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Educação

Tudo sobre a educação em Portugal

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07
Nov12

Reitores avisam que não vão ter dinheiro para salários a meio do ano

adm

Universidades garantem que não têm capacidade para pagar totalidade dos salários em 2013 se o Governo não recuar na dimensão dos cortes.

Os reitores das universidades portuguesas dizem que não vão ter dinheiro para salários a meio do próximo ano, caso o Governo não recue nas medidas inscritas no OE/2013 e não reponha a totalidade das verbas para o pagamento dos subsídios de Natal.

Isto porque além do corte médio de 2,5% na transferência do Estado as universidades e politécnicos vão ver subir de 15% para 20% os encargos com os descontos para a Caixa Geral de Aposentações (CGA), que se traduz em cerca de quatro milhões de euros da dotação de cada universidade.

Além disso, os reitores garantem que a Direcção Geral de Finanças transferiu, em média, menos um milhão de euros para cada instituição face ao necessário para repor os subsídios de Natal. Contas feitas, a tutela de Vítor Gaspar não devolveu cerca de 15 milhões às universidades para uma despesa que no total ascende aos 66 milhões de euros. Contas feitas, em média as universidades vão sofrer um corte médio de 10% no seu orçamento, em relação ao ano passado.

O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Rendas, acentuou que "a situação das universidades é muito grave", e sublinhou que a redução das dotações vai limitar "a capacidade de intervenção".

Em conferência de imprensa realizada no Conselho Nacional de Educação (CNE), depois de terem ido de manhã ao Parlamento e após uma reunião do CRUP com os presidentes dos Conselhos Gerais das universidades, António Rendas salientou que as instituições podem "chegar a meio do próximo ano, sem dinheiro para pagar salários".

Rendas referiu que os cortes terão "efeitos imprevisíveis e irreversíveis em todo o sistema universitário", notando que "o financiamento público das universidades já foi reduzido em 144 milhões de euros, entre 2005 e 2012, podendo este valor atingir os 200 milhões de euros, se o OE 2013 vier a ser aprovado sem alterações".

Para evitar o "iminente quadro de ruptura na rede universitária", como se refere em documento distribuído pela CRUP na conferência de imprensa, António Rendas manifestou uma total abertura para o diálogo com o ministério da Educação e o Governo, tendo decidido hoje solicitar, "com carácter de urgência", uma audiência ao Presidente da República.

 

fonte_:http://economico.sapo.pt/n

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