16
Mar 13

Universidade do Porto chumba aumento de propinas para 1037 euros

A proposta do reitor da Universidade do Porto, José Marques dos Santos, para aumentar as propinas das licenciaturas e dos mestrados integrados de 999 para 1037 euros foi chumbada pelo Conselho Geral (CG) da universidade.

 

Os membros deste órgão – composto por 23 membros, entre os quais 12 professores, quatro estudantes e um funcionário – entenderam que as dificuldades das famílias na actual crise não são compagináveis com novos aumentos. “Dada a situação actual, entendeu-se que não estão criadas as condições sociais para incrementar um aumento deste tipo”, adiantou ao PÚBLICO fonte do CG.
 
À decisão deste órgão não estará também alheio o facto de, antes mesmo de iniciada a reunião, a Federação Académica do Porto ter emitido um comunicado, subscrito por 13 das 14 associações de estudantes da instituição, apelando à manutenção dos valores actuais. Somar um agravamento de propinas “à situação de propinas em atraso, aos cortes na acção social, à inutilidade prática dos auxílios de emergência em vigor e à falta de perspectivas de melhoria das condições socioeconómicas dos estudantes”, redundaria num “drástico aumento do abandono escolar”, alegaram os estudantes.
 
no mesmo comunicado, lembram que o peso das propinas no orçamento da UP quase duplicou entre 2010 e 2012, de 11% para 20,7%.
fonte:http://www.publico.pt/
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18
Fev 13

Universidade do Porto entre as mais ativas na internet

A Universidade do Porto está entre as vinte instituições universitárias europeias mais ativas na internet, e é também a única portuguesa entre as cinquenta com maior presença "online", revelou esta segunda-feira o "Ranking Web de Universidades".

O "ranking" é elaborado pelo Laboratório de Cibermetria do Conselho Superior de Investigações Científicas, em Espanha, que analisa e classifica a presença na internet das universidades europeias, comparando também esse posto com aquele que ocupam a nível mundial, com base no número de páginas "web", no número de "links" externos, que remetem para cada instituição universitária, e no número de artigos científicos relevantes publicados.

A Universidade do Porto, nesta avaliação, é a instituição portuguesa de ensino superior melhor classificada: está entre as 20 melhores da Europa e as 100 melhores do mundo, ocupando o 17.º lugar europeu e 93.º mundial.

É preciso procurar na segunda metade do "ranking" das cem melhores europeias, para voltar a encontrar universidades portuguesas.

A Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade de Coimbra ocupam, respetivamente, o 61.º e o 62.º lugares, a nível europeu, e as posições 184.º e 185.º, no "ranking" mundial.

Com apenas quatro instituições universitárias entre as 100 melhores europeias, Portugal encerra esse "ranking", colocando a Universidade do Minho no 100.º posto.

Ainda entre as 150 mais ativas, estão a Universidade de Lisboa e a Universidade Nova. A Universidade Católica Portuguesa ocupa o 398.º posto, a nível europeu, ficando ainda entre as 400 mais ativas na internet das 5872 instituições europeias analisadas e classificadas.

O pódio do "ranking" europeu foi integralmente entregue ao Reino Unido, que colocou a Universidade de Cambridge, a Universidade de Oxford e a Universidade College London em 1.º, 2.º e 3.º lugares, respetivamente. As três instituições figuram ainda entre as 50 com mais presença na "web", em todo o mundo.

Já o pódio mundial é inteiramente norte-americano, com as Universidades de Harvard, Stanford e MIT (Massachusetts Institute of Technology) a liderarem o "ranking".

Espanha classificou quatro universidades entre as 50 mais ativas na internet, a nível europeu.

fonte:http://www.jn.pt/P

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03
Nov 12

Universidade do Porto reduz professores, corta em disciplinas e suspende obras

A redução de professores convidados e de disciplinas optativas, o cancelamento de novas obras e o desinvestimento na manutenção de edifícios são medidas que a Universidade do Porto levará a cabo com corte estatal de 9,1 milhões de euros.

A Universidade do Porto (UP) vai receber em 2013 menos 9,1 milhões de euros do Estado, um «rombo inimaginável» e «surpreendente» que compromete o normal funcionamento da maior universidade portuguesa, admitiu à Lusa o reitor, Marques dos Santos.

«Vamos lutar para que não se concretize este corte», afirmou à agência Lusa o reitor, afirmando que foi «surpreendido» com o corte real de 9,1 milhões de euros para a UP e que não foi «sério» da parte do Governo, a universidade ter tido conhecimento daquela redução através do documento do Orçamento do Estado sem ter havido diálogo.

Em entrevista à Lusa, Marques dos Santos, admitiu que o dinheiro que a UP receberá do Estado não chega para pagar os recursos humanos e que só vai conseguir pagar os ordenados dos funcionários «com verbas das receitas próprias».

Com a proposta de um corte de 9,1 milhões de euros no Orçamento do Estado para 2013 não haverá dinheiro suficiente para renovar contratos de professores convidados ou não será possível realizar a manutenção de edifícios e laboratórios.

A UP não está a praticar a propina máxima de 1.024 euros, está a praticar a propina do ano anterior – 999 euros, uma decisão do Conselho Geral daquela universidade, «tendo em conta as dificuldades que o país atravessa e que os estudantes atravessam», adiantou fonte da assessoria de imprensa da UP.

Marques dos Santos adiantou que com os cortes de 2012 e de 2013, a UP vai perder em apenas dois anos «18 milhões de euros».

A UP apresentou, em 2011, um lucro de 23,3 milhões de euros, aumentando o resultado líquido em 143 por cento face a 2010, revelou o Relatório de Contas daquela instituição universitária.

A Universidade do Porto é a mais bem classificada em Portugal em sete dos principais rankings internacionais e está entre as 100 melhores universidades da Europa, revela o Relatório de Contas daquela instituição de ensino superior.

fonte:Lusa/SOL

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09
Set 12

Universidade do Porto é a mais concorrida e com notas de acesso mais altas

A Universidade do Porto foi a instituição de ensino superior mais procurada no concurso de acesso ao ensino superior deste ano, com mais de 7400 candidatos para 4160 vagas, 99 por cento das quais ficaram já preenchidas.

Segundo dados hoje divulgados pelo Ministério da Educação e Ciência, de um total de 1122 cursos com vagas abertas em todas as instituições de ensino superior do país, 559 já estão completos mas outros 57 não tiveram qualquer candidatura.

Os cursos de Medicina da Universidade do Porto tiveram as notas mínimas mais altas de todo o espectro dos cursos superiores: 18,35 valores, o que já vem sendo tradição nos concursos de acesso à universidade.

De sete cursos com nota de entrada superior a 18, só dois não são de Medicina: Bioengenharia e Arquitectura, ambos da Universidade do Porto.

Em 28 cursos, não foi preciso ter nota positiva para entrar, entre os 9,96 valores (em 20) do curso pós laboral de Turismo da Escola Superior de Educação de Coimbra e os 9,5 do curso de Gestão Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego.

Como se verificou em anos anteriores, as vagas nas escolas superiores de enfermagem de Coimbra, Lisboa e Porto ficaram completamente preenchidas nesta primeira fase, incluindo as vagas adicionais criadas, o mesmo acontecendo na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.

Em contraste, o Instituto Politécnico de Portalegre apenas preencheu 33% das 618 vagas abertas e o Politécnico de Tomar não foi além de 27% das suas 610 vagas. Em Bragança, só 30% das 1873 vagas do Politécnico local foram preenchidas.

Direito na Universidade de Lisboa, com 452 colocações, volta a ser o maior curso a nível nacional, seguido de Direito em Coimbra (334 colocados).

Nesta primeira fase do concurso de acesso entraram 40.415 alunos, quando o total de vagas foi 52.298.

Os resultados do concurso estão acessíveis em http://www.dges.mctes.pt.

fonte:Lusa / SOL

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28
Mar 12

Universidade do Porto não aumenta propinas

O Conselho Geral da Universidade do Porto decidiu não aumentar as propinas para o valor máximo no próximo ano lectivo.

Fonte do Conselho Geral da Universidade do Porto disse à Lusa que a decisão não foi unânime, recolhendo "sete votos a favor e três contra".

O CRUP decidiu recomendar às instituições que apliquem a propina máxima, com vista à criação de um fundo social que permita assegurar os estudos de alunos com dificuldades financeiras.

De acordo com esta decisão, tomada há cerca de uma semana na reunião plenária do CRUP, o diferencial entre a propina de 2011/2012 e a de 2012/2013 destinar-se-á a um fundo de apoio social para "moderar as dificuldades dos estudantes oriundos de famílias com baixos rendimentos que frequentam a respectiva universidade".

Poderá também ser utilizado para responder a situações conjunturais de ruptura social que possam eventualmente atingir os estudantes.

O valor da actualização em causa rondará os 30 euros, mas a decisão compete a cada universidade, bem como a gestão do fundo de apoio aos estudantes.

A aplicação da propina máxima contou com o apoio do reitor da Universidade do Porto, Marques dos Santos, que é vice-presidente do CRUP.

Contactado pela Agência Lusa, Marques dos Santos escusou-se a comentar esta decisão do Conselho Geral da Universidade do Porto, que é presidido por Luís Portela.

A agência Lusa tentou também falar com Luís Portela, mas até ao momento não foi possível.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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13
Fev 12

Universidade do Porto introduz ferramenta de detecção de plágio

A Universidade do Porto começou a utilizar uma ferramenta digital de prevenção de plágio, que permite detectar material reproduzido apoiada em bases de dados internacionais.

Como explicou a responsável do departamento de Novas Tecnologias da Universidade do Porto (UP), Isabel Martins, a ferramenta Turnitin “é um ‘software’ de detecção de originalidade de trabalhos académicos”, que permite a integração na plataforma Moodle, utilizada pela UP e por várias outras instituições em Portugal. 

“Os professores devem disponibilizar o trabalho nesse formato aos estudantes, para que eles possam submeter os seus trabalhos e, de uma forma formativa, irem avaliando e comparando com bases de dados já existentes para verificarem se há plágio nos trabalhos que estão a submeter para que [os alunos] possam reformular”, afirmou Isabel Martins. 

A UP vai promover uma sessão de divulgação do programa na próxima quarta-feira e explica, no texto publicado na página da universidade, que “não pretende servir a ‘caça’ ao plágio, mas antes alertar e consciencializar a comunidade académica da UP para os riscos associados àquela prática”. 

A universidade fez uma experiência de 30 dias, seguida de uma demonstração por um responsável do programa, o que, depois de pesados os pontos a favor e contra, levou ao licenciamento da ferramenta por um ano “para ver qual será a reacção da comunidade académica”, disse Isabel Martins. 

A responsável do departamento de Novas Tecnologias salientou que não pretendem fazer com que seja punitiva, mas sim de uso formativo. 

O Turnitin não funciona por defeito, sendo necessário que o professor responsável escolha aplicar o ‘software’ na unidade curricular que lecciona. 

Isabel Martins disse apenas ter conhecimento de escolas de gestão que utilizam o programa e não quaisquer outras universidades em Portugal. 

A Lusa contactou a empresa responsável pelo “software” que não pôde informar se há mais entidades de ensino superior a utilizá-lo em Portugal, uma vez que é assinado um acordo de confidencialidade, referindo apenas que há cinco instituições a aplicar a ferramenta em português, sendo uma delas a UP e a outra a Universidade Estadual Paulista, em São Paulo.

fonte:http://www.publico.pt/E

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17
Ago 11

Universidade do Porto entre as 400 melhores do mundo

A Universidade do Porto ocupa agora um lugar entre as 400 melhores universidades do mundo, tendo este ano subido 100 posições no “Academic Ranking of World Universities”.

“Esta é a primeira vez que uma instituição portuguesa atinge o top 400 mundial deste ranking internacional elaborado pela Shangai Jiao Tong University”, refere um comunicado da universidade, hoje divulgado. 

A Universidade do Porto ascendeu este ano ao patamar das instituições avaliadas entre a 301.ª e a 400.ª posições, depois de nos últimos quatro anos ter sido sempre classificada no intervalo das 401 a 500 melhores universidades do mundo. 

A instituição explica a subida no ranking com o “desenvolvimento da sua prestação na quantidade e qualidade de artigos científicos publicados por docentes e investigadores da instituição nas melhores revistas científicas internacionais”. 

A outra instituição portuguesa a figurar na edição 2011 do “Academic Ranking of World Universities” é a Universidade de Lisboa, entre a 401.ª e a 500.ª posições. 

O topo da tabela é dominado pelos Estados Unidos da América, com oito instituições nas 10 primeiras posições, sento as três primeiras ocupadas pelas universidades de Harvard, Stanford e o MIT. 

A metodologia para classificação no ranking passa pela análise da quantidade de artigos científicos publicados nas revistas Nature e Science ou outras revistas científicas reconhecidas internacionalmente, o número de docentes e investigadores classificados entre os mais citados de 21 áreas de estudo e o número de prémios Nobel ou medalhas Fields (prémio da área da Matemática) atribuídos a docentes ou antigos estudantes de cada instituição. 

No “Times Higher Education World University Ranking”, um outro ranking internacional de instituições de ensino superior, a Universidade do Porto foi em Outubro de 2010 colocada entre as 250 melhores do mundo e a 106.ª da Europa. 

fonte:http://www.publico.pt/

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22
Jan 11

Tribunal impede corte de 10 por cento nos salários na Universidade do Porto

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto aceitou a providência cautelar interposta pelo Sindicato dos Professores do Norte e proibiu a Universidade do Porto de executar o “corte indiscriminado de 10 por cento em todos os salários”, informou o sindicato.

 

Em nota hoje divulgada, o sindicato informa que o “Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto aceitou a providência e ordenou a citação da Universidade do Porto, com menção expressa de proibição de execução do referido corte indiscriminado de 10 por cento em todos os salários”.

A Universidade do Porto, contactada pela agência Lusa, declarou que ainda não foi notificada da decisão e esclareceu que essa “aplicação seria apenas efectuada aos docentes em tempo parcial" e que estes "ainda não entregaram a declaração de rendimentos totais dos seus ordenados”.

Esclareceu também que “essa medida, dos 10 por cento, não é só” específica a esta instituição de ensino e “advém da lei orçamental imposta pela Direcção-Geral do Orçamento.

De acordo com a página de internet do Sindicato dos Professores do Norte, “em mensagem de 6 de Janeiro de 2011, a reitoria da Universidade do Porto informou as Unidades Orgânicas que, no mês de Janeiro, aplicaria um corte salarial de 10 por cento, de forma indiscriminada, a todos os seus colaboradores (docentes, investigadores e funcionários)”.

“Apesar de estar prevista a regularização da situação, em Fevereiro, esta medida é manifestamente ilegal, discricionária e agrava a própria aplicação dos cortes, já de si injustos, determinados pelo Orçamento do Estado, o que não lembraria nem a Salomão!”, sustenta o Sindicato dos Professores do Norte.

O sindicato refere ainda que o “facto de a reitoria não conhecer todos os suplementos que os seus colaboradores, eventualmente, auferem fora da instituição não justifica o ato discricionário anunciado”.

“Ao invés, poderia a reitoria aplicar os cortes impostos pela lei com base nos vencimentos por que é responsável, remetendo para o mês seguinte a execução dos cortes sobre eventuais suplementos. Alertado por vários sócios, o Sindicato dos Professores do Norte intentou uma providência cautelar com o objectivo de impedir a implementação desta medida”, assinala a nota.

fonte:http://www.publico.pt

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