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Educação

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24
Jul12

Prazo para candidaturas de professores contratados foi alargado até 31 de Julho

adm
O Ministério da Educação confirma que o prazo para a "manifestação de preferências" por parte dos professores contratados foi prolongado até 31 de Julho, terça-feira. Desde ontem que sindicatos afectos à Federação Nacional de Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) vinham a denunciar que, para além de não permitir que se concorra a nível nacional em todas as modalidades de horário, a aplicação informática se encontra “constantemente bloqueada ou a bloquear”, lançando “o caos e o desespero entre os docentes”.

Em declarações aos jornalistas, no fim de um encontro com os dirigentes da FNE, Crato anunciou a prorrogação do prazo"pelo menos mais dois dias". Através do gabinete de imprensa, o MEC precisou que "foi detectada alguma lentidão nos tempos de resposta da plataforma" e que os "os técnicos da Direcção-Geral da Administração Escolar estão a solucionar a questão".

O MEC não esclareceu se vai corrigir os problemas técnicos da aplicação informática que impedem os professores de “se candidatarem aos três tipos de horários disponíveis para as várias durações possíveis de contratos em todo o país”, um problema que tem vindo a ser denunciado desde ontem pelo dirigente do Sindicato dos Professores da Zona Norte/FNE, Arlindo Ferreira. Nas caixas de comentários de fóruns de professores no facebook esta é uma das queixas mais comuns dos docentes, que criticam também a dificuldade de acesso à aplicação, a complexidade do preenchimento de todos os campos e o tempo que têm de despender em cada um dos passos. Alguns dizem demorar quatro e conco horas. Outros lamentam passar esse tempo apenas a tentar submeter a candidatura.

A direcção nacional da Fenprof tem criticado também o facto de “no manual de instruções para a manifestação de preferências (ontem publicado pela DGAE) se referir que esta é regida pelo Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de Junho, quando no Aviso de Abertura do mesmo concurso, de 13 de Abril, se escreve que ela remete para a aplicação do Decreto-Lei n.º 20/2006, na redacção que lhe é dada pelo Decreto-Lei n.º 51/2009". “Um concurso público, promovido pela entidade pública Ministério da Educação e Ciência, para acesso a emprego público, iniciou-se com determinadas regras previstas no Aviso de Abertura e, a meio do processo, é alterado por simples um manual de instruções. Isto é algo nunca visto e absolutamente inaceitável”, considerou a Fenprof, em comunicado.

fonte:http://www.publico.pt/

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