30
Abr 13
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Abr 13

Formação do IEFP poderá ser partilhada com o Ministério da Educação

O ministro da Economia e do Emprego anunciou hoje que vai propor a integração do sistema de formação profissional para jovens sob a responsabilidade do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) no Ministério da Educação.

Álvaro Santos Pereira, que falava na Assembleia da República, em audição na comissão da Segurança Social e Trabalho, sublinhou que "não faz sentido ter dois sistemas" isolados e, assim sendo, "vou abrir a tutela do IEFP à Educação" de Nuno Crato.

O ministro da Economia falava num dos pilares da estratégia para o crescimento, emprego e fomento industrial 2012-2020, apresentado na última semana depois de aprovado em Conselho de Ministros.

Santos Pereira reiterou que a aposta no sistema dual de ensino é a grande aposta do Governo no que diz respeito à formação e qualificação dos trabalhadores através do sistemas de horas de aprendizagem.

Foi precisamente o sistema de horas de aprendizagem que despertou a dúvida de Vieira da Silva. O deputado do PS estranha que o ministro da Economia fale em "reforço da estratégia de qualificação quando aquilo que aconteceu foi um reforço da formação de curta duração cuja eficácia é discutível", disse Vieira da Silva.

Álvaro Santos Pereira desvalorizou a crítica mas garantiu, ainda assim, que vai pedir "toda a informação ao IEFP" para poder avaliar a veracidade da interpretação do deputado socialista.

fonte:http://sol.sapo.pt/

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25
Abr 13
25
Abr 13

Governo quer mais jovens em cursos com forte componente prática

O Governo quer alargar o acesso aos cursos de aprendizagem profissionalizantes a candidatos com menos habilitações do que aquelas que actualmente são exigidas e transformar esta formação numa “via alternativa de cumprimento da escolaridade obrigatória”, que se prolonga até aos 18 anos.

Esta é uma das medidas propostas na Estratégia para o Crescimento, Emprego e Fomento Profissional, aprovada na terça-feira em Conselho de Ministros e entregue aos parceiros sociais e partidos políticos. Actualmente os cursos de aprendizagem, onde a formação em contexto de trabalho ocupa 40% da carga lectiva total, dão equivalência ao 12.º ano e destinam-se a jovens entre os 15 e os 25 anos que já tenham completado o 3.º ciclo de escolaridade ou equivalente. Em Portugal é o que de mais parecido existe com o chamado ensino dual.

O documento aprovado pelo Governo estabelece que ainda durante este ano devem ser alargados “a jovens e jovens adultos com habilitações iguais ou superiores ao 6.º ano de escolaridade, ao 9.º ano e ao 12.º ano completo ou incompleto”. Durante os Governos de José Sócrates foram criados cursos também com componente prática destinados a alunos com 15 ou mais anos e que ainda não tinham concluído o 2.º ou 3.º ciclos. Mas a oferta dos chamados Cursos de Educação Formação foi praticamente anulada pelo actual executivo. Promete-se que os novos cursos que serão criados, para além de garantirem uma "via alternativa" à conclusão da escolaridade obrigatória, devem propiciar percursos de formação “mais adaptados aos interesses e motivações dos diferentes públicos, através do reforço dos seus níveis de qualificação e empregabilidade”.

Até 2020, o objectivo apontado é o de ter 200 mil alunos do ensino secundário em cursos profissionais ou de aprendizagem dual. No ano passado o Governo tinha anunciado que até àquela data pretendia ter 100 mil jovens no ensino dual. A duplicação desta meta agora proposta deriva do facto de se lhe terem acrescentado os cursos profissionais, que têm tido mais procura.

Em 2012, frequentavam estas vias cerca de 140 mil alunos, dos quais 33 mil estavam em cursos de aprendizagem, que actualmente são desenvolvidos em empresas e centros de formação do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Já a maioria dos cursos profissionais, que têm uma menor carga de formação em contexto de trabalho, é oferecido pelas escolas secundárias públicas.  Em 2010 o alunos destes cursos representavam 38,8% do total de estudantes do secundário. A média na União Europeia é de 49,9%.  

O Governo pretende também mudar esta diferenciação, o que fará através de “uma revisão do ensino profissionalizante e construção de um sistema dual português, com uma identidade própria ao nível da oferta de ensino e formação profissional”. A mudança será consagrada num futuro diploma que acabará com “a dispersão e redundância de modalidades de dupla certificação [académica e profissional] existentes em Portugal”.

As confederações patronais já manifestaram dúvida que haja tecido empresarial para garantir formação a tantos jovens. No documento aprovado na terça-feira refere-se que os alunos que frequentam, os cursos de aprendizagem contam com uma rede de cinco mil empresas para efeitos de formação em contexto de trabalho. Em 2015 o Governo quer ter parcerias com 15 mil, de preferência com empresas dos sectores de bens e serviços transacionáveis e com presença nas exportações.

Para a futura oferta de ensino profissionalizante foram definidas as seguintes áreas prioritárias: Ciências Informáticas e Multimédia; Comércio Internacional; Metalurgia e Metalomecânica; Electricidade e Energia; Electrónica e Automação; Tecnologia dos Processos Químicos; Indústrias Alimentares; Turismo e Lazer; Indústrias Ambientais; Indústrias Criativas; Indústrias Agroalimentares e do Mar; Indústria do Têxtil, Vestuário, Calçado e Couro; Construção; Indústria Aeronáutica e Reparação de Veículos Motorizados; e Indústrias Extractivas.

fonte:http://www.publico.pt/

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24
Abr 13

Politécnicos querem ministrar doutoramentos

O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos, Joaquim Mourato, afirmou esta quarta-feira que "não entende" a limitação administrativa e legal que impede os politécnicos de ministrar doutoramentos, um grau académico que os institutos querem atribuir.

"Não entendemos, porque é que, por via, administrativa, estamos impedidos de ministrar doutoramentos. Não percebo porque é que se temos um instituto com um centro de investigação de excelência, um corpo docente altamente qualificado, que produz numa determinada área como ninguém, melhor do que as universidades, porque é que as universidades podem ministrar os doutoramentos, e um politécnico, tendo as condições, não pode", disse Mourato.

Para o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos (CCISP), devia ser a Agência para a Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) a avaliar a capacidade dos politécnicos em ministrar formações nesse grau académico, e não o Regime Jurídico para as Instituições do Ensino Superior (RJIES) a impedi-lo.

Os doutoramentos nestas instituições teriam sempre um cariz profissionalizante, sublinhou Joaquim Mourato, e existiriam num número muito reduzido quando comparado com o total disponível nas universidades.

A possibilidade de doutoramentos profissionalizantes nos politécnicos é uma das propostas apresentadas hoje pelo CCISP, na sede do Conselho Nacional de Educação, para a rede de ensino superior politécnico baseado em diversos estudos e no relatório encomendado ao "Center for Higher Education Policy Studies (CHEPS)" da Universidade de Twente, na Holanda.

Joaquim Mourato referiu que os docentes dos politécnicos, para o serem, têm que fazer carreira universitária, passando pelas universidades para tirar o seu doutoramento ou para fazer investigação.

"Devia ser possível nós formarmo-nos na nossa matriz e diferenciar cada vez mais o sistema", defendeu.

Outra proposta, que o presidente do CCISP entende que é de aplicação "pacífica e imediata", passa por ter um programa de financiamento específico, diferenciado do das universidades, para a investigação científica nos concursos a apoios da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), deixando os politécnicos de se candidatar em igualdade de circunstâncias a esses apoios, que este ano ascenderam a 91 milhões de euros.

Joaquim Mourato frisou ainda os benefícios resultantes da alteração da designação dos institutos politécnicos a nível internacional.

Adotar o nome de Universidades de Ciências Aplicadas traria uma mais fácil comparação a nível externo, que facilitaria a atração de alunos estrangeiros e a equiparação de graus.

"Instituto Politécnico é designação que não tem uso na Europa e temos dificuldade em ter que estar sempre a explicar o que é", disse o presidente do CCISP, acrescentando que a nova designação seria "para consumo externo", uma vez que internamente permaneceria a denominação de instituto politécnico.

fonte:http://www.jn.pt/P

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24
Abr 13

Universidade do Minho tem 445 alunos com idade para serem avós

São 445, têm 50 anos ou mais, admitem que não precisam do canudo para nada mas mesmo assim frequentam atualmente a Universidade do Minho, sendo o seu objetivo apenas um: matar a sede de saber.

"É uma sede de saber mais e mais que não me deixa abandonar os estudos", atira Conceição Gonçalves, que aos 76 anos está empenhada em concluir a sua tese de mestrado na área dos Direitos Humanos.

Já tinha o curso de Filosofia, entretanto tirou uma pós-graduação em Direitos Humanos e agora prepara-se para ser mestre.

A tese está a dar-lhe água pela barba, porque "obriga a muitas pesquisas, a ler muito, a muito trabalho", mas nada que a faça desistir.

"Está um bocadinho atrasada, mas este ano, se Deus quiser, conto tê-la pronta", garantiu.

Conceição promete que, "se tiver tempo", a sua vida académica não ficará por aqui.

"Gostava ainda de tentar a medicina ou a enfermagem e esta é uma ideia que não está, de todo, posta de lado", atira, sublinhando que esta área da saúde sempre a fascinou.

Dos 445 alunos com idade igual ou superior a 50 anos que frequentam a UMinho, 113 estão em licenciaturas e mestrados integrados, 146 em pós-graduações e 186 em doutoramentos.

Sabem que já os canudos que conseguirem não lhes vai valer de nada em termos profissionais, porque têm a vida "mais do que feita" e muitos deles até já são reformados, mas não resistem aos apelos dos bancos da universidade.

Domingos Duarte, 70 anos, está matriculado num doutoramento na área da Contabilidade e Responsabilidade Social, direcionado para as empresas.

Licenciado em Gestão de Empresas, Domingos Duarte viu-se obrigado, por força da alteração da lei, a tirar um doutoramento para poder lecionar no ensino superior.

Inscreveu-se na UMinho, entretanto reformou-se mas mesmo assim garante que não vai desistir do doutoramento.

"Vou tentar reconfigurar o doutoramento para a área das instituições, porque estou ligado aos escuteiros de Fraião e era aí que gostava de aplicar os meus conhecimentos", refere.

Depois de toda a vida ter sido "mais trabalhador-estudante do que estudante-trabalhador", porque o dinheiro em casa "era pouco", Domingos Duarte dispõe agora, finalmente, de condições para se assumir como "aluno a tempo inteiro".

"É aquele bichinho que está dentro de nós e não nos deixa desistir de estudar, estudar, estudar", refere.

Conceição, Domingos e todos os outros alunos "veteranos" da UMinho partilham as máximas "Nunca é tarde para aprender" e "O saber não ocupa lugar".

"Por muito que saibamos, nunca sabemos tudo, nem pouco mais ou menos", sentencia Conceição Gonçalves.

fonte:http://www.jn.pt/

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23
Abr 13

Portugal entre os 11 países que vai disponibilizar cursos online gratuitos

Portugal é um dos 11 países que vai integrar a iniciativa MOOC, no âmbito da qual estarão disponíveis gratuitamente cerca de 40 de cursos online, em 12 línguas diferentes, anunciou a Comissão Europeia nesta terça-feira.

A iniciativa, que tem o apoio do executivo comunitário, é liderada pela Associação Europeia de Universidades de Ensino à Distância (EADTU) e envolve, principalmente, universidades abertas em Portugal, França, Itália, Lituânia, Holanda, Eslováquia, Espanha, Reino Unido, Rússia, Turquia e Israel.

Cerca de 40 cursos estarão disponíveis gratuitamente e em 12 línguas diferentes (as 11 línguas dos parceiros e o árabe) no âmbito desta iniciativa.

Os temas dos cursos, adianta a Comissão Europeia, “vão da matemática à economia, passando pelas competências digitais, o comércio electrónico, as alterações climáticas, o património cultural, a responsabilidade social das empresas, o moderno Médio Oriente, a aprendizagem das línguas e a escrita de ficção”.

Os cursos podem ser frequentados num período determinado ou a qualquer momento e têm, “geralmente, uma duração de 20 a 200 horas de estudo”, segundo Bruxelas.

Uma vez concluídos os cursos, os alunos poderão receber um certificado de conclusão, um distintivo, ou um crédito certificado que pode contar para um diploma de fim de estudos.

Neste último caso, explica Bruxelas, os alunos terão de pagar o certificado, que pode custar entre 25 e 400 euros, dependendo da duração do curso (o número de horas lectivas) e da instituição.

A comissária europeia para a Educação, Androulla Vassiliou, afirmou esperar que esta iniciativa “abra o ensino a dezenas de milhares de estudantes e incentive as escolas e universidades a adoptar métodos de ensino mais inovadores e flexíveis”, adiantando que o programa é um "elemento central" da estratégia de abertura dos sistemas de educação que a Comissão Europeia lançará no próximo verão.

fonte:http://www.publico.pt/s

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Alunos do 4.º ano podem estudar no site da Confap para a prova de Matemática

Os alunos do 4.º ano podem começar a estudar sozinhos para a prova nacional de Matemática através do site da Confederação Nacional das Associações de Pais, que remete para uma ligação com exercícios e explicações dos resultados elaborados por professores.


A 20 dias da prova nacional de matemática do 4.º ano, a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) disponibiliza gratuitamente na sua página na Internet (www.confap.pt) um link para um outro sítio, o Caderno Virtual (www.cadernovirtual.pt), onde os alunos podem começar a testar os seus conhecimentos para o exame que se realiza a 10 de maio.

O "Caderno Virtual" apresenta uma bateria de problemas que são resolvidas e corrigidas na Internet. As perguntas bem respondidas têm um "certo" e as erradas têm uma explicação detalhada para a sua resolução.

Depois do exame, os alunos que precisarem de recuperar matéria poderão continuar a contar com o site, uma vez que os exercícios de matemática vão estar disponíveis gratuitamente durante três meses.

"As perguntas foram feitas por professores de matemática, alguns deles com experiência na realização de provas do GAVE (Gabinete de Avaliação Educacional do Ministério da Educação)", contou à Lusa Tiago Santos, da empresa detentora do programa "Caderno Virtual".

Antes do exame de Matemática, os alunos do 4.º ano vão estrear-se na prova de Português, que se realiza no dia 7 de maio.

Em declarações à Lusa, o novo presidente da Confap, Jorge Ascenção, voltou a sublinhar os receios dos pais nestas provas: "Temos a opinião de que não faz muito sentido realizar estes exames do 4.º ano. Achamos que deve ser feita a avaliação e monitorização do estado de aprendizagem mas não nos parece que, tal como está, seja a melhor forma. Os meninos vão ter de sair das suas escolas e ter outros professores, que não conhecem, a vigiar a prova".

Jorge Ascenção critica o facto de estes exames implicarem a deslocação dos alunos para outras escolas.

Segundo o Júri Nacional de Exames (JNE), os estudantes vão realizar os exames nas secundárias que funcionam como sede do agrupamento, em estabelecimentos do 2.º e 3.º ciclos, centros escolares ou outras escolas.

As pautas de chamada serão elaboradas em triplicado pela escola de acolhimento, para que possa ser afixado "um exemplar com 48 horas de antecedência na escola de origem do aluno, com indicação clara da escola onde se realizam as provas finais do 1.º ciclo, sendo o segundo exemplar afixado na escola de acolhimento" e o terceiro servirá de pauta de chamada.

As escolas deverão ainda estar preparadas para colmatar os esquecimentos de material de alguns alunos: para o exame de Português deverão ter canetas ou esferográficas já para o de matemática será necessário terem canetas e esferográficas, lápis, borrachas, apara-lápis, réguas graduadas e compassos, refere o JNE.

fonte:http://www.jn.pt/


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23
Abr 13

Está aberto o concurso para professores. Há 130 candidatos para cada vaga

Pelo menos 12 mil professores deixaram o sistema de ensino este ano e não vão ser substituídos. Tutela garante que são as necessidades das escolas, directores negam, mas asseguram que não vão faltar professores.


Cerca de 80 mil professores vão poder candidatar-se a partir desta terça-feira a um lugar nas escolas para os próximos quatro anos. Porém, o concurso tem apenas 618 vagas. Os sindicatos reclamam muitas mais. 

Na manhã em que abre o concurso para a colocação de professores, persiste a polémica em torno da diferença do número de vagas pedidas pelos directores e concedidas pelo Ministério da Educação. 

Contactada pela Renascença, a tutela insiste que as cerca de 12 mil vagas negativas - isto é, lugares abandonados mas que não vão ser preenchidos - resultam da informação que os directores dos agrupamentos escolares fizeram chegar aos serviços centrais. 

Os directores contrapõem, o presidente da Associação de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Adalmiro Fonseca diz que o Ministério atribuiu menos vagas do que as que foram pedidas pelas escolas. 

“Há directores que deram números que não correspondem aos que saíram. Ninguém pode culpar os directores por alguém ter errado. Há que dar explicações, algo que ninguém deu até agora”, critica.

Adalmiro Fonseca garante que, apesar disso, as escolas não vão ter falta de professores: “Professores teremos sempre. Não temos estes, teremos outros que vêm de forma não efectiva. Não ficam para os quadros da escola, mas vêm. Não faltam professores”.

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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22
Abr 13

Educação abre concurso com apenas 15 novas vagas

O ministério da Educação abriu esta tarde de segunda-feira o concurso para a colocação de educadores de infância e de professores do ensino básico e secundário para o próximo ano escolar. Há 618 vagas para o ano que começa em Setembro. Contudo, na prática e perante a possível candidatura de cerca de 40 mil com habilitações para darem aulas, haverá apenas 15 novas vagas.

Surgem apenas 15 novas vagas porque há 603 vagas que terão se ser ocupadas pelos professores contratados no último concurso de vinculação extraordinária em que lhes foi apenas atribuído um quadro de zona pedagógica, sendo agora definida a escola onde irão ser colocados.

As candidaturas para o concurso são feitas nas seguintes datas:

Para os candidatos cujo primeiro nome próprio começa pelas letras de A a K, o prazo de candidatura será das 10h00 de 23 de Abril às 18h00 de 3 de Maio de 2013.

Por sua vez, os candidatos cujo primeiro nome começa pelas letra de L a Z, o prazo de candidatura será das 10h00 de 26 de Abril às 18h00 de 7 de Maio de 2013.  

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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22
Abr 13

Fenprof acusa Governo de ilegalidades no concurso de professores

A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de ter lançado um concurso de professores ilegal por não contemplar vagas para todas as escolas ao exclui-las das listas do concurso, uma situação que a tutela nega.

De acordo com o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, que hoje se reuniu com os secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, e do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, das listas dos estabelecimentos com vagas a concurso foram excluídas diversas escolas agregadas em agrupamentos.

Exemplificando, Mário Nogueira referiu que no caso de um agrupamento que agrega uma escola secundária e uma escola básica, a escola secundária se encontra excluída de qualquer candidatura por não haver nessa lista um código que a identifique e que permita aos professores candidatar-se a um lugar nesse estabelecimento.

O código utilizado para o agrupamento, continuou o secretário-geral da Fenprof, é o da escola básica, impossibilitando que professores de disciplinas apenas existentes no ensino secundário, como Filosofia, tenham a possibilidade de se candidatar.

Mário Nogueira afirmou que não obteve do secretário de Estado da Administração Escolar qualquer resposta quanto a esta situação, mas aos jornalistas Casanova de Almeida negou que haja qualquer problema a este nível com o concurso, afirmando que «cada nova unidade orgânica passa a ter um único código para todo o quadro de pessoal», e que no portal da Direção-Geral da Administração Escolar vão constar informações a explicar que um único código pode ser válido para mais do que uma escola.

Mas para a Fenprof há questões administrativas que invalidam o processo.

«Isto é absolutamente irregular. Há mega-agrupamentos que formalmente ainda não existem, porque não foi nomeada qualquer Comissão Administrativa Provisória. Não podiam pôr o mega-agrupamento a concurso porque, formalmente, como não existe não tem código. Pegam no código de uma escola e põem apenas essa escola no concurso», disse.

A Fenprof acusou ainda o MEC de ter mentido ao dizer que o concurso foi criado com base nas reais necessidades das escolas, prometendo fazer um levantamento dessas necessidades junto dos estabelecimentos de ensino, e admite impugnar judicialmente a recente portaria de Quadros de Zona Pedagógica, que alarga a extensão territorial na qual um professor pode obter colocação.

fonte:http://www.tsf.pt/P

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20
Abr 13
20
Abr 13

Doze mil professores considerados excedentários

Este foi o número a que chegaram os directores escolares para efeitos do concurso nacional de docentes, que vai arrancar na próxima terça-feira. Fenprof culpa o Governo pelo número de professores sem turma.


Há 12 mil professores do quadro que foram considerados excedentários pelas escolas e agrupamentos do ensino básico a que pertencem ou onde estão colocados. Este foi o número a que chegaram os directores para efeitos do concurso nacional de docentes, que vai arrancar na próxima terça-feira.

A portaria que fixa as vagas disponíveis para este concurso foi publicada esta sexta-feira, em Diário da República.

Com o objectivo de ajustar o número de professores às necessidades dos alunos, o Ministério da Educação e Ciência pediu aos órgãos de gestão das escolas, que fizessem uma avaliação dos quadros numa perspectiva de futuro. 

Feitas as contas, os directores identificaram cerca de 12 mil vagas negativas, ou seja, lugares do quadro que actualmente estão ocupados, mas que, no caso de estes professores se reformarem ou forem destacados para outras funções, não serão substituídos.

Para esta contagem apenas foram tidos em conta as necessidades para os horários completos,  explica Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, em declarações à Renascença.

No levantamento feito pelos directores foram apuradas , por seu lado, 618 vagas positivas, ou seja, aquelas que as escolas dizem estar em falta.

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) quer ver estes números esclarecidos e, na segunda-feira, vai interpelar o Ministério da Educação.

Mário Nogueira, da Fenprof, diz que esta situação de professores a mais foi criada pelas sucessivas decisões do ministro Nuno Crato.

“Este número dos 12 mil lugares negativos correspondem, grosso modo, ao número de horários zero que hoje continuam a existir nas escolas e que não resultaram de uma redução do número de alunos, aliás, a OCDE veio dizer que até 2015 continuará a haver um aumento, resulta de medidas tomadas de propósito para que isso acontecesse”, acusa Mário Nogueira.

João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), diz que o resultado de 12 nil vagas negativas resulta de critérios com os quais discorda, como a agregação dos agrupamentos ou a revisão curricular.

A portaria que fixa as vagas disponíveis para o concurso nacional de professores, que se realiza de quatro em quatro anos, foi publicada nesta sexta-feira em Diário da República.

O aviso de abertura é lançado na próxima segunda-feira e as candidaturas são feitas a partir de terça-feira.

fonte:http://rr.sapo.pt/


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