04
Set 12

Saiba como escolher a creche do seu filho

“A creche e os educadores credenciados são entidades na educação e socialização das crianças”, sublinha o diretor do Centro da Criança e do Adolescente do hopitalcuf porto. “Mas não podem substituir a figura dos pais, pelo que continue a investir na sua relação com a criança”, aconselha o médico, Emídio Carreira.


No regresso às aulas, lembre-se:


1 - A localização é um dos fatores a ter em conta. 

2 - Assegure-se de que esta creche está licenciada.

3 - Tenha uma entrevista com a diretora e conheça a educadora. 

4 - A importância da relação número de adultos/crianças e do número total de crianças 

5 - Questione sobre o tempo que cada profissional está a trabalhar na instituição

6 - Pergunte como é a ementa semanal. 

7 - A creche tem Plano de Emergência bem definido e os adultos formação de Suporte Básico de Vida Pediátrico 

8 - São feitos simulacros de incêndio

9 - Como é orientado o regresso de uma criança após evicção por infeção?

10 - Veja os espaços físicos e avalie a higiene e segurança em todos os locais.

fonte:http://www.jn.pt/b

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11
Set 11

Estado não comparticipa 20 mil vagas criadas em creches

A maioria das 20 mil novas vagas em creches serão em IPSS e o Governo não as comparticipa. Ou seja, os pais poderão ter que pagar o custo total. Algumas instituições estatais passam para o sector social, mas também sem garantia de apoio financeiro.

 

A ideia, garante o Executivo, é maximizar o espaço das instituições e não deixar crianças na rua. Os parceiros do sector social aplaudem. Aliás, não só aplaudem como foram eles que o propuseram. Levanta-se, porém, uma questão: se era só uma questão de espaço, por que não se fez isto antes? "Porque o Governo só permitia que entrasse o número de crianças que podia comparticipar. Se uma instituição tivesse lugar para 30 crianças, mas o Estado só pudesse comparticipar 15, só entravam 15", explica o padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social.

fonte:http://www.jn.pt/

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31
Ago 11

Máximo de 16 crianças por sala. Saiba o que vai mudar nas creches

De acordo com a portaria publicada hoje em Diário da República e assinada pelo ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, as creches estão, a partir de hoje, sujeitas a novas regras, no que toca às suas condições de instalação e funcionamento.

 

1. Organização
O número máximo de crianças por sala passa a ser de 16. Em cada grupo podem existir crianças com deficiência, desde que, segundo o documento, "não sejam hipotecadas as possibilidades de apoio a todas as crianças da sala".

 

2. Horário de funcionamento
Aqui, o documento não é esclarecedor, já que não determina horas para o funcionamento destas instituições. Contudo, refere que "o horário de funcionamento da creche deve ser o adequado às necessidades dos pais (...) não devendo a criança permanecer na creche por um período superior ao estritamente necessário".

 

3. Direcção técnica
Só pode ser director de uma creche quem for educador de infância ou tiver licenciatura em Ciências Sociais e Humanas ou noutra área das Ciências da Educação.

 

4. Pessoal
O acompanhamento das crianças na creche é assegurado - como até agora - por um educador de infância e um ajudante de acção educativa por cada grupo de crianças. O Governo abre ainda portas aos voluntários para que estes, "devidamente enquadrados", possam ajudar no acompanhamento das crianças. No entanto, não podem substituir o educador ou auxiliar.

 

5. Processo de admissão
Aqui, a portaria não deixa espaço para dúvidas: "A admissão das crianças é da responsabilidade da direcção da instituição". O documento adianta ainda que as creches têm de estar perto de transportes públicos e ser de fácil acesso a pessoas e veículos.

6. Contrato de prestação de serviços
Num contrato assinado por ambas as partes, pais e instituição, tem de ficar definido: 
- o nome da criança e dos pais ou de quem exerça a parentalidade da criança;
- os direitos e obrigações das partes;
- qual o valor da mensalidade ou da comparticipação familiar;
- quais as condições de cessação e rescisão do contrato.

7. Instalações
Na creche devem existir as áreas funcionais seguintes: recepção, direcção e serviços técnicos, berçário, actividades, convívio e refeições, área do pessoal e serviços.

 

8. Acompanhamento, avaliação e fiscalização
A portaria define que "o funcionamento da creche está sujeito a acompanhamento, avaliação e fiscalização por parte dos serviços competentes do Instituto da Segurança Social".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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30
Ago 11

Governo cria mais 20 mil vagas em creches

O Governo vai publicar esta semana uma portaria para promover um melhor aproveitamento da capacidade instalada das creches, que poderão receber mais 20.000 crianças do que no ano passado, «mantendo a qualidade», anunciou hoje o ministro da Solidariedade.

«Dependendo da vontade das instituições, temos um número potencial de 20 mil lugares em creches, que podem ser novas respostas no País», disse Pedro Mota Soares, durante uma visita ao Centro Social da Paz, da Cáritas de Setúbal.

De acordo com o ministro da Solidariedade e Segurança Social, o alargamento da capacidade instalada, que pretende dar resposta às listas de espera que existem um pouco por todo o País, será feito através de um aumento da resposta em cada sala.

Segundo o ministro, esse aumento da capacidade instalada será efectuado através de um aumento do número de lugares nas salas berçários de 8 para 10 crianças, nas salas de crianças de um aos dois anos de 10 para 14 crianças e nas salas dos dois aos três anos alargando a resposta de 15 para 18 crianças.

«Vamos fazer isto mantendo sempre a qualidade e a segurança. Foi por isso mesmo que, em conjugação com os serviços de Segurança Social e com as estruturas que representam as instituições sociais, conseguimos encontrar este novo modelo, que aumenta a resposta a partir das capacidades que o País já tem, não construindo obras novas», frisou.

Questionado sobre se ao eventual aumento do número de crianças deveria corresponder também um reforço do número de educadores, Pedro Mota Soares respondeu dizendo que é possível dar uma resposta que chegue a mais pessoas com a capacidade instalada neste domínio.

«Queremos garantir mais respostas para as famílias que têm de conciliar a sua vida profissional com a educação dos filhos e, ao mesmo, tempo, ajudar à sustentabilidade financeira das instituições sociais», disse, salientando ainda que, a partir de agora, há regras claras para todos os operadores deste sector, «para quem está no Estado, para quem está no sector social e até para quem está no sector privado».

fonte:Lusa/SOL

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02
Mai 11

Câmara de Lisboa quer investir 20 milhões para criar 2500 vagas em creches

A Câmara de Lisboa quer investir mais de 20 milhões de euros nos próximos anos para criar 2500 novas vagas em creches públicas. Os primeiros 11 equipamentos deverão abrir no primeiro semestre de 2012.

 

O objectivo do programa b.a.bá, disse ao PÚBLICO o director municipal de acção social e educação, consiste em garantir que as creches da rede pública de Lisboa cobrem 50 por cento das necessidades da população que vive e trabalha na cidade. Essa meta, explicou João Wengorovius Meneses, será alcançada através da criação de "76 unidades de creche", algumas com capacidade para 33 crianças e outras para 66. 

As primeiras a abrir, no próximo ano, vão surgir nas freguesias da Charneca (duas), Lumiar (duas), Carnide (uma), Benfica (duas), Santa Maria dos Olivais (uma), Alto do Pina (uma), Santo Condestável (uma) e Ajuda (uma). Com estes equipamentos vão ser criadas 660 vagas para crianças menores de três anos, num investimento da ordem dos 6,6 milhões de euros.

Essas creches funcionarão em estruturas pré-fabricadas, a instalar em "terrenos expectantes" da cidade. Como estes não abundam, a câmara prevê duas outras soluções: nas zonas com maior densidade urbana encontrar edifícios que possam ser adaptados àquela função e noutros casos apoiar instituições particulares de solidariedade social que queiram investir nesta área. 

Em relação aos edifícios a reconverter, João Meneses precisou que a ideia é que as creches funcionem em pisos térreos com quintais. Nos bairros sociais é possível o recurso a lojas municipais desocupadas, mas noutras zonas o caminho deverá passar pela negociação com proprietários para cedência de espaço. 

Além dos 20 milhões de euros, a autarquia diz-se disponível para fazer um investimento superior, apoiando financeiramente as instituições que fizerem a gestão das creches, caso o Instituto da Segurança Social não tenha essa possibilidade. 

Quando o programa b.a.bá chegar ao fim, os equipamentos para a primeira infância da rede pública de Lisboa deverão cobrir 50 por cento das necessidades existentes, número que o director municipal sublinha ser superior aos 33 por cento indicados como referência pela União Europeia e adoptados pelo governo português. "Como viver em Lisboa é mais caro temos de ter medidas de compensação para a fixação de casais jovens", justifica João Meneses. 

A Câmara Municipal de Lisboa vai assinar hoje um protocolo com três entidades - União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Lisboa, União das Misericórdias Portuguesas e União das Mutualidades Portuguesas - com o objectivo de "ajudar a identificar e fazer a triagem das futuras entidades gestoras" dos equipamentos que vão ser criados a partir de agora.

fonte:http://www.publico.pt/L

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