26
Out 13
26
Out 13

Professores que aceitem rescisão ficam sem subsídio de desemprego

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, esclareceu hoje que os professores que aceitarem as propostas de rescisão por mútuo acordo não vão ter direito ao subsídio de desemprego, porque não há despedimento.

Nuno Crato, que falava aos jornalistas à margem da sessão solene de criação do Instituto Profissional da Bairrada, em Oliveira do Bairro, disse que a situação será idêntica "ao que se passa em geral" na função pública.

"Quem aceita uma proposta de rescisão, aceita uma rescisão de contrato. O desemprego é resultante de um despedimento que é uma situação diferente", declarou, remetendo mais explicações para um "esclarecimento que será feito ainda hoje pela administração pública, em conjunto com o Ministério da Educação".

Sobre a preocupação manifestada pelos reitores das universidades com os cortes previstos para o Orçamento de Estado de 2014, Nuno Crato disse estar a trabalhar "com os reitores, com os presidentes dos politécnicos e com o Ministério das Finanças para acertar todos os problemas" de orçamento.

"Estamos a trabalhar em conjunto para perceber melhor quais são os problemas e resolver o que for possível. Há cálculos em relação à componente salarial que estão neste momento a ser discutidos e reanalisados", precisou.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Out 13
21
Out 13

PS quer 1.º ciclo com inglês obrigatório e uma segunda língua estrangeira

A comissão parlamentar de Educação discute na terça-feira um projeto de resolução do Partido Socialista (PS), no qual se recomenda ao Governo o ensino obrigatório do inglês no 1.º ciclo e a introdução de uma segunda língua estrangeira.

De acordo com o texto do projeto de resolução do PS, recomenda-se a reposição, ainda este ano letivo, da "obrigatoriedade da oferta de inglês a todas as crianças do primeiro ciclo do ensino básico no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular", passando a integrar o currículo obrigatório deste nível de ensino a partir do ano letivo de 2014-2015.

O PS pretende ainda que se criem as condições para "a aprendizagem precoce de uma segunda língua estrangeira no âmbito das Atividades de Enriquecimento Curricular, competindo a cada escola/agrupamento a escolha das ofertas educativas".

Os socialistas fundamentam o projeto de resolução recordando as recomendações saídas do Conselho Europeu de 2002 realizado em Barcelona, no qual se definiu que todas as crianças deveriam aprender pelo menos duas línguas estrangeiras "desde tenra idade".

O PS recordou que foi durante a governação de José Sócrates, em 2008, que a oferta do inglês nas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) se tornou obrigatória para o 1.º ciclo, apesar de a frequência das AEC ter sido sempre facultativa.

"Esta opção permitiu a generalização do ensino precoce de uma das línguas mais importantes na perspetiva social, profissional e económica, contribuindo para futuros cidadãos mais e melhor preparados no quadro da globalização", defende o PS

 fonte:http://www.jn.pt/
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15
Out 13
15
Out 13

Novas regras para impedir cursos sem o 12.º ano

Até agora, um aluno sem o 12.º ano completo podia entrar na universidade e fazer todas as cadeiras de uma licenciatura, inscrevendo-se como externo (sendo que o grau académico só era validado com a conclusão do secundário). Mas isso acabou com o novo regime jurídico dos graus e diplomas que entrou este ano lectivo em vigor.

As novas regras impõem um limite para o número de créditos que os estudantes inscritos como externos podem completar. Segundo o decreto-lei 115/2013, por esta via só é possível fazer no máximo 50% do total do número de créditos necessários para concluir o curso.

A lei apanhou desprevenidos, contudo, alguns alunos que tinham já o curso praticamente feito, apesar de lhes faltarem cadeiras do 12.º ano. Na Universidade Lusófona, há, segundo o administrador Manuel Damásio, cerca de “uma dezena” de estudantes nestas condições.

E todos eles receberam, nas últimas semanas, telefonemas da secretaria da Lusófona a alertar para as mudanças introduzidas pela nova legislação.

“Para eles, como decorre da lei, o que é urgente é terminarem a cadeira que têm em atraso do 12.º ano ao longo do corrente ano lectivo”, explica o responsável pela Universidade Lusófona. “Se assim o fizerem, não terão quaisquer problemas”, assegura.

Um regime excepcional

Apesar de só agora o Ministério da Educação e Ciência (MEC) ter fixado na lei um limite para o número de créditos que estes estudantes podem fazer, a verdade é que já muitas universidades tinham, nos seus estatutos, estabelecido limitações. “No nosso caso, os alunos externos já só podiam inscrever-se no máximo a duas cadeiras avulsas por semestre. Por isso, a questão nem se coloca”, explica fonte oficial da Universidade Lusíada.

O mesmo se passa na Universidade de Lisboa, onde, afirma o gabinete de comunicação, “os regulamentos em vigor tanto na Clássica como na Técnica já contemplavam limitações mais severas para este tipo de inscrições”.

De resto, afiança a mesma fonte, na Universidade de Lisboa, apesar de haver 700 inscritos como externos, não há qualquer estudante com mais de metade dos créditos de um curso concluídos sem ter o 12.º ano completo.

Garantia igual é dada pela Universidade do Porto. “Não temos conhecimento de estudantes externos com menos de 23 anos que não tenham o 12.º ano concluído”, diz fonte oficial, explicando que há “um número residual de vagas para frequência por unidade curricular singular”. Além disso, é dada prioridade a alunos da Universidade do Porto inscritos noutros cursos, depois a estudantes de outras universidades e finalmente a licenciados. Só se sobrarem vagas poderão entrar candidatos sem o 12.º ano.

“Na realidade, este regime foi criado para que fosse possível frequentar de forma avulsa cadeiras – optando por ter ou não avaliação – para valorização curricular e académica”, esclarece João Redondo, da Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado (APESP), que admite que a falta de limitações legais tenha permitido até agora que alguns fossem fazendo as licenciaturas sem ter o secundário completo. “Não sei se há ou não muitas universidades em que isso fosse possível. Mas se a lei veio impor limites é porque se entendeu que é necessário que isso fique estabelecido e acho que é o que faz sentido”.

fonte:http://sol.sapo.pt/i

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14
Out 13
14
Out 13

Universidades querem passar a escolher os seus alunos

Um grupo de trabalho foi criado para preparar propostas de alteração às legislação que regula o modelo de acesso ao ensino superior que deverão ser entregues ao Governo.

As instituições de ensino superior querem ter uma palavra a dizer na escolha dos seus alunos. Para isso pretendem alterar o modelo de acesso ao ensino superior. O sistema actual é um concurso nacional de acesso em que os alunos são ordenados com base nos resultados do ensino secundário e nos exames nacionais. O Conselho de Reitores (CRUP) criou um grupo de trabalho que deverá apresentar ao Governo propostas de alteração ao conjunto de legislação que regula o acesso ao ensino superior. 

Mudanças que podem passar pela criação de provas em cada instituição ou a realização de entrevistas, revela ao Económico, António Rendas, presidente do CRUP. Também Luís Reto, reitor do ISCTE -IUL diz que a questão principal é garantir "liberdade às universidades para poderem escolher os seus alunos".

Testes ou entrevistas como as realizadas nas universidades inglesas podem ser duas das hipóteses a considerar. A actual legislação prevê que as instituições possam realizar provas, ou que escolham os actuais exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso. Mas existe a exigência que as provas sejam realizadas em todo o país, para que os estudantes não tenham que deslocar-se às instituições, o que torna o modelo impossível afirma Meira Soares.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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13
Out 13
13
Out 13

Escolas têm 3.500 computadores Magalhães que nunca foram levantados

As escolas do 1º ciclo têm quase 3.500 computadores Magalhães que nunca foram levantados pelos pais: alguns podem ser requisitados por alunos e professores mas outros ainda estão embalados à espera de um destino.

Dois anos após a suspensão do programa e.escolinhas, criado para distribuir portáteis pelos alunos do 1º ciclo, ainda existem 3.435 Magalhães nas escolas, segundo dados avançados à Lusa pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).

"Esses computadores novos correspondiam a inscrições que não se traduziram na aquisição efectiva por parte dos pais e encarregados de educação", explicou o MEC.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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12
Out 13

453 cursos sem alunos colocados na 3ª fase

Dos quase 1.100 cursos do ensino superior público, 846 abriram vagas para a 3ª fase do concurso de acesso, mas 453 não tiveram qualquer aluno colocado, revelou hoje a Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

As áreas de engenharias continuam a sobressair entre aquelas que não têm qualquer aluno colocado, à semelhança do que aconteceu nas duas fases precedentes do concurso nacional de acesso ao ensino superior público, de acordo com os dados da DGES.

 

Cursos de áreas científicas ou tecnologias da informação são outros exemplos em destaque entre as opções de formação superior que não colocaram qualquer aluno na 3ª fase do concurso.

Sociologia e Administração Pública (em regime pós-laboral), na Universidade de Lisboa, Desporto e Atividade Física, no Instituto Politécnico de Castelo Branco, Informática e Contabilidade e Fiscalidade, no Instituto Politécnico de Santarém, e Marketing, no Instituto Politécnico de Viseu, foram os cursos que registaram a média de acesso mais baixa na 3ª fase do concurso (9,5 valores).

Física, na Universidade do Minho, registou a média de acesso mais alta (19,1 valores). Apesar das 22 vagas disponíveis para o curso de Física da Universidade do Minho nesta fase do concurso, apenas se registou uma entrada.

Os resultados da 3ª fase do concurso nacional estão disponíveis noportal da DGES, desde a meia-noite de hoje.

Os alunos colocados devem agora matricular-se até 15 de outubro.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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12
Out 13

Novo projecto de formação quer ajudar jovens com insucesso escolar

Vai abranger 100 jovens da Grande Lisboa e da Margem Sul do Tejo, que têm de ter o 9º ano e entre 15 e 25 anos.

Cerca de uma centena de jovens de Lisboa e Setúbal com insucesso escolar vai poder candidatar-se a um projecto de formação técnica de cariz social. A iniciativa é da Associação de Formação para a Indústria e da Fundação dos Trabalhadores da Volkswagen, que traz para Portugal o ensino dual aplicado na Alemanha. 

O projecto denominado "Tu importas", que arranca no próximo mês de Novembro, contempla o apoio financeiro a 100 jovens de agregados familiares carenciados.

“Esse programa dá direito ao pagamento de uma bolsa de apoio, consoante o rendimento familiar, e terá todo um programa ade integração vocacional, que aqui terá que ser nas áreas técnicas”, explicou à Renascença Sandra Neves, da Associação de Formação para a Indústria. 

Este projecto abrange 100 jovens da Grande Lisboa e da Margem Sul do Tejo, que têm de ter o 9º ano, entre 15 e 25 anos e uma “opção vocacional muita clara para as áreas técnicas”.

As aulas teóricas e práticas vão decorrer na ATEC - Academia de Formação, em Palmela, onde os jovens se podem inscrever.

A formação está certificada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional. 


fonte:http://rr.sapo.pt/in

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06
Out 13

Ensino Superior: menos alunos, menos professores e menos dinheiro

O ano letivo no Ensino Superior começou com menos alunos e professores, o que para o sindicato do setor reflete as dificuldades das famílias e uma redução de 40 por cento nas transferências do Orçamento do Estado desde 2008.

“Os jovens com 18 anos no nosso país serão pouco mais de 100.000, quando há 20 anos andávamos a falar de cerca de 150.000, ou seja, uma redução de cerca de 50.000 pessoas”, disse à agência Lusa o presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), António Vicente.

Os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) mostram que o número total de candidatos às universidades e politécnicos passou de quase 60.000, em 2009, para 53.000 em 2012.

Este ano, apesar de os dados ainda não estarem fechados (está a decorrer a terceira fase), mantém-se a tendência de redução no número de vagas e de alunos, com dezenas de cursos sem qualquer colocado nas primeiras fases, especialmente nos institutos politécnicos do interior.

“Aquilo que mais nos preocupa é que entre mais de 100.000 alunos que fizeram exames nacionais no secundário e que poderiam ter condições para se candidatarem ao Ensino Superior, só 40.000 concorreram”, afirmou o dirigente sindicato independente.

“Não nos parece que, a continuar assim, possamos atingir a meta dos 40 por cento de diplomados em 2020, como nos comprometemos com a Europa”, advertiu.

De acordo com dados recolhidos pelo Conselho Nacional de Educação (Estado da Educação 2012), em 2011 os diplomados do Ensino Superior eram 18,43 por cento dos cidadãos com idades entre os 25 os 64.

Para a quebra da procura no Ensino Superior, estarão a concorrer vários fatores, na opinião de António Vicente, entre eles, “as dificuldades económicas” que as famílias atravessam e “a diminuição do número de bolsas”.

“Os custos são elevados, não só o pagamento de propinas (mais de mil euros por ano), como também o alojamento, a alimentação e materiais”, recordou.

Menos alunos e menos dinheiro para as instituições de Ensino Superior acabam por ter reflexos na classe docente e no ensino.

“Temos uma diminuição de cerca de mil docentes, desde 2011, num universo de 25.000 professores, no Ensino Superior Público. É um número com bastante significado, lamentou.

“Acaba por ter algum impacto naquilo que é o trabalho que continua a ter de ser desenvolvido nas instituições”, defendeu António Vicente, referindo que apesar de não ter números concretos sobre o setor privado, as informações que chegam ao sindicato são igualmente de redução de contratos.

Os docentes que mantêm o posto de trabalho acabam por ficar “muitíssimo sobrecarregados, em termos de horas letivas, do número de alunos que têm por turma”, relatou, assegurando que a qualidade do ensino fica afetada.

A este cenário não é alheio o corte no financiamento público: “Aquilo que estamos a falar é de uma diminuição de 40 por cento nas verbas que são transferidas do Orçamento do Estado, desde 2008. Isto é o valor mais baixo. Só tem paralelo em 1999, quando o número de alunos era bem inferior e até a realidade em termos de instituições era diferente”.

O docente considera que foi já ultrapassado “o limite do que era razoável” e que não é possível reduzir mais o financiamento às instituições sem afetar a qualidade do trabalho que fazem.

fonte:Diário Digital/Lusa

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06
Out 13

Fecho ameaça mais escolas

Diretores avisam que muitas podem ter de fechar por falta de funcionários, como aconteceu na Clara de Resende

A Escola Secundária Clara de Resende, no Porto, teve de fechar portas ontem e quinta-feira por falta de funcionários, mas os diretores avisam que o problema vai afetar mais escolas.

"A maioria das escolas está no limite, porque os funcionários reformam-se e não se contrata ninguém. Se não houver entradas, ou mobilidade entre ministérios, as escolas em pouco tempo vão ter sérias dificuldades em manter-se abertas", afirma Adelino Calado, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.


O também diretor do Agrupamento de Carcavelos dá o seu próprio exemplo. "No meu agrupamento, faltam 27 funcionários. Aposentaram-se seis e outros sete esperam pela reforma. As escolas não são autónomas, e se não me deixarem ir buscar funcionários através dos centros de emprego tenho de fechar uma escola de 1º ciclo ou alguns serviços da sede, como o bufete ou a papelaria", alerta Adelino Calado, frisando que só tomará uma decisão destas "com o apoio do Conselho Geral".

O rácio de funcionários que cada escola pode ter é definido num diploma de 2008, do Governo de José Sócrates. Um diploma que diretores, sindicatos e associações de pais têm criticado, por estar desatualizado: "O Ministério da Educação e Ciência (MEC) tem a responsabilidade de perceber se o atual diploma dos rácios é suficiente ou se deve ser revisto. Os alunos não podem ser prejudicados no seu direito à educação", disse ao Correio da Manhã Jorge Ascensão, presidente da Confederação Nacional de Associações de Pais.

No Agrupamento Clara de Resende, a diretora, Rosário Queirós, já avisou que na próxima semana os alunos continuarão sem aulas devido à falta de assistentes operacionais. 

O MEC afirma que só na quinta-feira foi informado pela direção do agrupamento do aumento do número de alunos, tendo no mesmo dia autorizado a contratação de mais funcionários. A tutela garante que "todas as situações de défice estão a ser objetiva e cuidadosamente analisadas e a ser supridas, quando comprovadas essas necessidades".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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03
Out 13
03
Out 13

Estudar melhor em menos tempo

Desenvolver bons hábitos de estudo é uma das primeiras missões que tem pela frente, agora que chegou à universidade. E quanto mais depressa se dedicar a ela, melhores os resultados que vai conseguir alcançar já nos primeiros testes. Siga estes seis passos aconselhados no site "For Dummies" e vai conseguir estudar mais e melhor em menos tempo. Não é isso que pretende?

Crie o espaço ideal

 

Crie um espaço, mental e físico, apropriado ao estudo. Se estudar para os primeiros testes da faculdade lhe parece tão difícil do que escalar uma montanha, respire fundo e faça uma pausa antes de começar. Pense em como se põe à vontade e confortável quando quer fazer algo que lhe dá prazer, como ver um episódio de "Breaking Bad" depois do jantar, por exemplo. Tira os sapatos para ficar mais confortável? Leva qualquer coisa para petiscar? Use esses pequenos truques para transformar o estudo numa experiência mais agradável.

Defina o local

 

Defina a sua zona de estudo. Não tem de parecer uma zona de estudo convencional, até pode ser a mesa da cozinha ou da sala. Use os truques do ponto anterior e torne o ambiente mais agradável para um estudo eficaz.

Marque o seu ritmo

 

É importante que encontre o seu. Tal como há diferenças entre sprinters e maratonistas, alguns alunos conseguem estudar três horas seguidas, enquanto outros precisam de fazer pausas a cada 45 minutos, por exemplo. Não há ritmos certos ou errados, somente aquele que resulta melhor consigo. Lembre-se apenas que se for mais lento, vai precisar de mais tempo, e que as pausas são muito importantes. Parar 10 ou 15 minutos a cada hora de estudo é recomendável para manter a concentração.

Compreenda o funcionamento da memória

 

É útil saber como funciona memória, e os estudos dizem que a maioria das pessoas tem mais facilidade em fixar as primeiras e as últimas coisas que estuda. Por mais que se esforce, estas serão as suas melhores memórias e o que leu a meio da sessão de estudo é aquilo que terá mais dificuldade em recordar. Parece que não há forma de mudar esta realidade, pois é simplesmente esta a forma como o cérebro funciona. Por isso, a solução é adaptar o seu estudo, concentrando o que é mais importante no início e no final das sessões.

Descubra o seu método

 

Sem um plano dificilmente se chega a algum lado. Mesmo uma tarefa que possa parecer muito complicada à primeira vista, pode tornar-se mais simples se a dividir em pequenas partes. Veja o que tem para estudar, divida pelos dias que tem disponíveis, de preferência por capítulos ou tópicos. Muitas vezes encontra alguns elementos-chave que devem ser bem percebidos para conseguir compreender tudo o resto. Fixe-se neles até os dominar e depois disso avançará mais facilmente na matéria.

Siga um mapa mental

 

Encaixar a matéria num esquema mental é perfeito para conseguir entendê-la e memorizá-la. Comece com as informações mais simples e vá estabelecendo ligações entre o que lê, de forma a conseguir criar um mapa mental que reúna toda a matéria que vai sair no teste ou no exame. Esta técnica ajuda-o a memorizar toda a informação importante e deixa-o apto para depois desenvolver os vários tópicos a partir daqui.



fonte: http://expresso.sapo.pt/

publicado por adm às 23:43 | comentar | favorito
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