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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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Educação

11
Out11

LUÍS FIGO termina ensino secundário nas Novas Oportunidades

adm

A Fundação Luís Figo levou a cabo mais uma ação de solidariedade. A iniciativa, que ocorreu na Escola Secundária Pedro Alexandrino, na Póvoa de Santo Adrião, esteve associada ao programa Para Uma Vida Melhor e visou oferecer uma cadeira de rodas a uma jovem paraplégica. A VIP conversou em exclusivo com Luís Figo e soube do seu último projeto. “Resolvi completar o meu ensino secundário através das Novas Oportunidades, já que não o consegui fazer no passado. Já terminei e fiz ainda um curso de Direção Geral de Empresas na IESE, em Madrid.”

Esta decisão partiu da vontade em querer abrir a mente para outras áreas. “Para aqueles que não puderam terminar o secundário, como foi o meu caso, esta é uma oportunidade para o fazer. Acho que o ser humano tem de ter a mente aberta para aprender, tendo em conta as áreas que lhe deem prazer. Temos de ir nessa direção. Sinto-­-me realizado e muito feliz e isso é o mais importante.” E é mesmo essa visão que tenta passar  para as três filhas, Daniela, de 12 anos, Martina, de nove, e Stella, de seis. “O que digo às minhas filhas é que têm a obrigação de ter um curso. Depois poderão escolher o que querem ou não fazer, mas como obrigação têm de o fazer. E, hoje em dia, já com um curso é extremamente difícil ter uma profissão.”

A viver em Madrid com a mulher, Helen Svedin, e as filhas, o ex-futebolista é embaixador do Inter de Milão e sócio acionista do grupo hoteleiro Epikurean. No entanto, é também o seu lado humanitário que tem sobressaído ao longo dos oito anos da sua fundação. “Têm sido anos de trabalho em diferentes áreas de intervenção e acho que temos criado melhorias e oportunidades dentro dessas mesmas áreas. Hoje é um dia extremamente emocionante. Poder partilhar alguns valores que a minha fundação tem, criar oportunidades e condições para os mais jovens e assistir ao companheirismo para com esta jovem enche o dia de uma pessoa”, garante o ex-capitão da Seleção Nacional.

fonte:http://www.vip.pt/

09
Out11

FENPROF vai apresentar alternativas às medidas do Governo

adm
A FENPROF vai apresentar aos partidos alternativas às medidas do Governo na área da educação e tem marcados encontros com professores no país para definir formas de luta contra a “ofensiva” desferida contra todos os trabalhadores.
Depois das reuniões do Secretariado Nacional e do Conselho Nacional da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), que se realizaram nos últimos dias, o secretário-geral disse hoje, em conferência de imprensa, que “é altura de resistir do ponto de vista da acção de uma forma ofensiva e geral”. 

Entre as várias decisões, “vamos pedir reuniões com carácter de urgência às direcções de todos os partidos políticos com representação parlamentar porque é preciso, quando o Orçamento do Estado vai ser discutido e aprovado, tentarmos sensibilizar, pois eles não podem dar cabo da educação pública em Portugal”, frisou Mário Nogueira. 

“Vamos apresentar as nossas preocupações e propostas alternativas àquilo que poderá estar em preparação”, especificou. 

Os professores vão levar aos partidos “exemplos concretos do que está a acontecer nas escolas, provando ao Governo que, se cortarem [as verbas], as escolas não vão ter condições mínimas para funcionar”. 

Por outro lado, estão a ser preparadas “propostas concretas relacionadas com a gestão das escolas, colocação de professores e gestão dos recursos humanos, tendo em conta a situação do país”. 

Mário Nogueira apontou ainda a convocação de novas acções com professores desempregados e contratados em que “se denuncie a questão social, o desemprego e a precaridade”, mas também a questão educativa, já que estes profissionais “fazem falta às escolas e sem eles não é possível atingir as metas fixadas para a educação em Portugal”. 

A FENPROF vai marcar para Novembro plenários distritais de professores e educadores aposentados e em Dezembro um plenário nacional. Este grupo “está a ser alvo de um ataque cerrado” e, no ano passado, cerca de 70 por cento dos docentes que se aposentaram ficaram com “fortíssimos cortes” no regime de aposentação. 

Outro grupo de professores que irão juntar-se em reuniões são aqueles com problemas de saúde graves que necessitam de tratamento, como diabetes ou doenças de foro oncológico, e que, se não tiverem o assunto de colocação resolvido até quarta-feira, marcam uma data para concentrar-se junto ao Ministério. 

São cerca de 435 os professores naquelas condições, além de 670 docentes com horário zero. 

A 27 de Outubro está agendado um plenário nacional descentralizado. 

“Estamos disponíveis, no âmbito da CGTP e na procura de alianças mais amplas, de podermos fixar respostas de acção e de luta conjuntas, convergentes e globais de todos contra o que é uma ofensiva desferida contra todos”, salientou o secretário-geral da federação. 

Mário Nogueira voltou a referir-se aos cortes de verbas para a educação, de 600 milhões de euros para 2012, “o triplo do valor indicado pela troika”, a juntar-se aos 800 milhões deste ano, como apontou. 

Nas escolas, “a descida de 5,5 por cento dos orçamentos vai criar uma situação de rotura, ainda mais quando vão ter aumento de custos em gás e eletricidade” que a FENPROF estima em mil euros mensais, em média.
fonte_:http://www.publico.pt/
07
Out11

Centenas de professores dos quadros estão ainda por colocar

adm

Pelo menos 412 professores dos quadros do 1º ciclo continuam ainda por colocar. O balanço, feito com base nas listas da Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação, é apresentado hoje no blogue de professores DeAr Lindo.

Estes professores ficaram sem componente lectiva na sequência da redução de oferta das escolas e do encerramento de mais de 200 estabelecimentos de ensino do 1º ciclo.

A redução de horas para desenvolvimento de projectos, a supressão de disciplinas como o Estudo Acompanhado e a Área de Projecto, e o encerramento de escolas levaram a que cerca de 3500 professores dos quadros ficassem sem componente lectiva nas escolas onde estão colocados. Destes 2192 conseguiram um novo lugar no âmbito do concurso nacional para professores contratados, que encerrou a 31 de Agosto. O Ministério da Educação e Ciência atribuiu-lhes prioridade de colocação e garantiu que aqueles que não conseguirem novos horários ficarão nas suas escolas “a prestar apoio aos alunos”. 

Actualmente os docentes em falta nas escolas estão a ser colocados através das chamadas bolsas de recrutamento, que se mantêm activas até ao final do período. Já foram processadas quatro bolsas. No princípio de Outubro, segundo outro balanço feito pelo mesmo blogue, continuavam por colocar 9938 professores do 1º ciclo, a maioria dos quais são docentes a contrato. No conjunto terão sido colocados cerca de seis mil professores, metade das quais na segunda bolsa de recrutamento, cujos procedimentos vão agora ser analisados pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), na sequência de uima queixa presentada pela Federação Nacional de Professores. 

Uma fonte da Procuradoria-Geral da República, onde foi entregue a queixa, confirmou à Lusa que os documentos apresentados pela Fenprof serão enviados hoje ou na segunda-feira para o DIAP de Lisboa. 

A Fenprof entregou a Pinto Monteiro documentos de escolas onde, segundo o seu secretário-geral, Mário Nogueira, existem “indícios fortíssimos que fazem crer que houve uma manipulação da aplicação” informática central que gere a colocação de professores. Pode-se constatar que, “em alguns dias não foi possível descarregar horários anuais, o que distorceu os resultados do concurso”, esclareceu Nogueira, frisando que na sequência desta situação apenas foram colocados, pelas escolas, 365 horários anuais por preencher. Nas bolsas de recrutamento estão agrupados os docentes que não foram colocados no concurso nacional para contratados e os horários que continuam por preencher nas escolas. 

Mário Nogueira indicou ao PÚBLICO que 512 professores apresentaram recurso das colocações efectuadas no concurso nacional e das duas primeiras bolsas de recrutamento. Destes recursos, 152 visaram a segunda bolsa de recrutamento. A lista foi entregue hoje na comissão parlamentar de educação. “Ouvimos dizer aqui no Parlamento que apenas um número residual de professores apresentou recurso. Como se pode ver não são umas poucas dezenas”, disse, citado pela Lusa. Na semana passada, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, garantiu no Parlamento que da primeira bolsa só 0,4% dos candidatos apresentaram recurso e da segunda apenas 0,1%. Não foi esclarecido qual o universo de referência para o cálculo destas percentagens.

fonte:http://www.publico.pt/

07
Out11

Ordem dos Engenheiros Técnicos vai pagar prémio de mérito a 42 alunos carenciados

adm

A Ordem dos Engenheiros Técnicos vai assegurar o pagamento dos Prémios de Mérito prometidos a 42 alunos carenciados, depois de um apelo da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, disse à Lusa um diretor.

Pedro Araújo, da Escola Secundária de Felgueiras, revelou que o acordo foi hoje alcançado e que esta Ordem vai agora assegurar o pagamento deste prémio que, na totalidade, é de 21 mil euros.

Cada criança irá receber um prémio de 500 euros, estando agora a ser agilizados os procedimentos para que o pagamento seja feito o mais rapidamente possível, adiantou.

Fonte:Lusa

06
Out11

Educação: Paredes de Coura inaugura 3 jardins de infância, investimento de 1,4 MEuro

adm

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, inaugura segunda feira três jardins de infância em Paredes de Coura, que significaram um investimento total de 1,4 milhões de euros, informou hoje fonte municipal.

Serão inaugurados os jardins-de-infância de Rubiães, Cristelo e Mozelos, que entraram em funcionamento no início do presente ano letivo.

Segundo a fonte, os três novos equipamentos inserem-se no processo de reestruturação da rede do pré-escolar do concelho, cuja cobertura é atualmente "de 100 por cento, para as crianças dos três aos cinco anos de idade".

Fonte:Lusa

05
Out11

Mais de metade dos alunos conseguiu vaga na segunda fase

adm

Cerca de sete mil candidatos falharam o acesso ao ensino superior.

Mais de metade dos alunos que se candidataram à segunda fase de acesso ao ensino superior conseguiu colocação.

A segunda fase do concurso teve mais de 18.800 candidatos, mas apenas 11.772 conseguiram entrar, ou seja, ficaram de fora mais de sete mil alunos.

Dos que concorreram perto de metade conseguiu colocação na sua primeira opção.

A maior parte dos candidatos a esta segunda fase já tinha tentado na primeira e, desta vez, 2.069 obtiveram outra colocação.

Nestas duas primeiras fases do concurso ao ensino superior público conseguiram entrar mais de 50.640 alunos.

Apesar dos mais de sete mil alunos que não conseguiram colocação, muitos cursos ficaram com vagas por ocupar, num total de mais de 8.800.

A terceira fase vai decorrer entre os dias 6 e 14 de Outubro e o número de vagas será actualizado no dia 13.

Consulte os resultados da 2ª fase no site da Direcção Geral do Ensino Superior.

 

 fonte:http://rr.sapo.pt/i

04
Out11

Ensino Superior: Crato garante "proteção" do Governo a universidades mas não fala em levantar cativações

adm

O ministro da Educação e Ciência afirmou hoje que o Governo tentará "proteger" o trabalho das universidades num "quadro geral de restrições", mas escusou-se adiantar se poderão esperar mais autonomia para gerir as suas receitas.

"O Orçamento Geral do Estado vai ser apresentado em breve e conhecido em pormenor. Eu reservar-me-ia para essa altura, mas os reitores já conhecem as suas linhas essenciais, já foram discutidas com eles", declarou aos jornalistas à margem da cerimónia de lançamento de um selo postal de homenagem à matemática Maria do Pilar Ribeiro.

Depois de os reitores das Universidades de Lisboa, Coimbra e Porto terem reclamado mais autonomia para gerir as suas receitas próprias e criticado a sua cativação, Nuno Crato afirmou que o Governo "também gostaria que tivessem mais autonomia".

fonte:http://noticias.sapo.pt/

04
Out11

Orçamento: Educação com corte de 600 milhões de euros

adm

Nuno Crato avançou hoje que o corte na Educação irá implicar a redução de novas contratações e redistribuição de professores.

O Governo português prevê cortar em 2012 o seu orçamento em Educação em mais de 600 milhões de euros, noticia a agência espanhola EFE, citando o ministro Nuno Crato.

Num encontro com a imprensa estrangeira, Crato precisou que esta diminuição na despesa é equivalente a 8% do orçamento total do sector, estimado em 7.800 milhões de euros.

"É uma redução significativa, mas tem em conta que é um sector em que os gastos sempre subiram", disse o ministro, matemático de formação e chegado à política no passado mês de Julho, quando foi nomeado pelo Governo conservador português, para titular da Educação, escreve a EFE.

O ministro precisou, no entanto, que essa poupança não levará a uma redução do plano já existente, embora obrigue a reduzir as novas contratações e a redistribuir professores.

Contactado pela agência Lusa, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), afirmou que os 500 milhões de euros a cortar no Ensino Básico, juntamente com 108 milhões no Superior deixarão Portugal com "sistema educativo ao nível do terceiro mundo".

Para o líder da maior organização sindical de professores, o Governo está a levar a cabo "uma irresponsabilidade". Mário Nogueira recordou antigas declarações de Nuno Crato a propósito da máquina burocrática do Ministério da Educação antes de integrar o Governo: "Dizia que queria implodir o Ministério da Educação, mas o que está a fazer é explodir o sistema educativo".

fonte:http://economico.sapo.pt

04
Out11

Educação: Estudantes acusam DGES de "graves falhas" e sugerem exoneração

adm

Os estudantes universitários acusaram hoje a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) de cometer "graves falhas de funcionamento" há um longo período e sugerem àquela direção para repensar de imediato a sua continuidade ou possível exoneração.

"Má distribuição de verbas", "diversos problemas burocráticos", "grande incapacidade da DGES em ter uma ação coerente e inteligente" ou "incapacidade de resposta e de diálogo da DGES às solicitações individuais estudantis" são algumas das acusações enumeradas pelos estudantes universitários para sugerir àquela entidade uma imediata reavaliação sobre se tem condições para continuar ou não a exercer serviço.

Associações académicas e de estudantes reuniram-se no Porto durante segunda-feira e hoje de madrugada para um Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA) extraordinário e, depois de enumerarem os "diversos problemas que ano após ano têm dificultado a vida dos estudantes carenciados do ensino superior nacional", consideram que "esta Direção-Geral deve repensar imediatamente se tem condições para continuar".

fonte:Lusa

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