31
Ago 13
31
Ago 13

Mais de 2000 professores do quadro com horário zero

De um total de 13 mil professores dos quadros que se candidataram ao concurso ficaram por sem turma atribuída cerca de 17%.

Cerca de 2.200 professores dos quadros não foram colocados no concurso de mobilidade interna para o qual concorreram no total cerca de 13 mil docentes. Um número que traduz 17% do total de candidatos ao concurso que permite aos docentes conseguir um horário numa escola ou trocar de escola para se aproximar à zona de residência (mobilidade interna).

Entre os 2.185 professores horários zero (sem turma atribuída), 805 pertencem ao quando de escola e os restantes 1.380 têm um vínculo ao quadro de zona pedagógica (QZP), semelhante a um concelho ou área metropolitana.  São estes os docentes que vão agora ter prioridade nos concursos que vão decorrer durante o primeiro período do ano lectivo, sendo que o primeiro arranca na segunda semana de Setembro.

A maioria dos professores sem turma são o 1º ciclo, do pré-escolar e de Português e são dos quadros de zona do Porto e de Lisboa.

Só depois de atribuir turma a todos os professores dos quadros o Ministério admite recorrer aos contratados. Isto significa que será pouco provável que, pelo menos, durante o mês de Setembro o Ministério da Educação venha a contratar professores.        

Estes são alguns dos resultados das listas de colocação do concurso que acabaram de ser publicadas no 'site' da Direcção Geral da Administração Geral (DGAE).

Segundo o Ministério da Educação as escolas pediram, até 31 de Julho, 17.263 horários ficando por preencher 6.437. Os horários não preenchidos vão agora ser reenviados para as escolas que - durante a próxima semana - vão fazer uma reavaliação da necessidade do horário havendo a possibilidade de o manter, encerrá-lo ou até pedir mais horários, explicou a tutela. Serão estes horários que agora vão ser avaliados que ficarão disponíveis para os concursos posteriores. 

Para validar a colocação os professores têm de aceitar o horário através da internet e têm de se apresentar nas escolas presencialmente dentro de 72 horas. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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22
Ago 13
22
Ago 13

Cortes nos politécnicos podem chegar aos 20 milhões de euros

O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Técnicos alertou esta quarta-feira para o perigo de haver despedimentos naquelas instituições, tendo em conta as propostas governamentais que poderão representar um corte de mais de 20 milhões de euros.

A aplicação das medidas que estão a ser preparadas para o próximo Orçamento de Estado (OE) "poderá significar para os politécnicos um corte total de mais de seis por cento, ou seja, mais de 20 milhões de euros", segundo contas realizadas esta quarta-feira pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Técnicos (CCISP).

Citado pela Agência Lusa, o presidente do CCISP, Joaquim Mourato, disse estar "preocupado" com o futuro das instituições que representa: "Ficámos preocupados porque não era o que esperávamos. Sabíamos que, tendo em conta a situação que o país atravessa, não seria possível um aumento de verbas, mas não era desejável estes cortes".

Baseando-se nas informações avançadas na terça-feira por responsáveis do Ministério da Educação e Ciência (MEC), o CCISP estima que "haverá um corte direto no OE para politécnicos próximo dos 2,8%, o que corresponde a cerca de 10 milhões de euros".

Além desta medida, o Governo estará ainda a preparar-se para aumentar a taxa de comparticipação das instituições para a Caixa Geral de Aposentações (CGA) de 3,75%.

Segundo as contas do CCISP, as duas medidas podem significar menos seis por cento no orçamento das instituições.

Joaquim Mourato recordou que os cortes não se reportam apenas a 2014, e que a situação atual já é "muito crítica": "Se neste momento as instituições estão a enfrentar dificuldades muito grandes para honrarem os compromissos assumidos até ao final deste ano (...), levanta-se uma preocupação muito grande relativamente ao próximo ano, quando somos confrontados com um corte de seis ou mais por cento".

O CCISP promete lutar contra o aumento da taxa de comparticipação para a CGA mas, caso as medidas avancem, Joaquim Mourato alerta que "poderá estar inviabilizado o funcionamento das instituições", com consequências nomeadamente no que respeita ao aumento do desemprego.

"Não vale a pena esconder o que quer que seja. Ao longo dos anos temos sofrido enormes cortes e temos tomado medidas para acomodar corte após corte. Ninguém pode esperar neste momento que as instituições ainda tenham espaço para fazer cortes significativos no funcionamento. Isso já fizemos. Portanto, qualquer redução no financiamento tem de implicar redução no pessoal", alertou, sublinhando que "dar menos dinheiro às instituições é abrir a porta para aumentar o desemprego".

Segundo o CCISP, "entre 2006 e 2013, o ensino superior politécnico sofreu um corte de cerca 50% nas verbas do OE, incluindo a redução efetiva no OE e a introdução da comparticipação para a Caixa Geral de Aposentações, que neste momento representa 20%, e poderá chegar aos 23,75% no próximo ano".

Joaquim Mourato lembrou que estes cortes não afetam apenas os politécnicos: "O impacto financeiro direto que as instituições de ensino superior politécnico têm nas regiões vai inevitavelmente ter impacto na criação de riqueza para as regiões e, consequentemente, no seu desenvolvimento. Há um estudo que diz que por cada euro investido num politécnico, há um retorno de cerca de quatro euros para a instituição", sublinhou.

fonte:http://www.jn.pt/P

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20
Ago 13
20
Ago 13

Ensino básico perdeu quase 13 mil alunos em apenas um ano, revela imprensa

Estatísticas relativas ao ano lectivo de 2011/2012 revelam que um sistema de ensino em retracção acelerada, com menos professores contratados e menos alunos. Só o ensino básico, perdeu quase 13 mil alunos num só ano, conclui a edição desta terça-feira do jornal Público.

Em 2010/2011, avança o mesmo jornal, estavam nas escolas do básico e secundário de Portugal continental 35.976 professores contratados. Um ano depois, este número já tinha descido para 28.730, tendo mesmo sido reduzido para metade no último ano lectivo e inclusivamente a desaparecer a partir de Setembro.

Comparando o número de alunos só no básico, existiam 1.710.075 em 2011/2012, ou seja, menos cerca de 13 mil do que no ano anterior.

Já no 3.º ciclo e sobretudo no secundário, os dados revelam ligeiros aumentos por comparação ao ano anterior, uma tendência que, acrescenta o jornal, deverá acentuar-se na sequência do alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/ne

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19
Ago 13
19
Ago 13

Faltam mais de 900 funcionários nas escolas do norte

A Delegação Regional de Educação do Norte (DREN) considera que faltam mais de 900 funcionários nas escolas da região, indica a associação de directores escolares.

As escolas e agrupamentos do norte do país receberam uma informação da DREN indicando se tinham funcionários em excesso ou em falta. Em declarações à Lusa, Filinto Lima, da Associação dos Directores de Agrupamentos de Escolas (ADAE), diz que as contas da DREN deram que "faltavam 830 assistentes operacionais e cerca de 80 assistentes técnicos".  
  
No entanto, este défice não significa que todas as escolas tenham falta de funcionários.   
  
Manuel Pereira, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), deu dois exemplos problemáticos: "Há um agrupamento de escolas em Lamego onde a DREN considera existirem cerca de 40 funcionários a mais e outro, em Moimenta da Beira, onde as contas deram 63 funcionários excedentários". 
  
Os directores escolares tinham até à passada sexta-feira a tarefa de enviar os nomes de quem deveria ser transferido. Manuel Pereira recorda que nas escolas situadas em zonas pouco populosas é difícil perceber para onde será transferido o pessoal em excesso.  
  
Recordando que este é um período de férias em que as escolas têm pouca gente a trabalhar, os directores pediram o prolongamento do prazo, lamentando o "timing" para aplicar a medida.  
  
"Deram muito pouco tempo, até porque esta medida requer a audição dos funcionários e um dos primeiros critérios é ser voluntário", lamentou Filinto Lima, admitindo que no seu caso o processo ficou concluído porque tinha apenas um funcionário excedentário e conseguiu contactar um trabalhador que estava de férias e que aceitou voluntariamente sair da escola. Mas "muita gente não teve tempo para fazer esse serviço", sublinhou o vice-presidente da ADAE.  
  
O objectivo é redistribuir auxiliares e funcionários administrativos consoante as necessidades de cada estabelecimento de ensino, mas este é um "procedimento que só começou no norte". Filinto Lima diz ter conversado com colegas do centro e sul onde não chegou qualquer indicação da Direcção Regional de Educação.  
  
A agência Lusa contactou o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência (MEC) mas até ao momento não obteve qualquer resposta.  
  
Filinto Lima tem dúvidas que seja possível encontrar nas escolas os mais de 800 funcionários em falta, uma vez que ninguém pode ser transferido compulsivamente para uma escola a mais de 30 quilómetros da sua: "Não vamos ter nem um décimo dos funcionários que precisamos e a solução terá de passar por ir recrutar pessoas ao Centro de Emprego, como temos vindo a fazer nos últimos anos", explicou.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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11
Ago 13
11
Ago 13

Ensino superior com menos 4.837 candidaturas

A primeira fase de do concurso de acesso ao ensino superior terminou na sexta-feira, com um total de 40.546 candidaturas.

Este ano, registaram-se menos 4.837 candidaturas ao ensino superior público, na primeira fase do concurso nacional, comparando com 2012, de acordo com dados da Direcção Geral do Ensino Superior.

A primeira fase de do concurso de acesso ao ensino superior terminou na sexta-feira, com um total de 40.546 candidaturas, quando em 2012, tinham sido inscritos 45.383 candidatos na mesma fase.

É através da plataforma da Direcção Geral do Ensino Superior (http://dges.mctes.pt) que os alunos se candidatam para ocupar um dos 51.461 lugares dos 1.087 cursos disponibilizados pelas universidades e institutos politécnicos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 14:44 | comentar | favorito
09
Ago 13
09
Ago 13

Educação Termina hoje 1ª fase de acesso ao Ensino Superior

A primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior termina hoje, com um total de candidaturas contabilizado a dois dias do encerramento que aponta para menos cerca de cinco mil candidatos a caloiros do que em 2012.

De acordo com os dados disponíveis na página na Internet da Direção Geral do Ensino Superior, a 07 de agosto, quarta-feira, e dois dias antes do encerramento da 1.ª fase do concurso, foram recebidas pelos serviços do Ministério da Educação e Ciência (MEC) 37823 candidaturas, contra as 42356 entregues no mesmo período em 2012.

Apesar de o concurso se ter iniciado com menos 837 vagas do que as que foram disponibilizadas, os representantes dos reitores das Universidade e presidentes dos Politécnicos acreditam que, este ano, o número de vagas sobrantes possa vir a ser igualado ou até superado em relação ao ano anterior, altura em que sobraram 8.547 lugares, tendo em conta que o número de candidatos também tem vindo a diminuir.

Em 2009 eram cerca de 60 mil candidatos, enquanto no ano passado foram apenas 53 mil.

É através da plataforma da Direção Geral do Ensino Superior (http://dges.mctes.pt) que os alunos se candidatam para ocupar um dos 51.461 lugares dos 1.087 cursos disponibilizados pelas universidades e institutos politécnicos.

As informações sobre o número de vagas que cada curso oferece estão também disponível na plataforma da Direção Geral do Ensino Superior, onde é possível pesquisar por todas as instituições públicas mas também privadas.

Segundo o Ministério da Educação e Ciência (MEC), as instituições procederam a uma reorientação da oferta na fixação de vagas, tendo em consideração a procura, a empregabilidade e as áreas de formação, segundo regras definidas pela tutela.

As alterações fizeram com que não abrisse nenhum curso com menos de dez vagas, existindo apenas sete cursos com menos de 20 vagas.

Entre os cursos com mais vagas abertas nesta primeira fase surgem os de Direito e os da área da saúde: o curso de Direito da Universidade de Lisboa vai receber este ano 480 caloiros, mais 30 do que no ano passado.

Os nove cursos de Medicina, que estão sempre entre os mais procurados e por isso apresentam as notas de acesso mais elevadas, mantêm este ano as mesmas 1.517 vagas.

Fazendo uma comparação percentual, as reduções de oferta sentem-se mais nas áreas de estudo de formação de professores e ciências da educação (menos 16% que no ano passado) e nos serviços de segurança (menos 28%).

A primeira fase de candidaturas termina hoje e os resultados serão conhecidos dentro de um mês, a 09 de setembro.

fonte:Diário Digital com Lusa

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04
Ago 13

Universidades privadas têm cursos em saldos para atrair alunos

Descontos em taxas de matrículas ou inscrições e reduções no valor das propinas são exemplos de campanhas que as universidades privadas estão a promover na tentativa de captar novos alunos e manter os actuais.

“É evidente que estamos atentos à conjuntura e as instituições têm tentado dinamizar um conjunto de campanhas para promover o acesso à universidade”, disse à Lusa o director da administração escolar da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL), Reginaldo Almeida.

Na UAL, precisou o director da administração escolar, decorrem campanhas para o próximo ano lectivo diferenciadas consoante os tipos de alunos.

Para os maiores de 23 ou para alunos com cursos a meio e que pretendam concluí-los, a instituição oferece as taxas de matrícula e inscrição, que rondam os 400 euros, que, a somar à primeira propina do ano, “podem gerar encargos adicionais muito pesados aos agregados familiares”.

Para os alunos vindos do ensino secundário, e que vão frequentar a universidade pela primeira vez, a UAL oferece descontos de 50% nas propinas, desde que os estudantes tenham uma nota média de candidatura ao ensino superior igual ou maior do que 13 valores, sendo que as propinas têm um valor médio de 350 euros mensais e são pagas de Setembro a Julho, o que anualmente perfaz um total de quase quatro mil euros.

A campanha para “os caloiros” é, afirmou Reginaldo Almeida, “uma tentativa de captar os melhores alunos” e a universidade já registou para o próximo ano lectivo 80 matrículas no âmbito desta oferta.

Também a Universidade Lusófona tem uma campanha direccionada para os melhores alunos em termos semelhantes à da UAL, mas exige uma nota final de ensino secundário superior a 16. A oferta já está em vigor desde 2005 e tem sido responsável por uma média de 650 matrículas anuais, de acordo com números da universidade.

Na Lusófona as propinas mensais rondam os 350 euros, mas podem passar os 650 em medicina veterinária, por exemplo.

Quanto a descontos em taxas de inscrições, dirigem-se em exclusivo a renovações. Para 2013-2014 a Lusófona oferece uma redução de 7% no valor destas taxas, com um custo de 300 euros.

De fora das campanhas promocionais na Lusófona ficam as matrículas, que têm um custo variável consoante a natureza do curso - começa nos 200 euros, mas pode chegar a quase cinco mil euros no curso de medicina veterinária.

Na Universidade Lusíada de Lisboa também se oferecem aos novos alunos descontos nas inscrições e matrículas, mas aqui há ainda uma campanha exclusivamente direccionada para antigos alunos e seus familiares, que podem obter, apenas pelo grau de parentesco, descontos que podem chegar aos 30% nas propinas.

Na Universidade Europeia (nome recentemente adotado pelo ISLA), as promoções dirigiram-se aos alunos do 1.º ano que efectuaram a sua matrícula na instituição até final de Junho, tendo, por isso, beneficiado de uma redução de até 18,5% na propina anual.

Na Universidade Europeia, esclareceu o director geral Nélson Santos de Brito, as propinas anuais nas licenciaturas têm valores que variam entre os 3550 euros e os 5450 euros.

Na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica de Braga vai haver em 2013-2014, no curso que dá nome à instituição, um desconto de 75% no valor das propinas para todos os alunos vindos do secundário que se matriculem nessa opção, independentemente da sua média de entrada no curso.

A justificação neste caso é um pouco diferente: a Universidade Católica de Braga pretende assinalar os 65 anos da Faculdade de Filosofia, oferecendo descontos extensíveis aos três anos de duração do curso.

Assim, os alunos do 12.º ano que pretenderem estudar filosofia na instituição vão pagar propinas que no total do ano vão ficar abaixo dos 900 euros, valor mais baixo do que o da propina máxima paga no ensino público.

As instituições públicas estão legalmente impedidas de fazer campanhas com estes contornos, uma vez que a propina é definida pelo Ministério da Educação e Ciência, num valor indexado à taxa de inflação. O valor estipulado pelo ministério como limite para as propinas é aplicável a todos as instituições públicas de ensino superior, quer sejam universidades ou politécnicos.
 fonte:http://www.publico.pt/

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04
Ago 13

Cursos profissionais vão poder acolher mais 5000 alunos em Setembro

O secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, assegurou esta sexta-feira que a reorganização da oferta formativa nos cursos profissionais vai permitir acolher mais cinco mil alunos no próximo ano lectivo, que arranca em Setembro. 

João Grancho falava aos jornalistas, no Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa, no final de uma reunião com representantes da Associação Nacional de Escolas Profissionais (Anespo). 

O secretário de Estado procurava apaziguar as preocupações a Anespo, que prevê, pelo contrário, uma "redução significativa" do número de turmas nos Cursos Profissionais e que os Cursos de Educação e Formação não vão abrir, o que, nas suas contas, significa menos três mil alunos e 300 professores a leccionar. 

A associação apontou, no final da reunião, como justificação para a diminuição de alunos, a falta de orçamento por parte do Estado para financiar os cursos, no caso particular das escolas profissionais de Lisboa, e de orientação vocacional, no caso das restantes escolas do país. 

Em resposta, o secretário de Estado assegurou a continuidade dos Cursos de Educação e Formação e que o orçamento não sofreu qualquer corte, salvaguardando que a reorganização da oferta formativa é feita de acordo com as necessidades, com o processo de definição final do número de turmas a decorrer nos prazos normais. 

Na reunião, pedida pela Anespo, esteve também o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, que delegou em João Grancho a prestação de declarações aos jornalistas.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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02
Ago 13
02
Ago 13

Cursos profissionais acolhem mais 5.000 alunos em 2013/2014

O secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, assegurou nesta sexta-feira que a reorganização da oferta formativa nos cursos profissionais vai permitir acolher mais cinco mil alunos no próximo ano letivo, que arranca em setembro.

João Grancho falava aos jornalistas, no Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa, no final de uma reunião com representantes da Associação Nacional de Escolas Profissionais (Anespo).

A Anespo alega que, no próximo ano letivo, haverá uma «redução significativa» do número de turmas nos Cursos Profissionais e que os Cursos de Educação e Formação não vão abrir; o que, nas suas contas, significa menos três mil alunos e 300 professores a lecionar.

A associação apontou, no final da reunião, como justificação para a diminuição de alunos, a falta de orçamento por parte do Estado para financiar os cursos (no caso particular das escolas profissionais de Lisboa) e de orientação vocacional (no caso das restantes escolas do país).

Em resposta referida pela agência Lusa, o secretário de Estado assegurou a continuidade dos Cursos de Educação e Formação e que o Orçamento não sofreu qualquer corte salvaguardando que a reorganização da oferta formativa é feita de acordo com as necessidades, com o processo de definição final do número de turmas a decorrer nos prazos normais.

Na reunião, pedida pela Anespo, esteve também o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, que delegou em João Grancho a prestação de declarações aos jornalistas.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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01
Ago 13
01
Ago 13

Aumenta o número de professores com horário zero

Disparou o número de professores com horário zero. A denúncia é dos directores, que apontam o dedo as alterações da rede escolar. 

Com o corte do número de turmas decretado pelo Ministério da Educação, os directores das escolas acreditam que o número de docentes sem componente lectiva será agora superior aos cerca de 14 mil, que no ano passado, por esta altura, se encontravam nesta situação, explica Manuel Pereira.

“Neste momento há mais professores com horário zero do que no ano passado, por esta altura, mas apenas porque os directores tiveram de indicar, até ao final de terça-feira, os professores para os quais não tinham componente lectiva. Como havia muitas escolas que não tinham turmas homologadas, por essa razão foram obrigados a indicar professores para horário zero porque não têm a certeza que as turmas venham a ser homologadas.” 

A situação ainda pode mudar, mas Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares diz que o corte no número de turmas, já fora de tempo, vem criar dificuldades acrescidas nas escolas: “Usando a boa-fé os directores foram constituindo as turmas, de acordo com as necessidades locais, os interesses e os pedidos dos encarregados de educação e dos alunos. Quando as turmas não são homologadas, naturalmente surge um problema, estamos a tratar da providência cautelar para acautelar a posição desses directores”. 

Para já a providência cautelar fica na gaveta, pelo menos até 14 Agosto, prazo para as escolas, juntamente com a tutela, negociarem a abertura de mais turmas. 

Se o Ministério de Nuno Crato homologar as turmas propostas pelas escolas, muitos dos professores sem horário podem se reintegrados.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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