07
Out 12

Como posso concorrer ao programa Erasmus?

Como cidadão da UE, podes estudar ou estagiar noutro país europeu. O Erasmus é o mais conhecido programa de intercâmbio de estudantes na Europa. Desde a sua criação, em 1987, quase três milhões de estudantes participaram no programa. Celebra este ano um quarto de século, sob o lema: «Erasmus: 25 anos a mudar vidas e a abrir o espírito».

O programa Erasmus promove a tua mobilidade na Europa pois:
- não tens de pagar despesas de inscrição ou das propinas à universidade de acolhimento;
- a parte dos estudos que fizeres no estrangeiro será parte da tua licenciatura;
- tens direito a uma bolsa de estudos da UE para ajudar a cobrir as despesas de viagem e de estadia.

Informa-te junto do gabinete de relações internacionais da tua universidade.

Os professores e outros profissionais, como os responsáveis pelas relações internacionais das universidades, também podem beneficiar do apoio da UE para ensinar e participar numa formação no estrangeiro. O programa Erasmus apoia também colocações em empresas no estrangeiro, uma opção cada vez mais popular.
 
Para saber mais:
A sua Europa: Estudar no estrangeiro com o programa Erasmus

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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08
Mai 12

Técnica de Lisboa é a 26.ª universidade com mais alunos Erasmus

A Universidade Técnica de Lisboa foi, entre as instituições de ensino superior portuguesas, aquela que mais alunos estrangeiros de Erasmus acolheu no ano lectivo 2010/2011. Na lista das 100 universidades europeias mais procuradas pelos universitários interessados numa experiência internacional, a Técnica figura em 26.º lugar.

Na lista divulgada hoje pela Comissão Europeia, para assinalar o 25.º aniversário daquele programa de intercâmbio universitário, seguem-se a Universidade do Porto, em 33.º lugar, seguida pela Universidade de Coimbra (34.º lugar). Uns números abaixo surgem a Universidade Nova de Lisboa (40.º lugar) e a Universidade de Lisboa (60.º). 

Contas feitas, Portugal acolheu na última década 43.599 universitários estrangeiros e “exportou” 48.911 mil estudantes portugueses durante um período que pode variar entre os três e os 12 meses. A estes somam-se os estágios internacionais que levaram à saída de 1553 licenciados e trouxeram para o país 1585. 

Mas o nosso país está muito longe de ser aquele que mais cativa os universitários interessados numa experiência fora de fronteiras. Os três destinos mais populares em 2010/2011 foram a Espanha, a França e o Reino Unido. A Espanha foi também o país que maior número de estudantes mandou para o estrangeiro, seguida da França e da Alemanha. 

No panorama europeu, que soma 33 países, e no último ano lectivo, o programa mobilizou 231.410 estudantes. Nesse ano, a Comissão Europeia gastou 460 milhões de euros num programa cuja bolsa média mensal foi de 250 euros (montante atribuído a cada aluno para cobrir parte das despesas decorrentes de viver no estrangeiro). 

Desde que o Erasmus foi lançado, em 1987, mais de 2,5 milhões de estudantes europeus beneficiaram da oportunidade de ir para o estrangeiro, quer para estudar numa universidade quer para estagiar numa empresa. A Comissão Europeia espera que, em 2012/2013, três milhões de estudantes tenham passado pelo programa.

fonte:http://www.publico.pt/

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26
Abr 12

Ministério admite desistências de programa Erasmus por dificuldades financeiras

O secretário de Estado do Ensino Superior, João Queiró, admitiu nesta quinta-feira que há estudantes a desistir de programas como o Erasmus por dificuldades económicas, mas sublinhou que não há alterações sensíveis de anulação de matrículas.

A 23 de Abril, o representante do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Sobrinho Teixeira, informou que os politécnicos portugueses estavam a registar “uma quantidade anormal” de desistências de alunos dos programas de mobilidade, como o Erasmus, devido a dificuldades financeiras. 

“Pode haver menos aproveitamento dos programas de mobilidade que têm uma despesa adicional. Um estudante que quer ir para um programa Erasmus tem uma despesa adicional, porque a bolsa que tem não cobre as despesas, e portanto não me admira que isso aconteça”, declarou João Queiró, à margem do IV Congresso do Ensino Superior Politécnico. O Secretário de Estado do Ensino Superior admitiu que é “mais uma preocupação, mas não tão preocupante do que um eventual abandono do próprio ensino superior por motivos económicos”.

João Queiró afirmou que se tem mantido em “contacto regular” com os presidentes do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e do CCISP para tentar avaliar a situação do abandono do ensino superior. “O que me dizem refere-se ao indicador de anulação de matrículas e, não se nota uma alteração sensível em relação aos anos anteriores”, acrescentou João Queiró, classificando, todavia, de “extremamente preocupante” haver estudantes com dificuldades em manter-se no ensino por dificuldades económicas. 

“A informação actualizada que vou obtendo é que não se nota aumento sensível da anulação de matrículas, mas este indicador não é o mesmo que o abandono por motivos económicos e que é mais “silencioso” e “difícil de avaliar neste momento”, referiu. 

O representante dos politécnicos portugueses defendeu na terça-feira uma mudança de paradigma do ensino naquelas instituições, com cursos mais direccionados às pequenas empresas, mas o secretário de Estado do Ensino Superior escusou-se a comentar, referindo que não tem “dados estatísticos” sobre o assunto. 

“O país não pode estar, apenas e só, a preparar pessoas para as grandes empresas. Não vai ser a partir daí que nós vamos conseguir dar o salto económico”, considerou o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses.

fonte:http://www.publico.pt/

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14
Jun 11

Há menos estudantes portugueses com bolsas Erasmus

Num ano em que a União Europeia (UE) voltou a bater o recorde do total de bolsas Erasmus atribuídas a estudantes, em Portugal verificou-se uma ligeira diminuição, pela primeira vez desde que o popular programa de intercâmbio foi lançado, em 1987.

 

Para o estrangeiro foram 5388 portugueses em 2009/2010, menos seis apenas do que no ano lectivo anterior, mas a tendência é contrária à ocorrida na maior parte dos países da UE. 

A boa notícia é que são cada vez mais os estrangeiros que escolhem Portugal para estudar ou receber formação: 7385, mais 1153 do que em 2008/2009. Portugal é escolhido sobretudo por espanhóis, italianos, polacos e alemães. Outro indicador positivo: o cruzamento do número de bolseiros Erasmus com o total de licenciados coloca o país na sexta posição deste ranking e bem acima da média da UE (os bolseiros nacionais do programa correspondem a mais de sete por cento dos licenciados, para uma média europeia de apenas 4,5 por cento). 

Os países preferidos pelos portugueses para estudar ou receber formação são a Espanha, a Itália e a Polónia e a Universidade do Porto destaca-se tanto por ser a que mais alunos envia para o exterior como a que mais estrangeiros recebe. 

"O programa Erasmus é um dos grandes êxitos da União Europeia. Os números falam por si: o Erasmus está cada vez mais popular e é minha intenção afectar-lhe mais recursos no futuro", declarou Androulla Vassiliou, comissária europeia responsável pela Educação, Cultura e Juventude, satisfeita com o crescimento de 7,4 por cento registado em 2009/2010. Actualmente, há 33 países a participar nesta iniciativa (27 Estados-membros da UE, a Croácia, a Islândia, o Liechtenstein, a Noruega, a Turquia e a Suíça, que aderiu este ano).

Em 2009/2010, Portugal, Noruega e República Checa foram as únicas excepções na tendência global de crescimento deste programa, que beneficiou então um total de 213 mil estudantes europeus. Razões para o ligeiro recuo verificado em Portugal? Eventualmente, o facto de o valor médio das bolsas atribuídas ter diminuído - cada estudante português recebeu 301,5 euros por mês, mais do que a média global da UE (254 euros), mas um apoio financeiro reduzido quando comparado com o atribuído ao país que mais recebe, o Chipre (quase mil euros por mês). O valor da contribuição financeira diminuiu, aliás, pela primeira vez desde 2003, "devido ao número cada vez maior de bolseiros", justifica a Comissão Europeia, que não deixa de notar que a UE investiu no Erasmus 415 milhões de euros em 2009/2010. Um recente inquérito do Eurobarómetro permitiu justamente perceber que muitos estudantes não conseguem ir para o estrangeiro por falta de apoios. Dos que pretendiam fazê-lo, 33 por cento não tinham meios económicos e quase dois terços dos que conseguiram ir tiveram de recorrer a empréstimos ou poupanças. 

A Comissão Europeia acredita, mesmo assim, que em 2012/2013 vai atingir a meta de apoiar três milhões de estudantes desde que o programa foi lançado. Além dos estudantes que vão para universidades, desde 2007 que o Erasmus apoia também estágios em empresas, modalidade que é cada vez mais popular.

fonte:http://www.publico.pt/E

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