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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

21
Abr12

Ordem dos Médicos pondera criação de exame de acesso

adm
O bastonário da Ordem dos Médicos disse hoje querer aproveitar a vontade do Governo para alterar a lei que regula as ordens e câmaras profissionais para ponderar a criação de um exame de acesso à profissão.

“Neste momento temos cursos de Medicina de quatro anos em Portugal e temos alguma reserva sobre a qualificação desses mestres. Têm um 1.º ciclo que não tem nada a ver com medicina, e depois fazem um 2.º ciclo de quatro anos e saem médicos. É diferente uma formação de quatro anos e uma formação de seis. Queremos analisar essa questão, e se calhar esta é uma boa oportunidade para o fazermos. É uma análise que vai decorrer do diálogo com o ministério da Economia”, disse José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos.

A sugestão do bastonário surge depois de, ontem, o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, ter anunciado que o Governo está a ponderar uma revisão legislativa para “harmonizar” a lei que regulamenta as ordens e câmaras profissionais.

Entre as propostas do Governo estão um estágio máximo de 18 meses, com excepção dos casos das profissões ligadas à saúde, como os médicos e enfermeiros, que mantém estágios com períodos mais longos por transposição legal das directivas europeias; e a realização de apenas um exame, no início ou no final do estágio, para acesso à profissão, entre outros.

Até agora não existe qualquer exame de acesso à carreira médica em Portugal, e a entrada na ordem é automaticamente garantida pela detenção de um diploma de Medicina, atribuindo-se às universidades o reconhecimento da validade desses diplomas.

Apesar disso, José Manuel Silva afirmou que as reservas quanto às diferenças no nível da formação dos médicos levantam também dúvidas quanto sobre o “reconhecimento da capacidade de exercício profissional com autonomia”, dúvidas essas que um exame de acesso à profissão poderia ajudar a dissipar.

“Há a ideia de que a Ordem garante a qualidade dos médicos, mas só garante a qualidade da formação pós-graduada, dos especialistas, não dos médicos. Portanto, é algo que nós queremos analisar e que está em cima da mesa, mas não queria adiantar nada, porque não há nada consensualizado”, declarou o bastonário.

José Manuel Silva revelou que foi contactado pelo ministro da Economia, que manifestou interesse em ouvir os contributos da Ordem dos Médicos neste processo.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

21
Abr12

Fenprof alerta municípios para perigos dos mega-agrupamentos

adm
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) lançou hoje um abaixo-assinado por mais investimento na educação e decidiu enviar uma carta aos presidentes das assembleias municipais para os alertar para a constituição dos chamados mega agrupamentos escolares.

As assinaturas para o abaixo-assinado/petição contra os cortes orçamentais no sector vão ser recolhidas em reuniões a realizar nas escolas e através da Internet, para serem entregues, em Maio, ao Presidente da República, Cavaco Silva, à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, ao primeiro-ministro, Passos Coelho, e ao ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.

“A educação está a ser vítima de fortes cortes orçamentais que, só nos últimos dois anos, totalizaram 2300 milhões de euros”, lê-se no documento, em que se frisa também que o investimento português em educação passou a valer apenas 3,8% do Produto Interno Bruto, “o valor mais baixo da União Europeia”.

Aos presidentes de todas as assembleias municipais, é enviada uma missiva em que a Fenprof dá conta das suas preocupações sobre o processo de agregação de escolas.

Para a federação, está em causa a desumanização das escolas, afastando-se a gestão das famílias e de toda a comunidade educativa e provocando o aumento do desemprego entre professores e outros funcionários.

Segundo a Fenprof, a medida irá também afectar a actividade económica de vários concelhos do país. Por estes motivos, a federação pede às assembleias municipais que agendem esta discussão.

“São conhecidas as preocupações de diversos órgãos de gestão das escolas e executivos municipais que, no entanto, não estão a ser atendidas ou estão a ser desvalorizadas”, lê-se no documento.

O secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, Casanova de Almeida, afirmou ontem que a reorganização da rede escolar vai estar concluída em Maio, para dar tempo às escolas de se organizarem para o próximo ano lectivo.

fonte:http://www.publico.pt/

18
Abr12

Exames proibidos a alunos com faltas a mais

adm
A partir da próxima época de exames, que começa em Junho, os alunos do ensino secundário vão deixar de poder realizar exames ou provas de equivalência à frequência das disciplinas em que tenham excesso de faltas, estipula uma portaria ontem publicada em Diário da República.

Até agora, e apesar do novo Estatuto do Aluno aprovado em 2010 definir a retenção por falta de assiduidade, os alunos do secundário nesta situação podiam tentar concluir as disciplinas em que tinham faltas a mais na 2.ª fase dos exames ou das provas de equivalência à frequência. Com as alterações, que já estavam previstas no novo regulamento de exames, passarão a ficar obrigatoriamente retidos.

Nos termos deste regulamento, os estudantes do 3.º ciclo com excesso de faltas também ficarão automaticamente retidos, não podendo anular a matrícula para se candidatar a exame e tentar concluir assim o 9.º ano, conforme sucedeu no ano passado. 

As provas de equivalência à frequência só existem nas disciplinas não sujeitas a exame nacional e destinam-se a alunos que anularam a matrícula ou que não se encontravam inscritos, os chamados autopropostos. Os estudantes que não tinham aproveitamento a uma ou duas disciplinas podiam realizar provas ou exames nacionais destas cadeiras na 2.ª fase.

Esta possibilidade foi transferida agora para a 1.ª fase, que se tornou obrigatória. 

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, a portaria ontem publicada "alarga o leque de alunos" do 11.º ano que podem realizar tanto as provas de equivalência à frequência como os exames nacionais, permitindo que sejam feitos também, por exemplo, para melhoria de nota e não só para efeitos de aprovação, conforme se encontrava estipulado na redacção anterior deste diploma.

A 1.ª fase dos exames decorre de 18 a 26 de Junho. A 2.ª fase de 13 a 18 de Julho.

fonte:http://www.publico.pt/E

18
Abr12

Universidade de Coimbra vai ter cantina aberta ao fim-de-semana

adm
A Universidade de Coimbra anunciou hoje a reabertura de uma cantina aos fins-de-semana, a partir de 5 de Maio, por ocasião da Queima das Fitas, um mês após o protesto dos estudantes.

Desde o início do ano lectivo que os estudantes estavam privados de uma cantina universitária em funcionamento aos sábados e domingos, o que levou alunos a ocuparem uma das cantinas, durante o segundo fim-de-semana de Março.

“Foi feita alguma justiça, numa altura tão difícil como esta, qualquer boa notícia é uma grande vitória, é uma vitória para a direcção-geral e para os estudantes, sobretudo os mais carenciados que cada vez mais dificuldades têm em ir a casa aos fins-de-semana”, reagiu o presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), Ricardo Morgado.

Para o dirigente estudantil, “não fazia sentido não haver pelo menos uma cantina aberta” na universidade do país com “maior número de estudantes deslocados”.

O reitor, João Gabriel Silva, reconheceu que era “negativo” não haver uma cantina, onde as refeições são a preços “mais baixos” que o mercado (2,40 euros o prato), aberta aos sábados e domingos. A reabertura de uma cantina é possível “graças à reestruturação em curso nos Serviços de Acção Social (SASUC), que permite reorientar os recursos”, explicou.

A reestruturação dos SASUC está em curso desde a posse da nova administradora, a 20 de Março, altura em que o reitor avançara que a reabertura de uma cantina aos fins-de-semana implicaria o fecho de “uma ou duas, no Pólo I”, durante os dias úteis.

Hoje, o reitor avançou que a situação ficará definida “até ao final do mês, início de Maio”, prevendo-se a concretização do fecho ainda durante esse mês. Ao contrário do passado, será a mesma cantina – as “Amarelas” – a estar aberta para almoços e jantares aos sábados e domingos.

“A rotatividade [das cantinas em funcionamento] era um dos problemas do sistema anterior – os estudantes acabavam por ficar um pouco ‘perdidos’, porque não sabiam bem qual era a cantina que estava aberta”, disse o reitor, referindo ser essa uma das justificações para a procura ser “relativamente baixa” aos fins-de-semana.

A Universidade de Coimbra tem cerca de 23 mil alunos e um total de 15 espaços para refeições.

fonte:http://www.publico.pt/

18
Abr12

Escola remodelada no ano passado sem dinheiro para facturas de água e luz

adm
Uma remodelação de 10,2 milhões de euros dotou a secundária Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, de sistemas de climatização e equipamentos que a escola não pode usar por falta de verbas para pagar a água e a electricidade.

“A escola foi dotada de condições de conforto que não podemos usar porque as facturas da água e electricidade dispararam para o dobro dos valores que costumávamos pagar”, disse o presidente da direcção da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro (ESRBP), António Veiga.

A escola, construída em 1964, beneficiou no ano passado de uma remodelação de 10,2 milhões de euros, no âmbito do programa "Renovar as escolas para o Futuro", promovido pela empresa pública Parque Escolar.

A obra incidiu na requalificação dos blocos existentes e na construção de um novo onde ficaram instalados os serviços administrativos, uma biblioteca e um auditório.

Dotada de novas tecnologias (como quadros interactivos ou projectores em quase todas as salas) e remodelada a nível de ginásio e balneários, a escola viu aumentados os pontos de distribuição de água e alterado o sistema eléctrico, que passou a funcionar de forma centralizada.

“De duas casas de banho passámos para seis, todas com torneira temporizada, que fica a correr mesmo depois de as pessoas usarem a água que precisam, tal como acontece com a luz, que acende quando alguém entra e só apaga concluído o tempo programado”, explicou António Veiga.

A isto se soma o “ar condicionado, um auditório que gasta bastante energia, equipamentos informáticos e até um sistema de rega que nem sequer usamos porque seria incomportável”, acrescentou.

O sistema de rega foi instalado no pressuposto de que a escola beneficiaria de arranjos exteriores e passaria a ter relva. “Esse arranjo não foi feito e ainda bem, porque escusamos de ligar o sistema para regar as ervas daninhas”, ironiza o director, acrescentando: “Se ligássemos a rega, a câmara penhorava-nos a escola”.

Menos de um ano depois de instaladas as melhorias, a palavra de ordem passou a ser “poupar tudo o que se pode em termos de consumos de água e de luz” para conseguir manter a escola sem dívidas.

Ainda sem orçamento de escola aprovado e sem resposta do Ministério da Educação a um pedido de reforço orçamental para compensar o aumento de consumos, António Veiga teme que “a partir de Setembro não haja verba suficiente para custear a água e a luz”.

O clima temperado ajudará a que “o ar condicionado não seja ligado para poupar”, mas a chegada do Inverno obrigará a que “nos dias mais pequenos as luzes tenham que se acender mais cedo e os custos disparem” no estabelecimento, frequentado por 960 alunos durante o dia e algumas centenas de estudante de ensino nocturno.

A solução para o problema passaria “pela instalação de 200 metros de painéis fotovoltaicos” que, segundo o director, “foram prometidos pelo anterior presidente da Parque Escolar” e que permitiriam à escola “produzir energia suficiente para alimentar todos estes equipamentos, usar o conforto instalado e até vender alguma energia”.

A Lusa contactou a Parque Escolar, mas até ao momento não obteve respostas sobre a escola intervencionada ao abrigo do programa, que tinha como objectivos, entre outros, “criar um sistema eficaz de gestão dos edifícios” e “garantir a plena utilização das instalações”.

fonte:http://www.publico.pt/

16
Abr12

Pais contra o aumento do número de alunos por turma

adm
Quer a Confap quer a CNIPE revelam-se contra a decisão do Governo de aumentar de 28 para 30 o número de alunos por turma.

A Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap) desaprovou no domingo, em Vila Real, a medida do Governo de aumentar o número de alunos por turma entre o 5.º e o 12.º anos, dos actuais 28 para 30 estudantes. Também a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) lamenta a decisão governamental.

Reunida em assembleia-geral, a Confap aprovou um documento que será remetido ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e ministros da Educação e da Solidariedade e Segurança Social. Segundo o presidente da confederação, Albino Almeira, os pais desaprovam a medida e lamentou a forma como a alteração foi anunciada, sem as associações de pais terem sido ouvidas ou envolvidas no processo. Referiu ainda não entender esta imposição às escolas, numa altura em que se fala precisamente de lhes dar mais autonomia.

Por princípio, a Confap “não associa o número de alunos por turma ao sucesso escolar”, mas considera que a “organização das turmas nas escolas é o segredo de encontrar vias de qualificação do ensino e da aprendizagem”. “Dificilmente os portugueses entenderão que nas cidades em que temos muitos jovens multiculturais, com dialectos e linguagens diferentes, seja possível garantir sucesso educativo com 30 alunos numa turma”, salientou.

A confederação reagiu com preocupação ao facto de nada se ter dito sobre as turmas com alunos com necessidades educativas especiais e que, segundo Albino Almeida, no passado, “levavam à redução de dois alunos por turma e a um máximo de alunos por turma inferior ao valor até agora estabelecido”. Outra preocupação dos pais é a dificuldade de se “encontrar no interior do país 30 alunos para organizar a oferta do ensino recorrente”. “Na prática isto é impedir muitos alunos de estudar à noite”, frisou Albino Almeida.

“Esta forma de conceber a constituição de turmas confirma que os responsáveis pelo Ministério da Educação se debruçam exclusivamente sobre os números e as estatísticas, esquecendo que a escola é feita de pessoas”, refere a CNIPE, em comunicado. Quanto mais crianças e jovens forem agrupados numa sala de aula, maiores serão os estímulos à distracção e à desconcentração e menores as possibilidades de haver um ensino mais individualizado.

O sucesso escolar sustentado é extremamente difícil de conseguir em turmas com mais de 18 alunos, sustenta a CNIPE, defendendo que aumentar o número de alunos por turma é hipotecar o futuro dos educandos e reduzir as possibilidades da escola pública poder contribuir para um salto qualitativo da sociedade.

Escolher a escola

Outra alteração anunciada pelo Governo é a possibilidade dos pais escolherem a escola que os filhos vão frequentar no ensino pré-escolar e no básico (até ao 9.º ano). Contudo, o diploma salvaguarda que, caso o estabelecimento escolhido não seja na área de residência, as despesas que essa opção possa significar ficam por conta do encarregado de educação ou do aluno, desde que a escola da zona onde reside tenha o percurso formativo desejado.

A Confap “lamenta que a liberdade de escolha da escola dependa da capacidade dos pais para pagarem o transporte”.

fonte:http://www.publico.pt/E

16
Abr12

Rever nota de exame subiu de 15 para 25 euros

adm
Mais dez euros é quanto vai custar aos alunos que realizem exames o pedido de revisão da nota, caso não estejam satisfeitos com a avaliação atribuída.

Segundo o despacho do Gabinete da Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, o pedido de reapreciação das provas aumento de 15 para 25 euros.

Para contestar uma nota, o aluno (quando maior de idade) ou encarregado de educação deve fazer um requerimento, dirigido ao director da escola e entregue, nos dois dias úteis imediatamente após a publicação das classificações, na secretaria da escola onde foram afixados os resultados. 

A escola fica encarregue de, nos dois dias úteis seguintes, fornecer as cópias do exame, com as cotações e critérios de classificação. Caso o aluno queira pedir a reapreciação, o aluno deverá pagar 25 euros. Este valor pode ser restituido ao estudante caso a classificação do exame seja superior à inicial.

fonte:http://www.publico.pt/

16
Abr12

Reitor de Coimbra rejeita violência nas praxes

adm
O reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, considera “completamente inaceitável qualquer tipo de violência” na praxe académica, com os docentes a defenderem a criação de um gabinete de apoio aos alunos visados.

“Os relatos que tenho visto são no sentido de ter havido actos de violência”, lamenta o reitor, numa alusão a queixas de alunos, que levaram o Conselho de Veteranos a abrir um inquérito e a suspender, “por tempo indeterminado”, a chamada Praxe de Gozo e de Mobilização, ou seja, a interação dos “doutores” com os caloiros.

Há cerca de três semanas, João Luís, o dux veteranorum, responsável pelo Conselho de Veteranos, disse à Lusa que “foram apresentadas algumas queixas de alunos de várias faculdades, de que poderá ter havido atropelos”, o que motivou abaixo-assinados entre os docentes, promovidos nas faculdades de Letras e de Economia.

“Foi feita a identificação correcta de toda a gente [envolvida nos casos], esta semana e na próxima vamos ouvir todos, para depois elaborar um relatório”, disse hoje João Luís.

dux veteranorum entende que participar na praxe implica “civismo, juízo e educação, exige uma postura de cavalheiros, no sentido figurado”.

“Se alguém não estiver trajado é um arruaceiro, mas se estiver de capa e batina a culpa já é da praxe”, observou, numa alusão a actos violentos, ao sustentar que o que está em causa é o “bom senso nos comportamentos” e não a praxe académica.

João Luís não concorda, por isso, com algumas afirmações contidas no abaixo-assinado promovido por docentes da Faculdade de Letras, no que toca à “falta de educação” por parte de quem exerce a praxe.

O documento, com perto de 120 assinaturas de professores, é entregue ao diretor da Faculdade de Letras na quarta-feira, dia em que se realiza um debate sobre “A praxe académica ontem e hoje”, com a participação dos historiadores Luís Reis Torgal e Rui Bebiano, o sociólogo Elísio Estanque, o ex-presidente da Associação Académica de Coimbra André Oliveira, e Rita Rigueiro, do Conselho de Veteranos.

Código violento

“O Código da Praxe, ele próprio, é violento, defende uma série de sanções violentas, não para os que exercem a praxe, mas para os que violam a hierarquia da praxe, como alguém que não vestiu a capa correctamente, que não se comportou como caloiro, etc”, disse Catarina Martins, uma das promotoras do documento.

Os docentes solicitam aos órgãos da universidade a interdição de certas formas de praxe académica, que consideram indignas, e defendem a criação de um gabinete ou outro tipo de infraestrutura de apoio aos estudantes que recusem participar na praxe.

“Estes casos deviam ser investigados mas pela Justiça; não tem havido [mais] queixas formais porque há um clima de violência psicológica, de atemorização. No contacto com os alunos, no dia a dia, constatamos que essa violência psicológica existe”, sustentou a docente.

O reitor destaca que foram os próprios estudantes, através do Conselho de Veteranos, a “tomar a iniciativa de condenar” os alegados abusos e a “intervir”, havendo uma espécie de “auto-regulação”.

“Essa auto-regulação será suficiente? Não sei. Pelo menos temos obrigação de deixar os estudantes avançar no tratamento desta questão, de resolvê-la”, afirmou João Gabriel Silva, encarando como “positivo” o debate entretanto gerado na universidade.

Os incidentes que terão ocorrido em Coimbra foram classificados pelo ministro da Educação como lamentáveis, tendo Nuno Crato aconselhado maior civilidade aos estudantes que recebem os caloiros.

fonte:http://www.publico.pt

15
Abr12

10 dicas para melhorar as notas do seu ilho

adm

No terceiro período urge um “forcing” final



1 – Estabeleça objetivos com a criança. É importante que avaliem juntos, de forma a que o estudo não seja uma imposição dos pais; 

2 – Façam um plano de estudo diário. Nesta reta final não vale a pena correr riscos;

3 – Peça um resumo de quatro linhas diárias do que aprendeu; 

4-Restrinja o uso da internet neste período, aliciando para o período pós-escolar;

5 –Deixe-o escolher um livro para que todos os dias dedique um tempo à leitura. Ajuda a desenvolver a compreensão e a escrita;

6 - Fale abertamente sobre as dificuldades e sobre a necessidade, ou não, de um explicador;

7 – Fale com os professores para saber em que áreas deve atuar, envolvendo-os também neste “forcing” final;

8 – Dê-lhe confiança. Mostre que confia nele e na melhoria das suas notas;

9 – Tenha cuidado com a linguagem e com a pressão, pois pode ter um efeito inverso;

10 – Dedique-lhe mais tempo. Façam testes em conjunto num jogo tipo batalha naval para avaliar quem sabe mais…o seu filho vai adorar ganhar-lhe

fonte:http://familia.sapo.pt/

14
Abr12

Linha SOS-Estudante dá apoio emocional a quem já não estuda

adm
A Linha SOS-Estudante, criada há 15 anos para oferecer apoio emocional e fazer prevenção primária do suicídio entre alunos da Universidade de Coimbra, expandiu-se e agora já é mais procurada por cidadãos de vários pontos do país.

A ideia inicial era criar uma linha telefónica de apoio emocional e prevenção ao suicídio, dirigida aos estudantes, mas hoje já não são estes, nem os de Coimbra, a procurar o “ouvido disponível” dos jovens voluntários, revela Joana Paiva, presidente e aluna de Psicologia.

“Nunca se restringiram os acessos. Sempre divulgámos os números de telefone e o seu horário, e o que acontece hoje em dia é que a maior parte das pessoas que nos liga não são estudantes, nem são da faixa etária habitual dos estudantes, são mais velhas, em média entre os 18 e os 35 anos, e maioritariamente do sexo masculino”, explicou.

Com o estatuto de secção cultural da Associação Académica de Coimbra (AAC), a linha foi fundada a 17 de Abril de 1997, muito por iniciativa do então estudante de Arquitectura Paulo David Carvalho, para dar apoio a colegas que sofriam com a deslocação das suas terras e não se sentiam devidamente integrados na comunidade estudantil.

A motivação era tão forte que chegaram a deslocar-se a Inglaterra, para conhecer a realidade da organização Samaritans, e a buscar apoio em instituições portuguesas e na Universidade de Coimbra, para montar a linha telefónica e formar os primeiros voluntários.

Actualmente, a Linha SOS-Estudante está acessível de segunda a sexta-feira, entre as 20h00 e a 01h00, através dos números 808200204 (número azul) e 969554545, graças à solidariedade de 15 voluntários.

Desde finais de 2011 encontra-se interrompido o habitual atendimento aos fins-de-semana, por diminuição dos voluntários, mas em breve esse período deverá ser retomado com a entrada de novos colaboradores.

Uma das regras deste serviço, além do atendimento anónimo e confidencial, é a preservação do anonimato absoluto dos voluntários, reservando a SOS-Estudante cinco dirigentes para os contactos com a comunidade, aos quais está vedado o apoio a quem pede ajuda telefónica.

Os relacionamentos, o luto, a sexualidade, a solidão são os problemas dominantes de quem procura “um ouvido disponível para escutar, sem qualquer juízo de valor ou juízo moral”, explicou Joana Paiva, há quatro anos voluntária neste projecto.

60 chamadas por mês

Os dados apurados do ano lectivo de 2010/2011 indicam que foram atendidas, em média, 60 chamadas por mês, mas os indicadores apontam para um crescimento dos pedidos desde então, salientou a responsável.

Além do serviço de atendimento, ao longo do ano a Linha SOS-Estudante promove debates e tertúlias sobre os temas que mais são aflorados por quem procura ajuda, a morte, solidão, suicídio, sexualidade.

fonte:http://www.publico.pt/

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