28
Fev 13

Mais de 70% dos alunos do Secundário querem seguir para o Superior

Mais de 70% dos alunos do Ensino Secundário revelaram no ano letivo de 2011/2012 vontade de prosseguir estudos superiores, sendo que esses alunos têm maioritariamente origem em famílias com pelo menos o Ensino Secundário concluído, revelou um estudo.

Os dados constam do estudo "Estudantes à saída do Secundário 2012/2012", elaborado pelo Observatório de Trajetos dos Estudantes do Ensino Secundário (OTES) e publicado esta quarta-feira na página da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, na alçada do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

O estudo analisa os dados resultantes de um inquérito ao qual responderam 47.024 jovens estudantes do ensino secundário, que correspondem a 60,1% dos alunos matriculados nas 680 escolas participantes, de acordo com as informações disponibilizadas pelo gabinete de imprensa do MEC.

O mesmo estudo revela também que apenas 15,9% pretendem parar a sua formação com a conclusão do 12.º ano, e os pouco mais de 1% que admitem abandonar a escola antes de concluir o ensino obrigatório referiam que o pretendiam fazer, maioritariamente por razões económicas.

Direito, Ciências Sociais e Serviços, Tecnologias e Saúde representam cerca de 60% das áreas de interesse entre os jovens que pretendem prosseguir estudos superiores, sendo que 40% dos rapazes têm uma inclinação para a área de Tecnologias para dar continuidade ao percurso escolar, e mais de 50% das raparigas admite escolher um curso nas áreas de Direito, Ciências Sociais e Serviços ou Saúde.

Quase metade dos alunos escolheu o curso a pensar na profissão que queria ter no futuro e apenas 30% admitiram condicionar a escolha às oportunidades no mercado de trabalho.

Apenas cerca de 20% dos estudantes recorreram aos serviços de psicologia e orientação da escola para apoio ou esclarecimento relativamente às ofertas de formação no pós-secundário.

Praticamente metade dos alunos admitiu querer fazer uma formação num país europeu nos próximos três anos, sendo que a opção mais considerada (por mais de 51% dos alunos) é a saída de Portugal para realizar um período de estudos num país europeu.

O estágio é a segunda opção para uma formação na Europa, e menos de 5% dos alunos admitem sair do país para fazer apenas uma formação profissional.

Trinta por cento dos inquiridos querem ser, aos 30 anos, especialistas de profissões intelectuais e científicas, mas quase metade admite não saber as expectativas profissionais para essa faixa etária.

fonte: http://www.jn.pt 

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28
Fev 13

Parlamento discute isenção de propinas para estudantes do Ensino Superior

O parlamento discute, na sexta-feira, iniciativas do Bloco de Esquerda e do PCP, para que os alunos do Ensino Superior, com propinas em atraso, possam continuar a estudar, nomeadamente a amnistia ou isenção do pagamento.

O BE defende a amnistia pelo incumprimento do pagamento de propinas, devido a "comprovada carência económica", e a isenção total para o próximo ano letivo (2013/2014).

"Face à situação de emergência social que o setor do ensino e da educação atravessa, exigem-se respostas claras que não tentem esconder e adiar o problema", afirma o Bloco na fundamentação do diploma.

O partido propõe uma amnistia extraordinária para todos os estudantes cuja situação financeira não lhes permita continuar os estudos e aos quais não chegam os apoios sociais.

"Não faz sentido exigir aquilo que manifestamente os estudantes e as famílias não podem pagar, provocando única e exclusivamente um crescendo incontrolável de incumprimentos e desistências", alega o BE.

O partido frisa que as medidas que propõe não alteram os rácios orçamentais, nem exigem modificações de gastos que se revelem "não comportáveis no quadro da despesa" aprovada.

O PCP defende um regime transitório de isenção do pagamento de propinas, e o reforço da ação social direta e indireta.

Os comunistas recordam que o desemprego atinge já um milhão e meio de pessoas, o sobre-endividamento das famílias atinge níveis "muito preocupantes" e o empobrecimento e agravamento da pobreza são "violentíssimos".

O partido está preocupado com o abandono escolar "silencioso", o atraso e a "incapacidade absoluta" para pagar as propinas, uma realidade que classifica de "assustadora".

Como exemplo, cita o caso do Instituto Politécnico do Cávado e Ave, onde, num total de 3500 estudantes, mais de 500 têm propinas em atraso.

"O recurso à penhora do património dos estudantes é inaceitável, e começa a ser uma prática generalizada", criticam os comunistas no texto que submeteram ao parlamento.

fonte: http://www.jn.pt/ 

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27
Fev 13
27
Fev 13

Chumbos no 12.º ano aumentaram 6,4% em dois anos

Há mais estudantes com negativas no 12.º ano e consequentemente aumentou também o número dos que reprovam no final do ensino secundário.

Dados do inquérito Estudantes à Saída do Secundário 2011/2012, divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC),  dão conta de que os estudantes que dizem ter reprovado no 12.º ano registou naquele ano lectivo um acréscimo de 6,4% por comparação a 2009/2010, o que se ficará sobretudo a dever à maior exigência dos exames nacionais.

Em contrapartida, houve um decréscimo de 7,7% no número de alunos que dizem ter reprovado no 10.º ano, o primeiro do secundário. Neste nível de ensino, este continua a ser, contudo, o ano com mais chumbos: mais de metade das retenções no secundário ocorrem no 10.º ano.

No inquérito elaborado pelo  Observatório de Trajectos dos Estudantes do Ensino Secundário (OTES) atribui-se este facto ao chamado “efeito de transição” provocado pelo “aumento de exigência escolar” e por “lógicas de funcionamento, linguagem e modos de gestão do tempo e do espaço diferentes ao que os alunos estavam habituados”.

Foram inquiridos 47.024 estudantes que se encontram inscritos no 12.º ano ou equivalente, o que corresponde, segundo o OTS, a 60,1% dos alunos matriculados no ano lectivo passado. Destes cerca de um terço tinha chegado ao secundário com um ou dois anos de atraso. 

Esta realidade é mais acentuada entre os inquiridos que frequentavam o ensino particular: 8,6%  tinham um atraso de três ou mais anos, enquanto no ensino público eram 2,6%.  A maior parte dos alunos do ensino particular inquiridos estava em escolas profissionais.

fonte:http://www.publico.pt/

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22
Fev 13
22
Fev 13

Quase 23 mil candidatos às 603 vagas do concurso para professores contratados

Há cerca de 23 mil candidatos às 603 vagas abertas no âmbito do concurso extraordinário para a entrada no quadro de professores, indicou ao PÚBLICO o gabinete de comunicação do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

 

As listas provisórias de ordenação e exclusão de candidatos foram publicadas nesta sexta-feira no site da Direcção-Geral da Administração Escolar e dão conta da validação de 31.001 candidaturas que, segundo o MEC, correspondem a 22.662 candidatos. Estes podem concorrer a mais do que um grupo de recrutamento.

Segundo o MEC, concorreram no total 26.214 contratados. Destes, 3205 viram a sua candidatura invalidada e a outros 347 aconteceu o mesmo “parcialmente”. Isto acontece, por exemplo, no caso de se terem candidatado a dois grupos de recrutamento e em relação a um deles não terem comprovado as habilitações.

O grupo mais numeroso de candidaturas (7096) corresponde ao dos professores do 1.º ciclo, para o qual tinham sido abertas apenas 34 vagas. Nos últimos anos foram encerradas quase quatro mil escolas deste nível de escolaridade. O segundo grupo com mais candidatos é o da Educação Especial: foram aceites 3587 candidaturas para 162 vagas.

O ministério determinou que só poderiam candidatar-se a este concurso extraordinário “os docentes com exercício efectivo de funções docentes com qualificação profissional, em pelo menos 365 dias, nos três anos lectivos imediatamente anteriores ao da data de apresentação do concurso” e que tivessem “obtido avaliação de desempenho com menção qualitativa não inferior a ‘Bom’ naquele período”. O número dos que cumprem estas condições excede em muito o de vagas abertas.

O MEC justifica remetendo para “a actual conjuntura económica e financeira”. O Governo promoveu “a empregabilidade possível”, sendo que as “vagas colocadas a concurso foram definidas em função das necessidades reais e futuras do sistema”, esclareceu.

Na semana passada, o grupo parlamentar do CDS-PP enviou um documento ao ministro da Educação, Nuno Crato, questionando-o sobre quais os critérios que conduziram à fixação daquele número de vagas. Os centristas também perguntaram a Crato se “foi tida em conta” a resolução proposta pelo CDS e aprovada pelo Parlamento em 2010, onde se recomendava ao Governo de José Sócrates que procedesse à “integração excepcional dos docentes contratados com mais de dez anos de serviço”. Na altura, o CDS avaliou em cerca de oito mil os docentes nesta situação.

No ano passado, o provedor de Justiça alertou Crato para o facto de a situação dos professores que estão há anos a contrato violar uma directiva europeia que visa evitar a utilização abusiva dos contratos a termo e admitiu que estes docentes poderiam ter sucesso nas acções judiciais que intentarem contra o Estado com vista à sua entrada no quadro. A Federação Nacional de Professores já interpôs seis acções judiciais nesse sentido.

fonte:http://www.publico.pt/s

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19
Fev 13
19
Fev 13

Governo vai criar cursos superiores com menos de três anos

O secretário de Estado do Ensino Superior admite a possibilidade destes novos cursos avançarem já no próximo ano lectivo.

João Queiró anunciou hoje que o Governo vai criar cursos superiores nos Institutos Politécnicos com duração inferior a 3 anos. O secretário de Estado do Ensino Superior assegura que estes cursos vão ter maior ligação à empresas e admite que podem arrancar já no próximo ano lectivo. 

Este anúncio foi feito esta manhã durante a cerinómia de apresentacão de um estudo encomendado pelo Governo à Agência Europeia de Universidades (EUA), que decorre no Conselho Nacional de Educação. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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18
Fev 13
18
Fev 13

Universidade do Porto entre as mais ativas na internet

A Universidade do Porto está entre as vinte instituições universitárias europeias mais ativas na internet, e é também a única portuguesa entre as cinquenta com maior presença "online", revelou esta segunda-feira o "Ranking Web de Universidades".

O "ranking" é elaborado pelo Laboratório de Cibermetria do Conselho Superior de Investigações Científicas, em Espanha, que analisa e classifica a presença na internet das universidades europeias, comparando também esse posto com aquele que ocupam a nível mundial, com base no número de páginas "web", no número de "links" externos, que remetem para cada instituição universitária, e no número de artigos científicos relevantes publicados.

A Universidade do Porto, nesta avaliação, é a instituição portuguesa de ensino superior melhor classificada: está entre as 20 melhores da Europa e as 100 melhores do mundo, ocupando o 17.º lugar europeu e 93.º mundial.

É preciso procurar na segunda metade do "ranking" das cem melhores europeias, para voltar a encontrar universidades portuguesas.

A Universidade Técnica de Lisboa e a Universidade de Coimbra ocupam, respetivamente, o 61.º e o 62.º lugares, a nível europeu, e as posições 184.º e 185.º, no "ranking" mundial.

Com apenas quatro instituições universitárias entre as 100 melhores europeias, Portugal encerra esse "ranking", colocando a Universidade do Minho no 100.º posto.

Ainda entre as 150 mais ativas, estão a Universidade de Lisboa e a Universidade Nova. A Universidade Católica Portuguesa ocupa o 398.º posto, a nível europeu, ficando ainda entre as 400 mais ativas na internet das 5872 instituições europeias analisadas e classificadas.

O pódio do "ranking" europeu foi integralmente entregue ao Reino Unido, que colocou a Universidade de Cambridge, a Universidade de Oxford e a Universidade College London em 1.º, 2.º e 3.º lugares, respetivamente. As três instituições figuram ainda entre as 50 com mais presença na "web", em todo o mundo.

Já o pódio mundial é inteiramente norte-americano, com as Universidades de Harvard, Stanford e MIT (Massachusetts Institute of Technology) a liderarem o "ranking".

Espanha classificou quatro universidades entre as 50 mais ativas na internet, a nível europeu.

fonte:http://www.jn.pt/P

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06
Fev 13
06
Fev 13

Exames para alunos do 4.º ano começam a 7 de maio

Os alunos do 1.º ciclo do ensino básico vão ter a primeira fase de provas finais a 7 e 10 de maio deste ano, segundo um diploma publicado em Diário da República.


A prova final de Português do1.º ciclo vai ter lugar a 7 de maio, enquanto a de Matemática vai ocorrer a 10 de maio.

A publicação dos resultados da primeira fase deverá acontecer a 12 de junho, havendo uma segunda fase a 9 e 12 de julho para "alunos que (...) não tenham obtido aprovação ou tenham obtido classificação inferior a nível 3 a Português ou Matemática" e para "alunos que tenham faltado à primeira fase por motivos excecionais, devidamente comprovados, nas condições específicas a definir no regulamento das provas e dos exames do ensino básico e do ensino secundário de 2013".

O diploma publicado em Diário da República, na terça-feira, adianta, ainda, que os estudantes com excesso de faltas vão poder inscrever-se nas provas finais enquanto alunos autopropostos.

Para o caso dos alunos dos 2.º e 3.º ciclos, há uma única fase de provas finais, com duas chamadas: a primeira a 17, 20 e 27 de junho e a segunda (para "situações excecionais devidamente comprovadas") a 2, 5 e 16 de julho.

Já os alunos do ensino secundário vão a exames entre 17 e 26 de junho, no caso dos que forem à primeira fase, e entre 16 e 18 de julho, caso participem na segunda fase.

fonte:http://www.jn.pt/P


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