12
Set 13

6.593 professores colocados hoje. Mais de 5 mil são contratados

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) colocou hoje nas escolas 6.593 professores, para suprir as necessidades deixadas em aberto pelo concurso geral de colocação de docentes que terminou no final de agosto.

As listas de colocação foram hoje divulgadas pelo MEC na página na Internet da Direção Geral da Administração Escolar (DGAE).

De acordo com o ministério, dos 8.584 horários postos a concurso foram preenchidos 6.593 lugares, 793 dos quais foram entregues a professores dos quadros que, depois de fechado o concurso geral de agosto, ficaram sem componente letiva.

O MEC adiantou também que 5.454 lugares foram ocupados através de Contratação Inicial de Professores, 346 através de renovação, e que os 1.991 horários que sobraram ficam agora disponíveis para contratação a nível de escola.

"A reserva de recrutamento decorre até dezembro. Os horários que ficarem disponíveis a partir de janeiro serão disponibilizados diretamente para contratação de escola", informou o MEC, em comunicado.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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30
Set 12

Menos cinco mil professores colocados

O ministro da Educação, Nuno Crato, adiantou, esta sexta-feira, que, neste ano letivo, foram colocados menos cinco mil professores do que no ano passado, desmentindo os "números fantasiosos" que têm sido anunciados.


"Estamos ainda em fase de colocação, mas houve efetivamente menos professores colocados do que no ano passado, cerca de cinco mil, em relação ao ano passado, embora não seja um número definitivo", afirmou o ministro.

Nuno Crato, que falava aos jornalistas à margem da inauguração de uma escola no concelho de Cascais, assegurou que o "número de professores colocados ou candidatos que não tiveram colocação" é "extraordinariamente menor do que os números fantasiosos que, durante semanas andaram a ser propagados".

Contudo, sublinhou que os que estão a ser colocados são os "estritamente necessários ao funcionamento das escolas" e que os atrasos nas colocações são para se resolver "o mais depressa possível".

"Há sempre uma falha numa ou noutra escola. Há sempre o caso de um professor que é colocado e que adoece e precisa ser substituído por outro e infelizmente não estamos a conseguir fazer isso na hora, fazemos passados uns dias, portanto, lamentamos todos os atrasos que possam existir, mas, no essencial, a abertura do ano letivo correu muito bem", assegurou.

O ministro da Educação presidiu à inauguração da Escola Básica e Jardim-de-Infância Rómulo de Carvalho, em Matos Cheirinhos, em São Domingos de Rana, em funcionamento já desde o início do ano letivo, e inaugurou ainda o novo recreio da Escola Básica e Jardim-de-Infância Tires nº 3.

A intervenção nas duas escolas custou à Câmara de Cascais quase 2,4 milhões de euros, sendo que o novo estabelecimento de Matos Cheirinhos representou um investimento de 1,9 milhões de euros (com uma participação de 636 mil euros do QREN - Quadro Estratégico de Referência Nacional) e a requalificação do espaço exterior da escola de Tires custou 460 mil euros.

fonte:http://www.jn.pt/P


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31
Ago 12

Colocados menos 5147 professores

O Ministério da Educação de Ciência, anunciou esta sexta-feira em comunicado que dos 51.209 candidatos sem vínculo à função pública que se candidataram ao concurso para contratação inicial e renovação de contrato ficaram colocados apenas 7600.

São menos 5147 do que o número de professores contratados no ano passado, quando entraram nas escolas, nesta fase, 12 747 docentes sem vínculo.

A mesma fonte indica que ficaram colocados 1.999 professores do quadro que tinham concorrido devido à ausência de componente lectiva nas respectivas escolas e 801 docentes, que foram a concurso para aproximação à residência.

"Permanecem sem colocação 1.872 DACL, que farão substituição de aposentações, docentes com baixa médica prolongada e licença de parentalidade.

Poderão também desenvolver trabalho em Actividades Extracurriculares (AEC), apoio ao estudo ou coadjuvação em disciplinas estruturantes", informa o gabinete de imprensa do ministério.

Segundo a nota distribuída, as escolas solicitaram a colocação de docentes para o preenchimento de 12.114 horários, dos quais 1.714 horários (completos e incompletos), ficaram por preencher.

"Tal como todos os anos", indica o ME, estes horários "serão agora reavaliados pelas escolas para que os possam complementar nos casos necessários", com horas que resultem de aposentações e doenças que entretanto ocorram.

Os horários daí resultantes serão colocados a concurso na reserva de recrutamento (as chamadas “bolsas”). 

"Esta colocação realizar-se-á semanalmente durante o primeiro período escolar, tendo em vista o preenchimento destes horários e de outros que venham a ser solicitados", conclui.

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, já tinha reagido a uma primeira análise dos resultados do concurso de colocação de professores afirmando que “os números são de uma violência atroz”.

Apenas 4471 professores viram os seus contratos renovados, o que representa uma quebra de 43,5 por cento em relação ao ano anterior, quando renovaram 7915 professores.

“É uma redução enorme que, infelizmente, era previsível e é o resultado de medidas tomadas de propósito para pôr gente na rua”, disse Mário Nogueira, insistindo que o Ministério da Educação MEC está a pôr fora professores de que as escolas precisam”.

A Fenprof ainda está a analisar as listas para apurar o número de professores candidatos a uma contratação inicial que ficaram colocados e por colocar e o destino dos professores de carreira que se candidataram por terem ficado com horário zero. No total, os candidatos serão cerca de 50 mil, aponta.

O número de pessoas que estão a aceder às listas, na internet, tem feito com que para muitos as páginas se mantenham inacessíveis. 

fonte:http://www.publico.pt/E

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01
Set 11

Mais de três mil horários por preencher na colocação de professores

O Ministério da Educação revelou, esta quarta-feira, que ficaram por preencher mais de três mil horários dos 18.118 solicitados pelas escolas no concurso para professores a contrato, o que revela "alguma ineficiência do sistema".

 

Em comunicado, o Ministério refere que ficaram "3179 horários não satisfeitos" do concurso para satisfação de necessidades transitórias.

Através do concurso foram contratados 12.747 professores e a tutela recorreu a 2192 professores de carreira para preencher as necessidades das escolas.

Foram contratados menos 4528 professores do que no ano lectivo anterior. Para este ano, as escolas declararam menos 5339 horários a precisarem de ser preenchidos.

Os dados do Ministério indicam ainda que foram aceites 47.732 candidaturas a novos contratos ou renovação de contratos existentes, mais 266 do que no ano passado.

Quanto aos professores de carreira que se apresentaram ao concurso por estarem com horário zero ou por condições específicas (doença ou acompanhamento de familiares), candidataram-se 4042 e foram colocados 2192.

Os que se candidataram por condições específicas e não tenham sido contemplados no concurso têm garantida a colocação administrativa.

Quanto aos que tinham horário zero e não tenham sido colocados, vão fazer "trabalho de apoio aos alunos".

Os colocados têm três dias para se apresentarem nas escolas onde foram aceites.

fonte:http://www.jn.pt/P

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