21
Set 13

Há ainda mais de três mil vagas por preencher no ensino superior

A lista das colocações da segunda fase vai ser conhecida na quinta-feira, havendo ainda uma terceira fase entre 3 e 7 de Outubro.

A segunda fase do concurso de acesso ao ensino superior, que terminou na sexta-feira, conta com menos quase 1.500 candidatos do que no ano passado ficando por preencher mais de 3.300 vagas.

De acordo com os dados disponíveis na página na Internet da Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), candidataram-se ao ensino superior 17.510 estudantes nesta segunda fase, menos 1.448 do que em 2012. Das 20.818 vagas disponíveis entre universidades e politécnicos, 3.308 ficaram por ocupar.

Na primeira fase foram colocados mais de 90% dos alunos: em 40.419 alunos, 37.415 conseguiram um lugar e em 60% dos casos no curso desejado, de acordo com os dados da DGES.

A lista das colocações da segunda fase vai ser conhecida na quinta-feira, havendo ainda uma terceira fase entre 3 e 7 de Outubro.

Na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, 66 cursos ficaram sem qualquer aluno colocado, quase todos a funcionar em institutos politécnicos e na área das engenharias. Catorze cursos superiores públicos registaram a entrada de alunos com a nota mínima permitida - 9,5 valores - enquanto o curso de Medicina da Universidade do Porto teve a média mais alta - 18,1 valores.

fonte:http://rr.sapo.pt/in


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10
Set 13

Ainda há 358 vagas em gestão e economia

Há ainda 358 vagas disponíveis nas áreas de economia e gestão para quem esteja interessado a concorrer nesta segunda fase de acesso ao ensino superior. Das 1.629 vagas iniciais, ficaram por preencher cerca de 22%.

Há ainda 358 vagas disponíveis nas áreas de economia e gestão para quem esteja interessado a concorrer nesta segunda fase de acesso ao ensino superior. Das 1.629 vagas iniciais, ficaram por preencher cerca de 22%. 

É na área da gestão – sem considerar os cursos mais específicos como gestão de empresas, gestão hoteleira, entre outros – que sobram mais lugares nas universidades e politécnicos públicos. Ao todo há 271 vagas disponíveis, sendo que dessas mais de metade (175) correspondem a cursos leccionados em regime nocturno ou pós-laboral. 

As médias variam entre os 107,0 valores no Instituto Politécnico de Bragança e os 162,4 valores na Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade do Algarve, em regime nocturno.

Já no que toca à área da economia, as 87 vagas que ficaram desertas distribuem-se pela Universidade dos Açores, pela do Algarve, pela da Beira Interior, pela Universidade de Évora e pela Universidade da Madeira. As médias variam entre os 106,3 valores e os 127,4 valores.

Mas nem todos os cursos ficaram sem candidatos. Nove dos 14 cursos de economia que abriram este ano lectivo ficaram completamente preenchidos logo na primeira fase. Os mais procurados foram o da Universidade do Porto (223 vagas) – tendo o último aluno entrado com uma média de 163,3 valores – e o da Universidade Nova de Lisboa (210) – cuja média de entrada ficou nos 159,5 valores.

Já em gestão, nenhum ficou completamente preenchido. Os mais procurados foram os do Politécnico de Bragança e da Universidade do Algarve.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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14
Jul 13

Menos 837 vagas no Ensino Superior

As vagas para o Ensino Superior em Portugal baixam pelo segundo ano consecutivo em 2013-2014, estando disponíveis para a primeira fase 51.461 novos lugares, menos 837 do que em idêntico período de 2012-2013, segundo dados do Ministério da Educação.

Também o número de alunos candidatos ao Ensino Superior (ES) tem vindo a diminuir desde 2010, havendo em 2012 menos 6739 concorrentes do que naquele ano, de acordo com dados apurados no final da terceira fase.

No ano passado sobraram 8547 vagas, quase o dobro dos lugares sobrantes em 2009 (4614).

Os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) mostram que o número total de candidatos ao Ensino Superior passou de quase 60.000, em 2009, para 53.000 em 2012.

A primeira fase de candidaturas ao concurso nacional de acesso ao Ensino Superior público tem início na quarta-feira.

À semelhança dos últimos concursos, a candidatura é feita através da Internet, na plataforma da DGES (http://dges.mctes.pt ).

Procura e empregabilidade como fatores 

 

Segundo o Ministério da Educação, as instituições procederam a uma reorientação da oferta na fixação de vagas, tendo em consideração a procura, a empregabilidade e as áreas de formação, de acordo com as regras estabelecidas pela tutela.

A esta via de acesso ao ES público, acrescem, entre outras ofertas, as admissões de novos alunos através dos concursos locais para cursos de Música, Dança, Teatro e Cinema (640 vagas em 2013).

Há também admissões para a Universidade Aberta, instituições militares e policiais e as destinadas aos alunos que concluíram um curso de especialização tecnológica, bem como para os maiores de 23 anos.

No que diz respeito às áreas de formação, o ministério destaca a abertura de vagas para engenharias (17,3%, contra 16,9% em 2012), Ciências Empresariais (15, 4%, contra 15,5%) e a Saúde, com 13%, face aos 12,8% do ano passado.

A informação do ministério, indica que a área de estudo das engenharias aqui apresentada não inclui a engenharia civil, inserida em "Arquitetura e Construção", que apresentou uma redução de 16% no número de vagas em relação a 2012.



fonte:: http://expresso.sapo.pt

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16
Jul 12

Cursos com mais desemprego abrem 3.600 vagas

A corrida ao ensino superior público começa hoje com a abertura do concurso nacional de acesso.

Há menos 1.200 vagas disponíveis, mas os cursos com mais desemprego abriram 3.600 lugares.

Os 35 cursos do ensino superior público com maior número de inscritos nos centros de emprego disponibilizam cerca de 3.600 vagas para o próximo ano lectivo. Engenharia civil, Direito, Economia, História, Psicologia, cursos de formação de professores para o 1º ciclo e educadores de infância são algumas das licenciaturas que estão no topo da lista dos cursos com mais desempregados.

Indicadores que continuam a revelar o desencontro que há entre a oferta de cursos no ensino superior público e as necessidades do mercado de trabalho. Mas há sinais de que as instituições começam a ter em conta as necessidades do mercado, quando fixam as vagas. Algumas encerram alguns dos cursos com um maior número de desempregados. Dos que continuam a funcionar, a maioria diminuiu as vagas disponíveis, mas há alguns casos em que aumentam o número de lugares em cursos graves dificuldades de inserção no mercado de emprego.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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20
Jul 11

Vagas do ensino superior "chegam para as encomendas"

Milhares de jovens começam na quinta-feira a candidatar-se ao Ensino Superior para preencher 54.068 vagas, apenas mais 82 do que no ano passado, mas que o responsável pela acreditação dos cursos considera suficientes para as actuais necessidades.

 

"Em termos de vagas globais, neste momento o circuito está mais ou menos fechado", disse à agência Lusa o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). De acordo com Alberto Amaral, a evolução das vagas destinadas aos estudantes que concluem o ensino secundário reflecte a queda demográfica nacional.

A passagem da escolaridade obrigatória para 12 anos poderá, no entanto, vir a ditar dentro de alguns anos um aumento da procura.

Deverão também aumentar as necessidades de oferta para maiores de 23 anos, "indivíduos que estão no mercado de trabalho e vêm adquirir novas competências", referiu.

A tendência é ainda para o aumento dos ciclos curtos como "está previsto nos contratos de confiança" que o Governo assinou com as instituições de ensino superior.

Os dados publicados pela A3ES revelam a grande prevalência de mestrados e doutoramentos nos últimos anos.

 

Questionado sobre o número de pedidos de acreditação que recebeu para o próximo ano lectivo, avançou alguns resultados preliminares que demonstram isso mesmo.

Foram submetidos 431 pedidos novos, dos quais 71 para o 1.º Ciclo (licenciatura) e os restantes de 2.º e 3.º ciclo.

Até ao momento, foram acreditados 5 cursos do 1.º Ciclo, 49 do 2.º e 25 de 3.º Ciclo.

Alberto Amaral sublinhou que no caso do ensino politécnico, o maior incremento, no âmbito do contrato de confiança, está previsto em cursos nocturnos.

As vagas para 2011-2012 no ensino superior público distribuem-se por 1.181 cursos, dos quais 176 em regime pós-laboral e 10 no sistema de ensino a distância, uma modalidade que poderá também conquistar lugares no futuro, admitiu.

 

O responsável pela A3ES frisou que o sector privado tem ainda muitas vagas por preencher e que mesmo o público "não enche" a cem por cento.

"Globalmente, o número de vagas que está chega e sobra para as encomendas", observou. "Há um número significativo que não foi preenchido. Abrir mais vagas só se fosse para medicina".

O que vai haver, na sua opinião, é "necessidade de criar outras formas de entrada, para os maiores de 23 anos, cursos de actualização, ciclos curtos, formação a distância, enfim, é capaz de ser por aí o caminho".

Ainda segundo o mesmo responsável, mais de metade dos alunos que hoje entra para o sector privado já não é da via tradicional: "São indivíduos com mais de 23 anos, das antigas colónias, brasileiros, etc".

A primeira fase de candidatura ao Ensino Superior começa na quinta-feira e prolonga-se até 17 de Agosto.

 

Os estudantes devem fazer a candidatura on-line no sítio da Direcção-Geral do Ensino Superior, indicando logo se pretendem solicitar bolsa.

As universidades oferecem 27.037 vagas em regime normal, 1.753 em pós-laboral e 30 de ensino a distância.

Nos institutos politécnicos, há 20.974 vagas no regime normal, 3.994 em pós-laboral e 280 para ensino a distância.

fonte:http://www.jn.pt/

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16
Jul 11

Universidades. É possível entrar com menos de 10 em 40 cursos

Este ano há mais 647 vagas nas universidades públicas do que em 2010. Muitos lugares não são sinal de boa saída

 

As pautas da primeira fase dos exames estão afixadas e as candidaturas ao ensino superior arrancam na quinta-feira, 21 de Julho, este ano só na internet. Há mais 647 vagas, num total de 54 068. Num quinto dos cursos disponíveis nas universidades e politécnicos públicos (1152) é possível entrar com média de 11, sendo esta a maior fatia. Há ainda 40 cursos onde a nota de entrada, tendo em conta a média do último colocado em 2010, é inferior a 10 valores. E são tão variados como Agronomia, Filosofia, Marketing ou Engenharia Florestal. Abrem ainda 23 novos cursos de norte a sul do país, em áreas como História e Arqueologia, Sociologia, Química ou Ciência Política.

Quando se cruzam as vagas disponibilizadas ontem pelo Ministério da Educação e Ensino Superior com os últimos dados sobre empregabilidade de diplomados, divulgados em Março pelo Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) deste mesmo ministério, percebe-se contudo que as áreas com mais vagas são as mesmas em que o mercado de trabalho tem maior dificuldade em absorver todos os licenciados. Segundo as contas do ministério, a área de Ciências Sociais, Comércio e Direito é a que oferece mais vagas (28%). Ora no documento do GPEARI, que analisa os diplomados inscritos nos centros de emprego no final do ano passado, percebe-se que nestas áreas a percentagem de desempregados entre os diplomados que terminaram o curso nos últimos dez anos varia entre os 7,7% para quem tirou cursos na área das Ciências Sociais e Comportamento e 10,7% nos licenciados em Serviços Sociais. A licenciatura de Direito da Universidade de Lisboa era a terceira no ranking dos cursos nacionais com mais inscritos nos centros de emprego e este ano esta licenciatura é de novo campeã nacional em termos de vagas: 450 no total. Nos últimos dez anos formou 4324 pessoas e 197 estavam no desemprego no final do ano passado. À frente, ao nível das escolas públicas, aparece o curso de Economia da Universidade do Porto, com 2281 pessoas formadas desde o ano lectivo 1999-2000 e 220 registos nos centros de emprego. Este ano o curso é o 11.o com mais vagas, um total de 223. 

As indicações sobre o mercado de trabalho poderão não ser muito específicas, mas são as mais recentes para quem procurar pistas sobre empregabilidade na véspera de se candidatar à universidade. Ciências Empresariais (18% dos desempregados com curso superior), Ciências Sociais e do Comportamento (12%) e Ciências da Educação (10%) são as áreas mais lotadas. Têm luz verde os Serviços de Transporte e Segurança, Ciências Veterinárias, Matemática e Estatística e Informática. Em termos globais regista-se ainda um aumento das vagas para ensino à distância, 310 no total. Os cursos em regime pós-laboral abrem 456 lugares.

Acesso especial Este ano o acesso especial a Medicina para licenciados ganha 133% de vagas, para um total de 217. O aumento, só para este tipo de candidatos, resulta da entrada em vigor de um novo cálculo de vagas (deverão ser no mínimo 15% do contingente geral) previsto no decreto-lei que introduziu esta modalidade em 2007. No total, os nove cursos de Medicina do país então a oferecer 1809 vagas (1517 para alunos finalistas do ensino secundário). Para o bastonário da Ordem dos Médicos o aumento é um "absurdo e um desperdício de recursos", sobretudo porque o Estado está a pagar "duas licenciaturas quando estes médicos não são necessários." Ao i José Manuel Silva disse que as vagas deviam começar a ser reduzidas para evitar o "excesso de médicos" nos próximos anos, que se traduzirá numa "mercantilização dos doentes e em fuga de cérebros". Pelas contas da OM, no próximo ano começarão a formação mais de 600 futuros médicos a mais.

fonte:http://www.ionline.pt/c

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15
Jul 11

Mais de 54 mil vagas no ensino superior público

As universidades e politécnicos públicos oferecem, este ano, um total de 54 068 vagas.

O número pouco varia em relação ao ano passado, subindo apenas em 82 lugares, sendo que só o reforço das apostas no ensino à distância impede que se dê uma quebra na oferta que seria a primera em nove anos, desde 2003.

Este ano existem 310 vagas no ensino a distância em 10 cursos superiores. As universidades oferecem 50 vagas em dois cursos, enquanto os politécnicos disponibilizam 260 lugares em oito cursos. Números que representam um aumento de 122 lugares face aos 188 que foram criados em 2010.

Se o ensino à distância - anteriomente um exclusivo da Universidade Aberta - dá sinais de crescimento, ainda que tímidos, a oferta de pós-laboral, principal responsável pelo aumento de vagas em 2010, perde força. Este ano, entre novas ofertas e outras que foram abandonadas, há menos 10 cursos nocturnos, num total de 176 ofertas de formação.

Um curso para o qual nunca falta procura é a Medicina, que este ano abre 1517 lugares no concurso nacional, apenas mais um do que há um ano. Já o Direito, cuja oferta é frequentemente classificada de excesiva pelo bastonário dos advogados, ganha mais 12 vagas, para um total de 1342.

fonte:http://www.dn.pt/i

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