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Educação

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15
Mai12

Fenprof denuncia que estão a ser contratados professores com vencimentos baixos

adm
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) denunciou esta terça-feira, no Parlamento, que estão a ser contratados docentes no ensino superior, auxiliares ou adjuntos, com remunerações inferiores às respectivas categorias.

“Isto é a mesma coisa que contratar médicos especialistas e contratá-los como internos ou contratar capitães e pagar-lhes como sargentos”, disse o coordenador da Fenprof para o ensino superior, Rui Salgado.

O dirigente referia-se a situações de professores que após o doutoramento viram feitos novos contratos, com o vencimento que tinham anteriormente.

A delegação da Fenprof é ouvida na Assembleia da República no âmbito de uma audiência que solicitou à comissão de Educação, Ciência e Cultura. À comissão foi transmitida “a recusa generalizada” por parte das instituições de ensino superior público de colocar no 1.º escalão remuneratório os professores auxiliares e adjuntos que acederam a estas categorias após aprovação nas provas de doutoramento ou do título de especialista.

Para o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, estão em causa “aspectos do foro da legalidade que o Governo, a coberto da austeridade, vai aproveitando para por em causa”.

Neste sentido, a Fenprof solicitou à Assembleia da República que tome as “medidas necessárias para que o Governo e as instituições do ensino superior cumpram efectivamente o regime transitório das carreiras docentes”.

A federação deixou na comissão um conjunto de pareceres jurídicos que os deputados ficaram de analisar.

O líder da Fenprof convidou os deputados a participarem na “Tribuna Pública” que vai montar no dia 23 frente ao Palácio das Laranjeiras, onde está sediada a tutela do ensino superior.

Além dos problemas dos professores, Mário Nogueira alertou também para o abandono escolar neste nível de ensino, dizendo que tem sido “muito elevado”.

O dirigente sindical afirmou também que a reestruturação da rede do ensino superior está a ser feita “sem o devido diálogo com os professores e os municípios”.

fonte:http://www.publico.pt/E

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