Universidade do Minho recebe mais 2242 novos alunos

Das 2.654 vagas de ingresso na Universidade do Minho (UM) foram colocados, na primeira fase, 2.242 alunos, o que significa a ocupação de 84,5% das vagas existentes para ingressar este ano lectivo na academia minhota. 

O curso de Medicina continua a ser o que exige média mais elevada para entrar na UM. A média do último aluno colocado foi de 17,92. As notas de acesso mais altas verificaram-se nos cursos de Medicina da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (18,1 valores), seguida da média do curso de Medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, também da Universidade do Porto (18,07 valores), sendo que em terceiro lugar ficou o curso da Universidade do Minho. As notas de acesso nestes três cursos baixaram ligeiramente, em algumas décimas, em comparação com o ano anterior. 

Depois do curso de Medicina, seguem-se, com melhor média, os cursos de Engenharia Biomédica (16,8), Direito e Ciências da Comunicação (15,8) e Bioquímica e Economia (15,3).
Este ano, não houve nenhum curso com acesso com nota negativa.
Por sua vez, os cursos com nota de acesso mais baixa foram, este ano lectivo, os cursos de Educação (regime pós-laboral) com 10,12, o curso de Ciências da Computação com 10,50 e Filosofia com 10,80. 

De acordo com os dados divulgados pela Direcção Geral do Ensino Superior, nos 57 cursos da UM, 32 preencheram as vagas na totalidade nesta primeira fase de acesso ao ensino superior, ficando os restantes 25 cursos ainda com vagas disponíveis para a segunda fase do concurso de acesso, que decorre até ao próximo dia 20 de Setembro, sendo que os cursos de Engenharia Informática (135), Medicina (120), Direito (110) eram os que mais vagas tinham e ficaram todas preenchidas.

A licenciatura em Engenharia Civil é o curso com mais vagas disponíveis, 72. Por outro lado, o curso de Estudos Culturais (pós-laboral) ocupou apenas cinco das 25 vagas, já o curso de Engenharia Têxtil preencheu duas das 15 vagas e Química apenas ocupou sete das 24 vagas disponíveis neste primeira fase de acesso.
Por outro lado, o curso de Engenharia Têxtil (regime pós-laboral) não ocupou nenhuma das 12 vagas disponíveis.

fonte:http://www.correiodominho.com/n

publicado por adm às 20:56 | comentar | favorito