Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

09
Nov11

Ministério reitera que concursos de colocação de professores decorreram com normalidade

adm

O Ministério da Educação reiterou hoje que os concursos de colocação de professores para este ano lectivo decorreram com “toda a normalidade” e no “cumprimento integral da legislação em vigor”, embora reconhecendo “problemas pontuais”.

Em causa está o processo relativo à segunda bolsa de recrutamento de professores, em Setembro, para preencher as chamadas necessidades transitórias das escolas, na qual a Federação Nacional de Professores (Fenprof) suspeita ter havido "manipulação de dados".

Em comunicado, o ministério de Nuno Crato refere que um inquérito mandado instaurar a 10 de Outubro, depois de queixas de irregularidades de centenas de professores, concluiu que "não se verificaram indícios de irregularidades ou ilegalidades que justifiquem qualquer tipo de procedimento, designadamente de natureza disciplinar".

Assim sendo, foi "proposto o arquivamento do processo de inquérito" realizado pela Inspecção-geral da Educação, que recomenda, porém, a alteração da lei para evitar situações de professores mais graduados serem preteridos nos horários lectivos da sua preferência por docentes menos graduados.

Na nota hoje divulgada, o Ministério da Educação reconhece que 13 horários na segunda bolsa de recrutamento, isto é, 0,32% dos 4.048 horários a concurso foram classificados como ‘temporários' ao invés de ‘anuais', uma alteração que se deveu a "causas circunstanciais e não a uma atitude negligente ou acção premeditada", tendo a Direcção-geral de Recursos Humanos da Educação adoptado "as diligências necessárias para corrigir esses problemas pontuais".

A tutela alega que a "falha" detectada se deveu a que cinco professores "que não obteriam colocação fossem colocados" e a que outros cinco docentes "que obteriam colocação não fossem colocados".

Contudo, ressalva o Ministério, como "estes últimos docentes obtiveram colocação nas bolsas subsequentes, sempre em horários melhores e todos anuais", nenhum professor "quis alterar a situação ou ficou prejudicado".

De acordo com a Fenprof, este ano, na segunda bolsa de recrutamento, houve apenas 365 horários anuais e mais de dois mil temporários.

Justificando a suspeita de "manipulação de dados", a Federação Nacional de Professores enumerou vários casos de docentes com nove ou dez anos de serviço que ficaram de fora do concurso, porque em alguns dias não foi possível descarregar electronicamente os horários anuais, o que, a seu ver, distorceu os resultados.

No comunicado, o Ministério dirigido por Nuno Crato sustenta que em todos os dias, de 06 a 19 de Setembro, "existem registos de horários ‘anuais' e ‘temporários'".

O inquérito da Inspecção-geral da Educação recomenda a alteração da legislação em vigor desde 2006 e que permite a aplicação da ‘regra do negócio': as preferências dos candidatos "estão em igual prioridade, não ficando sujeitas à ordem por eles registada".

Ou seja, precisa a nota, em Setembro, "a colocação parte do horário para o candidato, ao contrário do que acontece no concurso anual para satisfação de necessidades transitórias que decorre em Agosto".

Segundo o Ministério, "isto pode ter motivado e, de alguma forma, explicar queixas de candidatos mais graduados, ao verem colocados, em horário da sua preferência, outros menos graduados".

Os resultados do inquérito serão enviados aos grupos parlamentares do PCP, PS, PSD e CDS-PP, que pediram uma auditoria aos concursos de colocação de professores.

As alegadas irregularidades levaram a Fenprof a solicitar a intervenção da Procuradoria-Geral da República e da Provedoria de Justiça. De acordo com a federação sindical, vários docentes apresentaram recursos nos tribunais.

fonte:http://economico.sapo.pt/

08
Nov11

Estudantes organizam campanha nacional de "agitação" e saem à rua a 29 de novembro

adm

Em conferência de imprensa realizada hoje na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, João Fonseca, da Associação de Estudantes desta faculdade, afirmou que "o futuro do Ensino Superior é negro" e criticou a "desresponsabilização do Estado" relativamente ao Ensino Superior Público.

Os estudantes exigem mais financiamento, maior autonomia para as instituições de ensino superior e o reforço dos mecanismos de ação social, quer pelo aumento do investimento, quer pela melhor aplicação das verbas já disponíveis.

fonte:@ Agência Lusa

08
Nov11

Politécnico de Beja admite fechar mais cursos para compensar corte do OE2012

adm

O IPB tem "em curso um conjunto de medidas com vista à racionalização da oferta formativa e contenção das despesas de forma a acomodar financeiramente os impactos do corte nas transferências do OE na ordem de um milhão de euros", disse Vito Carioca.

Segundo o responsável, que falava na sessão comemorativa dos 32 anos do IPB, o corte "dificilmente será compensado através do aumento das receitas próprias da instituição, o que, inevitavelmente, obriga a medidas de exceção".

fonte:@ Agência Lusa

08
Nov11

Aluno do 5.º ano copiou em teste com a ajuda da mãe através de mensagens escritas

adm

O diretor do estabelecimento de ensino, Fernando Dias, explicou hoje à agência Lusa que é a primeira vez que uma situação deste género acontece na escola.

"É uma situação lamentável", disse.

fonte:@ Agência Lusa

08
Nov11

Governo vai cortar 10% de professores no estrangeiro

adm

Segundo os sindicatos, cerca de 50 docentes serão afectados com esta medida. Redução afecta os 155 mil alunos que estudam português no estrangeiro.

O Governo vai cortar em 10% o número de professores de português no estrangeiro. Em causa estão cerca de 50 os docentes que não vão ter a renovação de comissão de serviços, num universo de 500 que leccionam em 69 países de todo o mundo. Uma medida que vai afectar os cerca de 155 mil alunos que estudam português no estrangeiro e que assim também vão ver reduzido o número de turmas.

Mas este é um número que ainda pode vir a crescer. Ana Cristina Martins, membro do conselho nacional da Fenprof, diz ao Diário Económico que suspeita que "os cortes não deverão ficar por aqui" e reforça que "é muito provável que o corte no número de professores venha a crescer". O alerta vem do Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE) da Fenprof, que reuniu com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, para discutir políticas orçamentais. Segundo os sindicatos, durante a reunião o governante terá reconhecido "que deveria cortar o número de professores em cerca de 10%, principalmente entre os que estão no estrangeiro há mais tempo".

Os cortes orçamentais nesta área já se fazem sentir em Londres. Segundo o deputado socialista Paulo Pisco, há cerca de 170 alunos sem professor em Inglaterra, acrescentando que tem conhecimento de casos semelhantes em França, Alemanha, Espanha ou África do Sul. No total, Paulo Pisco estima que deverão ser cerca de dois mil alunos que estão sem professor. Isto porque "não estão a ser substituídos professores que, por alguma razão, não assumem as suas funções, por aposentação, ou os concursos que estavam abertos foram anulados", explica o deputado eleito pelo círculo da Europa.

fonte:http://economico.sapo.pt/

07
Nov11

FNE e Fenprof reúnem-se com ministro para conhecer cortes orçamentais

adm

Responsáveis da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) reúnem-se hoje com o ministro da Educação para discutir as medidas projectadas pelo Executivo para conseguir reduzir custos no próximo ano.

Em declarações à Lusa, o secretário geral da FNE, João Dias da Silva, explicou que o encontro tem por objectivo "conhecer as intenções do Ministério de Educação e da Ciência em relação à forma como tenciona aplicar os cortes previstos no Orçamento de Estado de 2012 na área da educação".

Os sindicalistas pretendem também conhecer os estudos que suportam as propostas ministeriais de redução de despesas no ensino básico, secundário e superior.

"Vai ser uma reunião de trabalho para conhecer as intenções e fundamentos para que, no futuro, também possamos apresentar propostas no sentido de reduzir custos", disse João Dias da Silva.

Os sindicalistas garantem que não vão para o encontro para "fazer oposição" mas sim com o objectivo de "trabalhar de forma articulada" no sentido de contribuir para que as reduções não ponham em causa a qualidade do ensino.

João Dias da Silva acredita que esta será "a primeira de muitas reuniões". De acordo com a agenda do Ministério, antes da FNE, a equipa liderada por Nuno Crato vai receber a Fenprof, que parte para a reunião com os mesmos objectivos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

06
Nov11

Escolas têm cada vez mais alunos com fome a quem ajudar

adm

Chegam sem a refeição da manhã, rondam sistematicamente o bar, mas nada compram.

As escolas identificam assim cada vez mais alunos com carências alimentares, aos quais procuram dar resposta, apesar de os seus orçamentos também estarem em crise.

De acordo com a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), as receitas de bufetes e papelarias das escolas estão a sofrer uma quebra de 30 por cento.

"Tanto no bar dos alunos, como na papelaria há efectivamente uma quebra. Ainda não quantifiquei, mas é uma redução substancial", confirmou à agência Lusa o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.

Os alunos têm cada vez menos dinheiro para gastar na escola e em muitas situações chegam mal alimentados.

O professor dirige uma escola em Cinfães, onde grande parte da mão de obra masculina estava associada à construção civil, agora estagnada.

Mesmo famílias que conseguem manter o emprego, vêem reduzido o rendimento e a escola é o primeiro lugar onde as evidências não podem ser negadas.

fonte:http://economico.sapo.pt

 

03
Nov11

Sete em cada 10 crianças vão para escola com excesso de peso na mochilas

adm

Sete em cada 10 crianças entre os seis e os 13 anos usam mochilas com excesso de peso e suportam uma carga 12 % acima do seu peso corporal. Os alunos do 5.º ano são os que mais peso transportam às costas.


As conclusões são de um estudo da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, que abrangeu 630 alunos do 1º e 2º ciclos de ensino da escola D. Filipa de Lencastre.


As crianças de seis anos transportam às costas cerca de 2,5 quilos, tendo em conta que pesarão em média 20 quilos, dizem os investigadores. No caso dos mais velhos, aos 12 anos podem estar a carregar mais de quatro quilos todos os dias, dizem os autores que recordam que o excesso de peso das mochilas é um problema que requer a criação de recomendações, programas de educação ou legislação, com o objectivo de "prevenir consequências negativas para a saúde e para o desenvolvimento das crianças".


As crianças do 5.º ano transportam em média mochilas que representam 13,5% do seu peso, o que "pode ser explicado por ser um ano de transição, em que as crianças são confrontadas pela primeira vez com várias disciplinas, o que obriga a uma gestão de material a que não estão habituadas", admite o estudo.


A nível mundial, os estudos indicam que a carga das mochilas é de 20% do peso do corpo dos estudantes. E apesar de a relação entre o peso da mochila e o do aluno ser inferior nesta análise portuguesa, a prevalência de crianças que transportam peso em excesso é superior à de outros países.


"A prevalência global dos alunos com excesso de peso na mochila escolar foi de 68,4%. A média da relação peso da mochila/do aluno foi de 12,3%, tendo-se verificado em todos os anos escolares uma média superior a 10%, valor a partir do qual se considera excesso de peso", resume a conclusão do estudo, elaborado por E. Andrade, V. Borges, G. Cardoso, A. Henriques, M. Mira, T. Yan e coordenado pelo professor e pediatra Mário Cordeiro.


Além da pesagem individual, os investigadores também realizaram questionários às crianças e aferiram a percepção de cada uma sobre o peso que transportam. Assim, 38% afirmam que ficam cansadas e 27% relatam dores depois de as usarem.


Houve 38% a dizer que a carga transportada é confortável e 27% referem mesmo que é leve.


A esmagadora maioria dos alunos analisados usa uma mochila de levar às costas e apenas 13% opta pelas de rodinhas.

 

A justificação desta escolha, segundo as crianças, é que as mochilas com rodas não dão jeito para subir escadas, andar ou usar transportes públicos. No entanto, os autores admitem que estas mochilas possam ser consideradas infantis e existir uma influência do grupo a que as crianças pertencem para a sua rejeição.

 

É ainda sublinhado o facto de este grupo de 630 crianças pertencerem a um agrupamento escolar que já tem medidas para reduzir o peso das mochilas, como a possibilidade de alugar cacifos ou de deixar o material escolar nas salas de aula.


Os investigadores recomendam que, além de medidas tomadas por parte da escola, a diminuição do peso das mochilas escolares exige uma atitude suplementar por parte dos estudantes, pais e professores e, também, dos fabricantes de materiais e manuais escolares, nomeadamente através do fabrico de livros com material mais leve.


"Consideramos útil este assunto ser debatido entre os professores e os pais", refere a análise, acrescentado que as escolas divulguem as consequências do transporte de excesso de peso.


As escolas deveriam ainda providenciar cacifos, armários ou secretárias com arrumação e incentivar o seu uso.


Os profissionais de saúde, nas consultas de vigilância ou nos actos de vacinação, devem também recordar o assunto, defendem os investigadores.

fonte:http://www.jn.pt/b

 

03
Nov11

PSD e CDS apresentam projecto para auditoria a colocação de professores

adm

Os partidos da coligação governamental (PSD e CDS) apresentaram nesta quarta-feira na Comissão de Educação um projecto de resolução para que o Governo solicite uma auditoria ao processo de colocação de professores através da segunda bolsa de recrutamento.

 

A discussão sobre alegadas irregularidades neste processo havia já suscitado a intervenção do PCP e do Bloco de Esquerda no sentido de serem apuradas responsabilidades, existindo também um projecto de resolução do PS a solicitar ao Governo que accione a Inspecção-Geral da Educação. 

Enquanto no texto do PSD e do CDS-PP se pede o esclarecimento da questão, sublinhando que foram seguidos critérios determinados no quadro normativo em vigor, no projecto dos socialistas frisa-se que houve “professores preteridos” por a informação disponível na altura “não corresponder às necessidades das escolas”. 

Os deputados dos partidos que suportam o Governo entendem ser necessário que se “dissipem todas as dúvidas” sobre a forma como decorreu a Bolsa 2, em Setembro, uma das várias etapas para o preenchimento das chamadas necessidades transitórias das escolas. 

O PS sublinha que a contratação foi este ano “eivada de um conjunto de problemas”, que atribui a “insuficiência ou inexactidão da informação” constante na plataforma informática usada para o efeito. 

O objectivo das iniciativas dos partidos é levar os projectos a plenário para que a Assembleia da República aprove uma recomendação ao Governo, no sentido de accionar a Inspecção-Geral da Educação. 

fonte:http://www.publico.pt/E

01
Nov11

Fenprof critica eventual fim da disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação

adm

O secretário-geral da Fenprof criticou hoje o fim da disciplina de informática no 9.º ano considerando que esta é mais uma medida do Governo para chegar “ao corte de 102 milhões de euros previsto no Orçamento do Estado”.

 

O ministro da Educação, Nuno Crato, em entrevista exclusiva publicada hoje no PÚBLICO na edição em papel e na edição online exclusiva para assinantes explicou que o número de disciplinas vai ser reduzido, avançando com a possibilidade de o fazer com a disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no 9.º ano de escolaridade. 

Nuno Crato justificou que “a maioria dos jovens [do 9.º ano] já domina os computadores perfeitamente e é questionável que seja necessário ter uma disciplina de TIC” nesse ano. 

Mas o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, em reacção à Lusa, disse que o ministro da Educação “não tem qualquer ideia do que é a reorganização curricular”, considerando que este se comporta “como um secretário de Estado do Orçamento com funções na área da Educação”. No entender de Mário Nogueira, Nuno Crato está, com esta reorganização, a fazer “exercícios” para ver como consegue chegar aos 102 milhões de euros em cortes previstos no Orçamento de Estado para 2012. 

“Do ponto de vista da poupança, cortar na Informática são trocos. Não são assim tantos os professores que existem na área da informática. Estamos a falar de uma hora e meia por semana no 9.º ano. A aposta na informática e nas TIC curiosamente até é uma aposta do PSD no tempo do ministro David Justino. Foi nesta altura que as salas de aulas foram equipadas e que a informática passou a ser obrigatória para o 9.º”, contou. 

De acordo com o secretário-geral da Fenprof, a justificação de que todos os jovens sabem trabalhar com computadores “é extraordinária”. “Se calhar muitos alunos não precisam de Português porque sabem ler e escrever. Os jovens dominam bem a informática nas idas à Internet, nos jogos de computador de uma forma desorganizada. A disciplina tem importância, porque pode ajudar os jovens a saberem organizar o seu trabalho e a organizar-se com as novas tecnologias”, disse. 

Na opinião de Mário Nogueira, o ministro Nuno Crato está a gerir o sistema sem avaliar o impacto das medidas que toma e isso é “uma irresponsabilidade” até política. “Por razões de ordem financeira estão a empobrecer os currículos, a degradar a qualidade do ensino. É necessária uma reorganização curricular mas não é assim que se faz”, concluiu.

fonte:http://www.publico.pt/

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D