23
Jul 13

Prova para contratados obrigatória a partir de 2014

Crato exige 14 valores na prova de acesso à profissão para os contratados, a partir de Janeiro de 2014.

Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.

Estas são duas das regras que vêm inscritas nos diplomas enviados pelo Ministério da Educação aos sindicatos, hoje ao final da tarde, e que vão ser alvo de negociação na próxima sexta-feira.  

Os professores com dez ou mais anos de serviço e que tenham uma nota inferior a 14 valores na prova "podem repeti-la uma única vez na edição seguinte" e "sem prejuízo da admissão" no concurso que se segue à data de realização da primeira prova. No caso dos professores com menos de dez anos de serviço e que não fiquem aptos para dar aulas, só poderão realizar a prova no ano seguinte.  

A futura prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências vai ter uma "componente específica, relacionada directamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum", explicou o ministério em comunicado. A duração do teste, que vai ser desenhado pelo IAVE, será de 120 minutos com data a fixar através de um despacho da tutela.     

Recorde-se que a implementação da prova de acesso à carreira foi uma das primeiras medidas anunciadas por Nuno Crato quando assumiu o cargo de ministro e que está "prevista desde 2007 na legislação em vigor", refere o Ministério da Educação.  

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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15
Jul 13

Médias desceram nos exames de Português e Matemática

As classificações médias dos exames da primeira chamada dos 6º e 9º anos, em Português e Matemática, em alunos internos, desceram, entre "os 5 e 10 pontos percentuais", em relação às médias do ano lectivo anterior.  
  
Os dados divulgados pelo Ministério da Educação referem que as "classificações evidenciam uma descida, em comparação com os resultados do ano anterior, observando-se variações cuja amplitude se situa entre 5 e 10 pontos percentuais". 
  
Em Matemática do 9.º ano, a descida foi de cinco pontos percentuais, "resultado igual ao observado em 2011, havendo uma descida de 5 pontos percentuais na classificação média da prova do 2.º ciclo (6.º ano)". Em Português, as descidas "foram de sete pontos percentuais" no 6º ano e "de seis", no 9º ano.  
  
Na disciplina de Português, a média da classificação foi de 52% (6.º ano) e de 48% (9.º ciclo). Em Matemática, as classificações médias foram de 49% (6º ciclo) e de 44% (9º ciclo). Os dados dizem respeito a alunos internos - alunos da escola onde fizeram exame.  
  
No 6º ano, realizaram-se 224.368 exames, no total, enquanto no 9º o número se fixou em 196.841 exames. Os exames dos 6.º ano realizaram-se em 1.126 escolas de Portugal Continental, regiões autónomas dos Açores e da Madeira, e em estabelecimentos de ensino no estrangeiro com a disciplina curricular de Português. No 9º ano, as provas finais ocorreram em 1.284 escolas.

"São dificuldades que é urgente ultrapassar"
O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, assinala a urgência de ultrapassar "as dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos", numa reacção aos resultados dos exames dos 6º e 9º anos.

Numa declaração enviada à agência Lusa, Nuno Crato disse que é necessário empenho para ultrapassar as dificulades. 
  
"Não estamos satisfeitos com estes resultados. Eles mostram dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos. São dificuldades que é urgente ultrapassar, e todos nós - professores, escolas, pais e, obviamente, o Ministério - temos de nos empenhar em as ultrapassar", afirmou.

No entender do governante, "as dificuldades não são de hoje", recordando que, desde 2005 (no 9º ano) e 2012 (no 6º), se constatam "resultados insuficientes no ensino básico", revelados pelas provas finais.

"Tudo isto mostra a necessidade de haver uma avaliação externa rigorosa. Mas não basta conhecermos as dificuldades. Temos de actuar", vincou, acrescentando que "o progresso dos jovens nas etapas superiores de estudo fica dificultado com insuficiências nestas etapas".

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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