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26
Abr12

Ministério admite desistências de programa Erasmus por dificuldades financeiras

adm
O secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, admitiu nesta quinta-feira que há estudantes a desistir de programas como o Erasmus por dificuldades económicas, mas sublinhou que não há alterações sensíveis de anulação de matrículas.

A 23 de Abril, o representante do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Sobrinho Teixeira, informou que os politécnicos portugueses estavam a registar “uma quantidade anormal” de desistências de alunos dos programas de mobilidade, como o Erasmus, devido a dificuldades financeiras. 

“Pode haver menos aproveitamento dos programas de mobilidade que têm uma despesa adicional. Um estudante que quer ir para um programa Erasmus tem uma despesa adicional, porque a bolsa que tem não cobre as despesas, e portanto não me admira que isso aconteça”, declarou João Queiró, à margem do IV Congresso do Ensino Superior Politécnico. O Secretário de Estado do Ensino Superior admitiu que é “mais uma preocupação, mas não tão preocupante do que um eventual abandono do próprio ensino superior por motivos económicos”.

João Queiró afirmou que se tem mantido em “contacto regular” com os presidentes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e do CCISP para tentar avaliar a situação do abandono do ensino superior. “O que me dizem refere-se ao indicador de anulação de matrículas e, não se nota uma alteração sensível em relação aos anos anteriores”, acrescentou João Queiró, classificando, todavia, de “extremamente preocupante” haver estudantes com dificuldades em manter-se no ensino por dificuldades económicas. 

“A informação actualizada que vou obtendo é que não se nota aumento sensível da anulação de matrículas, mas este indicador não é o mesmo que o abandono por motivos económicos e que é mais “silencioso” e “difícil de avaliar neste momento”, referiu. 

O representante dos politécnicos portugueses defendeu na terça-feira uma mudança de paradigma do ensino naquelas instituições, com cursos mais direccionados às pequenas empresas, mas o secretário de Estado do Ensino Superior escusou-se a comentar, referindo que não tem “dados estatísticos” sobre o assunto. 

“O país não pode estar, apenas e só, a preparar pessoas para as grandes empresas. Não vai ser a partir daí que nós vamos conseguir dar o salto económico”, considerou o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses.

fonte:http://www.publico.pt/

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