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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

Tudo sobre a educação em Portugal

Educação

27
Set11

FLAD quer atrair mais norte-americanos para estudar em universidades portuguesas

adm
A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) quer promover as universidades portuguesas nos Estados Unidos de forma a atrair mais norte-americanos para estudar em Portugal, disse hoje a presidente da FLAD, Maria de Lurdes Rodrigues.
Em grandes universidades anglo-saxónicas, como Harvard, o MIT ou a London School of Economics, a percentagem de estudantes estrangeiros chega aos 50 por cento; em Portugal, esse rácio está “nos 4,5 por cento, números quase insignificantes”, afirmou Rodrigues à imprensa na apresentação do programa da FLAD para 2011-2013.

Em Espanha, exemplificou, "há 20 mil estudantes [universitários] norte-americanos”, enquanto em Portugal só há “150 ou 200”, disse a presidente da FLAD, para quem “não é muito ambicioso pensar em passar de 150 para 500”.

“Penso que só por ausência de estratégia é que ainda estamos neste nível de atracção de alunos, e temos todas as condições de ultrapassar esta limitação. Não há nenhuma razão para que as universidades de Lisboa, do Porto, de Coimbra ou do Minho estejam fora dos programas study abroad das universidades americanas”, argumenta Maria de Lurdes Rodrigues.

“Trazer [estudantes] norte-americanos às universidades portuguesas” não é inverosímil, afirmou aos jornalistas Mário Mesquita, membro do conselho executivo da FLAD. “Temos um ensino [superior] de qualidade, que não fica aquém de muitas universidades americanas.”

Nesse sentido, a FLAD está a trabalhar com o Conselho de Reitores (CRUP), com a Agência para o Comércio Externo (AICEP) e com as câmaras de Lisboa e Porto. A FLAD quer estimular universidades portuguesas a participar, “pela primeira vez”, na NAFSA – uma grande conferência de instituições de ensino superior nos EUA, cuja próxima edição será em Maio de 2012, em Houston.

Uma iniciativa já em curso é a distribuição em universidades americanas de uma brochura com “10 razões para estudar numa universidade portuguesa” - entre elas, o “ensino de qualidade”, as “propinas acessíveis”, a facilidade de prosseguir estudos em outras universidades europeias ou a “hospitalidade e o clima”.

Uma questão “crítica” é a criação de residências para albergar os estudantes estrangeiros. “Aí, algumas universidades, sobretudo as de Lisboa, têm enormes dificuldades”, afirma Maria de Lurdes Rodrigues.

É do interesse das autarquias “resolver estes problemas” porque “a internacionalização de uma universidade é também a internacionalização da cidade” onde está integrada.

Para as universidades, as vantagens de atrair estudantes estrangeiros começam, pura e simplesmente, por “ter mais alunos”, continua a presidente da FLAD.

“Estamos num período de decréscimo demográfico. Mesmo com a melhoria de ‘performance’ no secundário, o ensino superior tem possibilidades de crescimento muito limitadas, e temos capacidade instalada para mais alunos”, continua Rodrigues.

“A vantagem [de atrair estudantes estrangeiros] para Portugal é enorme, porque assim participamos no esforço de formação de futuros decisores”, conclui a presidente da FLAD.
fonte:http://www.publico.pt/

27
Set11

Portaria que regulamenta creches exige grupo sanguíneo das crianças

adm
 O deputado do PS e ex-secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, criticou nesta terça-feira o facto de a portaria (n.º 26/2011 de 31 de Agosto) que estabelece as normas reguladoras das condições de instalação e funcionamento da creche exigir o grupo sanguíneo das crianças.
“Esta exigência do Ministério [da Solidariedade e da Segurança Social] é tecnicamente errada e irrelevante do ponto de vista da saúde, para além de ser despesistas”, declarou o deputado. “Exigir o grupo sanguíneo é um acto clínico inútil e pernicioso em relação às crianças, porque não acrescenta nenhuma informação útil para a saúde e sujeita as crianças a um acto agressivo”, afirmou o ex-secretário de Estado, revelando que “os médicos de família estão a ser inundados de pedidos dos pais para fazer análises aos seus filhos”.

Manuel Pizarro disse ao PÚBLICO que amanhã (hoje) mesmo vai apresentar no Parlamento uma pergunta dirigida ao Ministério da Saúde para saber se foi informado desta exigência colocada na portaria do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social e se encontra algum fundamento técnico científico para esta exigência. 

“O ministério deve-se pronunciar se considera adequado o dispêndio de fundos públicos para realizar estas análises que considero manifestamente inúteis e se concordar com a minha posição se vai exercer alguma influência junto do ministério de Pedro Mota Soares para que esta exigência seja anulada”, declarou.

Contactado pelo PÚBLICO, fonte do Ministério da Solidariedade e Segurança Social afirmou que o ministério não tem conhecimento em concreto pelo que responderá nos trâmites normais quando a questão for colocada. No entanto, adianta a mesma fonte, “esta matéria está tipificada num diploma desde 1989. É o que acontece neste e noutros graus de ensino e é importante para garantir a segurança das próprias crianças. E nunca antes tinha sido suscitada”.
fonte:http://www.publico.pt/

27
Set11

E.escolinha entrega menos 20 mil computadores, contratos com empresas já não estão em vigor

adm

O programa e.escolinha, lançado em 2009, entregou mais de 230 mil computadores Magalhães, abaixo dos 250 mil inicialmente previstos, anunciou hoje o Ministério da Educação, garantindo que atualmente não há contratos em vigor com as empresas fornecedoras dos equipamentos.

O Governo anunciou hoje que vai propor o encerramento da Fundação para as Comunicações Móveis, responsável pelos programas e.escola (gerido pelo Ministério da Economia) e e.escolinha.

Em comunicado, o ministério da Educação e Ciência (MEC) esclareceu hoje que o programa e.escolinha, "gerido desde 2009/2010" por este ministério, "previa a entrega a escolas do primeiro ciclo do ensino básico de 250 mil computadores Magalhães".

fonte:Lusa

26
Set11

Governo dos Açores compra 2.000 portáteis para escolas do primeiro ciclo

adm

As escolas do primeiro ciclo do ensino básico dos Açores vão ser equipadas com cerca de 2.000 computadores portáteis, num investimento de cerca de 500 mil euros que se destina a substituir a aquisição de novos ‘Magalhães’.

“O que o Governo Regional pretende é que os computadores passem a ser parte integrante da escola e não do aluno, ao contrário da filosofia que existiu na altura dos computadores ‘Magalhães’”, afirmou hoje a secretária regional da Educação, Cláudia Cardoso, citada numa nota do gabinete de comunicação do executivo regional. 

A responsável considerou que os computadores são uma ferramenta importante para os alunos, defendendo a necessidade de começar a utilizá-los o mais cedo possível, o que justifica esta aposta no equipamento das escolas do primeiro ciclo. 

Relativamente aos ‘Magalhães’, a diferença agora é que os computadores “passam a pertencer à escola”, podendo os alunos utilizá-los enquanto estão no estabelecimento de ensino, mas tendo que os deixar na escola quando regressam a casa. 

Para Cláudia Cardoso, “é mais importante que a unidade orgânica tenha o computador na sua posse e o possa colocar ao serviço do aluno, do que estar o aluno na posse desse computador”. 

“Estando o computador na escola, pode servir um número maior de alunos”, frisou, acrescentando, no entanto, que os computadores ‘Magalhães’ continuam a poder ser utilizados nas escolas do arquipélago. 

fonte::http://www.publico.pt/E

26
Set11

Educação: Elevado número de atestados médicos são "fenómeno preocupante" - ministro

adm

O ministro da Educação considerou um "fenómeno preocupante" os mais de 70 mil atestados médicos passados a professores, o equivalente a 514 mil dias de baixa, e anunciou que o Governo vai averiguar a existência de "possíveis casos de infração".

O ministro Nuno Crato comentava assim, em Constância, a notícia hoje avançada pelo Diário de Notícias (DN), segundo a qual 70031 atestados foram passados entre outubro de 2010 e janeiro deste ano num universo de cerca de 300 mil professores, sendo que 413 baixas foram passadas por uma médica que estava de licença prolongada.

"Este é um fenómeno preocupante e temos de averiguar os possíveis casos de infração", disse o ministro, aos jornalistas após uma visita à escola básica e secundária Luís de Camões, em Constância, onde procedeu à entrega do Prémio Camões, do Prémio Desempenho Exame e dos Certificados Sensosim.

fonte:lusa

26
Set11

Fenprof apresenta queixa contra o Ministério da Educação

adm

O sindicato acusa os serviços do Ministério de manipulação de dados na segunda fase do concurso para a contratação de docentes.

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai entregar esta tarde na Procuradoria-geral da República, uma queixa contra os serviços do Ministério da Educação que gerem os concursos de professores. 

O sindicato acusa aqueles serviços de manipulação de dados na segunda fase do concurso para a contratação de docentes, porque ao longo do processo esteve sempre inacessível a aplicação informática que permitia escolher entre contratos anuais e temporários. 

Por essa razão, diz Mário Nogueira, 70% dos professores colocados na segunda fase são erradamente temporários. “A Fenprof identificou indícios de que a aplicação informática, em que as escolas descarregavam os dados para que pudessem ser colocados professores, esteve bloqueada durante alguns dias”, explica Mário Nogueira. 

Segundo o secretário-geral da federação, essa opção bloqueada, onde estavam identificados os horários anuais, levou a que “horários anuais fossem transformados em temporários”. 

“Isto acabou por penalizar muitos professores que, assim, não foram colocados” e, acrescenta Mário Nogueira, “tratando-se de um concurso público não pode haver manipulação de dados importante para a colocação de professores”.

fonte:http://rr.sapo.pt/

25
Set11

“Universidades portuguesas estão ao nível das melhores”

adm

O curso de Gestão na ISCTE Business School deu-lhe as armas para vencer no mercado mundial.

As universidades portuguesas são um bom ponto de partida, mas, para Afonso Nascimento, a viagem para encontrar uma boa colocação passa um pouco por todo o planeta. "Tenham abertura para explorar diversas oportunidades, se em Portugal a situação do mercado de trabalho está complicada, há oportunidades noutros países, por exemplo Angola e Brasil", sugere o ‘principal' da área de Serviços Financeiros do Boston Consulting Group, que neste momento está em Dublin, a apoiar o Banco Central Irlandês na execução do programa de apoio do FMI/EU/BCE.

"De um ponto de vista técnico, as Universidades Portuguesas estão a nível das melhores Universidades Internacionais", defende Afonso Nascimento. 
A carreira internacional de Afonso Nascimento começou em 1997, quando o Boston Consulting Group o levou a Madrid e Barcelona. Em 2006 mudou-se para a cidade da ‘movida', onde trabalhou como director de Marketing do Banco Espírito Santo. A experiência durou até 2009, altura em que se mudou para Londres, onde trabalha de novo no Boston Consulting Group.

Trabalhar no Norte da Europa é operar a "uma escala diferente de Portugal, o que permite uma maior especialização". Afonso Nascimento comenta que "o facto de trabalhar com equipas muito internacionais, as vezes parece quase as Nações Unidas, ajuda a ter perspectivas muito distintas e a chegar a uma melhor solução". Apesar de tudo, o clima faz este homem de negócios suspirar: "não há nada como um bom dia de sol em Lisboa".

"Acho que uma experiência no estrangeiro e sempre uma experiencia enriquecedora e que valoriza o curriculum de uma pessoa", defende Afonso Nascimento. A sua própria experiência tem sido "óptima e muito enriquecedora de um ponto de vista pessoal e profissional", acrescenta.

Por isso, deixa alguns conselhos a um recém-licenciado português que queira entrar no mercado internacional: é algo que "não e fácil mas não e impossível". Importante mesmo é dominar a língua do país para onde vão trabalhar, conhecer o mercado local e saber o que vão fazer e "como podem acrescentar valor" e explorar a comunidade portuguesa que existe no país de destino. Além disso, diz Afonso Nascimento, "não desistam a primeira contrariedade. Buscar trabalho é um desafio em qualquer país e há que ser insistente".

Se estiver desempregado, Afonso Nascimento lembra que "uma pós-graduação ou um mestrado ajuda a posicionar a volta ao trabalho". Outra alternativa a tentar é o empreendedorismo, recorda.

fonte:http://economico.sapo.pt/

24
Set11

Vários cursos com médias superiores a 15 valores

adm
Enfermagem, Relações Internacionais e Línguas Aplicadas são alguns dos cursos com média de entrada superior a 15 valores em que este ano foram criadas vagas adicionais para acolher alunos que concluíram o secundário através do programa Novas Oportunidades.
Para ingressarem nos cursos pretendidos, 647 estudantes tiveram de obter, na respectiva prova de ingresso, uma nota superior à de candidatura do último aluno a entrar através do contingente geral.

A solução foi adoptada ainda pelo anterior Governo, com base num parecer da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, e teve como objectivo evitar que aqueles alunos tirassem o lugar a candidatos que fizeram o seu percurso no ensino regular e tiveram de fazer exames nacionais para completarem o secundário. Foi precisamente o que aconteceu no ano passado. O melhor aluno a entrar na universidade foi um jovem de 23 anos que não conseguiu completar o secundário no ensino regular, mas obteve 20 valores na prova de ingresso, de Inglês, a única exigida para o entrar no curso de Tradução da Universidade de Aveiro.

Na maior parte dos cursos em que os alunos das Novas Oportunidades foram colocados, este ano, as médias de entrada foram relativamente baixas e, nalguns casos, até inferiores a dez. Foram excepcionais os alunos que conseguiram notas acima dos 15 valores. Ainda assim, o ministério viu-se obrigado a criar várias vagas adicionais em cursos com notas superiores a 15 valores, como o de Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (com média de entrada de 150,5 valores), o de Línguas Aplicadas da Universidade do Porto (168,8) ou de Enfermagem da Universidade do Minho (157), entre outros.
fonte:http://www.publico.pt/
23
Set11

FENPROF vai pedir à PGR que investigue possível manipulação na bolsa de colocação de professores

adm

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF), Mário Nogueira, afirmou hoje que vai pedir à Procuradoria-Geral da República que investigue se houve "manipulação" na última bolsa de colocação de professores.

"Os dados que temos indiciam, na nossa opinião, manipulação de dados no concurso público, atribuição de responsabilidades a quem não as tinha, neste caso as escolas, e indiciam da parte de uma entidade pública, o Ministério da Educação, falta de verdade", disse Mário Nogueira aos jornalistas.

O dirigente sindical disse que a FENPROF quer "entregar os dados na próxima semana à Procuradoria, que parece ser a entidade que tem condições para averiguar".

fonte:Lusa

23
Set11

Ministro instaura inspeção aos casos de alunos que entraram através do ensino recorrente

adm

O ministro da Educação e Ciência disse hoje, em Mafra, que pediu uma inspeção aos casos de alunos que entraram nos cursos de Medicina através do ensino recorrente, admitindo irregularidades no processo que podem ter de ser corrigidas.

"São problemas que nos preocupam, pelo que a Inspeção-Geral está em cima do assunto e a fazer uma inspeção para sabermos o que se passa", afirmou aos jornalistas Nuno Crato, sem adiantar prazos para ter o relatório da inspeção.

O ministro admitiu que "podem existir irregularidades que têm de ser corrigidas e alteradas para que haja justiça".

fonte:Lusa

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