureza da disciplina e do ensino”. “Tende a reduzir a Filosofia a um inventário de autores, textos, conceitos, teses e teorias, cuja caracterização o estudante teria simplesmente de memorizar e reproduzir”, justifica. Também é crítico em relação ao “peso excessivo concedido às perguntas sobre retórica” comparativamente com as relacionadas com lógica formal, que considera “bem mais importante na disciplina”. 

A direcção a Associação de Professores de Filosofia (APF) considera, pelo contrário, “a prova equilibrada”. “Os textos incluídos são de leitura acessível, permitem a contextualização dos temas e constituem um bom ponto de partida para as respostas” analisa a direcção da APF, que considera, ainda, que “as perguntas estão redigidas de forma clara, não constituindo obstáculo a qualquer aluno que tenha estudado”. O facto de os autores seleccionados serem “de referência e conhecidos dos alunos” é também assinalado como positivo, no breve parecer.

As posições entre a APF e a SPF são também diferentes no que respeita a eventuais erros e desadequações ao programa. Ricardo Santos considera que no item 2.3. do grupo II, de escolha múltipla, “nenhuma das opções apresentadas é correcta”. “Em particular, a opção C [apontada nos critérios de correcção como a que está certa] não é correcta, uma vez que há muitos argumentos dedutivamente válidos que também parecem sê-lo. Para caracterizar os argumentos falaciosos seria preciso dizer que eles parecem válidos, mas não o são”, argumenta Ricardo Santos. 

Assinala ainda que o item 1.2. do Grupo IV “parece desviar-se um pouco dos conteúdos programáticos”. “O que os alunos devem estudar é o empirismo de Hume enquanto teoria explicativa do conhecimento. A perspectiva que Hume tinha sobre a origem da ideia de Deus não é um elemento central da sua teoria do conhecimento”, escreve Ricardo Santos que admite como “natural que muitos alunos nem sequer a conheçam”. 

Contactado pelo PÚBLICO e confrontado com estas questões, um dos elementos da APF, João Carlos Lopes, limitou-se a sublinhar que na análise da prova feita por vários elementos da associação “não foram detectados casos de erro ou de desadequação em relação ao programa que merecessem registo”. O Ministério da Educação e Ciência, questionado através do gabinete de imprensa, ainda não se pronunciou, sobre o assunto.

O exame de Filosofia não integrava o elenco das provas nacionais do ensino secundário desde 2007. Antes era realizado no 12.º ano, agora passou a ser no 11.º, com carácter facultativo. No ao ano passado, os alunos do 11.º ano tinham de realizar exames nas duas disciplinas bienais específicas do curso que escolherem. Agora puderam optar por fazer exame apenas numa dessas duas disciplinas e realizar a prova de Filosofia, que faz parte do tronco comum dos dois primeiros anos do secundário. 

fonte:http://www.publico.pt/E

19
Jun12

Alunos do básico vão ter exames a mais disciplinas

adm

Governo prevê a introdução de “provas externas finais de ciclo e em mais disciplinas, com maior nível de clareza, exigência e rigor”.

No próximo ano lectivo os alunos do ensino básico vão ter provas de exame a mais disciplinas. O Governo revela que para combater o abandono e melhorar o sucesso escolar em cada ciclo vai reforçar a avaliação externa do processo de aprendizagem, através da "introdução de provas externas finais de ciclo e em mais disciplinas, com maior nível de clareza, exigência e rigor".

Esta é apenas uma das várias medidas que estão previstas na Educação, segundo o documento do Executivo, a que o Económico teve acesso, que faz o balanço de um ano de do Governo de Passos Coelho e que enquadra as medidas já concluídas e as que estão em curso - "Um ano depois: prestar contas".

Por revelar ficam as disciplinas em que vão ser introduzidas os exames e os anos de escolaridade. Detalhes que o Ministério da Educação se recusou divulgar. Recorde-se que este ano o Inglês passou a ser disciplina obrigatória desde o 5º ano e História, Geografia, Ciências Naturais e Físico-Química foram reforçadas do 7º ao 9º ano. Disciplinas consideradas "fundamentais" no sistema de ensino pelo ministro, que sempre defendeu que Portugal não tinha um sistema de exames credível e já aplicou este ano provas nacionais no 6º ano e para o próximo ano no 4º ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/

18
Jun12

Crato quer mais exames a mais disciplinas

adm
O Ministério da Educação tenciona aplicar provas de exame a mais disciplinas, de acordo com o documento divulgado esta segunda-feira pelo Governo para fazer o balanço de um ano de actividade e enquadrar as medidas.

O Governo diz estar em curso o reforço da avaliação externa do processo de aprendizagem pela introdução de provas externas no final de cada ciclo “e em mais disciplinas, com maior nível de clareza, exigência e rigor”. O PÚBLICO aguarda que o MEC informe quais são as cadeiras que serão avaliadas externamente.

O actual ministro Nuno Crato sempre defendeu que Portugal não tinha um verdadeiro sistema de exames e decidiu aplicar já este ano lectivo uma prova final no 2.º Ciclo (6.º ano), que se estenderá ao 1.º Ciclo (4.º ano) no próximo ano lectivo. As provas (actualmente realizadas a Português e Matemática no ensino básico) contam 25% para a nota final do aluno no ano de transição, passando a valer 30% nos restantes.

Menos dispersão no 3.º ciclo

Em Setembro entra em vigor uma nova estrutura curricular, que reduz a dispersão com que os alunos do 3.º ciclo se confrontavam. São eliminadas áreas curriculares não disciplinares como o Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Formação Cívica, passando esta última a poder constituir uma oferta da escola. O ministro pretendeu centrar a atenção nas disciplinas essenciais, como Português, Matemática, História e Inglês.

Sinalização dos alunos

A erradicação do abandono escolar está na meta do MEC para “idades inferiores a 15 anos”, através da sinalização dos alunos em risco e intervenções articuladas a nível local.

Neste sentido, será também reavaliado o programa das escolas inseridas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), atualmente 105.

As escolas terão a possibilidade, já no próximo ano lectivo, de criarem temporariamente grupos de alunos de acordo com os resultados escolares por disciplina e ritmos de aprendizagem, por forma a permitir melhores desempenhos a todos. Garante o Governo que estes grupos assumem “um caráter transitório”, devendo os alunos regressar à turma de origem “logo que ultrapassadas as dificuldades”.
A medida servirá também para os alunos com melhores desempenhos escolares poderem “elevar o seu potencial de aprendizagem”.

Selo de qualidade para profissional

No âmbito do ensino profissional, o Governo planeia repartir o investimento e criar um “selo de qualidade” para escolas de referência, envolvendo as empresas, no sentido de desenvolver iniciativas conjuntas de “grande qualidade formativa”, em áreas relevantes para a criação de emprego. A medida visa estimular a criação de cursos profissionais para os vários sectores da actividade económica, “onde os planos curriculares e a formação profissional são definidos em estreita articulação com o tecido empresarial e o financiamento repartido entre Estado e empresas”, lê-se no documento.

Mais autonomia

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) estima também que no próximo ano lectivo se eleve para 60 o número de novos contratos de autonomia a celebrar com escolas. Nas anteriores legislaturas, havia 22 escolas com contrato de autonomia. Segundo o documento, o processo legislativo para rever este modelo está em fase de conclusão.

O MEC pretende que o contrato assente em “objectivos e incentivos” definidos por si e pela comunidade escolar para que as escolas possam abrir-se a “projectos educativos diferenciados e credíveis”.

Selecção de professores

No âmbito da selecção inicial de professores, para integrar no sistema “os mais bem preparados e vocacionados” prevê a realização de uma prova de acesso à carreira cuja componente comum deve ter lugar em Dezembro deste ano.

A realização das componentes específicas da prova de avaliação de conhecimentos de acesso à profissão docente decorrerão entre Fevereiro e Abril de 2013, “a tempo dos próximos concursos de recrutamento de professores”, lê-se no documento.

 

Em curso está também, de acordo com o documento, a transferência de algumas competências das direções regionais de Educação para as escolas até 31 de Dezembro deste ano, no âmbito dos novos contratos de autonomia.Ano dedicado à Ciência

O próximo ano lectivo (2012/2013) será dedicado à Ciência, segundo o documento divulgado hoje pelo Governo para “prestar contas” do primeiro ano de governação e enquadrar as várias medidas.

Nos anos seguintes, o Ministério da Educação e Ciência (MEC) pretende dar seguimento a esta ideia para destacar outras áreas temáticas. Literatura, Artes Plásticas e Música são os exemplos avançados.

Para estreitar a ligação entre a educação, a ciência e a cultura vai iniciar-se o programa “O Mundo na Escola”. Através de um conjunto de acções adequadas aos diferentes níveis de ensino, o programa “fará chegar a todos” conhecimentos, conceitos e obras fundamentais nas várias áreas da ciência e da cultura. Pretende-se “criar um clima que contribua para a consolidação de conhecimentos” e que fomente a curiosidade dos alunos “pelo mundo físico e cultural”.

O MEC tenciona aproximar a população escolar das instituições e dos profissionais que trabalham no domínio científico, através de diversas actividades, “rentabilizando os melhores recursos”.

Mais adesão no PNL

Vão manter-se os projectos do Plano Nacional de Leitura (PNL) com maior adesão e melhores resultados ao nível das escolas. Já o Plano de Acção da Matemática vai acabar por falta de resultados objectivos. No âmbito do PNL será preparada uma selecção de clássicos da literatura portuguesa para o ano lectivo que vai iniciar-se em Setembro, em articulação com a Secretaria de Estado da Cultura e com divulgação na rede de bibliotecas escolares e nas bibliotecas municipais.

Será igualmente elaborado um reportório de filmes para integrar um ciclo de cinema nas escolas dos diferentes níveis de ensino.

No documento indica-se ainda que a semana da leitura do próximo ano lectivo será dedicada ao tema “Mar”, num trabalho conjunto com a Secretaria de Estado do Mar e o Projecto “Portugal Oceano”.

 

fonte:http://www.publico.pt/

17
Jun12

30 mil jovens vão estudar em contexto de trabalho

adm

Governo espera mais jovens em cursos de dupla certificação no ensino secundário.

O Governo quer aumentar o número de jovens que estudam enquanto aprendem uma profissão. Em 2011, eram cerca de 23.700 os abrangidos por este tipo de formação mas o desafio é aumentar o universo para 30 mil, já em Setembro.

De acordo com fonte do Ministério da Economia e doEmprego, os resultados deste modelo apontam para taxas de empregabilidade entre 80 e 90% nos seis meses seguintes à conclusão dos cursos.

A formação profissional em alternância já existe há muitos anos mas o executivo espera que comece a ganhar mais adeptos. Este tipo de formação dirige-se a jovens com menos de 25 anos que já completaram o 9º ano de escolaridade e que pretendem concluir o ensino secundário obtendo, ao mesmo tempo, uma qualificação profissional. Portanto, uma parte da formação é dada em contexto de trabalho, em empresas.

O objectivo, diz a mesma fonte, é que estes jovens possam sair do ensino secundário preparados para uma profissão. E muitos acabam por ser integrados na empresa onde receberam a formação, continua.

A dominar a tabela dos cursos com mais formandos estão as áreas de ciências informáticas, metalurgia e metalomecânica e electricidade e energia. Existem 36 áreas de educação e formação e 99 saídas profissionais.

A formação tem quatro dimensões (sociocultural, científica, tecnológica e prática) e o modelo está a ser articulado entre os ministérios da Economia e da Educação. Aliás, o Diário Económico sabe que os professores com horários reduzidos poderão ser mobilizados para leccionar a componente mais generalista, mais próxima do ensino regular. Além disso, parte da formação poderá ser dada nas escolas quando, até aqui, era exclusiva dos centros de formação. Ainda assim, o grande responsável por este tipo de formação vai continuar a ser o Instituto doEmprego e Formação Profissional (IEFP).

Apesar do aumento esperado no número de formandos, o Governo não quer aumentar muito mais a despesa. Só em 2011, o gasto com formação profissional em alternância ascendeu a 77,7 milhões de euros e grande parte (41,8 milhões) está relacionada com entidades externas de formação. O valor restante diz respeito a centros de formação do IEFP.

fonte:http://economico.sapo.pt/

17
Jun12

Conheça os novos cursos disponíveis este ano

adm

Ensino de línguas e ensino à distância destacam-se nas novidades. Tecnologias e ambiente continuam em voga.

A aposta da Universidade de Aveiro em nove novos mestrados no ensino de línguas, como inglês e língua estrangeira, português e línguas clássicas, língua estrangeira (alemão, francês, espanhol), ensino de educação musical e de música para básico e secundário, são algumas das novas formações mais surpreendentes na lista dos novos mestrados. Talvez a pensar na cada vez maior procura de formação em línguas, essencial para quem quer aventurar-se nos mercados internacionais. Outra das novidades desta universidade é o novo mestrado em Medicina.

Já a Universidade de Évora aventurou-se na área do ensino à distância. Esta instituição abriu um mestrado em Engenharia Informática, que já existia no modelo presencial e foi estendido ao ensino à distância, e ainda uma nova pós-graduação em Ambiente, Sustentabilidade e Educação.

A Universidade de Lisboa criou quatro novos cursos de mestrado, com destaque para o de História do Mediterrâneo Islâmico e Medieval, em regime de parceria com a Universidade de Évora. Os restantes são em Estatística e Investigação Operacional, Matemática Aplicada à Economia e Gestão, e ainda Farmacoterapia e Farmacoepidemiologia.

Na Universidade Técnica, o ISEG abriu, este ano, um novo mestrado em Ciências Acturiais. Já a Universidade da Beira Interior lançou este ano lectivo um novo mestrado em Biotecnologia.

Em linha com o que tem sido a tendência dos últimos anos, a Universidade de Coimbra arrancou com cinco novos cursos de mestrado, mas só o curso de Segurança Alimentar e o de Tecnologias da Informação Geográfica estão em funcionamento, devido a atrasos no processo de acreditação. Já a Universidade da Madeira, optou por manter os cursos que já tinha e não abriu nenhum novo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

16
Jun12

Educação Física não vai contar para a média final do secundário

adm
É mais uma das mudanças anunciadas para o próximo ano lectivo. No ensino secundário, a classificação na disciplina de Educação Física vai deixar de contar para o apuramento da média final dos alunos, não entrando assim em linha de conta para a nota com que se candidatam ao ensino superior, confirmou o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

A notícia já tinha sido avançada pelo Correio da Manhã esta quinta-feira. Em resposta ao PÚBLICO, o MEC esclarece que há uma excepção à nova regra: os resultados de Educação Física continuarão a contar para a média final dos alunos que pretendam “prosseguir estudos nesta área”. Por outro lado, a nota nesta disciplina “é considerada para efeitos de conclusão do nível secundário de educação”. Para concluírem o secundário, os alunos têm de obter pelo menos 10 (numa escala de 0 a 20) a todas as disciplinas.

O gabinete de imprensa do MEC indicou ainda que esta novidade foi comunicada a directores de escolas nas reuniões que têm sido realizadas com as direcções regionais de Educação. As associações de professores da disciplina não foram ouvidas. O Conselho Nacional de Associações de Professores e Profissionais de Educação Física (CNAPEF) está a ponderar pedir uma “audiência de urgência” ao MEC na sequência da divulgação desta medida, adiantou o seu presidente, João Lourenço. 

“É um retrocesso tremendo e uma machadada no estatuto da Educação Física”, comenta este responsável. Desde 2004, a Educação Física tem tido o mesmo estatuto das outras três disciplinas de formação geral (Português, Inglês e Filosofia), mas a partir do próximo ano lectivo o que se espera, com esta medida, é “um desinvestimento dos alunos” porque “do ponto vista social o que tem impacto é a média de acesso ao ensino superior”, frisa João Lourenço.

O presidente do CNAPEF lembra também que não foram apresentados argumentos para justificar a medida. Em 2010, a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) já tinha proposto que as classificações de Educação Física não contassem para a média final dos estudantes, alegando que “muitos dos alunos do ensino secundário não têm grande destreza física” e que “há bons alunos, de excelência até, os quais, apesar do seu empenho, não conseguem obter boas classificações a Educação Física, acabando tal facto por lhes descer a média geral de acesso ao ensino superior”.

João Lourenço diz que, pelo contrário, as classificações nesta disciplina ajudam muitos alunos a subir a sua média. Seja como for, alega, este é um critério “errado”. “Se os critérios de acesso ao superior são estabelecidos com base nas médias das disciplinas, então não se pode discriminar uma em relação às outras" defende, lembrando que há outros critérios de acesso praticados noutros países, onde a média dos alunos para este efeito é calculada com base nas provas elaboradas pelas próprias faculdades. 

“Sendo Portugal um dos piores países europeus no que respeita à prática regular de actividade física, impõe-se uma questão: O que, de facto, pretende o Governo com uma medida como esta?”, questiona ainda.

O CNAPEF continua à espera de resposta do MEC ao pedido que apresentou para outra audiência urgente, na sequência da divulgação, em Maio, das novas matrizes curriculares do secundário que, alertou, retiravam 16 horas/ano à disciplina.

fonte:http://www.publico.pt/E

16
Jun12

Instituto Politécnico de Leiria baixa propinas de mestrado até 25%

adm
O Instituto Politécnico de Leiria decidiu esta sexta-feira, baixar as propinas dos mestrados até 25%, no âmbito das medidas de apoio destinadas a garantir o princípio de que nenhum estudante deixe de continuar estudos por falta de condições económicas.

O instituto decidiu ainda, em conselho geral, manter o valor das propinas das licenciaturas, que não sofrerão qualquer agravamento no próximo ano lectivo, mantendo as actuais condições de pagamento faseado.

O presidente da instituição, Nuno Mangas, explica que o politécnico de Leiria "tem feito um esforço muito grande no sentido de apoiar os seus estudantes e identificar, sempre que possível, precocemente, as situações de dificuldade para poder evitar estas situações mais extremas de incumprimento".

fonte:http://www.publico.pt/

16
Jun12

Mais de 120 mil inscritos para provas finais do 2º e 3º ciclo do Ensino Básico

adm
Mais de 120 mil alunos estão inscritos para as provas finais do 2º e 3º ciclos do ensino básico que se realizam de 18 a 22 de Junho, divulgou hoje o Ministério da Educação.

Os dados oficiais indicam que 121.373 alunos vão fazer as provas do 2º ciclo, no fim do sexto ano, e 102.727 do 3º ciclo, no 9º ano. 

Em ambos os ciclos, a maioria dos alunos pertence ao grupo dos internos do ensino regular. No caso do 2º ciclo, a maior parte (63.255) é do sexo masculino, enquanto no 3º ciclo são mais as raparigas (52.267). 

A maior parte dos alunos que vão fazer prova do 2º ciclo está entre os 11 e os 12 anos, mas há alguns casos de alunos com idade inferior ou igual a 10 anos (657) ou mesmo com 17 anos ou mais (182). 

No terceiro ciclo, a maioria tem 14 ou 15 anos, mas 770 têm 13 anos ou menos e 70 já têm 20 ou mais. 

fonte:http://www.publico.pt/

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