30
Jul 13
30
Jul 13

Pais denunciam pressões de escolas para mudar opções formativas dos filhos

As associações de pais denunciaram hoje pressões de escolas sobre os encarregados de educação para que estes alterem a opção de oferta formativa dos seus filhos do ensino profissional de regresso ao ensino regular.

A denúncia foi feita hoje pela Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE), que apelou aos pais para que "não pactuem com essas escolas nem admitam esse tipo de pressões".

Os contactos telefónicos dos diretores das escolas aos pais referidos pela CNIPE surgem no seguimento da reorganização da rede escolar para o próximo ano letivo, anunciada às escolas na passada sexta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), e que define cortes nas turmas no ensino regular e nas turmas de cursos profissionais e Cursos de Educação e Formação (CEF).Rui Martins, dirigente da CNIPE, referiu ainda ter conhecimento de casos de alunos do 1º ciclo que estão a ser forçados a uma mudança de escola, e consequentemente de professor, em relação ao ano anterior.

"Estamos muito preocupados, notamos muita instabilidade nas escolas", disse.

Também a Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap), na sequência da redefinição da rede, que reduziu o número de turmas homologadas nas escolas, e, em consequência, o número de alunos que as podem frequentar, tem recebido diversas queixas.

Por exemplo, numa escola com 11 turmas de 7.º ano criadas pelas escolas, apenas seis foram homologadas pela DGEstE (Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares). Outro caso, em Alfândega da Fé, na região de Bragança, uma escola terá recebido da DGEstE a indicação para constituir uma turma com 45 alunos, em vez de os dividir em 
duas turmas de 20 e poucos.

"Nós sabemos que isto obriga a mais professores colocados, mas ou apostamos no essencial, que é a Educação, ou no acessório, que são os cortes orçamentais", criticou o presidente da Confap, Jorge Ascensão, acrescentando que não podemos olhar da mesma forma para todo o país, muito diferente em termos de densidade populacional.

O responsável da Confap criticou também o MEC por não respeita a autonomia das escolas que defende.

Apesar de reprovar a "confusão que o ministério criou à volta das turmas", Jorge Ascensão disse ter recebido dos diretores das escolas a garantia de que será possível ver as turmas criadas pelas escolas homologadas pelos serviços do MEC, com os professores necessários atribuídos.

"As crianças não podem ficar sem o seu direito à Educação", reiterou.

Irremediavelmente comprometido, na opinião de Jorge Ascensão, está o arranque do ano letivo, que deverá acontecer envolto numa "enorme confusão", enumerando um conjunto de problemas: as atividades de enriquecimento curricular têm menos uma hora e há dificuldades por parte das entidades promotoras em assegurá-las, há incertezas e indefinições nas organizações das turmas e dos horários e alterações aos currículos.

"Está tudo a mudar ao mesmo tempo, com objetivos economicistas em mente", declarou.

O ministro da Educação, Nuno Crato, voltou hoje a garantir que nenhum aluno ficará sem turma no próximo ano letivo, nem sem acesso à "modalidade de ensino desejada", referindo que o processo de constituição de turmas ainda está em curso.

O prazo para as escolas indicarem aos serviços do MEC o número de professores sem turmas atribuídas (horários zero) foi prolongado por 24 horas, até ao final do dia de hoje, e Nuno Crato afirmou que não está previsto qualquer prolongamento adicional desse prazo.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Jul 13
29
Jul 13

Escolas têm mais um dia para referenciarem professores com horário zero

O Ministério da Educação prolongou por mais 24 horas o prazo para as escolas referenciarem os professores com horário zero. O prazo terminava esta segunda-feira, mas depois de as escolas terem sido surpreendidas com a redução do número de turmas e de cursos profissionais, têm agora de refazer todo o trabalho dos últimos 15 dias. 

O director do agrupamento de escolas de Cinfães quer acreditar que a indicação que recebeu da tutela para cortar no número de turmas, não passa de “um erro” e dá o seu agrupamento como exemplo. 

“Temos homologadas 22 turmas do 1.º ciclo, quando temos previstas 32. Temos homologadas 12 turmas de pré-escolar, quando temos previstas 14. E depois temos várias turmas do 2.º e 3.º ciclo homologadas que vão ter de ser todas alteradas com a não existência de curso de educação e formação e de planos de currículos alternativos, que também não foram aprovados”, conta Manuel Pereira. 

O também presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares acusa o Ministério de Nuno Crato de não estar a respeitar o trabalho que é feito nas escolas. 
“As escolas estão em estado de choque”, diz Manuel Pereira, porque vão “ter de fazer tudo de novo”, um “trabalho que levou duas semanas a fazer”. 

Manuel Pereira explica que as escolas têm de indicar até ao fim do dia de terça-feira “o nome dos professores que vão ficar com horário zero e esse nome de professores tem que ver com o número de turmas que vamos ter, e temos que publicar as turmas até ao fim do mês”. 

Por isso, este dirigente escolar descreve uma “desesperante para quem está nas escolas”. “Estamos a preparar o próximo ano lectivo angustiados, zangados, revoltados com esta situação toda e acho que é a pior maneira de começar.” 

As escolas foram surpreendidas com as indicações do Ministério da Educação para cortar no número de turmas. Também os cursos profissionais sofreram reduções. Para José Luís Presa, presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais, as indicações agora dadas contrariam as metas do Ministério da Educação. 

“Pelas contas que já fizemos, no conjunto dos alunos que foram colocados nas vertentes profissionalizantes estão 40 mil alunos. Isto significa um terço dos alunos do ensino secundário, o que contraria aquilo que disse o senhor ministro no ano passado, que 50% dos alunos deveriam seguir para as carreiras qualificantes”, recorda José Luís Presa. 

No meio de tudo isto, os pais não sabem o que fazer. Jorge Ascensão, da Confederação Nacional das Associações de Pais, sublinha que esta situação deveria ter sido comunicada “há 15 dias ou três semanas que era para respeitar o trabalho do planeamento que foi feito pelos parceiros locais”. 

Pais, alunos, professores e directores de escolas foram surpreendidos com a indicação do Ministério da Educação para se cortar nas turmas e nos cursos profissionais. Agora em dois dias é preciso refazer o trabalho realizado nos últimos 15 dias. 

Contactada pela Renascença, fonte do gabinete de Nuno Crato garante que são avaliadas todas as necessidades pontuais de ajustamento, desde que devidamente bem fundamentadas. 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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27
Jul 13
27
Jul 13

Chumbaram quase todos na 2ª fase dos exames de Português do 4º ano

Apenas 7% dos alunos do 4º ano de escolaridade que realizaram as provas finais de Português da segunda fase é que conseguiram nota positiva. 

De acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), das 3.189 provas realizadas à disciplina de Português, apenas 223 alunos (7% do total) conseguiram uma nota igual ou superior a 3, ou seja, a classificação positiva necessária para conseguir aprovação à disciplina. 

Já a Matemática os resultados foram melhores, mas a grande maioria também reprovou. De acordo com os números conhecidos esta sexta-feira, em 5.296 provas realizadas, 1.076 alunos (20,3% do total) conseguiram nota positiva. 

Quanto aos domínios específicos em avaliação, e no caso da prova de Português, 97% dos alunos revelaram dificuldades em leitura e escrita, não conseguindo nota positiva. Mais de metade não chegou também ao nível de classificação 3 no que se refere ao funcionamento da Língua. 

Na Matemática, geometria e medida foi o campo que colocou mais dificuldades, com apenas 17% de notas positivas. A área de números e operações obteve resultados semelhantes, com apenas 22% de classificações positivas. 

Apesar de estas serem sobretudo provas de recuperação de alunos, que apenas procuram uma positiva que garanta a aprovação nas disciplinas, houve um aluno a Português que conseguiu 5, a nota positiva mais alta, o mesmo acontecendo a 11 alunos que fizeram o exame de Matemática. 

Pela negativa, houve 18 alunos que não conseguiram qualquer ponto de classificação na prova de Português e oito que registaram o mesmo resultado a Matemática.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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23
Jul 13
23
Jul 13

Prova para contratados obrigatória a partir de 2014

Crato exige 14 valores na prova de acesso à profissão para os contratados, a partir de Janeiro de 2014.

Todos os professores contratados vão ter de passar a realizar uma prova de acesso à carreira, a partir de Janeiro de 2014. Além disso, só os professores com mais de 14 valores na prova são considerados como aptos e podem dar aulas.

Estas são duas das regras que vêm inscritas nos diplomas enviados pelo Ministério da Educação aos sindicatos, hoje ao final da tarde, e que vão ser alvo de negociação na próxima sexta-feira.  

Os professores com dez ou mais anos de serviço e que tenham uma nota inferior a 14 valores na prova "podem repeti-la uma única vez na edição seguinte" e "sem prejuízo da admissão" no concurso que se segue à data de realização da primeira prova. No caso dos professores com menos de dez anos de serviço e que não fiquem aptos para dar aulas, só poderão realizar a prova no ano seguinte.  

A futura prova de Avaliação de Conhecimentos, Capacidades e Competências vai ter uma "componente específica, relacionada directamente com o nível de ensino e área disciplinar ou grupo de recrutamento do candidato, e uma componente comum", explicou o ministério em comunicado. A duração do teste, que vai ser desenhado pelo IAVE, será de 120 minutos com data a fixar através de um despacho da tutela.     

Recorde-se que a implementação da prova de acesso à carreira foi uma das primeiras medidas anunciadas por Nuno Crato quando assumiu o cargo de ministro e que está "prevista desde 2007 na legislação em vigor", refere o Ministério da Educação.  

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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19
Jul 13

Novas Oportunidades com outro nome e versão também para jovens

 

Termina esta sexta-feira o prazo para a apresentação de candidaturas para os novos centros de qualificação e ensino profissional que vão substituir os centros Novas Oportunidades. Além da formação de adultos, vão também tratar da formação dos jovens. 

Os mais novos vão ter cursos “que lhe dêem uma certificação escolar, mas também uma qualificação profissional, de modo a que, no final do secundário, aos 18 anos, tenham a possibilidade de ingressar na vida activa profissional, se for esse o seu desejo”, explica àRenascença o presidente da Agência Nacional para a Qualificação, Gonçalo Xufre. 

“Nesse sentido, queremos desenhar as ofertas, de modo a que haja uma correspondência com os objectivos das empresas”, acrescenta. 

Depois do 9º ano, ou no final do secundário, os jovens podem ser encaminhados para os centros. Uns vão ser dedicados aos estudantes, outros vão continuar a fazer o reconhecimento e validação de competências de adultos, na parte escolar ou profissional. 

A rede de centros vai ser criada pela Agência Nacional para a Qualificação e contar com cerca de 100 unidades, pertencentes ao Instituto de Emprego e Formação Profissional e a escolas do Ministério da Educação. 

“Estimamos que vamos ter mais”, revela Gonçalo Xufre. 

Os centros Novas Oportunidades eram cerca de 400 e muitos podem abrir de novo as portas. Fechado o prazo de candidaturas, a agência vai fazer a selecção de acordo com a oferta e cobertura da rede geográfica.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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19
Jul 13

Escolas ainda não sabem que cursos profissionais podem oferecer

Em pleno período de matrículas, as escolas ainda não sabem quais os cursos profissionais que podem propor aos alunos. 

Os directores também ainda não tiveram indicação de quantas turmas podem constituir para os cursos de educação e formação. 

Um atraso do ministério da educação que os directores não compreendem como diz Adalmiro da Fonseca, presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas: “É incompreensível que neste momento a tutela ainda não tenha dito às escolas qual é a rede de cursos que cada escola vai ter. Os alunos do 9º ano estão-se a matricular condicionalmente sem saber os cursos que vão existir em cada escola. Até ao dia 26 os directores têm de ter tudo feito. Não sei como é que vai ser, não há tempo, é uma falta de respeito para com alunos, pais e directores”. 

São acusações partilhadas por Manuel Pereira, o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares avisa a tutela que os directores não podem esperar muito mais tempo: “Acho que não podemos esperar mais tempo, porque além de termos de constituir as turmas com urgência, temos de fazer distribuição de serviço para depois saber, uma vez que Agosto está à porta, para saber de quantas pessoas é que as escolas vão precisar.” 

Enquanto a resposta do Ministério não surge, a escola vai agindo como se tudo fosse correr bem: “Estamos a aceitar e estamos a constituir turmas, independentemente de termos autorização ou não. Estamos a trabalhar como se tivéssemos autorização, mas se ela não vier teremos de restruturar quase tudo, incluindo estes alunos nos cursos normais”. 

O ano passado as escolas em finais de Junho já tinham as listas de cursos profissionais e de turmas que podiam abrir. Agora está-se em período de matrículas sem as escolas terem essa informação para dar a pais e alunos. 

Contactado pela Renascença, o Ministério da Educação diz que a rede de oferta dos cursos profissionais está a ser ultimada. 

Fonte do gabinete de Nuno Crato prevê a sua divulgação nos próximos dias. 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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17
Jul 13
17
Jul 13

Quase 30 mil alunos fizeram exame de Física e Química da 2.ª fase

Mais de 30 mil alunos de Física e Química A estavam inscritos para o exame da 2.ª fase, mas só cerca de 27500 compareceram, na terça-feira, à segunda chamada, que na 1.ª fase teve uma das médias mais baixas.

De acordo com os dados divulgados, esta quarta-feira, pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), 30129 alunos do ensino secundário estavam inscritos para a 2.ª fase da prova de Física e Química A, mas apenas 27432 realizaram o exame na tarde de terça-feira.

A disciplina foi uma das três que obteve resultados médios mais baixos nos exames nacionais da 1.ª fase. Ainda assim, registou uma ligeira melhoria na nota média, em comparação com o ano de 2012, subindo dos 7,5 para os 7,8 em 2013.

Segundo números do Júri Nacional de Exames, o exame de Física e Química A foi realizado na 1.ª fase por 52471 alunos, 90% do total de inscritos (58291). A segunda fase registou mais de metade das inscrições contabilizadas na 1.ª fase.

A 2ª fase está reservada aos alunos que, por motivos excecionais, não possam comparecer na 1.ª fase obrigatória e a todos os que se inscrevam para melhoria de nota.

Ainda sobre os exames de 2ª fase realizados na tarde de terça-feira, as provas de Geografia A e Filosofia, com 6010 e 2696 inscritos, respetivamente, registaram taxas de presença superiores a 80%.

Já esta quarta-feira de manhã foi a vez dos exames de 2ª fase para os alunos de Geometria Descritiva A e Matemática Aplicada às Ciências Sociais, cada um deles com mais de três mil estudantes inscritos e que registaram também taxas de presença superiores a 80%.

fonte:http://www.jn.pt/P

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16
Jul 13
16
Jul 13

Universidade de Évora fecha 15 dias para poupar

A Universidade de Évora vai encerrar durante 15 dias, entre 3 e 18 de Agosto, tal como no Verão passado e no último Natal, para reduzir custos de funcionamento. 

"Como a maioria do pessoal já tinha férias nesta altura do ano, resolvemos concentrar aqui [nestes 15 dias] o período de férias e só manter abertos os serviços essenciais de forma a reduzir custos de energia e de funcionamento", disse à agência Lusa o reitor. 

Carlos Braumann explicou que alguns serviços "essenciais" vão manter-se em funcionamento, como "os serviços administrativos, o apoio aos serviços académicos e aos ingressos, os serviços informáticos e a visita turística ao edifício principal" da academia. 

"Não há quebra de serviços essenciais. Há uma concentração de férias do pessoal neste período", realçou o reitor, referindo que se trata de uma medida que está a ser tomada "pela terceira vez" pela universidade e que também foi adoptada por outras universidades do país. 

As medidas, segundo a academia, permitiram a redução de cerca de 13% no consumo de energia eléctrica, tendo sido também conseguida uma redução na ordem dos 4% no consumo de gás natural e propano e de 15% no consumo de combustíveis rodoviários. 

De acordo com o responsável, além da poupança nos custos em energia, a academia consegue reduzir os encargos com a segurança e com a limpeza.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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15
Jul 13
15
Jul 13

Médias desceram nos exames de Português e Matemática

As classificações médias dos exames da primeira chamada dos 6º e 9º anos, em Português e Matemática, em alunos internos, desceram, entre "os 5 e 10 pontos percentuais", em relação às médias do ano lectivo anterior.  
  
Os dados divulgados pelo Ministério da Educação referem que as "classificações evidenciam uma descida, em comparação com os resultados do ano anterior, observando-se variações cuja amplitude se situa entre 5 e 10 pontos percentuais". 
  
Em Matemática do 9.º ano, a descida foi de cinco pontos percentuais, "resultado igual ao observado em 2011, havendo uma descida de 5 pontos percentuais na classificação média da prova do 2.º ciclo (6.º ano)". Em Português, as descidas "foram de sete pontos percentuais" no 6º ano e "de seis", no 9º ano.  
  
Na disciplina de Português, a média da classificação foi de 52% (6.º ano) e de 48% (9.º ciclo). Em Matemática, as classificações médias foram de 49% (6º ciclo) e de 44% (9º ciclo). Os dados dizem respeito a alunos internos - alunos da escola onde fizeram exame.  
  
No 6º ano, realizaram-se 224.368 exames, no total, enquanto no 9º o número se fixou em 196.841 exames. Os exames dos 6.º ano realizaram-se em 1.126 escolas de Portugal Continental, regiões autónomas dos Açores e da Madeira, e em estabelecimentos de ensino no estrangeiro com a disciplina curricular de Português. No 9º ano, as provas finais ocorreram em 1.284 escolas.

"São dificuldades que é urgente ultrapassar"
O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, assinala a urgência de ultrapassar "as dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos", numa reacção aos resultados dos exames dos 6º e 9º anos.

Numa declaração enviada à agência Lusa, Nuno Crato disse que é necessário empenho para ultrapassar as dificulades. 
  
"Não estamos satisfeitos com estes resultados. Eles mostram dificuldades persistentes em Português e Matemática, num número muito elevado de alunos. São dificuldades que é urgente ultrapassar, e todos nós - professores, escolas, pais e, obviamente, o Ministério - temos de nos empenhar em as ultrapassar", afirmou.

No entender do governante, "as dificuldades não são de hoje", recordando que, desde 2005 (no 9º ano) e 2012 (no 6º), se constatam "resultados insuficientes no ensino básico", revelados pelas provas finais.

"Tudo isto mostra a necessidade de haver uma avaliação externa rigorosa. Mas não basta conhecermos as dificuldades. Temos de actuar", vincou, acrescentando que "o progresso dos jovens nas etapas superiores de estudo fica dificultado com insuficiências nestas etapas".

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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14
Jul 13
14
Jul 13

Professores serão prioridade na escolha de formadores dos cursos do IEFP

Os cursos de formação do Instituto de Emprego e Formação Profissional passam a ser ministrados, prioritariamente, por professores, segundo uma decisão governamental que pretende evitar que os docentes sejam enviados para a mobilidade especial.

De acordo com o gabinete do Ministério da Educação e Ciência (MEC), a prioridade será essencialmente aplicada para a afetação ou contratação "para as componentes de formação de base, sociocultural e científica, podendo ser alargada às demais componentes".

A medida governamental pretende "evitar que haja professores de carreira no sistema de requalificação da função pública".

Três secretários de estado - João Grancho, do Ensino Básico e Secundário, João Casanova Almeida, do Ensino e da Administração Escolar, e Pedro Roque, do Emprego - assinaram por isso um despacho que foi publicado, na sexta-feira, em "Diário da República".

Agora, a Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) fica encarregue de disponibilizar ao Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) a plataforma eletrónica para que se possa proceder ao recrutamento e seleção de formadores e de docentes.

Ao passo que o IEFP deverá entregar à DGAE informação sobre o número de docentes e respetivos grupos de recrutamento que serão necessários para cada centro.

 fonte:http://www.jn.pt/Pa
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