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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

08
Dez11

Um quinto da população portuguesa não tem qualquer nível de ensino

adm

 Condições de habitabilidade melhoraram substancialmente na última década, mas ainda há quase dois por cento de alojamentos sem instalação de banho ou duche.

Entre 2001 e 2011 quase duplicou o número de pessoas que passou a ter curso superior – são agora cerca de 1,2 milhões. Esta tendência também se verifica no ensino secundário. Mas, contas feitas, apenas 12% da população possui o ensino superior completo, 13% o secundário, o que contrasta com os 19% da população sem qualquer nível de ensino. São dados provisórios do Censos 2011 ontem divulgados no Instituto Nacional de Estatística (INE), em Lisboa.

O coordenador do Gabinete de Censos do Instituto Nacional de Estatística (INE), Fernando Casimiro, destacou ontem a passagem de 284 mil licenciados em 1991, 674 mil em 2001 e 1,262 milhões de pessoas este ano. São as mulheres quem possui qualificações mais elevadas, sendo 61% dos licenciados do sexo feminino, mas são também as mulheres que predominam no grupo de pessoas sem qualquer escolaridade. Apesar das boas notícias, 19% das pessoas não têm qualquer nível de ensino. O ensino básico do 1.º ciclo corresponde ao nível mais elevado da população – 25%.

Em 30 anos Portugal perdeu um milhão de crianças (até aos 14 anos) e ganhou 900 mil idosos (mais de 65 anos). "A população idosa quase dobrou a sua representação no país", disse Fernando Casimiro, nesta segunda fase da apresentação dos dados do recenseamento geral da população de 2011. Hoje, 19% dos portugueses têm 65 ou mais anos de idade. Mas há excepções, "as regiões autónomas são uma espécie de reserva demográfica", sublinhou. Na Madeira a população aumentou 9,3% e nos Açores 2,06%. As ilhas superam as restantes regiões na população jovem e nas menores percentagens de população idosa.

No grupo etário mais jovem, até aos 14 anos de idade, inclui-se 15% da população residente em Portugal. De acordo com o INE, há "um duplo envelhecimento dos portugueses", por um lado pelo aumento da população idosa, e por outro pela redução da população jovem, especialmente nas regiões do Alentejo e Centro. Na última década houve um agravamento do índice de dependência total, que passou de 48 para 52, o que significa que por cada 100 pessoas em idade activa existem 52 dependentes.

As chamadas famílias unipessoais foram as que mais cresceram, 37,3% em dez anos, o que resultará sobretudo do envelhecimento da população, um valor muito acima das chamadas "famílias clássicas", cujo aumento se ficou pelos 10,8% no mesmo período de tempo.

No Portugal de 2011 são 21,4% os que vivem sozinhos, uma realidade mais vincada no interior do país, na região Centro e Sul do país, mas que também atinge valores muito elevados nos munícipios de Lisboa e Porto. A dimensão média das famílias é, em 2011, de 2,6 pessoas, enquanto que em 2001 era de 2,8. Há uma "estabilização das famílias com três pessoas", revelam também os dados do Censos 2011.

A redução do núcleo familiar é também visível na diminuição das famílias com quatro e com cinco ou mais pessoas: passaram de 15,4% em 1991 para 6,5% este ano.

Tal como já acontecia há dez anos, continua a haver mais mulheres do que homens no país, mas a tendência acentuou-se: há 91,5 homens para 100 mulheres, face a 93,4 por 100 mulheres há uma década. As maiores taxas de mortalidade no masculino e a sua menor esperança de vida ajudam a explicar este fenómeno, que não se verifica em todas as faixas etárias. Por exemplo, até aos 24 anos predominam eles em relação a elas (13,1% face a 12,6% do total da população).

Casados são 47%

O grupo dos indivíduos casados é o que tem maior peso, em ambos os sexos, englobando 47% dos portugueses. A população divorciada, com uma representatividade de 6% do total da população, tem mais peso no Sul e nos municípios do litoral.

 

Depois de ter dado conta, em Julho, do aumento em 12,1% dos edifícios e de mais 16,3% de alojamentos destinados à habitação, o INE dá agora nota "de um ganho significativo das condições" das residências em Portugal. Subiram 70% as habitações que passaram a ter esgotos, sendo o Algarve e o Alentejo os que mais se afastam da média nacional pela negativa, reduziram-se substancialmente as casas sem casa de banho ou duche e sem água canalizada.Em termos nacionais, continuam a não dispor de água canalizada 0,59% (23.579) dos alojamentos, não têm esgotos 0,45% dos alojamentos (17.966) e a falta de casa de banho com instalações de banho ou duche ocorre em 1,92% das casas (76.924).

Os números divulgados confirmam os resultados preliminares já apresentados este ano e revelam que a população residente aumentou cerca de dois por cento nos últimos dez anos, sendo que no passado dia 21 de Março (momento censitário) viviam no país 10.561.614 pessoas. O crescimento registado deve-se principalmente ao saldo migratório (91%) e em 9% ao saldo natural. Só no terceiro trimestre do próximo ano vão ser divulgados os dados definitivos do Censos.

Os Censos 2011 em cinco indicadores-chave


Lisboa mais instruída
A população da região de Lisboa apresenta, em comparação com as restantes, níveis de ensino mais elevados. Têm um curso superior 16,7% da população. O Centro, Algarve e Norte estão quase ao mesmo nível, com 10% de licenciados. No extremo oposto estão os Açores, com apenas 8,4% da população com licenciatura.

Resistentes no interior
O número de municípios que perderam população aumentou: de 171 em 2001 passaram para 198 em 2011. Mas há cidades do interior que resistem à desertificação: Bragança, Viseu, Castelo Branco, Évora e Beja. Continua a concentração na costa, sendo maior na faixa litoral a norte de Setúbal, Algarve e áreas metropolitanas.

Construções algarvias
O crescimento do número de habitações construídas é comum a todas as regiões do país, mas o Algarve tem, na última década, o maior crescimento em termos de edifícios (mais 23,9%). A região autónoma da Madeira surge como a segunda região com maior crescimento do parque habitacional da última década.

Metade casados
Apesar do aumento dos divórcios, os casados continuam a representar grande parte da população: são 47%, face a 40% de solteiros, 7% de viúvos e 6% de divorciados. Os solteiros são mais homens (51,6%), os divorciados mais mulheres (58,6%).

Casa própria
Cerca de 73% dos alojamentos de residência habitual são ocupados pelo proprietário, já os arrendados representam 19,7% das residências e as restantes situações, tais como empréstimos ou outras, constituem 6,8%. Lisboa é a região do país com maior percentagem de arrendamento (27%).

fonte:http://www.publico.pt/


07
Dez11

Número de licenciados duplica em 10 anos

adm

O número de pessoas residentes em Portugal com formação superior quase duplicou na última década e representa cerca de 12 por cento da população.

Esta quarta-feira, durante a apresentação dos primeiros resultados dos Censos 2011 a presidente do Instituto Nacional de Estatística, Alda de Caetano Carvalho, explicou que esta conclusão equivale a uma evolução «mais rápida do que era previsto». 

«O nível de ensino da população residente registou progressos significativos ao longo dos últimos 30 anos», resumiu o coordenador do Gabinete dos Censos, Fernando Casimiro, citado pela agência Lusa. 

No caso do Ensino Superior, entre 1991 e 2011 o número de pessoas com formação superior «aumentou quase um milhão». Em 1991 eram 284 mil; em 2001 o número de licenciados era 674 mil, e em Março de 2011, já passava os 1.260 mil. Ou seja, só nos últimos 10 anos, o número de licenciados duplicou.

Mas as novidades não se resumem ao Ensino Superior

Os alunos que terminaram o ensino secundário também duplicaram nos últimos 20 anos passando de 643 mil, no início da década de 90, para os actuais 1.363 estudantes.

No total, os números significam que cerca de 12% da população tem formação superior - sendo que o género feminino lidera a tabela; 13% concluiu o ensino secundário; 16% tem o 3º ciclo e 13% parou os estudos depois de completar o 2º ciclo. Mas é a tradicional quarta classe que reúne a maior percentagem da população: uma em cada quatro pessoas tem apenas o ensino básico.

Em Portugal, 19% da população permanece sem qualquer nível de ensino.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

05
Dez11

Fusão de duas Universidades de Lisboa será decidida até Maio

adm

 A decisão de fusão da Universidade de Lisboa e da Universidade Técnica de Lisboa (UTL) deverá ser tomada até Maio. A estimativa foi avançada ao PÚBLICO pelo novo reitor da UTL, António Cruz Serra. “Existem condições para que, até Maio, os Conselhos Gerais das duas Universidades tomem a decisão de fusão”, indicou.

Cruz Serra, que hoje foi eleito reitor, integra o grupo de trabalho que, desde Julho, tem estudado a possível fusão destas universidades. O grupo foi criado por iniciativa dos reitores da Universidade de Lisboa, António Nóvoa, e da UTL, Ramôa Ribeiro, que faleceu recentemente.

Após a decisão de fusão, competirá ao Governo aprovar o decreto-lei com vista à instalação da nova universidade resultante da fusão. Segundo Cruz Serra, que desde 2009 preside ao Instituto Superior Técnico, este procedimento poderá será adoptado “quase imediatamente a seguir” à decisão de fusão. A serem cumpridos estes passos, no início do Verão de 2013 a nova universidade poderá já estar em funcionamento. “Existirão novidades em breve e documentos concretos para as faculdades darem o seu parecer. É preciso envolver toda a comunidade académica neste processo”, garantiu, frisando que este “é um projecto mobilizador”.

A fusão das duas universidades mais antigas de Lisboa dará “um exemplo” do que deve ser feito para “aumentar a visibilidade” e “capacidade de competição internacional” das instituições do ensino superior português. Cruz Serra espera que o Governo seja capaz de responder ao exemplo, aumentando a autonomia da nova universidade. A racionalização da rede do ensino superior faz parte dos objectivos elencados no programa do Governo.

O novo reitor não vê alternativas a este caminho. “Temos o maior número de universidadesper capita da Europa e ainda existem mais politécnicos do que universidades”, lembra. Segundo ele, esta situação deixou de ser compatível tanto com as alterações demográficas, económicas, sociais e tecnológicas das últimas décadas, como com os sucessivos cortes nas transferências do Estado para as instituições do ensino superior: “É absolutamente necessário reduzir o número de instituições. Com o baixíssimo orçamento de que se dispõe conseguir-se-á fazer mais por via desta racionalização, da qual resultarão novas sinergias”.

Segundo Cruz Serra, este processo deverá ser feito sobretudo através da fusão de instituições e não tanto por via do encerramento.”Há pólos no interior que são vitais para o desenvolvimento regional”, lembra.

Para garantir a qualidade do que já tem qualidade no ensino superior português, afirma que será também “imprescindível” rever o seu modelo de financiamento. O ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, já prometeu um novo modelo para o próximo ano, mas não se sabe ainda que princípios o nortearão.

Cruz Serra defende que este deve ser diferenciado em função da qualidade do ensino ministrado e do nível de investigação desenvolvido nas universidades: “Temos de financiar de modo diferente aquilo que é diferente”. É a única forma, segundo o responsável, de se conseguir ter “universidades capazes de competir com as melhores” a nível internacional. Caso não se vá por aí, e com os novos cortes anunciados para o sector, as boas universidades em Portugal vão deixar de o ser, adverte.

fonte:http://www.publico.pt/

05
Dez11

Nova e Católica entre as 40 melhores escolas europeias de gestão

adm

A Universidade Nova de Lisboa e a Universidade Católica estão entre as 40 instituições mais bem classificadas no 'ranking' europeu do Financial Times 2011 para as escolas de economia e gestão.

A lista do "Financial Times European Business Schools" é composta por 75 escolas e Portugal consta com uma instituição pública e outra privada no "top 40", designadamente com a "Católica Lisbon School of Business and Economics" em 33.º lugar e a "Nova School of Business and Economics" (Nova SBE) em 39.º.

Ambas as instituições subiram, face ano passado, sendo que a Nova foi a que registou a maior subida, no conjunto. Em 2010, encontrava-se na 73.ª posição. Subiu 34 lugares. A Católica progrediu 29 lugares, deixando o 62.º lugar de 2010.

O 'ranking' de 2011 continua a ser liderado pela "Haute Ecole Commercial de Paris" (HEC Paris), pelo terceiro ano consecutivo.

"Portugal tem duas escolas no top 40 das escolas europeias de gestão, o que é um resultado extraordinário. Penso que é inigualado em qualquer ramo de actividade", disse à agência Lusa o director da Nova SBE, José Ferreira Machado.

O professor manifestou-se particularmente satisfeito por a escola que dirige ter registado "a maior subida de todas as escolas consideradas" nesta avaliação. "É sobretudo notável tendo em atenção que é uma escola pública, num país em dificuldades, em que o ensino está a sofrer toda a espécie de apertos", observou.

O resultado deste "ranking dos rankings" conjuga a formação de executivos, o mestrado em gestão e o "Lisbon MBA Part-Time", este em parceria com a Católica.

Ferreira Machado considera tratar-se do "produto de muitos anos de trabalho", com objectivos ambiciosos em vista, "sem nunca tirar os olhos da qualidade" e dos padrões internacionais. "Confiança em nós e na instituição penso que é a principal mensagem destes resultados", referiu.

Quando questionado sobre a mais-valia deste resultado afirmou que 30% dos alunos de mestrado já são de outros países, o que poderá vir a aumentar.

"Todos os anos temos 400 alunos de Erasmus a visitar-nos, das sete partidas do mundo, de 150 escolas, em 50 países. Acho que isto vai reforçar ainda mais a capacidade de recrutar internacionalmente", declarou, indicando que o objectivo é fazer do Ensino Superior "uma grande indústria exportadora".

A directora da "Católica School of Business and Economics", Fátima Barros, manifestou igualmente satisfação e convicção de que aumentará o número de alunos estrangeiros de mestrado, actualmente cifrado em 30%.

A Católica esperava já subir este ano e não tem dúvidas de que os resultados práticos serão "extraordinários". "Estamos entre as melhores escolas, acima de Cambrige e outras grandes escolas", sublinhou, manifestando confiança no reconhecimento internacional: "São duas escolas portuguesas entre as melhores da Europa".

fonte:http://www.jn.pt/P

02
Dez11

Chove em escola que teve obras de 8,6 milhões

adm

A Escola Secundária Alcaides de Faria, em Barcelos, "mete água", apesar de ter "reaberto" em Janeiro após obras de requalificação orçadas em 8,6 milhões de euros, denunciou esta sexta-feira um grupo de alunos.

Gabriel Silva, do 12.º ano, disse à Lusa que o problema principal se regista no pavilhão desportivo, "onde se estão a utilizar baldes" para evitar que a chuva danifique o pavimento.

O mesmo aluno, que está a dinamizar um abaixo-assinado para reclamar obras que corrijam esta e outras anomalias, disse ainda que a chuva está também a "atacar" nas salas de aula.

"Um professor estava a dar aulas e começou a sentir umas pingas a caírem-lhe na cabeça", referiu.

Acrescentou que o azulejo das salas "está a descascar", por causa da humidade.

O director da escola, Manuel Lourenço, confirmou que o edifício "tem problemas de infiltrações de água", uma situação que rotulou de "muito estranha" face à "envergadura e ao montante financeiro" das obras a que foi submetido.

"Depois das chuvadas fortes de Outubro, em que se registaram algumas situações complicadas, contactámos a Parque Escolar e já vieram cá reparar as telas impermeabilizantes da cobertura. Umas situações ficaram resolvidas mas outras, nomeadamente no ginásio, parece que ainda não", referiu.

Segundo este responsável, o grande problema é que, "agora, os telhados não têm telhas".

fonte:http://www.jn.pt/p

01
Dez11

Professores de Português estão a ser avisados por telefone que serão despedidos em Janeiro

adm
Cerca de 65 cursos da rede de ensino de Português no estrangeiro serão suprimidos em Janeiro.
Cerca de meia centena de professores que actualmente ensinam Português no estrangeiro já não voltarão às suas aulas em Janeiro próximo: 33 ficarão no desemprego e outros 16 regressarão às escolas de origem em Portugal. São contas feitas por Carlos Pato, do Sindicato de Professores no Estrangeiro, depois de ontem ter sido publicado, em Diário da República, o despacho de reorganização da rede de ensino de Português no exterior, que suprime cerca de 65 cursos. 

Os docentes que irão ser dispensados começaram ontem a ser avisados por telefone. "Vão para o desemprego com um mês de aviso prévio", denuncia Teresa Soares do Sindicato dos Professores nas Comunidades Lusíadas.

As aulas da rede oficial de ensino de Português no estrangeiro são asseguradas por docentes contratados e pagos pelo Estado português. A Constituição estabelece que incumbe ao Estado assegurar o ensino da língua portuguesa aos filhos dos emigrantes. Na Europa mais de metade dos inscritos são alunos do 1.º ao 6.º ano de escolaridade. Cinco meses após o arranque do ano lectivo perto de cinco mil poderão ficar sem aulas de Português na sequência das medidas de contenção orçamental. Várias centenas estão já nesta situação porque os professores em falta não foram substituídos. 

Teresa Soares é peremptória: a realidade imposta pelo despacho dos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Educação e Ciência, com efeitos a partir de 1 de Janeiro próximo, ultrapassa as piores expectativas. Lembra a propósito que, no início do mês, a presidente do Instituto Camões, que gere a rede, comunicou ao seu sindicato que os 50 professores a dispensar pertenciam aos quadros de escolas portuguesas e permaneceriam, por isso, empregados. Mas, afinal, a maioria dos dispensados não tem uma escola de origem onde regressar e irão, por isso, "engrossar as fileiras dos desempregados em Portugal". "O que estão a fazer é desumano. Não tinha que acontecer assim. Somos 524 professores na Europa. Passamos quase desapercebidos no Orçamento do Estado. Sinto-me muito triste, revoltada e decepcionada", desabafa Teresa Soares, que nos últimos 30 anos tem sido professora de Português no estrangeiro. Primeiro na Suíça, agora na Alemanha. 

A maioria dos cursos que serão suprimidos é ministrada por professores com horário incompleto, mas que na maior parte dos casos têm mais de 15 horas lectivas por semana. Os principais cortes serão sentidos na Suíça, França e Espanha. "O Governo diz que os alunos destes professores serão recolocados noutros cursos, mas isso não se vai verificar porque para frequentar estas aulas os alunos terão de percorrer distâncias muito maiores", avisa Carlos Pato. Este professor de Português no Luxemburgo lembra que o secretário de Estado das Comunidades garantiu que, depois destes cortes, não haveria mais mexidas na rede. "Esperamos que sejam homens de palavra."
fonte:http://www.publico.pt/

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