09
Set 13

Universidade do Minho recebe mais 2242 novos alunos

Das 2.654 vagas de ingresso na Universidade do Minho (UM) foram colocados, na primeira fase, 2.242 alunos, o que significa a ocupação de 84,5% das vagas existentes para ingressar este ano lectivo na academia minhota. 

O curso de Medicina continua a ser o que exige média mais elevada para entrar na UM. A média do último aluno colocado foi de 17,92. As notas de acesso mais altas verificaram-se nos cursos de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (18,1 valores), seguida da média do curso de Medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, também da Universidade do Porto (18,07 valores), sendo que em terceiro lugar ficou o curso da Universidade do Minho. As notas de acesso nestes três cursos baixaram ligeiramente, em algumas décimas, em comparação com o ano anterior. 

Depois do curso de Medicina, seguem-se, com melhor média, os cursos de Engenharia Biomédica (16,8), Direito e Ciências da Comunicação (15,8) e Bioquímica e Economia (15,3).
Este ano, não houve nenhum curso com acesso com nota negativa.
Por sua vez, os cursos com nota de acesso mais baixa foram, este ano lectivo, os cursos de Educação (regime pós-laboral) com 10,12, o curso de Ciências da Computação com 10,50 e Filosofia com 10,80. 

De acordo com os dados divulgados pela Direcção Geral do Ensino Superior, nos 57 cursos da UM, 32 preencheram as vagas na totalidade nesta primeira fase de acesso ao ensino superior, ficando os restantes 25 cursos ainda com vagas disponíveis para a segunda fase do concurso de acesso, que decorre até ao próximo dia 20 de Setembro, sendo que os cursos de Engenharia Informática (135), Medicina (120), Direito (110) eram os que mais vagas tinham e ficaram todas preenchidas.

A licenciatura em Engenharia Civil é o curso com mais vagas disponíveis, 72. Por outro lado, o curso de Estudos Culturais (pós-laboral) ocupou apenas cinco das 25 vagas, já o curso de Engenharia Têxtil preencheu duas das 15 vagas e Química apenas ocupou sete das 24 vagas disponíveis neste primeira fase de acesso.
Por outro lado, o curso de Engenharia Têxtil (regime pós-laboral) não ocupou nenhuma das 12 vagas disponíveis.

fonte:http://www.correiodominho.com/n

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24
Abr 13

Universidade do Minho tem 445 alunos com idade para serem avós

São 445, têm 50 anos ou mais, admitem que não precisam do canudo para nada mas mesmo assim frequentam atualmente a Universidade do Minho, sendo o seu objetivo apenas um: matar a sede de saber.

"É uma sede de saber mais e mais que não me deixa abandonar os estudos", atira Conceição Gonçalves, que aos 76 anos está empenhada em concluir a sua tese de mestrado na área dos Direitos Humanos.

Já tinha o curso de Filosofia, entretanto tirou uma pós-graduação em Direitos Humanos e agora prepara-se para ser mestre.

A tese está a dar-lhe água pela barba, porque "obriga a muitas pesquisas, a ler muito, a muito trabalho", mas nada que a faça desistir.

"Está um bocadinho atrasada, mas este ano, se Deus quiser, conto tê-la pronta", garantiu.

Conceição promete que, "se tiver tempo", a sua vida académica não ficará por aqui.

"Gostava ainda de tentar a medicina ou a enfermagem e esta é uma ideia que não está, de todo, posta de lado", atira, sublinhando que esta área da saúde sempre a fascinou.

Dos 445 alunos com idade igual ou superior a 50 anos que frequentam a UMinho, 113 estão em licenciaturas e mestrados integrados, 146 em pós-graduações e 186 em doutoramentos.

Sabem que já os canudos que conseguirem não lhes vai valer de nada em termos profissionais, porque têm a vida "mais do que feita" e muitos deles até já são reformados, mas não resistem aos apelos dos bancos da universidade.

Domingos Duarte, 70 anos, está matriculado num doutoramento na área da Contabilidade e Responsabilidade Social, direcionado para as empresas.

Licenciado em Gestão de Empresas, Domingos Duarte viu-se obrigado, por força da alteração da lei, a tirar um doutoramento para poder lecionar no ensino superior.

Inscreveu-se na UMinho, entretanto reformou-se mas mesmo assim garante que não vai desistir do doutoramento.

"Vou tentar reconfigurar o doutoramento para a área das instituições, porque estou ligado aos escuteiros de Fraião e era aí que gostava de aplicar os meus conhecimentos", refere.

Depois de toda a vida ter sido "mais trabalhador-estudante do que estudante-trabalhador", porque o dinheiro em casa "era pouco", Domingos Duarte dispõe agora, finalmente, de condições para se assumir como "aluno a tempo inteiro".

"É aquele bichinho que está dentro de nós e não nos deixa desistir de estudar, estudar, estudar", refere.

Conceição, Domingos e todos os outros alunos "veteranos" da UMinho partilham as máximas "Nunca é tarde para aprender" e "O saber não ocupa lugar".

"Por muito que saibamos, nunca sabemos tudo, nem pouco mais ou menos", sentencia Conceição Gonçalves.

fonte:http://www.jn.pt/

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16
Jul 12

Universidade do Minho aprova aumento de propinas

A Universidade do Minho aprovou, esta segunda-feira, o aumento de propinas para 1037,20 euros, no próximo ano letivo.

A decisão foi tomada, esta segunda-feira, em reunião de Concelho Geral (CG) da Universidade do Minho (UMinho), após nova proposta da reitoria que havia visto adiada a decisão em maio.

Apesar dos votos contra dos quatro estudantes com representação no CG, as propinas passam de 999,71 euros para 1037,20 euros.

António Cunha, reitor da UMinho, justificou a proposta como sendo a base para a criação de um fundo social para estudantes carenciados. Mas Hélder Castro, presidente da Associação Académica da UMinho (AAUM), nunca aceitou a justificação e teme que estejam em causa mais abandonos escolares, que no ano letivo anterior se fixaram nos 700. "Não são os restantes estudantes que pagam propinas quem deve ajudar os mais carenciados, mas sim o Estado", frisou o dirigente da AAUM durante uma ação de protesto de sensibilização para os problemas dos estudantes do Ensino Superior.

A reunião do CG da UMinho ainda decorre, mas o aumento das propinas já foi aprovado.

fonte:http://www.jn.pt/P

 


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28
Jan 12

Universidade do Minho lidera ranking académico de patentes utilizadas pela indústria

A Universidade do Minho (UM) é a academia do país que criou mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, contando com cerca de 20 patentes utilizadas pela indústria, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a UM acrescenta que aquela conclusão consta de um estudo do Departamento de Produção e Sistemas da Escola de Engenharia daquela universidade, que avalia a presença da tecnologia desenvolvida no âmbito da investigação académica no meio empresarial e os seus efeitos ao nível da inovação e do desenvolvimento económico.

Segundo o estudo, coordenado por Fernando Romero, as universidades e politécnicos portugueses somam cerca de 750 patentes registadas junto do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

O Instituto Superior Técnico, de Lisboa, lidera com perto de 250 patentes registadas, seguindo-se a Universidade do Porto e a UM, com cerca de 100 patentes cada.

“No entanto, um maior número de patentes registadas não significa o maior número de aproveitamento do desenvolvimento tecnológico que lhe está inerente”, sublinha Fernando Romero.

A UM surge, assim, como a universidade “com mais tecnologia rentabilizada em contexto de trabalho, com cerca de vinte patentes utilizadas pela indústria”.

O estudo confirma ainda o papel fundamental das universidades como fonte de conhecimento e o aumento do relacionamento das academias com o meio industrial.

Numa primeira fase, foram abordados os gabinetes de transferência de tecnologias das principais academias. Segue-se agora uma segunda fase, de perspectiva empresarial, que avançará para a investigação documental e para o inquérito às empresas, acerca da presença das tecnologias de base académica em contexto de trabalho produtivo.

“Uma conclusão preliminar da investigação aponta para a importância do aproveitamento real das patentes e invenções tecnológicas em contexto industrial e empresarial”, refere o comunicado da UM.

fonte:http://www.publico.pt/

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09
Fev 11

Tribunal administrativo suspende cortes salariais na Universidade do Minho

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto aceitou esta quarta-feira uma providência cautelar apresentada pelo Sindicato dos Professores do Norte (SPN) para suspender os cortes salariais de dez por cento na Universidade do Minho (UM).

 

Em comunicado, o SPN congratulou-se com a posição da justiça, face ao que considera ter sido “uma decisão arbitrária e manifestamente ilegal” da UM em relação aos professores da instituição.

A UM tinha informado os docentes, através da Circular VRT/MP-01/2011, que seria efectuada uma redução salarial de 10 por cento aos trabalhadores que não informassem dos montantes auferidos em regime de acumulação, para efeitos de aplicação da redução salarial resultante do artigo 19.º da Lei 55-A/2010, de 31 de Dezembro.

O SPN reconhece que “a lei estabelece a obrigação dos funcionários de informarem a UM de todas as prestações pecuniárias auferidas que sejam abrangidas pela incidência da norma referida”. 

No entanto, “invocando este preceito, a reitoria da UM pretende sancionar, com um corte salarial de dez por cento, os funcionários que eventualmente não cumpram esta obrigação, no prazo e termos por si estabelecidos” e “esta medida não está prevista na lei”, considera o SPN.

A situação levou o sindicato a apresentar uma providência cautelar.

O tribunal ordenou a citação da UM, com menção expressa de proibição da execução do corte de dez por cento nos termos da circular em causa.
fonte:http://www.publico.pt/E

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