25
Mar 14

Coimbra vai cobrar propina de sete mil euros a alunos internacionais

Estatuto do Estudante Internacional dá liberdade às intituições para cobrar propinas mais elevadas a alunos não lusófonos e de países não europeus.

Os estudantes internacionais que a partir do próximo ano queiram tirar uma licenciatura ou mestrado na Universidade de Coimbra vão pagar uma propina anual de sete mil euros.

Este foi o valor aprovado em Conselho Geral desta universidade que, em Setembro, deverá cobrar aos alunos portugueses a propina máxima: 1068,92 euros anuais.

A aprovação do estatuto do aluno internacional dá liberdade às instituições para cobrar propinas mais elevadas aos alunos não lusófonos e de fora da União Europeia. Além disso, estes alunos vão ter regras e vagas próprias para o acesso às universidades portuguesas públicas e privadas.  

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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18
Abr 12

Universidade de Coimbra vai ter cantina aberta ao fim-de-semana

A Universidade de Coimbra anunciou hoje a reabertura de uma cantina aos fins-de-semana, a partir de 5 de Maio, por ocasião da Queima das Fitas, um mês após o protesto dos estudantes.

Desde o início do ano lectivo que os estudantes estavam privados de uma cantina universitária em funcionamento aos sábados e domingos, o que levou alunos a ocuparem uma das cantinas, durante o segundo fim-de-semana de Março.

“Foi feita alguma justiça, numa altura tão difícil como esta, qualquer boa notícia é uma grande vitória, é uma vitória para a direcção-geral e para os estudantes, sobretudo os mais carenciados que cada vez mais dificuldades têm em ir a casa aos fins-de-semana”, reagiu o presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), Ricardo Morgado.

Para o dirigente estudantil, “não fazia sentido não haver pelo menos uma cantina aberta” na universidade do país com “maior número de estudantes deslocados”.

O reitor, João Gabriel Silva, reconheceu que era “negativo” não haver uma cantina, onde as refeições são a preços “mais baixos” que o mercado (2,40 euros o prato), aberta aos sábados e domingos. A reabertura de uma cantina é possível “graças à reestruturação em curso nos Serviços de Acção Social (SASUC), que permite reorientar os recursos”, explicou.

A reestruturação dos SASUC está em curso desde a posse da nova administradora, a 20 de Março, altura em que o reitor avançara que a reabertura de uma cantina aos fins-de-semana implicaria o fecho de “uma ou duas, no Pólo I”, durante os dias úteis.

Hoje, o reitor avançou que a situação ficará definida “até ao final do mês, início de Maio”, prevendo-se a concretização do fecho ainda durante esse mês. Ao contrário do passado, será a mesma cantina – as “Amarelas” – a estar aberta para almoços e jantares aos sábados e domingos.

“A rotatividade [das cantinas em funcionamento] era um dos problemas do sistema anterior – os estudantes acabavam por ficar um pouco ‘perdidos’, porque não sabiam bem qual era a cantina que estava aberta”, disse o reitor, referindo ser essa uma das justificações para a procura ser “relativamente baixa” aos fins-de-semana.

A Universidade de Coimbra tem cerca de 23 mil alunos e um total de 15 espaços para refeições.

fonte:http://www.publico.pt/

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16
Abr 12

Reitor de Coimbra rejeita violência nas praxes

O reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, considera “completamente inaceitável qualquer tipo de violência” na praxe académica, com os docentes a defenderem a criação de um gabinete de apoio aos alunos visados.

“Os relatos que tenho visto são no sentido de ter havido actos de violência”, lamenta o reitor, numa alusão a queixas de alunos, que levaram o Conselho de Veteranos a abrir um inquérito e a suspender, “por tempo indeterminado”, a chamada Praxe de Gozo e de Mobilização, ou seja, a interação dos “doutores” com os caloiros.

Há cerca de três semanas, João Luís, o dux veteranorum, responsável pelo Conselho de Veteranos, disse à Lusa que “foram apresentadas algumas queixas de alunos de várias faculdades, de que poderá ter havido atropelos”, o que motivou abaixo-assinados entre os docentes, promovidos nas faculdades de Letras e de Economia.

“Foi feita a identificação correcta de toda a gente [envolvida nos casos], esta semana e na próxima vamos ouvir todos, para depois elaborar um relatório”, disse hoje João Luís.

dux veteranorum entende que participar na praxe implica “civismo, juízo e educação, exige uma postura de cavalheiros, no sentido figurado”.

“Se alguém não estiver trajado é um arruaceiro, mas se estiver de capa e batina a culpa já é da praxe”, observou, numa alusão a actos violentos, ao sustentar que o que está em causa é o “bom senso nos comportamentos” e não a praxe académica.

João Luís não concorda, por isso, com algumas afirmações contidas no abaixo-assinado promovido por docentes da Faculdade de Letras, no que toca à “falta de educação” por parte de quem exerce a praxe.

O documento, com perto de 120 assinaturas de professores, é entregue ao diretor da Faculdade de Letras na quarta-feira, dia em que se realiza um debate sobre “A praxe académica ontem e hoje”, com a participação dos historiadores Luís Reis Torgal e Rui Bebiano, o sociólogo Elísio Estanque, o ex-presidente da Associação Académica de Coimbra André Oliveira, e Rita Rigueiro, do Conselho de Veteranos.

Código violento

“O Código da Praxe, ele próprio, é violento, defende uma série de sanções violentas, não para os que exercem a praxe, mas para os que violam a hierarquia da praxe, como alguém que não vestiu a capa correctamente, que não se comportou como caloiro, etc”, disse Catarina Martins, uma das promotoras do documento.

Os docentes solicitam aos órgãos da universidade a interdição de certas formas de praxe académica, que consideram indignas, e defendem a criação de um gabinete ou outro tipo de infraestrutura de apoio aos estudantes que recusem participar na praxe.

“Estes casos deviam ser investigados mas pela Justiça; não tem havido [mais] queixas formais porque há um clima de violência psicológica, de atemorização. No contacto com os alunos, no dia a dia, constatamos que essa violência psicológica existe”, sustentou a docente.

O reitor destaca que foram os próprios estudantes, através do Conselho de Veteranos, a “tomar a iniciativa de condenar” os alegados abusos e a “intervir”, havendo uma espécie de “auto-regulação”.

“Essa auto-regulação será suficiente? Não sei. Pelo menos temos obrigação de deixar os estudantes avançar no tratamento desta questão, de resolvê-la”, afirmou João Gabriel Silva, encarando como “positivo” o debate entretanto gerado na universidade.

Os incidentes que terão ocorrido em Coimbra foram classificados pelo ministro da Educação como lamentáveis, tendo Nuno Crato aconselhado maior civilidade aos estudantes que recebem os caloiros.

fonte:http://www.publico.pt

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15
Fev 12

40% dos pedidos de bolsas na Universidade de Coimbra foram recusados

Cerca de 40% dos pedidos de bolsa já apurados, feitos pelos estudantes da Universidade de Coimbra no ano lectivo em curso, foram recusados pelos Serviços de Acção Social, revelou o seu administrador, Jorge Gouveia Monteiro.

O responsável dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (SASUC) disse à Lusa que estes números se verificam porque os actuais critérios para a concessão de bolsas só beneficiam “os muito pobres”. 

O responsável, prevê que neste ano lectivo sejam concedidas “muito menos” bolsas, quer pela aplicação de critérios, que já levaram ao aumento dos indeferimentos para 40% dos números apurados, quer pelo facto de os pedidos terem diminuído, situando-se em pouco mais de 5900, quando no ano lectivo transacto ultrapassaram os 6400. 

Hoje, Jorge Gouveia Monteiro contabilizou cerca de 1500 bolsas atribuídas e 1176 indeferidas, no total de bolsas apuradas. 

Com os critérios de capitação do regime em vigor, apenas os estudantes “com rendimento zero” é que beneficiam de uma bolsa anual de 5611 euros, dividida por dez meses. No ano lectivo transacto a bolsa máxima ascendia a 6017 euros. 

“São muitíssimo poucos, situações residuais”, nomeadamente de jovens institucionalizados, aqueles que recebem a bolsa máxima, observou. 

Quarta-feira à noite a Associação Académica de Coimbra (AAC) realiza o Fórum Bolseiro para identificar problemas e recolher contributos para ajudar a melhorar o regime de atribuição, revelou à Lusa Rita Andrade, responsável pelo pelouro de acção social da instituição estudantil. 

Para Ricardo Morgado, presidente da AAC, o regime de concessão de bolsas recebe “nota negativa”, pelo facto de diminuir o número de beneficiários, acentuando o abandono da universidade por razões económicas.

Rita Andrade estima “em centenas” os estudantes que este ano já foram forçados a abandonar os estudos, uma situação que Ricardo Morgado classifica de “cheque em branco que hipoteca o futuro do país”. 

O Fórum Bolseiro pretende analisar a situação dos estudantes da Universidade de Coimbra com bolsas de estudo em atraso, daqueles que as viram ser reduzidas ou que foram excluídos desse apoio. 

Na ordem de trabalhos estão também a análise da aplicação do actual regulamento de atribuição de bolsas, respectivas normas técnicas nacionais, e a discussão de propostas de acções a desenvolver pela AAC.

fonte:http://www.publico.pt/E

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28
Jan 12

Reitor da Universidade de Coimbra promete não aumentar propinas

O reitor da Universidade de Coimbra (UC) prometeu na quinta-feira aos estudantes que não aumentará as propinas, respondendo ao repto lançado pelo novo presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC), no acto de posse deste.

 

“As propinas mantêm-se como estão. Não é pelas propinas que vamos buscar o que nos falta”, sublinhou João Gabriel Silva, frisando que também manterá a percentagem daquelas receitas que a instituição tinha reservado para apoio social a estudantes. 

O reitor, ao destacar a colaboração institucional que tem havido com os estudantes, incentivou a um aprofundamento do trabalho conjunto entre a UC e a AAC, para encontrar as melhores soluções para os problemas que se colocam, nomeadamente de cariz financeiro. 

No seu discurso de tomada de posse, Ricardo Morgado, novo presidente da AAC, prometera não pactuar com “novos cortes no financiamento das instituições, nem tão pouco com um aumento das propinas”. 

Para o dirigente, que sucede no cargo a Eduardo Melo, essas medidas iriam contribuir para aumentar o número de estudantes que têm de abandonar o ensino superior por dificuldades económicas. 

“Há um caminho, por mais longo que seja, do qual jamais abdicaremos: um ensino público, gratuito e de qualidade”, sustentou, frisando que “é hora de o Ensino Superior não ser visto como despesa, mas como investimento” e “a acção social não ser tida como uma esmola, mas como um reforço da igualdade de oportunidades para os jovens portugueses”. 

Ricardo Morgado referiu que está também nos seus propósitos criar na AAC um programa para apoiar estudantes carenciados, com o envolvimento de outras instituições sociais da cidade. 

Dirigindo-se ao reitor, o presidente da AAC prometeu estar ao seu lado, e ir “até às últimas consequências se a política de cortes das instituições do ensino superior se continuarem a agravar, tornando-se insustentáveis”. 

Também Eduardo Melo, presidente cessante, aludiu aos cortes do Estado na ação social escolar, concluindo que “está ainda por cumprir a igualdade de oportunidades em Portugal”. 

fonte:http://www.publico.pt/

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09
Nov 11

Universidade de Coimbra pode fechar em 2013

O Reitor da Universidade de Coimbra afirmou hoje que a instituição encerrará em 2013 se o Governo continuar os cortes orçamentais.

"Este corte para 2012 deixa-nos no absoluto limiar de funcionamento com um mínimo de dignidade, mas sem margem nenhuma. Em 2013 um corte equivalente ao de 2012 fecha a Universidade de Coimbra", afirmou, à margem da cerimónia de tomada de posse do director da Faculdade de Economia, José Reis.

Em declarações à agência Lusa, João Gabriel Silva disse não ser compreensível que o Governo introduza idênticos cortes orçamentais em sectores que geram défice, e em sectores que não geram défice como acontece com o ensino superior em Portugal.

"As universidades actualmente, como a Universidade de Coimbra, só pagam metade dos seus custos com as transferências do Orçamento de Estado, e não podemos ser tratados da mesma forma que outros sectores que apenas geram buracos orçamentais", sublinhou.

Para João Gabriel Silva, esta situação assume contornos mais graves com uma proposta incluída no Orçamento do Estado para 2012 que é "o quase fim da autonomia universitária", e que irá condicionar a capacidade de angariar receitas externas.

"Se nos retiram autonomia e nós não conseguimos angariar receita isso vai agravar o défice. Nós temos de ir à luta todos os anos", para reunir os montantes financeiros, "que são já superiores às transferências do OE", para poder funcionar, acentuou.

Para João Gabriel Silva, "se não dão o peixe, mas também não deixam utilizar a cana de pesca" para que cada instituição possa "arranjar o seu próprio peixe", o ensino superior vai gerar um buraco orçamental que não gera há décadas.

"O Estado vai ter um problema onde não o tinha por nos manietar. Esperamos que haja a clarividência e sensatez para retirar essas limitações" à autonomia universitária, sustentou.

Na sua perspectiva, pode-se colocar a questão "se a boa gestão é bem vinda em Portugal", "se o Governo tem capacidade e interesse em distinguir as situações, ou se trata tudo por igual", a boa e a má gestão.

"Temos de saber, e o Governo tem de saber, se é tudo por igual. Se não fizer distinções não vejo esperança para o país", concluiu.

O reitor da Universidade de Coimbra referiu que a sua instituição sofre no próximo ano um corte de 20 milhões de euros num montante de transferências que se situava nos 80 milhões de euros. Oito milhões de euros são cortes directos de funcionamento, e 12 milhões pela retirada dos subsídios aos funcionários.

fonte:http://economico.sapo.pt

 

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17
Set 11

Coimbra entre as 400 melhores universidades do mundo e a melhor portuguesa

Ciências Naturais é a melhor área científica da UC



A Universidade de Coimbra (UC) é a melhor universidade portuguesa classificada no “QS World University Rankings® 2011”, inserindo-se a meio de uma tabela das 700 instituições mais prestigiadas do mundo, que é liderada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido. 

“É um reconhecimento bem vindo. Reforça a imagem que dia-a-dia tentamos construir”, declarou à agência Lusa o reitor da UC, João Gabriel Silva.

Na sua perspetiva “é muito importante neste tempo difícil” ter “uma imagem sólida, de qualidade”, pois ela “atrai estudantes, financiadores e professores”. 

“Com uma avaliação global de 29.77 pontos, a Universidade de Coimbra surge na 394ª posição, revelando-se assim a única instituição de ensino superior portuguesa a constar no 'Top' das 400 melhores universidades do mundo do 'ranking' publicado pela organização QS - Quacquarelli Symonds”, revela uma nota de imprensa da instituição coimbrã. 

O “QS Top World University Rankings” considera cinco critérios para a atribuição da classificação: reputação académica (40%), empregabilidade (10%), citações científicas (20%), desempenho dos estudantes (20%), presença de corpo docente internacional (5%) e número de estudantes internacionais (5%). 

João Gabriel Silva realçou que um inquérito feito nesta avaliação a um conjunto muito alargado de pessoas no mundo revelou que a UC dispõe de “um prestígio muito grande” a nível internacional. 

Esta classificação “é um ótimo incentivo, nestes tempos de dificuldade, vindo de um dos 'rankings' mundiais mais prestigiados, e corresponde ao recuperar pela Universidade de Coimbra da primeira posição que tinha perdido no ano passado”, sublinha o reitor. 

De acordo com os resultados publicados, a UC é a universidade portuguesa mais bem posicionada em quatro dos 'rankings' por área científica, instituídos também pelo QS World University Rankings: Ciências da Vida e Medicina, no 325.º lugar; Artes e Humanidades, no 290º; Ciências Sociais e Gestão, no 282º, e Ciências Naturais, no 234.º, acrescenta a mesma nota de imprensa. 

fonte:Lusa

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