19
Ago 13

Faltam mais de 900 funcionários nas escolas do norte

A Delegação Regional de Educação do Norte (DREN) considera que faltam mais de 900 funcionários nas escolas da região, indica a associação de directores escolares.

As escolas e agrupamentos do norte do país receberam uma informação da DREN indicando se tinham funcionários em excesso ou em falta. Em declarações à Lusa, Filinto Lima, da Associação dos Directores de Agrupamentos de Escolas (ADAE), diz que as contas da DREN deram que "faltavam 830 assistentes operacionais e cerca de 80 assistentes técnicos".  
  
No entanto, este défice não significa que todas as escolas tenham falta de funcionários.   
  
Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), deu dois exemplos problemáticos: "Há um agrupamento de escolas em Lamego onde a DREN considera existirem cerca de 40 funcionários a mais e outro, em Moimenta da Beira, onde as contas deram 63 funcionários excedentários". 
  
Os directores escolares tinham até à passada sexta-feira a tarefa de enviar os nomes de quem deveria ser transferido. Manuel Pereira recorda que nas escolas situadas em zonas pouco populosas é difícil perceber para onde será transferido o pessoal em excesso.  
  
Recordando que este é um período de férias em que as escolas têm pouca gente a trabalhar, os directores pediram o prolongamento do prazo, lamentando o "timing" para aplicar a medida.  
  
"Deram muito pouco tempo, até porque esta medida requer a audição dos funcionários e um dos primeiros critérios é ser voluntário", lamentou Filinto Lima, admitindo que no seu caso o processo ficou concluído porque tinha apenas um funcionário excedentário e conseguiu contactar um trabalhador que estava de férias e que aceitou voluntariamente sair da escola. Mas "muita gente não teve tempo para fazer esse serviço", sublinhou o vice-presidente da ADAE.  
  
O objectivo é redistribuir auxiliares e funcionários administrativos consoante as necessidades de cada estabelecimento de ensino, mas este é um "procedimento que só começou no norte". Filinto Lima diz ter conversado com colegas do centro e sul onde não chegou qualquer indicação da Direcção Regional de Educação.  
  
A agência Lusa contactou o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência (MEC) mas até ao momento não obteve qualquer resposta.  
  
Filinto Lima tem dúvidas que seja possível encontrar nas escolas os mais de 800 funcionários em falta, uma vez que ninguém pode ser transferido compulsivamente para uma escola a mais de 30 quilómetros da sua: "Não vamos ter nem um décimo dos funcionários que precisamos e a solução terá de passar por ir recrutar pessoas ao Centro de Emprego, como temos vindo a fazer nos últimos anos", explicou.

fonte:http://rr.sapo.pt/

publicado por adm às 23:09 | comentar | favorito
14
Jun 13

Escolas obrigadas a garantir exames mesmo que alguns alunos não os façam

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) fez chegar nesta sexta-feira às escolas a indicação clara de que ainda que a greve de professores impeça a realização do exame nacional de Português numa sala, na próxima segunda-feira, a prova deverá ser realizada nas restantes salas do mesmo estabelecimento de ensino.

A instrução foi dada depois de o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, ter defendido que todas as provas deverão se anuladas, caso alguns alunos não as consigam realizar.

Em declarações ontem ao PÚBLICO, Jorge Ascenção disse que “só a anulação garante a equidade” e que o adiamento da prova para apenas parte dos alunos ou a abertura da possibilidade de a fazerem na segunda fase não eram soluções.

"O facto de se tratar de uma prova diferente realizada num dia diferente coloca em causa a equidade, num momento decisivo para o futuro dos alunos", justificou.

As novas orientações, que contrariam a opinião do representante dos pais, chegaram às escolas ao mesmo tempo que, em Lisboa, o MEC dava sinais de que pondera adiar o exame nacional de Português para nova data, depois de pedir aos dirigentes sindicais garantias de que não fariam nova paralisação caso a data da prova fosse alterada.

Contactado nesta sexta-feira pelo PÚBLICO, Jorge Ascenção disse que “com esta orientação o MEC está a criar um problema que de alguma forma terá resolvido depois”. “Os alunos entram ou não entram no curso que escolheram por décimas, pelo que a criação de condições de equidade é fundamental”, reafirmou.

Disse ainda ter esperança num acordo entre os representantes das estruturas sindicais e do MEC, aos quais pediu que “se fechem numa sala e não abram a porta até chegarem a acordo, demore o que demorar”.

Directores a substituir professores
Num primeiro momento, o MEC indicou aos directores escolares que deverão convocar para a vigilância de exames todos os professores da respectiva escola ou agrupamento (centenas, nalguns casos). Agora, acautela outras possibilidades.

Através do Júri Nacional de Exames, faz saber que, em caso de greve dos professores credenciados para o efeito, deverão ser os directores a receber os sacos com os enunciados das provas e, na falta dos elementos do secretariado de exames, deverão, também, distribuir as provas pelas salas e entregá-las aos professores vigilantes.

Indica também que, se necessário, o director da escola deverá guardar as provas em local seguro da escola (no cofre, exemplifica), para que, no dia seguinte, os membros do secretariado de exame possam proceder às tarefas que, entre outros aspectos, garantem o anonimato dos alunos, perante os correctores. Poderão até, em último caso, vigiar exames.

Em declarações ao PÚBLICO, Adelino Calado, director da Escola Secundária de Carcavelos e dirigente da Associação Nacional de Professores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), mediu as palavras. E distinguiu: “Como professor — e principalmente como professor sindicalizado —, penso que isto é uma barbaridade. Como director reconheço que tenho responsabilidades acrescidas e, se for necessário, terei de as cumprir, embora contrariado”.

Isabel Le Gué, directora da Secundária Rainha D. Amélia, que pertence à direcção da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), disse que “não fará uma interpretação literal do que está escrito na nota”. “O texto é ambíguo, já que as indicações surgem ora como sugestões, ora como obrigações. Mas seria absurdo que o Júri Nacional de Exames pensasse que devíamos levar esta nota à letra, pelo que eu própria não o farei.”

A directora admite como uma possibilidade destacar um membro do secretariado de exames para a vigilância de um exame, se disso depender a sua realização. Diz nem admitir a possibilidade “de esvaziar o secretariado e a direcção para que os seus membros assumam aquelas funções”.

 fonte:http://www.publico.pt/so

publicado por adm às 23:37 | comentar | favorito
tags:
03
Nov 12

Guloseimas vão deixar de estar à vista nas escolas

Se as escolas seguirem as recomendações da Direcção-Geral de Saúde (DGS), os alunos vão deixar de ter à vista guloseimas como pastéis de nata, queques, bolos de arroz, croissants ou bolachas maria. Apesar de não saírem dos bares, saem dos expositores, que ficam reservados para os alimentos "a promover", os mais saudáveis.

Esta é a principal novidade do documento que foi colocado na página electrónica da Direcção-Geral de Saúde, na sexta-feira, em substituição do anterior, que fora elaborado em 2007. 

"Parece insignificante, mas não é: cada vez mais estudos vêm comprovar que, mesmo nas escolhas conscientes (e não só das impulsivas, que fazemos quando estamos cansados, por exemplo) somos influenciados por este factor. Por exemplo: aproximamo-nos de um bar com intenção de comprar uma sandes, mas temos tendência para a trocar por um bolo, se este estiver à vista e aquela não", aponta Pedro Graça, especialista em nutrição da DGS e responsável científico pelo manual. 

Sandes, iogurte e fruta
Entre os alimentos saudáveis por que os estudantes vão poder passear os olhos estão sandes enriquecidas com hortícolas, leite branco, iogurtes sólidos ou líquidos sem edulcorantes, água e fruta, por exemplo. Os que são expulsos dos expositores fazem parte da lista dos alimentos "a limitar", ou seja, "não são os mais saudáveis, mas são admitidos, sob o risco de os alunos rejeitarem o bar e recorrerem ao café mais próximo para comprar guloseimas", explica Pedro Graça. São estes que, a partir de agora, os consumidores vão ter de pedir.

As listas são iguais às de há cinco anos e isso aplica-se àquilo que os estudantes não devem ver nem comer. A DGS não usa a palavra proibição, mas carrega no vermelho do título dos alimentos "a não disponibilizar". Desta lista fazem parte croquetes e pastéis de bacalhau, bolas-de-berlim e mil folhas e chouriço e mortadela, entre muitos outros.

Listas de verificação
Os directores das escolas vão receber listas de verificação para poderem "auto-avaliar" os procedimentos, explicou Pedro Graça, que apelou às famílias para que ajudem, também, nas visitas às escolas, a garantir que as recomendações são cumpridas. 

"Dado que o bufete escolar constitui um serviço complementar ao refeitório, de fornecimento de refeições intercalares aos alunos e restante comunidade educativa, deve observar os princípios de uma alimentação equilibrada e promotora de saúde", pode ler-se na introdução do documento.

Passou também a constar da página DGS um outro documento sobre alergias alimentares. O princípio é o mesmo: definir linhas orientadoras úteis a quem confecciona e serve refeições aos estudantes.

fonte:http://www.publico.pt/Ed

publicado por adm às 18:36 | comentar | favorito
13
Out 12

Uma em cada três escolas com resultados acima da média nacional

Seis em cada dez (381) escolas secundárias onde se realizaram pelo menos um dos oito exames mais concorridos ficaram aquém do esperado tendo em conta a média nacional. E 227, um terço do total (608), ficam acima desse valor.

Este é o resultado da aplicação de um cálculo, sugerido pelo Ministério da Educação e da Ciência, que permite saber quão acima (ou abaixo) está cada secundária do resultado que seria esperado, tendo em conta três coisas: o leque de provas realizadas nessa escola, o número de alunos que realizou cada uma e a média nacional das mesmas. O contexto socioeconómico não é tido em conta.

Para além das notas dos alunos nos exames, o ministério forneceu, pela primeira vez, à comunicação social, alguns dados de contexto por agrupamento escolar — mas dizendo que cabe a cada um tratá-los como entender. O PÚBLICO pediu a colaboração da Universidade Católica do Porto, que determinou quais eram as variáveis mais importantes e qual o resultado esperado nos exames em cada estabelecimento, em função do contexto socioeconómico que o rodeia. Essa análise pode ser encontrada ao longo deste suplemento. E permite comparar as escolas com outras do mesmo contexto.

Média das diferenças

Já a fórmula proposta pelo ministério, a pedido dos órgãos de comunicação social, permite outra análise. A “média de referência” de cada escola, como lhe chama a tutela, corresponde, na prática, ao valor que se obteria se calculássemos a diferença da nota de cada aluno numa certa disciplina com a média nacional nessa mesma cadeira e depois, no final, fosse feita a média dessas diferenças todas. Permite, basicamente, comparar cada escola com as outras do país.

Seguindo esta lógica, comportam-se melhor as escolas que superam a sua “média de referência” e pior as que mais aquém ficam desse valor. 

Um exemplo: aplique-se a regra ao estabelecimento de ensino que tem a média de exames mais alta, o Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto. Foram realizadas 382 provas e a média foi de 14,7 valores. O número de alunos que foram a exame a Física e Química ou a Economia, por exemplo, varia (nesta, como em todas as escolas). Este dado é importante porque se numa escola há proporcionalmente mais pessoas a fazer exame de Física e Química, que tem tradicionalmente uma média negativa, do que a Economia, onde os alunos tendem a sair-se bem melhor, é certo que essa escola vai sair “prejudicada” na comparação com um estabelecimento onde se faça mais exames de Economia do que de Física.

Tendo em conta os diferentes graus de dificuldade dos exames feitos no Colégio Nossa Senhora do Rosário, e o número de examinandos em cada um, a “média de referência” para este colégio privado é então 10,08 valores. Com os seus 14,7 efectivamente alcançados, a escola ficou 4,6 valores acima da média nacional. 

Já a Academia de Música de Santa Cecília, em Lisboa, teve 14,48 de média nos exames, quando seria provável que não ultrapassasse os 9,79. Por que razão a “média de referência” para esta escola é mais baixa do que a do Rosário do Porto? Porque das 44 provas realizadas na Santa Cecília, muitas foram em disciplinas mais “difíceis” (mais de 60% foram de Biologia e Física e Química, que têm médias nacionais negativas). No Rosário, por comparação, apenas 30% das provas foram prestadas nestas duas disciplinas. 

Assim se explica que o Rosário, que é o n.º 1 do ranking feito a partir das médias simples, ficasse em 3.º se a lista fosse construída a partir das diferenças entre as notas obtidas e a “média de referência”. E que a Santa Cecília passasse a ocupar o 1.º lugar, porque ultrapassara a sua “média de referência” em 4,69 valores.

 

Mais um exemplo: a EBS Monte da Ola, em Viana do Castelo, com os 9,18 valores de média está no 428.º lugar do ranking feito a partir da média simples das classificações. Num que fosse feito com base na diferença em relação à “média de referência” ficaria em 397.º É que o valor que seria esperado para esta escola, tendo em conta o leque de exames e o número de alunos que fez as provas, é de 9,37. Ou seja, a escola não conseguiu alcançar esse resultado. Mas ficou muito mais perto dele do que outras.

fonte:http://www.publico.pt/E

publicado por adm às 22:15 | comentar | favorito
tags:
03
Ago 12

Saiba como escolher a melhor escola para o seu filho

Os especialistas defendem que não há drama algum para uma criança mudar de um colégio privado para uma escola pública.

Como o início do ano lectivo a aproximar-se começam as dores de cabeça dos pais.

A escolha da escola traz, por vezes, dúvidas aos pais, que se questionam qual será a melhor opção e que critérios devem orientar a decisão. O Diário Económico falou com o pediatra Mário Cordeiro e com o professor do departamento de Psicologia da Educação do ISPA, José Morgado, e chegou a algumas conclusões. Uma delas é que não é nenhum drama para a criança ou jovem se tiver de mudar de escola ou passar de um colégio privado para uma escola pública, embora as mudanças sejam mais fáceis na mudança de ciclo. Leia os conselhos dos especialistas.

1. Qual é o primeiro passo a dar quando se vai escolher a escola?
Há que atender a várias questões, para lá do ‘feeling' dos pais, alerta Mário Cordeiro. Além dos critérios objectivos, como segurança, afecto, limpeza, higiene, espaço e arejamento, luminosidade e sol, espaços verdes e outras condicionantes, é importante recolher opiniões de quem conheça ou tenha lá crianças e olhar às questões financeira e logística. "Convém ser perto de casa ou de apoios, como avós, ou do emprego", diz o pediatra.

José Morgado, do ISPA, salienta a importância dos "aspectos de natureza logística e acessibilidade, que tornem menos pesada para a criança e família as deslocações e mudança de locais para a realização de diferentes actividades".

2. O que se deve avaliar na escola antes de fazer a escolha?
Deve-se olhar para a "visão académica e cognitiva, mas também a social e cultural (cultura geral, música e outras artes, consciência social, valores, etc.)", defende Mário Cordeiro. A oferta de actividades extra-curriculares é também um factor a ter em conta. Depois, é preciso perceber se o projecto educativo "é virado para o ensino/aprendizagem, brincadeira em toda a sua amplitude, para desenvolver e descobrir talentos". Por outro lado, é preciso ver se apoia "as crianças nas suas dificuldades (que não precisam de ser extraordinárias, basta a timidez, o medo, o não saber lidar com outras crianças, o pensar que pode fazer e ter tudo o que quer, etc), proporcionar um espaço de crescimento, experimentação física, conhecimento dos limites e aprendizagem", resume o pediatra.

3. Como posso saber qual o método de ensino mais adequado ao meu filho? 
José Morgado rejeita a ideia de que haja métodos ou modelos pedagógicos absolutamente bons ou absolutamente maus. "Existem abordagens metodológicas de qualidade, adequadas às idades das crianças/adolescentes, aos objectivos de educação e de ensino (em termos de conteúdos curriculares), compatíveis com os valores das famílias, promotores de desenvolvimento pessoal e escolar, da criatividade e autonomia das crianças e jovens nas diferentes idades", responde o professor do ISPA.

4. Quais os anos mais complicados para fazer a mudança de escola?
"É sempre mais fácil mudar de escola na mudança de ciclo (1º, 5º, 7º e 10º anos)", diz Mário Cordeiro, fazendo questão de frisar que é normal "mudar de turmas ou ter novos colegas". "Não façamos dramas que são mais nossos do que das crianças", acrescenta, embora "seja natural um certo sentimento de perda e de luto quando se sai de uma escola, mas que é rapidamente mitigado e ultrapassado pelo sentimento de vitória, de ousadia e de novidade, na nova escola".

Às vezes, a mudança torna-se necessária, porque no ensino secundário as escolas têm ofertas educativas diferentes, que obrigam à mudança, lembra José Morgado. Outras vezes, algumas circunstâncias de desadaptação ou uma má experiência, por exemplo, podem tornar necessária a mudança de escola, "que não deve ser vista como algo de ameaçador ou um risco não controlável".

O professor do ISPA vai mais longe, dizendo que as #mudanças de escola, devidamente acauteladas, proporcionam às crianças experiências diversificadas de contextos e mobilização de competências de adaptação e conhecimentos, a diferentes níveis, que também podem ser consideradas como potenciais vantagens".

5. Como devo proceder se tiver de mudar do privado para o público?
Também não se deve fazer dessa mudança um drama. "E há que não dar à criança ou adolescente a ideia de que vai passar de cavalo para burro", alerta o pediatra. Até porque, em sua opinião, não é verdade. Pelo contrário. Deve-se elogiar a nova escola e mostrar tudo o que ela tem de bom: as actividades, pessoas e projectos interessantes.

E no caso da mudança ter de ser feita a meio do ciclo, é verdade que pode criar algumas dificuldades, mas "que são ultrapassáveis, com uma atitude atenta e com formas de apoio, se necessário, atempadas e eficazes", segundo José Morgado.


Bilhete de identidade de alguns colégios de referência

Colégio S.João de Brito
- Orientação: Jesuíta
- Propinas: 385 euros (infantil); 433 euros (1º ciclo); 451 euros (2º ciclo); 437 euros (3º ciclo); 497 euros (secundário).
- Acesso: Lista de espera com base em critérios de admissão fixados pelo colégio.
- Lema: "Com excelência, formar homens e mulheres para os outros e com os outros".

Colégio Valsassina
- Orientação: Privado
- Propinas: 416 euros (infantil e 1º ciclo); 429 euros (2º ciclo); 441 euros (3º ciclo); 477 euros (secundário).
- Acesso: Lista de espera.
- Lema: Uma formação humanista e personalizada.

Colégio Sagrado Coração de Maria
- Orientação: escola católica
- Propinas: 421 euros (infantil); 425 euros (1º ciclo); 440 euros (2º ciclo); 450 euros (3º ciclo); 495 euros (secundário)
- Acesso: Lista de espera com base em critérios de admissão fixados pelo colégio
- Lema: "Nada pode chegar ao fim sem o selo da cruz".

Oficinas de S.José- Salesianos de Lisboa
- Orientação: Formação Cristã.
- Propinas: 420 euros (1º ciclo); 455 (2º ciclo); 465 euros (3º ciclo); 490 euros ( secundário).
- Acesso: Lista de espera com base em critérios de admissão fixados pelo colégio.
- Lema: "Jesus Cristo é referência fundamental".

Colégio Moderno
- Orientação: Privado - assume-se como escola laica.
- Propinas: 390 euros (infantil); 395 euros (primária); 410 euros (2º ciclo); 420 euros (3º ciclo); 440 euros (secundário).
- Acesso: Após pré-inscrição que tem de ser feita em Dezembro do ano anterior à entrada no colégio, há uma lista de espera que pode ir até aos seis meses.
- Lema: "O respeito pelos direitos humanos e liberdades fundamentais, e pelos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, balizam a prática educativa do Colégio".

Colégio Efanor
- Orientação: Privado.
- Propinas: 504 euros (pré-escolar); 553 euros (1º ciclo); 595 euros (2º ciclo).
- Acesso: Após pré-inscrição que tem de ser feita até 28 de Fevereiro do ano de entrada no colégio, há uma lista de espera que pode demorar meses.
- Lema: "Educar para o século XXI".

Liceu Francês Charles Lepierre
- Orientação: Laica e segue as regras do sistema educativo francês.
- Propinas: Variam entre os 4.308 euros, por ano na classes maternelles (até aos 5 anos), os 4.084 euros nas classes élémentaires , os 4.353 euros no còllege, os 4.971 euros no lycee e os 5.418 euros no terminale (estes valores incluem refeições).
- Lema: O Lycée Francais Charles Lepierre integra uma rede de escolas francesas que partilham valores universais como tolerância, humanismo e igualdade de oportunidades.

Escola Alemã de Lisboa
- Orientação : Laica. A Escola Alemã de Lisboa é uma escola de encontro que visa a preparação dos seus alunos para o ingresso no ensino superior em Portugal e na Alemanha.
- Propinas: Variam entre 7.309 euros anuais no jardim de infância e primária (se quiser actividades à tarde todos os dias) e 4.957 euros (só de manhã) e os 5.288 euros no liceu.

Oeiras Internacional school
- Orientação: uma escola internacional, onde a língua oficial é o inglês que lecciona o International Baccalaureate.
- As propinas variam entre os 10.500 euros anuais para alunos de seis anos, 17.500 para alunos de 12 e 12.250 para os alunos de 13 anos.

St. Julians 
- Orientação: Escola com um recorde de elevada performance académica e elevadas actividades extra-curriculares. Possui alunos portugueses do Reino Unido e de outras 45 nacionalidades.
- Propinas: Variam entre os 8.200 euros por ano no jardim de infância os 9.700 euros e os 10.900 euros na escola primária e os 11. 800 euros no 6º ano, os 12.300 euros entre o 7º e o 9ºano e os 15.100 euros nos 10 e 11º anos. No internacional baccalaureate as propinas variam dos 12.910 euros e os 19.365 euros.

Trabalho publicado na edição de 27 de Julho de 2012 do Diário Económico

 

publicado por adm às 23:25 | comentar | favorito
tags:
23
Jul 12

Vão encerrar mais 239 escolas do primeiro ciclo do básico

Duzentas e trinta e nove escolas do primeiro ciclo do ensino básico vão encerrar no próximo ano lectivo, anunciou o Ministério da Educação.

"Em todos os casos, estes encerramentos decorrem em articulação com as respectivas autarquias, atendendo à melhoria da qualidade do ensino", lê-se no comunicado do Ministério liderado por Nuno Crato.

Os professores dessas escolas estarão "enquadrados nos seus grupos disciplinares e poderão contar com o apoio de outros docentes", acrescenta.

O processo de reorganização das escolas irá prosseguir em 2013, refere o comunicado, pelo que deverá ser anunciado o encerramento de mais escolas no próximo Verão.

Com este anúncio, o número de escolas do primeiro ciclo encerradas desde o ano letivo 2005/2006 sobe para 3.720. No próximo ano estarão em funcionamento 2.330 escolas a leccionar até ao quarto ano de escolaridade.

Por regiões, na área abrangida pela Direcção Regional de Educação do Norte é onde vão encerrar mais estabelecimentos (126), seguida do Centro (66), Lisboa e Vale do Tejo (33), Alentejo (10) e Algarve (três).

Paredes, com 17 escolas, e Amarante, com 11, ambos no distrito do Porto, são os dois concelhos que perdem mais estabelecimentos de ensino.

Os alunos das escolas que encerram serão transferidos para centros escolares ou outros estabelecimentos "com infra-estruturas e recursos que permitem melhores condições para o seu sucesso escolar", considera o Ministério da Educação.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:52 | comentar | favorito
29
Mai 12

Pequeno-almoço gratuito nas escolas arranca na próxima semana

O programa do pequeno almoço gratuito nas escolas vai arrancar na próxima semana adiantou o secretário de Estado da administração escolar, João Casanova de Almeida.

Ao falar na comissão para a Educação, que está a decorrer no Parlamento, o responsável explicou que o programa vai arrancar ainda durante uma experiência de fase piloto em 80 escolas de todo o país, "abrangendo alguns milhares de alunos".

"Todos os alunos do primeiro ciclo ao 9º ano que chegam à escola em jejum vão poder tomar pequeno-almoço gratuito nas escolas", afirmou, frisando que "a iniciativa vai para além dos alunos abrangidos pelo serviço de acção social escolar e o universo vai ter como base levantamento feito por directores de escolas".

João Casanova de Almeida afirmou que, para começar o programa, o executivo teve reuniões com "as maiores empresas do ramo alimentar" e com a Associação Nacional de Municípios Portugueses, que terá a seu cargo o transporte dos alimentos das superfícies comerciais para as escolas.

À saída da comissão parlamentar, Nuno Crato revelou ainda que a iniciativa vai contar com a contribuição voluntária de empresas locais.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:27 | comentar | favorito
tags:
28
Mai 12

Três escolas de negócios entre as melhores do mundo

Se há área onde Portugal se está a sair bem é na formação de executivos, com três universidades nos ‘rankings’ do Financial Times: Católica, Nova e Porto.

Três universidades portuguesas estão no "Financial Times" (FT)  por muito boas razões: Católica, Nova e Porto figuram nos ‘rankings' do prestigiado jornal britânico relativos à formação de executivos. A proeza não é nova. Em 2011, Portugal já integrava as listas e repetiu o feito este ano: três escolas nacionais aparecem nas listas anuais da formação de executivos do jornal de económico.

As ‘business schools' portuguesas firmam assim posições entre as melhores escolas de negócios de todo o mundo, fazendo a marca Portugal conquistar terreno internacional na área do ensino. Enquanto a Católica-Lisbon School of Business and Economics surge no ‘ranking' pelo sexto ano consecutivo - foi a primeira portuguesa a chegar lá -, conseguindo, em 2012, o 46º lugar, a Nova School of Business and Economics, que entrou no ano passado, sobe 11 lugares, para a 47ª posição. Já a EGP-University of Porto Business School permanece no ‘ranking' dos cursos à medida das empresas - onde se estreou o ano passado - ficando no 64º lugar.

Para Fátima Barros, que dirigiu nos últimos oito anos a Católica-Lisbon SBE (e foi substituída, na semana passada, por Francisco Veloso), estar no ‘ranking' do FT pelo sexto ano consecutivo, prova "a consistência" do trabalho que tem vindo a ser feito. A responsável destaca a boa classificação da escola - que comemora, em 2012, 40 anos de existência e 20 anos de formação de executivos - nas parcerias internacionais. 

publicado por adm às 07:56 | comentar | favorito
tags:
18
Abr 12

Escola remodelada no ano passado sem dinheiro para facturas de água e luz

Uma remodelação de 10,2 milhões de euros dotou a secundária Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, de sistemas de climatização e equipamentos que a escola não pode usar por falta de verbas para pagar a água e a electricidade.

“A escola foi dotada de condições de conforto que não podemos usar porque as facturas da água e electricidade dispararam para o dobro dos valores que costumávamos pagar”, disse o presidente da direcção da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro (ESRBP), António Veiga.

A escola, construída em 1964, beneficiou no ano passado de uma remodelação de 10,2 milhões de euros, no âmbito do programa "Renovar as escolas para o Futuro", promovido pela empresa pública Parque Escolar.

A obra incidiu na requalificação dos blocos existentes e na construção de um novo onde ficaram instalados os serviços administrativos, uma biblioteca e um auditório.

Dotada de novas tecnologias (como quadros interactivos ou projectores em quase todas as salas) e remodelada a nível de ginásio e balneários, a escola viu aumentados os pontos de distribuição de água e alterado o sistema eléctrico, que passou a funcionar de forma centralizada.

“De duas casas de banho passámos para seis, todas com torneira temporizada, que fica a correr mesmo depois de as pessoas usarem a água que precisam, tal como acontece com a luz, que acende quando alguém entra e só apaga concluído o tempo programado”, explicou António Veiga.

A isto se soma o “ar condicionado, um auditório que gasta bastante energia, equipamentos informáticos e até um sistema de rega que nem sequer usamos porque seria incomportável”, acrescentou.

O sistema de rega foi instalado no pressuposto de que a escola beneficiaria de arranjos exteriores e passaria a ter relva. “Esse arranjo não foi feito e ainda bem, porque escusamos de ligar o sistema para regar as ervas daninhas”, ironiza o director, acrescentando: “Se ligássemos a rega, a câmara penhorava-nos a escola”.

Menos de um ano depois de instaladas as melhorias, a palavra de ordem passou a ser “poupar tudo o que se pode em termos de consumos de água e de luz” para conseguir manter a escola sem dívidas.

Ainda sem orçamento de escola aprovado e sem resposta do Ministério da Educação a um pedido de reforço orçamental para compensar o aumento de consumos, António Veiga teme que “a partir de Setembro não haja verba suficiente para custear a água e a luz”.

O clima temperado ajudará a que “o ar condicionado não seja ligado para poupar”, mas a chegada do Inverno obrigará a que “nos dias mais pequenos as luzes tenham que se acender mais cedo e os custos disparem” no estabelecimento, frequentado por 960 alunos durante o dia e algumas centenas de estudante de ensino nocturno.

A solução para o problema passaria “pela instalação de 200 metros de painéis fotovoltaicos” que, segundo o director, “foram prometidos pelo anterior presidente da Parque Escolar” e que permitiriam à escola “produzir energia suficiente para alimentar todos estes equipamentos, usar o conforto instalado e até vender alguma energia”.

A Lusa contactou a Parque Escolar, mas até ao momento não obteve respostas sobre a escola intervencionada ao abrigo do programa, que tinha como objectivos, entre outros, “criar um sistema eficaz de gestão dos edifícios” e “garantir a plena utilização das instalações”.

fonte:http://www.publico.pt/

publicado por adm às 00:01 | comentar | favorito
22
Mar 12

Maior parte das escolas obteve classificação de “Bom” na avaliação externa

Mais de metade das 1107 escolas públicas sujeitas a avaliação externa entre 2007 e 2011 obtiveram a classificação de “Bom” em quatro dos cinco domínios em análise.

Genericamente, o parâmetro da “Liderança” foi o que congregou a melhor avaliação, com 53,6% das escolas a merecerem a classificação de “Bom” e 33,8% , “Muito bom”. 

O domínio com pior avaliação média - mais de metade dos estabelecimentos foram classificados com “Suficiente” (48,8%) ou “Insuficiente” (4,5%) - foi o da “Capacidade de auto-regulação e melhoria da escola”.

Estes são alguns dos dados que constam do relatório sobre a “Avaliação Externa das Escolas 2006-2011” nesta quinta-feira divulgado pela Inspecção-Geral da Educação (IGE). 

Também os “pontos fortes” suplantaram sempre os “pontos fracos (6511 contra 5347), apesar de serem em maior número os “constrangimentos” do que as “oportunidades” (1699 contra 1352), revela o documento.

Entre os pontos avaliados figuram, por exemplo, o sucesso académico (824 pontos fracos e 748 pontos fortes), o comportamento e disciplina (509 pontos fortes e 130 fracos) e a participação dos pais e outros elementos da comunidade educativa (346 pontos fortes e 267 fracos).

Nas oportunidades destacam-se os projectos, programas e parcerias, enquanto os constrangimentos mais frequentes têm a ver com a rede escolar e acessibilidade e os recursos físicos.

A IGE levou a cabo este programa de avaliação das escolas públicas entre Fevereiro de 2007 e Maio de 2011, abrangendo 1107 escolas e agrupamentos, depois de em 2006 o Ministério da Educação ter avançado com um modelo experimental em 24 estabelecimentos de ensino.

O documento agora divulgado sintetiza a informação dispersa nos cinco relatórios anuais já apresentados, dando conta dos resultados dos cinco domínios avaliados: além da” liderança” e da “capacidade de auto-regulação e melhoria”, foram classificados os “resultados”, a “prestação do serviço educativo” e a “organização e gestão escolar” . 

Analisando a evolução da avaliação ao longo deste quinquénio, percebe-se que no domínio “Resultados” o número de escolas que obtiveram a classificação de “Bom” aumentou de 2006-2007 para 2010-2011, à semelhança do que aconteceu com o parâmetro “Prestação do serviço educativo” (70% das escolas com “Bom).

Uma tendência inversa verificou-se no domínio da “Capacidade de auto-regulação e melhoria da escola”, em que os melhores resultados foram alcançados no primeiro ano de avaliação. 

fonte:http://www.publico.pt/E

publicado por adm às 23:25 | comentar | favorito