26
Jun 13
26
Jun 13

Notas do básico e secundário afixadas ainda esta semana

As notas dos alunos do básico e secundário começam a ser afixadas no final desta semana e os exames de equivalência podem arrancar já na próxima, revelou o vice-presidente da associação de diretores escolares.


Depois de 19 dias de greve às avaliações, a "normalidade regressou às escolas com o acordo entre o Ministério da Educação e os sindicatos de professores" anunciado ao início da tarde de terça-feira, disse o vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima.

"Acredito que as notas serão conhecidas ainda no final desta semana ou início da próxima, dependendo do tamanho das escolas, número de turmas e alunos. Ontem à tarde, os professores começaram logo as avaliações. As escolas começaram a respirar um clima de tranquilidade", disse Filinto Lima.

Os alunos dos 6.º, 9.º e 12.º anos, que este ano terminaram as aulas a 7 de junho, saberiam as suas notas a 14 de junho. As pautas dos restantes estudantes seriam afixadas na semana seguinte, entre 17 e 21 de junho, lembrou o vice-presidente da associação.

No entanto, a decisão de aplicar a mobilidade especial aos professores levou a que estes avançassem com um período de luta, que começou a 7 de junho e terminou esta terça-feira, levando ao adiamento da grande maioria das reuniões de conselhos de turmas.

"Para recuperar o tempo perdido, algumas reuniões estão a ser marcadas para o final do dia e início da noite. Está a haver um esforço por parte dos professores e das escolas", garantiu Filinto Lima.

O facto de não haver notas atribuídas levou à suspensão do calendário dos exames internos de frequência, que permitem aos alunos do 6.º e 9.º anos que tiveram negativa a uma disciplina realizar uma prova de recuperação para que possam passar.

"Está definido que depois de afixadas as pautas, os alunos têm dois dias para se inscrever aos exames. As escolas já estão a elaborar novos calendários, havendo algumas que já os poderão ter afixado. Os alunos têm de estar atentos, porque as provas podem começar já em meados da próxima semana", alertou.

Depois das pautas afixadas, exames realizados e todas as notas atribuídas, os professores terão ainda de formar as turmas para o próximo ano letivo que deverá começar entre 12 e 16 de setembro.

Filinto Lima reconhece que "há um trabalho enorme por fazer" mas acredita que o arranque do ano não está comprometido.

Além da greve às avaliações, os docentes fizeram também greve ao exame nacional de Português, impedindo que cerca de 18 mil alunos do 12º ano o realizassem. Para os sindicatos, a luta permitiu conseguir garantias de que não haverá professores na mobilidade especial, enquanto para o ministério, as greves acabaram por prejudicar alunos e famílias e eram escusadas.

Depois de dois dias de negociações, o ministro Nuno Crato defendeu que os "efeitos prejudiciais" da greve poderiam ter sido evitados, por entender que "as greves foram marcadas invocando motivos infundados que não correspondiam ao que o Ministério declarava nem ao que foi posto em prática".

Na ata assinada entre sindicatos e ministério ficou acordado que a requalificação profissional só começará a ser aplicada aos docentes em fevereiro de 2015 e que haverá uma contagem especial do tempo de permanência neste regime. Além disso, as cinco horas a mais no horário de trabalho poderão ser feitas fora das escolas e todos os docentes com horário zero poderão criar um horário, equiparado a letivo, com base em atividades como o apoio aos alunos, coadjuvação de colegas e aulas de substituição, escapando assim à mobilidade especial.

fonte:http://www.jn.pt/Pa


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21
Jun 13

Número de bolsas de estudo para ensino superior aumentou 4%

O número de bolsas de estudo para o ensino superior no ano lectivo 2012/13 aumentou 4% relativamente ao ciclo anterior, comunicou hoje o Ministério da Educação e Ciência.

No ano lectivo 2012/13, foram atribuídas 58.485 bolsas de estudo, quando o número de requerentes fixou-se em 88.568 estudantes.

Destes, 7.613 (9%) candidataram-se após 30 de Setembro de 2012, "só possível graças às alterações feitas no Regulamento de Bolsas, que permitem agora a candidatura do aluno em qualquer altura do ano".

O valor médio da bolsa, incluindo complementos, foi de 2.016 euros, a que corresponde um aumento de 52 euros em relação ao ano lectivo de 2011/12, mais 2,6%.

"O aumento do número de bolsas atribuídas e do valor da bolsa média surgem num ano em que o grau de exigência requerido é maior, tendo o aluno que obter 60 por cento de sucesso académico", esclarece em comunicado o Ministério da Educação, que refere que o valor gasto em acção social directa no ano lectivo de 2012/13 foi "de cerca 120 
milhões de euros".

A dotação orçamental dos Serviços de Acção Social no Ensino Superior (acção social indirecta) passou de 31,4 milhões de euros em 2012 para 32,3 milhões de euros em 2013, correspondendo a um aumento de 2,8 por cento.

Na próxima terça-feira, abre o processo de candidatura a bolsas para o ano lectivo de 2013/14.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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21
Jun 13

Professores em greve às avaliações até dia 28

Oito sindicatos dos professores, incluindo a Fenprof, decidiram hoje, em Lisboa, manter a greve às avaliações na próxima semana.

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof, afecta à CGTP), Mário Nogueira, disse, em conferência de imprensa, que a grande maioria dos mais de 10 mil docentes inquiridos, durante dois dias, manifestou interesse em continuar com a greve às avaliações dos alunos até à próxima sexta-feira, dia 28.

"Respeitando a vontade dos professores, as organizações sindicais vão manter a greve às avaliações para a próxima semana", declarou Mário Nogueira, porta-voz das estruturas hoje reunidas num hotel em Lisboa.

A Federação Nacional de Educação (FNE) - afecta à UGT - não subscreveu o pré-aviso de greve às avaliações da próxima semana.

Mário Nogueira pediu uma forte adesão dos professores na segunda-feira, dia em que decorre uma nova reunião negocial no Ministério da Educação e Ciência, encontro que os sindicatos acolheram "com surpresa", uma vez que, alegou o dirigente, tinham sido anteriormente agendadas reuniões suplementares para esta quarta e quinta-feira.

Segundo o líder da maior estrutura sindical de professores, a greve às avaliações tem levado ao adiamento diário de oito mil a 10 mil reuniões.

Os sindicatos reafirmaram hoje a intenção de pedir à Inspecção-Geral de Educação e Ciência uma auditoria às escolas, na sequência de "ilegalidades" ocorridas nos exames na segunda-feira, durante a greve geral de professores, assim como recorrer à Procuradoria-Geral da República para que investigue "violações do direito à greve", com a substituição de docentes, dizem, por outros profissionais.

A greve às reuniões de avaliação dos alunos começou a 7 de Junho. Os professores contestam o aumento da carga horária lectiva de 35 para 40 horas semanais, a colocação em escolas a longas distâncias da sua residência e temem o despedimento com a aplicação do regime de requalificação (mobilidade especial) da Função Pública.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Jun 13

Três universidades portuguesas entre as 100 melhores do mundo

Universidade do Minho estreia-se no 'ranking' da Times que compara instituições com menos de 50 anos. Universidade Nova cai 26 posições.

São três as universidades portuguesas - Aveiro, Minho e Nova - que estão entre as cem melhores instituições de ensino superior do mundo. Uma comparação da revista britânica Times que engloba apenas as universidades com menos de 50 anos.

Este é o resultado do segundo e mais recente 'ranking' da "Times Higher Education 100 Under 50" onde a Universidade do Minho se estreia na 76ª posição e as de Aveiro e Nova já marcavam presença na anterior edição, em 2012.

A Nova sofre este ano uma queda de 26 posições e a Universidade de Aveiro mantém o seu lugar na tabela.

O Conselho de Reitores (CRUP) sublinha que este resultado revela que o sistema universitário português tem "uma representação superior à de outros países europeus de referência". Isto porque, "Portugal é o 10.º país com maior número de universidades (em 28)" estando acima de países como a Dinamarca, a Finlândia, a Holanda e a Noruega, lê-se em comunicado.

Nesta classificação que apenas têm em conta as universidades que abriram portas a partir de 1963, o CRUP explica ainda que são analisadas "a relação com o tecido industrial, a reputação internacional no ensino e investigação, o 'ratio' docentes/estudantes, o número de diplomados ou o volume de receitas próprias" das instituições de ensino superior. 

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Jun 13

Exames de Matemática antecipados para "fugir" à greve geral

É a segunda vez no espaço de uma semana que o Governo é obrigado a encontrar uma nova data para a realização de exames.

A data dos exames de Matemática do 6º e 9º anos foi antecipada de 27 para 26 de Junho. O Ministério da Educação já confirmou a alteração, que vem dar resposta aos apelos de pais e encarregados de educação, que estavam preocupados com os efeitos da greve geral de 27 de Junho na realização dos exames.

Só o dia é que muda, porque a hora mantém-se: 9h30 para os alunos do segundo ciclo e 14h00 para os alunos do terceiro ciclo.

É a segunda vez que o Ministério da Educação é obrigado a encontrar uma nova data para um exame. Na segunda-feira, mais de 20 mil alunos não realizaram a prova de Português devido à greve dos professores, o que levou o ministro Nuno Crato a anunciar a data de 2 de Julho para que os alunos afectados pela paralisação possam fazer o exame.

De acordo com os sindicatos, a adesão à greve de segunda-feira ficou próxima dos 93%. Já o Ministério da Educação referiu que o número de alunos que conseguiu fazer exames rondou os 70 mil, equivalente a cerca de 80% do total de estudantes que iam fazer a prova.

Os professores protestam contra o regime de requalificação profissional e a mobilidade geográfica proposta pelo Governo, bem como o aumento do horário de trabalho de 35 para 40 horas semanais.

fonte:http://rr.sapo.pt/in


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14
Jun 13

Governo pondera adiar data do exame de Português do 12.º ano

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) estará a preparar-se para adiar a data de realização do exame de Português do 12.º ano, marcado para 17 de Junho, dia da greve geral de professores.

Foi este o cenário que esteve em cima da mesa na tarde desta sexta-feira durante as quase duas horas de reunião entre o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, e o líder da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva.

Em declarações aos jornalistas logo após a reunião, Dias da Silva revelou que o ministério quis saber “qual seria a atitude das organizações sindicais se fosse alterada a data do exame”, ou seja, se os sindicatos de professores marcariam nova greve para uma nova data em que a prova de Português se viesse a realizar.

“Nós dissemos que não marcaremos greve aos exames para outra data” que não o dia 17 de Junho, disse Das da Silva. Este compromisso já tinha sido antes assumido publicamente pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), que se reuniu a seguir com o secretário de Estado do Ensino nas instalações do MEC na Av. 5 de Outubro, em Lisboa.

À saída, Mário Nogueira disse que nada lhe foi perguntado sobre o adiamento do exame de Português e vincou que o prazo legal para os sindicatos apresentarem um pré-aviso de greve para o dia 20 já expirou, o que significa que o Governo pode alterar o exame de de dia 17 para dia 20, sem correr o risco de os professores fazerem greve.

A FNE vai voltar a reunir com Casanova de Almeida pelas 18h30 para retomar as negociações sobre o regime de mobilidade especial e o aumento do horário de trabalho dos professores para as 40 horas, temas já discutidos em reuniões realizadas nas últimas semanas e que terminaram sem acordo entre Governo e sindicatos.

Segundo Dias da Silva, o ministério voltou hoje a pôr em cima da mesa a hipótese de adiar a entrada em vigor da aplicação da mobilidade especial aos professores para 2015, ano em que realizarão eleições legislativas. Na passada semana, recorde-se, a FNE fez depender a não realização da greve da condição de nenhum funcionário público ser incluído neste regime.

Dias da Silva disse ainda que o MEC se mostrou disponível para assumir por escrito o compromisso de que o aumento do horário de trabalho para as 40 horas não se traduzirá em mais horas de aulas para os professores.

fonte:http://www.publico.pt/s

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Escolas obrigadas a garantir exames mesmo que alguns alunos não os façam

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) fez chegar nesta sexta-feira às escolas a indicação clara de que ainda que a greve de professores impeça a realização do exame nacional de Português numa sala, na próxima segunda-feira, a prova deverá ser realizada nas restantes salas do mesmo estabelecimento de ensino.

A instrução foi dada depois de o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, ter defendido que todas as provas deverão se anuladas, caso alguns alunos não as consigam realizar.

Em declarações ontem ao PÚBLICO, Jorge Ascenção disse que “só a anulação garante a equidade” e que o adiamento da prova para apenas parte dos alunos ou a abertura da possibilidade de a fazerem na segunda fase não eram soluções.

"O facto de se tratar de uma prova diferente realizada num dia diferente coloca em causa a equidade, num momento decisivo para o futuro dos alunos", justificou.

As novas orientações, que contrariam a opinião do representante dos pais, chegaram às escolas ao mesmo tempo que, em Lisboa, o MEC dava sinais de que pondera adiar o exame nacional de Português para nova data, depois de pedir aos dirigentes sindicais garantias de que não fariam nova paralisação caso a data da prova fosse alterada.

Contactado nesta sexta-feira pelo PÚBLICO, Jorge Ascenção disse que “com esta orientação o MEC está a criar um problema que de alguma forma terá resolvido depois”. “Os alunos entram ou não entram no curso que escolheram por décimas, pelo que a criação de condições de equidade é fundamental”, reafirmou.

Disse ainda ter esperança num acordo entre os representantes das estruturas sindicais e do MEC, aos quais pediu que “se fechem numa sala e não abram a porta até chegarem a acordo, demore o que demorar”.

Directores a substituir professores
Num primeiro momento, o MEC indicou aos directores escolares que deverão convocar para a vigilância de exames todos os professores da respectiva escola ou agrupamento (centenas, nalguns casos). Agora, acautela outras possibilidades.

Através do Júri Nacional de Exames, faz saber que, em caso de greve dos professores credenciados para o efeito, deverão ser os directores a receber os sacos com os enunciados das provas e, na falta dos elementos do secretariado de exames, deverão, também, distribuir as provas pelas salas e entregá-las aos professores vigilantes.

Indica também que, se necessário, o director da escola deverá guardar as provas em local seguro da escola (no cofre, exemplifica), para que, no dia seguinte, os membros do secretariado de exame possam proceder às tarefas que, entre outros aspectos, garantem o anonimato dos alunos, perante os correctores. Poderão até, em último caso, vigiar exames.

Em declarações ao PÚBLICO, Adelino Calado, director da Escola Secundária de Carcavelos e dirigente da Associação Nacional de Professores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), mediu as palavras. E distinguiu: “Como professor — e principalmente como professor sindicalizado —, penso que isto é uma barbaridade. Como director reconheço que tenho responsabilidades acrescidas e, se for necessário, terei de as cumprir, embora contrariado”.

Isabel Le Gué, directora da Secundária Rainha D. Amélia, que pertence à direcção da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), disse que “não fará uma interpretação literal do que está escrito na nota”. “O texto é ambíguo, já que as indicações surgem ora como sugestões, ora como obrigações. Mas seria absurdo que o Júri Nacional de Exames pensasse que devíamos levar esta nota à letra, pelo que eu própria não o farei.”

A directora admite como uma possibilidade destacar um membro do secretariado de exames para a vigilância de um exame, se disso depender a sua realização. Diz nem admitir a possibilidade “de esvaziar o secretariado e a direcção para que os seus membros assumam aquelas funções”.

 fonte:http://www.publico.pt/so

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14
Jun 13

Governo põe directores de escolas a substituir docentes em greve

Mensagem do júri nacional de exames chegou esta tarde às escolas. Directores asseguram qualquer função essencial à realização dos exames nacionais.

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) já tinha dado ordem às escolas para convocarem todos os professores para o dia da greve geral dos docentes, na próxima segunda-feira. Agora, o júri nacional de exames delega nos directores de escola competências para substituírem qualquer outro elemento essencial à realização dos exames nacionais.

 

Assim, os directores poderão substituir, caso estes façam greve, os elementos credenciados para receber os sacos dos enunciados das mãos da GNR ou da PSP e os elementos do secretariado de exames que recebem as provas e as distribuem pelas salas e no final da prova as recebem e guardam em local seguro. Os directores podem ainda vigiar “em caso de necessidade” os exames.

 

O júri nacional de exames esclarece ainda que os exames poderão ser efectuados mesmo que não haja professores coadjuvantes na escola – um ou dois professores da disciplina em avaliação que estão isolados a resolver o exame e a detectar possíveis erros.

 

Mário Nogueira, da Fenprof, insurgiu-se contra estas ordens, dizendo que mais uma vez o Ministério da Educação está a travar o direito à greve.

 

Neste momento, estão a decorrer no Ministério da Educação reuniões com os sindicatos e o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar com vista à negociação das matérias que levaram os sindicatos dos professores a agendar greves às avaliações e greve geral para a próxima segunda-feira, dia 17, dia do exame nacional de Português A e B e de Latim.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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12
Jun 13

Mais de 60 crianças do primeiro ciclo tiraram nota zero no exame

Os resultados das provas de Português do primeiro ciclo revelaram que 65 crianças obtiveram uma classificação de 0% e que o mesmo aconteceu a 31 alunos no exame de Matemática.

Os dados relativos às classificações das provas do primeiro ciclo do ensino básico, que se realizaram no início de maio, foram divulgados, esta quarta-feira, pelo Ministério da Educação e Ciência.

Os alunos são classificados numa escala de 0% a 100%, sendo que as notas são consideradas positivas a partir dos 50%.

Dois alunos conseguiram a nota máxima a Português, classificação de 100%, e 222 conseguiram em Matemática.

Entre os mais de 106 mil alunos que se apresentaram aos exames de Português e Matemática, 740 tiveram 90% ou mais na prova de Português, enquanto que, na disciplina de Matemática, 5339 conseguiram um resultado igual.

Já do lado das negativas mais baixas, 917 alunos conseguiram 10% ou menos na prova de Português, e 908 não ultrapassaram os 10% a Matemática.

As provas de Português e Matemática decorreram em 1152 escolas de Portugal continental e regiões autónomas e foram realizadas, no caso da disciplina de Português, por 106.528 alunos e, no caso da Matemática, por 106.419 estudantes.

Cerca de três mil professores do primeiro ciclo do ensino básico estiveram envolvidos na classificação das provas.

fonte:http://www.jn.pt/

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12
Jun 13

4.º ano melhor a Matemática do que a Português

A nota média nacional das provas finais do 4.º ano a Português foi negativa, próxima dos 49%, enquanto a Matemática se situa nos 57%, segundo os resultados hoje divulgados pelo Ministério da Educação.

A percentagem de alunos que obteve classificação de nível 3, 4 e 5 foi de, aproximadamente, 53% por cento na disciplina de Português, sendo de 64% na de Matemática.

As provas de Português e Matemática decorreram no início de Maio, em 1152 escolas do território continental e regiões autónomas, e foram realizadas, no caso da disciplina de Português, por 106.528 alunos, e no caso da Matemática, por 106.419 alunos.

Cerca de três mil professores do 1.º ciclo do ensino básico estiveram envolvidos na classificação das provas.

Um total de 50.140 alunos teve negativa a Português, com a maioria destes a ver a sua prova classificada com uma nota de nível 2. Ainda assim, 56.388 obtiveram uma nota igual ou superior a nível 3.

A Matemática, a grande maioria dos alunos do 1.º ciclo que prestou provas nesta disciplina obteve uma nota entre o nível 2 e o nível 3. No entanto, do total de 106.419 alunos que fez exame de Matemática, os 34.299 que conseguiram uma nota positiva de nível 3 superam em cerca de meio milhar os 33.761 que conseguiram uma classificação de nível 2.

Ainda a Matemática, foram quase 29 mil os alunos que conseguiram uma classificação positiva de nível 4.

Quanto aos domínios tidos em conta na avaliação das provas, no caso do exame de Português, foi em "Leitura e Escrita" que os alunos apresentaram maiores dificuldades, com 51% das crianças que se apresentaram a exame a serem classificadas com uma nota de nível 2, neste elemento.

Quanto ao "Funcionamento da Língua", a maioria dos alunos obteve uma nota entre os níveis 2 e 4 e, na "Escrita", 76% tiveram uma classificação positiva, igual ou superior a 3.

Na Matemática, foi o grupo "Geometria e Medida" que mais dificuldades levantou aos alunos, com 50% a ter nota negativa, maioritariamente de nível 2.

No domínio de "Organização e Tratamento de Dados", 40% dos alunos teve uma classificação de nível 5, o nível máximo, e foram menos de 30% os que, neste aspecto, não conseguiram uma nota positiva.

Quanto a "Números e Operações", a maioria das crianças foi classificada com notas entre os níveis 2 e 4.

fonte:Lusa/SOL

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