07
Set 14

Quase metade dos cursos já não têm vagas e 73 não tiveram nenhum candidato

Quase metade dos cursos superiores ficou com as suas vagas completamente preenchidas na 1ª fase, mas há 73 cursos sem qualquer estudante colocado e 429 com menos de 20 alunos.

De acordo com os dados divulgados pela Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), 46,2% dos cursos, ou seja, 495 cursos, já não têm vagas disponíveis para as próximas fases de colocação no ensino superior.

No entanto, há 73 que não tiveram qualquer colocado, mais sete do que os 66 registados em 2013. Destes 73 cursos, a maioria (46) são na área da engenharia, à semelhança do que aconteceu no ano passado.

Também como aconteceu em 2013, os politécnicos voltam a estar em maioria nesta lista, mas há também cursos das universidades de Lisboa, Trás-os-Montes, Aveiro, Évora, Minho e Açores.

Para além de diferentes engenharias, entre os cursos sem colocados há formações em gerontologia, auditoria e fiscalidade, contabilidade, paisagismo e ainda uma licenciatura em redes sociais.

Os dados indicam ainda 1.071 ofertas formativas disponíveis na 1ª fase do concurso de acesso, menos 26 do que as 1.097 de 2013, mas isto não significa necessariamente que tenham encerrado cursos.

De acordo com explicações prestadas pelo Ministério da Educação e Ciência, a diminuição das ofertas pode explicar-se por encerramentos por iniciativa das instituições, encerramentos por força das orientações legais fixadas para casos de falta continuada de procura, ou, em casos de cursos com vagas para ensino diurno e ensino nocturno, por terem deixado de existir vagas para um dos casos.

Numa comparação com a lista de ofertas de 2013, os candidatos em 2014 perderam 11 ofertas em regime pós-laboral, uma vez que este ano estão apenas disponíveis 96, contra as 107 de 2013. Este ano há também menos uma oferta face às sete que existiam em 2013 para o ensino à distância.

Em 2014 houve 301 cursos que tiveram menos de 10 colocados, mas, ainda assim, são menos de metade daqueles que se encontravam na mesma situação em 2013, quando 612 dos 1.097 cursos disponíveis não chegavam à dezena de alunos depois das colocações na 1ª fase.

Os cursos com menos de 20 colocados nesta fase representam 40% do total, com 429 ofertas de formação nesta situação.

Quase 90% dos 42.408 candidatos a um lugar no ensino superior público conseguiram colocação nas universidades e politécnicos na 1ª fase do concurso de acesso, mas houve menos colocados na 1ª opção do que em 2013.

No ano em que o número de candidatos em relação ao ano anterior aumentou pela primeira vez desde 2008 (houve mais 1.989 candidatos em 2014 do que em 2013 (40.419), aumentou também o número de colocados na 1ª fase em relação ao ano anterior, ainda que de forma ligeira.

De acordo com a informação divulgada pela Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), este ano conseguiram lugar nas universidades e politécnicos 37.778 candidatos, apenas mais 363 do que os candidatos colocados na 1ª fase do concurso de acesso em 2013. Por ocupar ficaram 13.168 lugares, menos 1.008 vagas do que em 2013.

Em termos percentuais, em 2014 conseguiram colocação apenas 89% dos candidatos, face aos 93% que entraram no ensino superior em 2013.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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02
Ago 14

Mais de 31 mil candidatos ao ensino superior

A Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES) recebeu, até ao final de quinta-feira, e ao fim de 15 dias após a abertura do concurso de acesso ao ensino superior, mais de 31 mil candidaturas às vagas nas universidades e politécnicos.

Os números estão disponíveis na página na Internet da DGES, e a contabilização da evolução diária de candidaturas ao ensino superior totaliza já 31.481 candidatos, a uma semana do fecho do concurso.

Comparando com os primeiros 15 dias do concurso nacional de acesso de 2013, este ano registaram-se cerca de três mil candidaturas a mais.

A primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior arrancou a 17 de Julho e decorre até 8 de Agosto, com 50.820 vagas a concurso, um número que não era tão baixo desde 2008.

Universidades e politécnicos públicos vão disponibilizar, para os candidatos ao ensino superior, na primeira fase do concurso nacional, 50.820 vagas, nos 1.067 cursos que abrem em 2014-2015, menos 641 lugares do que os 51.461 colocados a concurso no ano lectivo de 2013-2014.

De acordo com a informação disponibilizada pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), o número total de vagas disponíveis para a primeira fase do concurso nacional de acesso está a cair desde 2011, ano em que foram a concurso 53.500 lugares.

Também o número de alunos candidatos ao ensino superior tem vindo a diminuir desde 2010, havendo em 2012 menos 6.739 concorrentes do que naquele ano, de acordo com dados apurados no final da terceira fase.

fonte:Lusa/SOL

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06
Out 13

Ensino Superior: menos alunos, menos professores e menos dinheiro

O ano letivo no Ensino Superior começou com menos alunos e professores, o que para o sindicato do setor reflete as dificuldades das famílias e uma redução de 40 por cento nas transferências do Orçamento do Estado desde 2008.

“Os jovens com 18 anos no nosso país serão pouco mais de 100.000, quando há 20 anos andávamos a falar de cerca de 150.000, ou seja, uma redução de cerca de 50.000 pessoas”, disse à agência Lusa o presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), António Vicente.

Os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) mostram que o número total de candidatos às universidades e politécnicos passou de quase 60.000, em 2009, para 53.000 em 2012.

Este ano, apesar de os dados ainda não estarem fechados (está a decorrer a terceira fase), mantém-se a tendência de redução no número de vagas e de alunos, com dezenas de cursos sem qualquer colocado nas primeiras fases, especialmente nos institutos politécnicos do interior.

“Aquilo que mais nos preocupa é que entre mais de 100.000 alunos que fizeram exames nacionais no secundário e que poderiam ter condições para se candidatarem ao Ensino Superior, só 40.000 concorreram”, afirmou o dirigente sindicato independente.

“Não nos parece que, a continuar assim, possamos atingir a meta dos 40 por cento de diplomados em 2020, como nos comprometemos com a Europa”, advertiu.

De acordo com dados recolhidos pelo Conselho Nacional de Educação (Estado da Educação 2012), em 2011 os diplomados do Ensino Superior eram 18,43 por cento dos cidadãos com idades entre os 25 os 64.

Para a quebra da procura no Ensino Superior, estarão a concorrer vários fatores, na opinião de António Vicente, entre eles, “as dificuldades económicas” que as famílias atravessam e “a diminuição do número de bolsas”.

“Os custos são elevados, não só o pagamento de propinas (mais de mil euros por ano), como também o alojamento, a alimentação e materiais”, recordou.

Menos alunos e menos dinheiro para as instituições de Ensino Superior acabam por ter reflexos na classe docente e no ensino.

“Temos uma diminuição de cerca de mil docentes, desde 2011, num universo de 25.000 professores, no Ensino Superior Público. É um número com bastante significado, lamentou.

“Acaba por ter algum impacto naquilo que é o trabalho que continua a ter de ser desenvolvido nas instituições”, defendeu António Vicente, referindo que apesar de não ter números concretos sobre o setor privado, as informações que chegam ao sindicato são igualmente de redução de contratos.

Os docentes que mantêm o posto de trabalho acabam por ficar “muitíssimo sobrecarregados, em termos de horas letivas, do número de alunos que têm por turma”, relatou, assegurando que a qualidade do ensino fica afetada.

A este cenário não é alheio o corte no financiamento público: “Aquilo que estamos a falar é de uma diminuição de 40 por cento nas verbas que são transferidas do Orçamento do Estado, desde 2008. Isto é o valor mais baixo. Só tem paralelo em 1999, quando o número de alunos era bem inferior e até a realidade em termos de instituições era diferente”.

O docente considera que foi já ultrapassado “o limite do que era razoável” e que não é possível reduzir mais o financiamento às instituições sem afetar a qualidade do trabalho que fazem.

fonte:Diário Digital/Lusa

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03
Out 13

Ensino Superior oferece na 3.ª fase menos vagas do que as disponíveis

As universidades e politécnicos levaram a concurso na terceira fase de acesso ao ensino superior 9.494 lugares dos quase 12 mil deixados vagos no final da segunda fase, segundo um edital da Direção-Geral do Ensino Superior, hoje publicado.

A justificação para a diferença entre as vagas levadas a esta fase do concurso e as que sobraram da segunda fase prende-se com as decisões das instituições de ensino superior público, que definem quantas vagas abrem para cada curso.

De acordo com o Ministério da Educação e Ciência (MEC), para o ano de 2011-2012 - o último para o qual existem dados consolidados - e depois de concluída a segunda fase de acesso houve ainda cerca de 15 mil admissões nas universidades e politécnicos ao abrigo da terceira fase do concurso nacional e dos concursos especiais, que incluem, 
entre outros, os regimes de acesso para maiores de 23 anos, atletas de alta competição e alunos oriundos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

O MEC explicou à agência Lusa que o ano de 2011-2012 não foi um ano 'sui generis' quando comparado com os anteriores, e que nada indica que este ano venha a ser um ano diferente.

A terceira fase de acesso ao ensino superior arrancou hoje e decorre até 07 de outubro.

O ministro da Educação, Nuno Crato, já disse estar insatisfeito com a taxa de alunos no ensino superior e adiantou ter requerido aos serviços "um primeiro inquérito" para analisar a falta de candidaturas.

"Temos uma taxa de alunos no ensino superior que não nos satisfaz, que tem de aumentar, o número de alunos que chega às universidades e que conclui [os cursos] nas universidades e politécnicos tem de aumentar e estamos a tomar medidas neste sentido", declarou.

 fonte.http://economico.sapo.pt/

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21
Set 13

Há ainda mais de três mil vagas por preencher no ensino superior

A lista das colocações da segunda fase vai ser conhecida na quinta-feira, havendo ainda uma terceira fase entre 3 e 7 de Outubro.

A segunda fase do concurso de acesso ao ensino superior, que terminou na sexta-feira, conta com menos quase 1.500 candidatos do que no ano passado ficando por preencher mais de 3.300 vagas.

De acordo com os dados disponíveis na página na Internet da Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES), candidataram-se ao ensino superior 17.510 estudantes nesta segunda fase, menos 1.448 do que em 2012. Das 20.818 vagas disponíveis entre universidades e politécnicos, 3.308 ficaram por ocupar.

Na primeira fase foram colocados mais de 90% dos alunos: em 40.419 alunos, 37.415 conseguiram um lugar e em 60% dos casos no curso desejado, de acordo com os dados da DGES.

A lista das colocações da segunda fase vai ser conhecida na quinta-feira, havendo ainda uma terceira fase entre 3 e 7 de Outubro.

Na primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, 66 cursos ficaram sem qualquer aluno colocado, quase todos a funcionar em institutos politécnicos e na área das engenharias. Catorze cursos superiores públicos registaram a entrada de alunos com a nota mínima permitida - 9,5 valores - enquanto o curso de Medicina da Universidade do Porto teve a média mais alta - 18,1 valores.

fonte:http://rr.sapo.pt/in


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08
Set 13

Ensino Superior vai receber menos de 40 mil estudantes

Pelo terceiro ano consecutivo diminuiu o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior. Este ano, entraram 37 415 alunos - o número mais baixo desde 2006, último ano da década em que entraram nas instituições menos de 40 mil na primeira fase do concurso de acesso. Resultado: 93% dos candidatos já ficaram colocados.


Recorde-se que desde 2010 também desce o número de candidatos e de vagas disponíveis. Em sentido oposto, o de vagas sobrantes não para de aumentar - este ano sobram para a segunda fase 14 176 vagas, sendo que 72,5% desses lugares são em institutos politécnicos.

A taxa de ocupação só não desceu, aliás, nas escolas superiores de Enfermagem de Porto, Lisboa e Coimbra e na de Hotelaria e Turismo do Estoril que já preencheram a totalidade das vagas. De resto, tanto universidades como politécnicos perderam alunos. A segunda fase do concurso arranca amanhã e termina dia 20, sendo os resultados divulgados a 26.

A nova queda no número de colocados não surpreende o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP). António Rendas considera que as universidades e o Governo (que ainda não aprovou o estatuto do estudante estrangeiro proposto pelo CRUP) deviam olhar para a captação de alunos internacionais como uma oportunidade para contornar a quebra da "procura interna". Mas, o que mais preocupa o também reitor da Universidade Nova de Lisboa é o novo corte orçamental previsto para o Ensino Superior em 2014.

"O ano letivo está a começar, pelo que é bom termos a certeza do que podemos contar", frisa, considerando que seria "um suicídio" para o país "enfraquecer" ainda mais as instituições de Ensino Superior.

Algarve volta a ser a universidade com mais lugares para a segunda fase (735). Mas as vagas sobrantes quase duplicaram na Técnica de Lisboa, de 208 para 403. O politécnico de Bragança lidera esta lista - tem 1420 vagas sobrantes para a segunda fase, tendo preenchido apenas 23% dos lugares abertos. A Universidade do Porto preencheu 97% das vagas, Nova de Lisboa e ISCTE 92%. Entre os politécnicos, o Porto volta a ser o que mais preenche os lugares, 81%, seguido de Lisboa (68%) e Coimbra (65%).

Face à descida da procura, subiu o número de alunos que conseguiu entrar na sua primeira opção - foram 60% dos candidatos, tendo 91% conseguido ingressar numa das três primeiras opções.

Medicina lidera médias

Já é um dado histórico: as médias de ingresso em Medicina voltam a liderar. As mais altas são novamente na Universidade do Porto e no Instituto Abel Salazar com 18,1 e 18 valores, respetivamente. Na universidade do Minho, o último a entrar teve 17,9 e na de Coimbra 17,7.

Em termos genéricos, no entanto, as médias dos últimos alunos a entrar no Ensino Superior desceram ligeiramente, refletindo os resultados dos exames nacionais do Ensino Secundário.

Ainda assim, em 93 cursos, a média do último aluno a entrar foi igual ou superior a 15 valores - sete deles são os de Medicina, mas também há os casos, por exemplo, de Engenharia Aeroespacial (17,6) ou Engenharia Física, ambas no Instituto Superior Técnico (UTL); Línguas e Relações Internacionais, no Porto (17,6) ou Design de Comunicação (17,6), na Universidade de Lisboa. No lado oposto desta listagem, em 14 cursos a média do último aluno foi de 9,5 valores. Casos de Marketing ou Tecnologias e Sistemas de Informação, na Universidade da Beira Interior, ou de Enologia e Teatro e Artes Performativas, na Universidade de Trás-os-Montes.

 

fonte:http://www.jn.pt/


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11
Ago 13

Ensino superior com menos 4.837 candidaturas

A primeira fase de do concurso de acesso ao ensino superior terminou na sexta-feira, com um total de 40.546 candidaturas.

Este ano, registaram-se menos 4.837 candidaturas ao ensino superior público, na primeira fase do concurso nacional, comparando com 2012, de acordo com dados da Direcção Geral do Ensino Superior.

A primeira fase de do concurso de acesso ao ensino superior terminou na sexta-feira, com um total de 40.546 candidaturas, quando em 2012, tinham sido inscritos 45.383 candidatos na mesma fase.

É através da plataforma da Direcção Geral do Ensino Superior (http://dges.mctes.pt) que os alunos se candidatam para ocupar um dos 51.461 lugares dos 1.087 cursos disponibilizados pelas universidades e institutos politécnicos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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14
Jul 13

Menos 837 vagas no Ensino Superior

As vagas para o Ensino Superior em Portugal baixam pelo segundo ano consecutivo em 2013-2014, estando disponíveis para a primeira fase 51.461 novos lugares, menos 837 do que em idêntico período de 2012-2013, segundo dados do Ministério da Educação.

Também o número de alunos candidatos ao Ensino Superior (ES) tem vindo a diminuir desde 2010, havendo em 2012 menos 6739 concorrentes do que naquele ano, de acordo com dados apurados no final da terceira fase.

No ano passado sobraram 8547 vagas, quase o dobro dos lugares sobrantes em 2009 (4614).

Os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) mostram que o número total de candidatos ao Ensino Superior passou de quase 60.000, em 2009, para 53.000 em 2012.

A primeira fase de candidaturas ao concurso nacional de acesso ao Ensino Superior público tem início na quarta-feira.

À semelhança dos últimos concursos, a candidatura é feita através da Internet, na plataforma da DGES (http://dges.mctes.pt ).

Procura e empregabilidade como fatores 

 

Segundo o Ministério da Educação, as instituições procederam a uma reorientação da oferta na fixação de vagas, tendo em consideração a procura, a empregabilidade e as áreas de formação, de acordo com as regras estabelecidas pela tutela.

A esta via de acesso ao ES público, acrescem, entre outras ofertas, as admissões de novos alunos através dos concursos locais para cursos de Música, Dança, Teatro e Cinema (640 vagas em 2013).

Há também admissões para a Universidade Aberta, instituições militares e policiais e as destinadas aos alunos que concluíram um curso de especialização tecnológica, bem como para os maiores de 23 anos.

No que diz respeito às áreas de formação, o ministério destaca a abertura de vagas para engenharias (17,3%, contra 16,9% em 2012), Ciências Empresariais (15, 4%, contra 15,5%) e a Saúde, com 13%, face aos 12,8% do ano passado.

A informação do ministério, indica que a área de estudo das engenharias aqui apresentada não inclui a engenharia civil, inserida em "Arquitetura e Construção", que apresentou uma redução de 16% no número de vagas em relação a 2012.



fonte:: http://expresso.sapo.pt

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16
Mai 13

Ensino superior português é o 22.º melhor do mundo

Presidente do Conselho de Reitores vê nestes “rankings” um excelente cartão-de-visita de Portugal no mundo, mas lembra que é preciso manter o investimento.  

O ensino superior em Portugal subiu um lugar no “ranking” internacional, desenvolvido pela “Universitas 21”. É o 22.º melhor do mundo. O estudo, realizado por várias universidades de todo o mundo, comparou 50 países. São avaliados os resultados das instituições e o investimento que cada país faz no ensino universitário. 

Um lugar que confirma a qualidade das universidades segundo o presidente do conselho de reitores (CRUP). 

António Rendas lembra ao Governo que “estes ‘rankings’ têm uma grande vantagem, porque são vistos não só por académicos, mas também por políticos, por gestores, por empresas”. 

“É muito importante que o Governo pondere se quer continuar a ter este valor no ensino superior em Portugal, porque isto é um cartão-de-visita excelente de Portugal no mundo”, sublinha o presidente do CRUP. 

Um dos indicadores que este ranking avalia é o investimento que é feito no ensino superior. Este ano Portugal ocupa um bom lugar, mas António Rendas avisa que os dados que estão aqui são de há três anos. 

“Vejo com grande preocupação a fase seguinte, ou seja, quando estes resultados forem publicados de 2011 e 2012, é importante que haja manutenção do apoio”, alerta António Rendas. 

O presidente do conselho de reitores lembra que nos últimos 10 anos as universidades perderam 10 milhões de euros e não é possível aguentar mais cortes no orçamento das várias instituições do ensino superior.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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04
Nov 12

Aprovadas dez mil bolsas no Ensino Superior, 3.500 rejeitadas

Quase dez mil pedidos de bolsas de estudo para o ensino superior foram deferidos e cerca de 3.500 rejeitados até 29 de Outubro.

Quase dez mil pedidos de bolsas de estudo para o ensino superior foram deferidos e cerca de 3.500 rejeitados até 29 de Outubro, numa altura em que estavam pendentes perto de 85 mil outras situações, indica uma informação oficial.

De acordo com a página de internet da Direcção-geral do Ensino Superior (DGES), até àquela data foram deferidos 9.884 pedidos e rejeitados 3.551.

Nos pedidos à espera de decisão, 59.288 tinham já a informação indispensável para a análise técnica e 25.429 ainda a aguardavam.

O 'site' da DGES contabiliza 73.985 requerimentos apresentados por candidatos a 34 estabelecimentos do ensino superior público e 10.732 feitos por inscritos em 120 estabelecimentos privados.

No ensino superior público, o maior número de pedidos e de deferimentos, 7.031 e 1.638 respectivamente, reporta-se à Universidade do Porto, enquanto no privado o Instituto Superior da Maia liderava os pedidos (1.367) e a concessão (194) de bolsas.

No ano lectivo transacto foram atribuídas 53.105 bolsas de estudo.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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