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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

08
Mai12

Estudantes do ensino superior contraem 1.437 empréstimos

adm

Os estudantes do ensino superior contraíram 1.437 empréstimos com recurso a garantia mútua entre janeiro e março, num valor médio 2,6 por cento acima do ano letivo anterior, indicou esta terça-feira uma sociedade de investimento.

Segundo um comunicado da sociedade de investimento SPGM, uma «holding» do sistema de garantia mútua nacional, o valor total dos novos contratos firmados desde 12 de janeiro até 31 de março ascende a 16,9 milhões de euros, tendo sido utilizados 2,24 milhões.

O valor médio dos empréstimos passou de 11,4 para 11,7 mil euros este ano, escreve a Lusa.

«Em menos de cinco anos letivos, o sistema nacional de garantia mútua viabilizou a concessão de crédito a 17.236 estudantes portugueses do ensino superior. Em valor, o montante global dos contratos firmados por estudantes de licenciaturas, mestrados, pós-graduações ou de especialização tecnológica, ao abrigo deste tipo de empréstimos, chegava aos 196,8 milhões de euros no final de março», acrescenta a nota.

O recurso a este tipo de crédito por parte dos estudantes do ensino superior tem vindo a crescer, passando de 3.954 empréstimos concedidos no ano letivo de 2009/2010 para 4.466 no ano seguinte.

Os créditos em incumprimento situam-se nos 1,49 por cento, o que equivale a pouco mais de dois milhões de euros, segundo o mesmo comunicado.

A questão do incumprimento é decisiva «para a banca e para o sistema de garantia mútua continuarem a trabalhar este produto», considera o presidente da SPGM, José Fernando Figueiredo, já que as margens trabalhadas «são negativas».

O crédito com garantia mútua para universitários regressou no começo de janeiro, depois de ter sido suspenso no começo do ano letivo.

As sociedades de garantia mútua são instituições de crédito privadas, mutualistas, detidas por mais de 55 mil Pequenas e Médias Empresas (PME) nacionais, e que emitem garantias aos bancos e outras entidades, em favor das empresas ou de pessoas individuais, como é o caso dos estudantes do ensino superior, no sentido de facilitar o seu acesso ao crédito.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

07
Mai12

Pelo menos 300 alunos abandonaram Universidade de Évora

adm

Pelo menos 300 alunos abandonaram os estudos na Universidade de Évora (Uévora), nos últimos dois anos, por dificuldades económicas, estimou, esta segunda-feira, o presidente da associação académica, mas o reitor admitiu apenas o aumento das desistências.

"É difícil de quantificar o número exato de alunos que abandonou a universidade por questões económicas", mas "as estimativas mais otimistas apontam para cerca de 300", disse à Agência Lusa o presidente da Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE), Paulo Figueira.

Contactado pela Lusa, o reitor da universidade, Carlos Braumann, escusou-se a precisar o número de desistências na academia alentejana, limitando-se a adiantar que, "este ano, o número é um pouco superior ao do ano passado".

"Não sabemos exatamente as razões" das desistências, porque "os estudantes que abandonam a universidade não nos dizem, mas poderão estar relacionadas com as dificuldades que o país atravessa", reconheceu.

O dirigente estudantil explicou que a estimativa resulta da recolha de dados pela AAUE através da plataforma online "SOS Estudante", dos pedidos de alunos à associação académica e do número de bolsas de estudo que este ano foi rejeitado.

De acordo com o responsável, o abandono de estudantes da UÉvora começou no ano letivo passado com a publicação do decreto-lei 70/2010, que alterou a forma de cálculo da capitação dos agregados familiares.

"Entretanto, o decreto-lei foi revogado e este novo regulamento de bolsas de estudo, apesar de ser melhor que o anterior, ainda não é perfeito", disse Paulo Figueira, referindo que "continua a haver atrasos nos pagamentos de bolsas".

Além disso, lembrou, os alunos têm que suportar "os aumentos da eletricidade, água, gás, combustíveis e do preço dos alimentos", o que veio "estrangular as famílias e que, de um momento para o outro, deixaram de poder ter filhos a estudar no ensino superior".

A plataforma online "SOS Estudante" permite aos estudantes da Universidade de Évora contactar a AAUE e, de forma confidencial, expor os seus problemas, indicou, realçando que as dificuldades vão desde o pagamento de propinas até ao simples pedido de fotocópias.

"O caso mais grave foi o de uma colega que recorreu à plataforma para pedir senhas de almoço, porque, com tantas despesas, muitas vezes as refeições ficavam para segundo plano", relatou o presidente da AAUE.

Segundo o dirigente estudantil, a UÉvora tem cerca de 500 mil euros de "propinas incobráveis", ou seja, de "alunos que têm o pagamento das propinas em atraso".

A Associação Académica da Universidade de Évora (AAUE) promove na terça-feira uma vigília noturna para protestar contra o aumento das propinas para o próximo ano letivo, cujo valor máximo foi fixado em 1.037 euros.

fonte:http://www.jn.pt/Pa


06
Mai12

Mais de cem mil alunos fazem provas de aferição na próxima semana

adm

Mais de cem mil alunos do 4º ano do Ensino Básico realizam na próxima semana provas de aferição a Português e Matemática.

No próximo ano letivo, estas provas já vão ter a designação de "prova final" e contar 25 por cento (%) para a nota final do aluno, ponderação que subirá para 30% nos anos seguintes, à semelhança dos exames.

Esta foi uma das alterações introduzidas pelo ministro Nuno Crato no sistema de exames em Portugal, que chegou a considerar inexistente enquanto observador das políticas educativas.

Em consequência dessa alteração, os alunos do 6.º ano já não realizam este ano, no mesmo dia, as provas de aferição. Vão fazer provas finais às mesmas disciplinas em junho e a contar para nota (25% este ano e 30% nos seguintes).

A prova de Língua Portuguesa realiza-se na quarta-feira, às 10:00, e a de Matemática na sexta-feira, à mesma hora.

As provas nacionais de aferição visam recolher informação relevante sobre os desempenhos dos alunos nas áreas de Matemática e Língua Portuguesa.

No que diz respeito aos resultados do ano passado a Matemática, os alunos do 4.º ano revelaram maiores dificuldades na exposição de ideias e resolução de problemas. No "item" da comunicação matemática, em "números e cálculo", apenas 19% teve a resposta totalmente correta.

Os resultados globais das provas foram considerados estáveis, face a 2010, apesar de a média nacional ter descido de 71% para 68%.

Realizaram estas provas 107.271 alunos, segundo o relatório divulgado pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) aquando da publicação dos resultados.

Os resultados das provas de Português baixaram um ponto em relação ao ano anterior (para 69 por cento), embora com mais alunos a atingirem as classificações de "Bom" e "Muito Bom". Realizaram esta prova 103.440 alunos, de acordo com a mesma fonte.

Dados pedidos pela agência Lusa ao Ministério da Educação esta semana dizem que foram feitas 110.277 provas de Língua Portuguesa e 110.273 de Matemática.

No ano passado, a estreia de milhares de alunos no primeiro "exame" da sua vida escolar ficou marcada por uma greve geral da função pública, em dia de prova de Língua Portuguesa.

A então ministra da Educação, Isabel Alçada, garantiu que os alunos impedidos de realizar a prova por causa da greve teriam oportunidade de a fazer noutro dia, mas sem que os resultados contassem para os estudos e estatísticas. Segundo a tutela de então, apenas 270 alunos foram afetados pela paralisação.

O calendário de provas e exames de 2012 foi oficialmente publicado em 10 de fevereiro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

06
Mai12

Universidades apostam nas competências para o emprego

adm

Várias faculdades introduziram nas licenciaturas cadeiras obrigatórias, com aulas mais práticas, de competências sociais e comportamentais.

Preparar os alunos para o mercado de trabalho passa por muito mais do que o que se aprende na sala de aula. Bagagem académica e notas excelentes já não são porta de entrada garantida num bom emprego. As chamadas ‘soft skills' -que passam por competências sociais e comportamentais - são cada vez mais importantes para os empregadores na hora de recrutar. Conscientes disso, várias faculdades começaram a introduzir cadeiras obrigatórias de ‘soft skills', de âmbito mais prático, e de línguas estrangeiras nas licenciaturas. Além disso, actividades extra-curriculares - como estágios, projectos de voluntariado, de empreendedorismo, etc - contam já créditos em algumas delas para a avaliação final do ano.

A importância que os empregadores dão a este tipo de competências é destacada pelos responsáveis das escolas contactadas pelo Diário Económico. As ‘soft skills' "são determinantes para a empregabilidade", resume Ana Canhoto, directora académica das licenciaturas da Católica-Lisbon School of Business & Economics. São "genericamente muito valorizadas pelos empregadores", corrobora Daniel Traça, subdirector da Nova School of Business & Economics. Permitem aos alunos ganhar ferramentas "que complementam a sua formação base" e são "diferenciadoras no mercado de trabalho", diz António Caetano,vice-reitor do ISCTE.

A Católica tem no plano de estudo das licenciaturas de Economia e Gestão o "Programa Learn in Action", que se divide em dois módulos obrigatórios: Comunicação Oral e Escrita e Desenvolvimento de Carreira. As empresas procuram evidências desse tipo de competências no currículo dos alunos,sublinha Ana Canhoto, "privilegiando aqueles que apresentam diferentes experiências profissionais, experiência internacional (Erasmus, Summer Schools, etc.), domínio de línguas estrangeiras, experiências de voluntariado/responsabilidade social, desportos de equipa e outras actividades extra-académicas ou experiências de vida relevantes".

A Nova está a lançar duas cadeiras obrigatórias: Desenvolvimento Pessoal e Competências Interpessoais, numa óptica de ‘experiencial learning'. "O mercado de trabalho actual exige profissionais "que sabem gerir as relações com as pessoas com quem se cruzam e têm estrutura mental para correr riscos, falhar, ultrapassar dificuldades, vencer", reforça Daniel Traça.

António Caetano justifica a criação, há três anos, do Laboratório de Línguas e Competências Transversais no ISCTE: é fundamental desenvolver nos alunos competências "que lhes permitam incrementar a sua capacidade de adaptação à mudança e a novas situações e aumentar o seu potencial de criação de valor no futuro posto de trabalho".

Reconhecida a sua forte formação técnica, os candidatos a engenheiros do Instituto Superior Técnico têm também já cadeiras obrigatórias de ‘soft skills' "para responder às exigências da sua vida profissional", diz Raquel Aires Barros, presidente do Conselho Pedagógico desta escola. Chama-se ‘portfolio pessoal' e passa pela realização de actividades extra-curriculares e de reflexão escrita sobre as mesmas, através de relatórios e projectos.

São competências que têm a ver com o percurso pessoal do aluno e dos seus gostos. Podem ser actividades de índole cultural ou social e é fundamental a colaboração entre os alunos.

FEP e ISEG lançam novas disciplinas no próximo ano lectivo
A Faculdade de Economia da Universidade do Porto ainda não tem, mas vai já lançar, no próximo ano lectivo, duas disciplinas de Competências Pessoais e Sociais, no 2º ano, e está a preparar o módulo extra-curricular ‘Working soft skills'. "Pretendemos, assim, responder às exigências dos principais empregadores de diplomados da FEP, ao nível das competências transversais", justifia o director, João Proença.

Também o ISEG está a equacionar a reformulação do actual plano de estudos no sentido de reforçar a presença das ‘soft skills', incluindo unidades curriculares específicas com carácter obrigatório. Esta escola tem já unidades curriculares, embora ainda não obrigatórias, "que têm verificado uma crescente adesão por parte dos jovens que procuram preparar-sede melhor forma para a vida profissional", diz Jorge Gomes, coordenador da licen ciatura de Gestão. No próximo ano, vai lançar o ‘Student Support Program', que dará grande destaque às ‘soft skills'.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

03
Mai12

Disciplina de EVT foi extinta, mas manuais vão continuar em vigor

adm
Os manuais para as novas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, que passarão a integrar a matriz curricular do 5.º ano já a partir de Setembro, só deverão ser adoptados no ano lectivo de 2013/14, indicou ao PÚBLICO o responsável da Porto Editora, Vasco Teixeira.

Até lá, continuarão em vigor os manuais aprovados para Educação Visual e Tecnológica (EVT), uma disciplina que foi eliminada pela revisão da estrutura curricular aprovada em Abril pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC). 

A prorrogação da vigência dos manuais de EVT por mais um ano foi determinada num despacho da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, também datado de Abril. Uma coincidência é destacada pelo grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, numa interpelação que quarta-feira dirigiu ao MEC, onde se frisa que “uma semana depois da data da última versão da revisão curricular que extingue a EVT do 2.º ciclo, o mesmo Ministério prorroga o manual escolar duma disciplina extinta, e esquece-se de criar manuais para as duas disciplinas que acabava de criar: Educação Visual e Educação Tecnológica para os 5.º e 6º anos”. 

Em resposta a questões do PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC indicou que os manuais estarão em vigor “enquanto não são definidos os perfis curriculares das novas disciplinas” que resultarão da desagregação de EVT. Segundo Vasco Teixeira, o Governo já transmitiu aos editores que, até ao Verão, serão dados a conhecer as alterações aos programas de modo as que os novos manuais possam ser elaborados e aprovados para entrarem em vigor em 2013.

No próximo ano lectivo, os alunos que transitam para o 6.º ano ainda têm EVT, o que só por si justificaria a manutenção dos manuais, defende Vasco Teixeira, lembrando que estes são comuns ao 5.º e 6.º ano e elaborados, por isso, “numa lógica de ciclo”. Por os seus conteúdos também se encontrarem divididos entre as duas componentes de EVT, o responsável da Porto Editora considera que os docentes e alunos “não terão dificuldades” na gestão dos materiais.

Já para o BE, a prorrogação da vigência dos manuais de uma disciplina que foi extinta até poderia parecer “uma piada de mau gosto” do MEC, “não fosse o impacto que esta medida vai ter junto dos milhares de docentes” de EVT, e indicia que o ministério “está desnorteado” com a decisão que tomou.

Segundo o gabinete de imprensa do MEC, o calendário de adopções de manuais previa para este ano a aprovação de novos manuais para EVT, "váliados por seis anos, o que não se justifica face à desagregação", daquela disciplina, tendo sido ouvidos para esta decisão editores e livreiros,

fonte:http://www.publico.pt/E

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