12
Set 13

Alunos do 9º ano vão realizar este ano provas nacionais de Inglês

Despacho assinado por Nunco Crato foi publicado ontem em Diário da República. As provas serão obrigatórias nas escolas públicas e privadas.

Os alunos do 9º ano vão realizar este ano, pela primeira vez, provas nacionais de Inglês, além dos já habituais exames de Português e Matemática, segundo um despacho do Ministério da Educação.

De acordo com o diploma, publicado na quarta-feira em Diário da República, os alunos que terminem o 3º ciclo vão passar a realizar anualmente "testes diagnóstico de Inglês, doravante designados por provas (...), que integram obrigatoriamente as componentes de compreensão e produção escritas e compreensão e produção orais".

As provas começam já este ano lectivo e serão "de aplicação obrigatória nos estabelecimentos do ensino público, particular e cooperativo", refere o despacho assinado pelo ministro da Educação, Nuno Crato.

O diploma refere a importância da aprendizagem de línguas estrangeiras para um "percurso formativo de qualidade", sublinhando que existe "uma percentagem expressiva de alunos" que "não reúne ainda os requisitos mínimos de aprendizagem das línguas, nas suas diversas vertentes, nomeadamente, da compreensão e produção escritas e da compreensão e produção orais, pelo que se torna necessário um maior acompanhamento e avaliação do efectivo domínio de línguas estrangeiras, em especial da língua inglesa".

Recordando a decisão de tornar obrigatório por um período de cinco anos a promoção do ensino do Inglês, o Ministério define que é preciso impor a criação de mecanismos que permitam aferir os resultados da aprendizagem, "de modo sustentável e comparável".

"A valorização da aprendizagem do Inglês fundamenta, assim, o seu alargamento acompanhado através da realização de provas de avaliação diagnóstica, a nível nacional, dos conhecimentos e capacidades de proficiência linguística, de acordo com os níveis definidos pelo Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas", a todos os alunos, bem como a possibilidade da sua certificação.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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01
Ago 13

Exames mais concorridos do secundário mantiveram médias negativas

Manteve-se a média negativa nas quatro disciplinas com os exames mais concorridos na segunda fase do ensino secundário. 

A Física e química, Matemática A e Português os alunos internos tiveram médias entre os 9,2 e 9,7 valores, numa escala até 20. 

Já biologia não foi além dos 8,7 de nota média, ainda assim registou uma subida de 3 pontos em relação à primeira fase. 

Apesar de média negativa, física e química foi a disciplina com a maior subida, de 8,1 na primeira fase de exames, passou agora para 9,2 valores. 

Matemática aplicada às Ciências Socias é a disciplina com a média baixa: ficou-se nos sete valores. 

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, em 13 das 23 disciplinas, as notas médias são negativas, mais quatro disciplinas do que na primeira fase de exames, realizada em Junho. 

Esta segunda fase dos exames finais nacionais destinou-se a alunos que reprovaram na primeira fase ou que pretendiam realizar melhoria de classificação

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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11
Jul 13

Média do exame nacional de Português ficou nos 8,9 valores, abaixo da nota de 2012

A média dos exames nacionais de Português no ensino secundário baixou este ano para 8,9 valores, contra os 9,5 registados em 2012, e a taxa de reprovação aumentou dos 8%, em 2012, para os 10%, em 2013.

Os dados foram hoje divulgados pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), um dia depois da divulgação da maioria dos exames nacionais do ensino secundário (11.º e 12.º anos), realizados em primeira fase.

Para hoje ficou apenas reservada a afixação das notas de Português, de Português Língua Não Materna e de Latim A, provas marcadas para 17 de Junho, que, devido à greve de professores, não puderam ser realizadas por todos os alunos, o que obrigou o MEC a agendar uma segunda data, ainda em primeira fase, para 02 de Julho, de forma a permitir que os alunos afectados pudessem fazer o exame, sem prejuízo para o calendário escolar e para o prazo de candidaturas ao ensino superior.

As notas hoje divulgadas englobam as provas realizadas no dia inicialmente previsto - 17 de Junho - e as realizadas a 02 de Julho, sem qualquer distinção.

A prova de Português do 12.º ano, realizada por mais de 70 mil alunos do secundário, obteve, globalmente, uma média negativa de 8,9 valores, mas se forem consideradas apenas as notas dos alunos internos -- alunos matriculados, que completaram o ano lectivo e foram a exame com nota de final de ano positiva -- a média das classificações sobe praticamente um valor, para os 9,8, mantendo-se, ainda assim, negativa.

"Esta variação não tem qualquer relevância estatística e inscreve-se no quadro de uma normal oscilação interanual de resultados, num contexto de aplicação de provas públicas", considerou o MEC, em comunicado

Considera-se uma classificação positiva uma nota igual ou superior a 10 valores, sendo as notas atribuídas segundo uma escala que varia entre 0 e 20.

A média de Latim A baixou também em relação ao ano anterior, dos 10,8 valores para os 9,5. Ainda assim, a taxa de reprovação caiu, em relação a 2012, dos 9% para os 6%.

De acordo com os dados divulgados na quarta-feira, as médias dos exames nacionais do ensino secundário a Matemática A, Biologia e Geologia e Física e Química A, na primeira fase, foram negativas, com notas médias entre 7,8, a Física e Química, e 8,2, a Matemática A.

Nestas três disciplinas, apenas a de Física e Química A registou uma ligeira melhoria na nota média, em comparação com o ano de 2012, subindo dos 7,5 para os 7,8 em 2013.

Matemática A baixou a média de 8,7 para 8,2 e Biologia e Geologia desceu a classificação média em mais de um valor, de 9,3 para 8,1.

Estas três disciplinas - Física e Química A, Matemática A e Física e Química A -, fundamentais para quem quiser prosseguir estudos superiores nas áreas científicas, como as engenharias ou Medicina, foram também as que registaram, nos exames, as maiores taxas de reprovação: 24% em Física e Química A, 20% em Matemática A e 16% em Biologia e Geologia.

fonte:Lusa/SOL

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Exames de Matemática, Física e Química e Biologia com médias negativas

As médias dos exames nacionais do ensino secundário a Matemática A, Biologia e Geologia e Física e Química A foram, na 1.ª fase, negativas, com notas médias entre 7,8, a Física e Química, e 8,2, a Matemática A.


Os dados foram divulgados esta quarta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), no dia em que as notas dos exames de 11.º e 12.º anos realizados na 1.ª fase foram afixadas nas escolas, à exceção dos resultados dos exames de Português e Português Língua Não Materna, que apenas serão conhecidos na quinta-feira.

Nestas três disciplinas, apenas Física e Química A registou uma ligeira melhoria na nota média, em comparação com o ano de 2012, subindo dos 7,5 para os 7,8 em 2013. Já Matemática A baixou a média de 8,7 para 8,2 e Biologia e Geologia desceu a classificação média em mais de um valor, de 9,3 para 8,1.

Considera-se uma classificação positiva uma nota igual ou superior a 10 valores, sendo que as notas são atribuídas tendo por base uma escala que varia entre 0 e 20.

fonte:http://www.jn.pt/P


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12
Jun 13

Exames não vão ter serviços mínimos

O colégio arbitral decidiu ontem não fixar serviços mínimos para a greve de professores de segunda-feira, dia do exame de Português do 12º ano. Cerca de 75 mil alunos têm assim em risco a realização das provas, que são decisivas para a entrada na universidade. Em reação ao acórdão, o ministro da Educação, Nuno Crato, garante que vai recorrer da decisão para o Tribunal Central Administrativo e que não altera a data do exame de Português.

Para Mário Nogueira, da Fenprof, "o Ministério da Educação e Ciência [MEC], em vez de resolver os problemas, decidiu ir ao confronto. É por isso o único responsável por qualquer conflito que vier a suceder". "O colégio arbitral sugeriu adiar o exame para dia 20, uma solução que não punha em causa o direito à greve nem a realização dos exames, mas o MEC optou pelo confronto", afirmou Nogueira.

O colégio arbitral considerou que a greve "não afeta de modo grave e irremediável o direito ao ensino na sua vertente de realização dos exames finais nacionais, não se estando por isso perante a violação de uma necessidade social impreterível".

O acórdão defende que as consequências da greve se enquadram "nos ‘normais' transtornos ou incómodos que toda e qualquer greve acarreta" e estas não "justificam a imposição de qualquer limitação ao exercício do direito à greve dos trabalhadores envolvidos".

O Ministério da Educação e Ciência alegara que o adiamento das provas era inviável, "por motivos organizativos e de logística". O acórdão discorda da tese do MEC e sugere que o exame de português do secundário seja adiado para a manhã de dia 20, passando para a tarde a prova de Filosofia de 10º e 11º anos que está marcada para esse período.

"Se a instabilidade nos alunos e famílias já existe face ao conflito que há muito opõe o MEC e professores, não se vê que consequências gravosas adviriam de um adiamento dos procedimentos de acesso ao ensino superior e em que medida se põe em causa a organização do ano letivo seguinte", lê-se na decisão, lembrando que "já em 2012 o MEC procedeu à prorrogação do prazo de candidatura ao ensino superior, inicialmente aprazado para 10 de agosto, sem que daí tivesse decorrido qualquer prejuízo assinalável".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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05
Mai 13

Quase 107 mil alunos fazem exames esta semana vigiados por 10 mil docentes

Os quase 107 mil alunos do 4.º ano que realizam esta semana as provas de Português e Matemática serão protagonistas de uma operação onde participam 10 mil professores, além das forças policiais que irão transportar os enunciados para as escolas.

Na terça-feira de manhã, milhares de crianças vão deixar as suas salas de aula e dirigir-se para uma das 1.153 escolas que recebem os meninos para a prova final de Português. Três dias depois, o cerimonial repete-se para o exame nacional de Matemática.

Se, para alguns, a realização do exame significa apenas um pequeno desvio do percurso habitual para a sua escola, para outros obriga a muitos quilómetros por estradas nem sempre fáceis.

fonte:http://www.destak.pt/

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02
Out 12

Exames do 12.º ano vão incidir sobre matéria dada nos três anos

Os exames nacionais vão já, em 2013, incidir sobre os programas dos três anos do ensino secundário. Desde 2007 que os exames das disciplinas trienais, que os alunos têm no 10.º, 11.º e 12.º anos apenas incidiam sobre o programa do último ano. Agora vai mudar.

A alteração a esta norma consta de uma portaria da secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário publicada em Agosto e que foi ontem relembrada pelo Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE), na sua página de Internet . 

Com esta alteração, os exames nacionais das disciplinas de Português (639), Matemática A (635), História A (623) e Desenho A (706), a realizar em 2013, irão ter por referência os programas dos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade.

É uma surpresa para os estudantes que este ano entraram no 12.º ano e que tinham como adquiridas as normas ainda prevalecentes quando frequentaram o 10.º e 11.º anos sobre o que lhes seria pedido nos exames nacionais para a conclusão do ensino secundário. 

No ano passado, o Ministério da Educação e Ciência já tinha decidido alterar as regras a meio do percurso para os alunos do ensino reccorrente que pretendiam candidatar-se ao ensino superior. Mais de 200 interpuseram uma acção judicial contra este procedimento, que foi despachada favoravelmente pelo Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa. Segundo o tribunal, estes estudantes requerentes detinham "legítimas expectativas" na manutenção do regime jurídico pré-existente ao início do ano lectivo. 

fonte:http://www.publico.pt/

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09
Jul 12

Chumbos no secundário baixaram a Matemática e a Português

As taxas de reprovação nos exames do ensino secundário baixaram a Português e Matemática, com o Português a subir para uma média positiva de 10,4 em 20, revelou hoje o Ministério da Educação e Ciência.

De acordo com os dados da primeira fase - que este ano foi obrigatória - a taxa de reprovação a Português, a prova feita pelo maior número de alunos (mais de 72 mil), desceu de 10% em 2011 para 8% este ano. A média da prova, considerando só os resultados dos alunos internos - que frequentam as aulas da disciplina o ano todo - subiu de 9,6 para 10,4.

Se se considerarem os alunos na globalidade, a média subiu de 8,9 para 9,5. A taxa de reprovação na Matemática A, uma prova feita por mais de 49 mil alunos baixou de 20 para 15%. A média, considerando os resultados dos alunos internos, desceu de 10,6 para 10,4 este ano. A média global desceu de 9,2 para 8,7.

Na prova de Matemática para as Ciências Sociais, prestada por mais de nove mil alunos, verificou-se uma descida de 11,3 para 10,6 na média dos alunos internos e uma subida de 9 para 10% da taxa de reprovações.

Quanto ao exame de Matemática B, feito por 5.600 alunos, foi o descalabro: a taxa de reprovações subiu de 11 para 21% e a média desceu de 11,9 para 8,8.

Na Geometria Descritiva, a que responderam cerca de 10 mil alunos, o resultado foi mais animador, uma vez que a média subiu de 10 para 10,7 e a taxa de reprovações desceu de 16 para 15%. Quanto à prova de Literatura Portuguesa, feita por mais de 2000 alunos, a taxa de reprovações caiu de 14 para 8% e a média dos alunos internos subiu de 9,3 para 10,9 pontos.

O Ministério destaca a "relativa estabilidade" dos resultados das provas no secundário. De 362 414 alunos inscritos, 324 048 fizeram as provas na primeira chamada, que este ano era obrigatória, para 25 disciplinas. A corrigi-las estiveram 6806 professores.

Física e Química volta ao negativo com maior descida dos exames do secundário

A média dos exames nacionais baixou 2,4 a Física e Química, a maior descida de todas disciplinas, situando-se nos 8,1 em 20 com uma taxa de reprovações que subiu de 16 para 24 por cento. A prova, realizada na primeira fase por mais de 50 mil alunos, teve uma média de resultados de 10,5% em 2011, considerando-se os resultados dos alunos internos, que frequentam as aulas todo ano, a primeira vez em seis anos em que se registou uma subida.

Os dados do Ministério da Educação hoje divulgados permitem ver que se se considerarem os resultados dos outros alunos, a média teve uma descida análoga, de 9,9 em 2011 para 7,5 este ano. Nas provas de Biologia e Geologia, a média também voltou ao negativo este ano, descendo para 9,8 quando em 2011 tinha sido de 11, considerando-se os resultados dos alunos internos.

Se se juntarem os resultados dos outros alunos, vê-se que a média desceu de 10,7 em 2011 para 9,3 este ano. Entre os mais de 51 mil alunos que fizeram a prova na primeira fase, que este ano era obrigatória, a taxa de reprovação a Biologia e Geologia aumentou de 7 para 10%.

Em Geografia A, outra das provas realizadas por mais alunos (mais de 19 mil), a taxa de reprovações subiu de 5 para 7% e a média desceu de 11,3 para 10,7 no universo dos alunos internos e de 11 para 10,3 no global. Na prova de História A, feita por mais de 15 mil alunos, boas notícias: a média dos alunos internos subiu de 10,5 em 2011 para 11,8 este ano e a taxa de reprovações desceu de 11 para 7%.

Quanto à prova de Economia A, realizada por mais de 11 mil alunos, a média entre os alunos internos desceu de 12 em 2011 para 11,7 este ano mas a taxa de reprovações desceu de 3 para 2%. Na disciplina de Filosofia, cujo exame já não se realizava desde 2007, a média nacional foi de 8,9 valores, com uma taxa de reprovações de 12%.

 

fonte.http://noticias.sapo.pt/

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20
Jun 12

Professores consideram exame de Biologia e Geologia de "difícil interpretação"

A Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia considerou esta quarta-feira que o exame da disciplina realizado ontem pelos alunos do 11.º ano parte “de suportes documentais excessivamente longos, complexos e de difícil interpretação, particularmente para o quadro conceptual de examinandos” daquele ano de escolaridade.

Num parecer divulgado hoje, a associação chama a atenção para o facto de a prova ter “uma menor quantidade de itens que entendemos mais acessíveis, geralmente destinados a avaliar competências/conteúdos básicos da disciplina”, situação que “compromete o equilíbrio entre as avaliações internas e externas e até a aprovação na disciplina para alunos admitidos a exame com classificações mais baixas”.

No ano passado, a média de Biologia e Geologia foi a melhor em cinco anos de exames na disciplina. Pela segunda vez o resultado foi positivo. A associação atribuiu o facto à existência de questões que permitiram “ a um aluno que tenha as competências básicas ficar com 10 valores no grupo mais fácil, o que antes não sucedia”.

O exame deste ano voltou a descartar esta possibilidade. Apesar de considerar a prova “equilibrada”, a associação considera também que incidiu “sobre um conjunto de conteúdos reduzido” e “pouco representativo da abrangência dos programas”. Quanto às imprecisões em dois gráficos, corrobora que estas não são pertinentes para a resolução dos itens em causa, confirme o Gabinete de Avaliação Educacional, responsável pelos exames, já ontem garantira. 

fonte:http://www.publico.pt/

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18
Abr 12

Exames proibidos a alunos com faltas a mais

A partir da próxima época de exames, que começa em Junho, os alunos do ensino secundário vão deixar de poder realizar exames ou provas de equivalência à frequência das disciplinas em que tenham excesso de faltas, estipula uma portaria ontem publicada em Diário da República.

Até agora, e apesar do novo Estatuto do Aluno aprovado em 2010 definir a retenção por falta de assiduidade, os alunos do secundário nesta situação podiam tentar concluir as disciplinas em que tinham faltas a mais na 2.ª fase dos exames ou das provas de equivalência à frequência. Com as alterações, que já estavam previstas no novo regulamento de exames, passarão a ficar obrigatoriamente retidos.

Nos termos deste regulamento, os estudantes do 3.º ciclo com excesso de faltas também ficarão automaticamente retidos, não podendo anular a matrícula para se candidatar a exame e tentar concluir assim o 9.º ano, conforme sucedeu no ano passado. 

As provas de equivalência à frequência só existem nas disciplinas não sujeitas a exame nacional e destinam-se a alunos que anularam a matrícula ou que não se encontravam inscritos, os chamados autopropostos. Os estudantes que não tinham aproveitamento a uma ou duas disciplinas podiam realizar provas ou exames nacionais destas cadeiras na 2.ª fase.

Esta possibilidade foi transferida agora para a 1.ª fase, que se tornou obrigatória. 

Segundo o Ministério da Educação e Ciência, a portaria ontem publicada "alarga o leque de alunos" do 11.º ano que podem realizar tanto as provas de equivalência à frequência como os exames nacionais, permitindo que sejam feitos também, por exemplo, para melhoria de nota e não só para efeitos de aprovação, conforme se encontrava estipulado na redacção anterior deste diploma.

A 1.ª fase dos exames decorre de 18 a 26 de Junho. A 2.ª fase de 13 a 18 de Julho.

fonte:http://www.publico.pt/E

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