31
Jan 13
31
Jan 13

Universidades e politécninos lançam novo programa europeu de estágios profissionais

Programa oferece 220 vagas para estágios de seis meses em empresas, hospitais ou instituições de ensino em 33 países europeus.

Três universidades (Lisboa, Évora e a do Algarve) e dois politécnicos (Beja e Setúbal) lançou um programa Erasmus que vai permitir que 220 estudantes destas instituições de ensino superior possam realizar estágios profissionais em 33 países europeus. Os estágios têm a duração de seis meses e podem ser realizados em empresas, hospitais e instituições de ensino superior europeias, estando agora a decorrer o processo de selecção.

A iniciativa "Erasmus Al Sud, Connecting Regions, Creating Worlds", coordenada pela Universidade de Lisboa (UL), vai também disponibilizar bolsas para que um número semelhante de alunos possa estagiar em Portugal.

"O processo de selecção ainda está a decorrer, porque não tem um tempo fixo como o habitual programa de Erasmus", explicou a vice-reitora da UL, Teresa Cid, durante o lançamento oficial do programa, acrescentando ainda que "neste momento, a procura ainda não excede a oferta, porque ainda não há um suficiente conhecimento desta oportunidade entre os estudantes".

Teresa Cid sublinhou que o objectivo deste programa não é "promover a emigração mas sim a formação": "Qualquer experiência deste tipo será certamente muito positiva e será potenciadora de maiores oportunidades de empregabilidade. Não é uma relação directa, mas há uma relação indirecta muito poderosa".

Além das universidades e politécnicos, são parceiros deste projecto um conjunto de câmaras municipais e outras organizações e empresas, tais como o Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja, o Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), a Associação de Defesa do Património de Mértola, a Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Vasco da Gama - Sines Tecnopolo, a 
Fundação Luís de Molina, Nautialqueva Serviços Náuticos Lda, a ADREPES e a Rede Europeia de Turismo de Aldeia do Alentejo (Genuinland), entre outras.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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30
Jan 13

Nova rede de 120 centros vai substituir Novas Oportunidades a partir de Abril

Os Centros Novas Oportunidades (CNO) serão substituídos por uma nova rede de 120 Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) que terão um custo estimado anual de oito milhões de euros, anunciou nesta terça-feira, no Parlamento, o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário.

De acordo com João Grancho, esta estimativa contrapõe-se a gastos de 110 milhões de euros só em 2011 com o financiamento da rede de CNO, quando ainda estavam instaladas 422 destas unidades. Actualmente, acrescentou, há 55 mil formandos com processos de formação ou certificação de competências em aberto nos 129 CNO ainda em funcionamento, que poderão ser encaminhados para os novos centros para terminar aí a sua formação.

Os CQEP deverão entrar em funcionamento em Abril de 2013, substituindo os CNO, autorizados a manter-se em actividade até 31 de Março desde que financeiramente auto-suficientes. Cerca de 1,3 milhões de adultos inscreveram-se nas Novas Oportunidades desde a sua criação, em 2005, no primeiro Governo de José Sócrates. Até 2010, perto de 409 mil obtiveram, através deste programa, algum tipo de certificação escolar.

Durante a audição na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, João Grancho disse ainda que o Governo admite o recurso a professores dos quadros do Ministério da Educação para a formação de jovens e adultos que procurem os novos centros, à imagem do que já acontecia nas Novas Oportunidades. E deixou a garantia de que serão respeitados os direitos dos técnicos e formadores que têm contrato no âmbito dos CNO ainda em funcionamento.

“A colocação de professores neste tipo de oferta significa que estamos a promover o emprego desses professores. A resposta, quer seja no ensino profissional, quer nos EFA [Cursos de Educação e Formação de Adultos], ou noutro tipo de formação, [faz com que] garantamos também por essa via o emprego dos professores, não vindo nenhum mal ao mundo”, disse.

fonte:http://www.publico.pt/s

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30
Jan 13

Linha de crédito para financiar cursos superiores quase esgotada

A contratualização de 1388 empréstimos, para financiamento de estudos superiores, até ao final do primeiro trimestre do ano letivo de 2012/2013, já atingiu um valor de quase 17,4 milhões de euros, esgotando mais de 90% do montante disponível.

De acordo com os dados disponibilizados pela SPGM - Sociedade de Investimento, empresa responsável pela gestão da linha de crédito, desde o início do atual ano letivo e até 31 de dezembro de 2012, tinham sido contratualizados 1388 empréstimos. Este empréstimos contavam com um valor global de crédito contratado de 17390622 euros, mas, até essa data, apenas 1747647 euros tinham sido efetivamente utilizados.

O valor já contratualizado até 31 de dezembro representa, aproximadamente, 92% dos 18925 mil euros, disponíveis para o ano letivo em curso.

Os dados fornecidos pela Sociedade Nacional de Garantia Mútua indicam também que os valores globais, contratualizados entre os anos letivos de 2007/2008 e 2010/2011, aumentaram de cerca de 36,5 milhões de euros para pouco mais de 52 milhões de euros.

A linha de crédito, que existe desde 2007, esteve interrompida durante 2011, e os empréstimos só foram retomados em janeiro de 2012.

O Governo contratualizou, com a Sociedade Nacional de Garantia Mútua, a entrega do dinheiro que o Estado disponibiliza como contrapartida, para os bancos concederem crédito a estudantes até 25 mil euros, sendo o Estado o fiador.

No ano letivo de 2011/2012, o número de empréstimos pedidos caiu para menos de metade dos registados no ano letivo anterior - os 4537 pedidos de empréstimo em 2010/2011, num total de 52102335 euros contratualizados, caíram para 2030 empréstimos em 2011/2012, num total de 23442984 euros.

Desde o início do programa, em 2007, 19217 alunos do ensino superior já estabeleceram empréstimos com a banca para financiar os seus cursos, com um valor global de crédito contratado de mais de 220 milhões de euros (220694354 euros), mas até 31 de dezembro de 2012 apenas cerca de 155 milhões de euros (154624923 euros) tinham sido, efetivamente utilizados.

No que diz respeito aos bancos que concedem empréstimos aos estudantes, o Santander Totta (ST) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) têm sido, historicamente, os bancos que mais dinheiro emprestaram. O ano letivo em curso é o primeiro em que o ST supera a CGD em termos de montantes contratados, ainda que apenas tenha decorrido um trimestre.

Desde 2007, e até 31 de dezembro de 2012, a CGD já contratualizou empréstimos de valor superior a 116 milhões de euros. O ST, segundo a lista dos bancos que mais dinheiro emprestaram, fica-se por cerca de metade do valor obtido pela CGD, com um total ligeiramente inferior a 60 milhões de euros.

O sistema de garantia permite aos estudantes financiar os seus estudos superiores, beneficiando de uma garantia prestada pelo Estado português, através do Sistema de Garantia Mútua, que dispensa a intervenção de terceiros, com uma taxa de juro baixa e um prazo alargado de reembolso.

fonte:http://www.jn.pt/

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26
Jan 13
26
Jan 13

Milhares de docentes em defesa da escola pública

Protesto começou com uma hora de atraso devido a um acidente na A1 que impediu a passagem de muitos autocarros com professores.

Milhares de professores, de Norte a Sul do país, manifestam-se na Avenida da Liberdade, em Lisboa, em defesa da sua profissão, da escola pública e da qualidade de ensino.

A manifestação saiu pelas 16h10 do Marquês de Pombal, quase uma hora depois do previsto, devido ao atraso na chegada de autocarros com professores que ficaram retidos na auto-estrada do Norte, devido a um acidente.

À cabeça do desfile estão o secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira, e o líder da CGTP, Arménio Carlos.

Empunhando bandeiras de vários sindicatos filiados na FENPROF, os professores gritam "Crato para rua, a escola não é tua", "Matar a educação é destruir a Nação" e "Mobilidade especial para quem governa mal".

Os docentes trouxeram para a manifestação um caixão com a foto do ministro da Educação, Nuno Crato, e do primeiro-ministro, Passos Coelho, com a frase: "Aqui jaz a Escola Pública".

fonte:http://rr.sapo.pt/


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21
Jan 13
21
Jan 13

Professores dos cursos profissionais em risco de receber com atraso

Fenprof alerta para o risco de professores receberem o seu vencimento com atraso este mês.

A Fenprof diz que existe o risco de "milhares de professores" com turmas de cursos profissionais ou formação possam vir a ter este mês os ordenados em atraso. Isto porque a remuneração dos docentes destes cursos profissionais depende de fundos comunitários que ainda não foram disponibilizados.

O sindicato diz não saber quantos professores podem ser afectados por esta situação, mas estima que sejam milhares aqueles que podem vir a receber parte ou a totalidade do vencimento com atraso este mês.

Em causa estão os professores com turmas de cursos profissionais, de formação e educação de jovens (CEF) ou formação de adultos (EFA), que recebem o pagamento das horas lecionadas a estas turmas através do Programa Operacional Potencial Humano (POPH), no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional), dependente de fundos comunitários atribuídos através do Fundo Social Europeu.

"O Fundo Social Europeu só paga de três em três meses, e normalmente no primeiro pagamento do ano atrasa. Isto já mostra que, quando os fundos comunitários acabarem, não sei onde irão buscar dinheiro para pagar às pessoas, mas agora, enquanto não acabarem, já se percebeu que vão ficar dependentes destes atrasos", criticou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

O dirigente sindical adiantou ainda que a Fenprof tentou obter esclarecimentos junto do Ministério da Educação e Ciência (MEC), e também confirmar informações de que os professores a lecionar em escolas com contratos de autonomia, independentemente de darem aulas no ensino regular ou profissional, passariam também eles a ser pagos com recursos a fundos do POPH, mas não obteve resposta.

Os professores que dão aulas a turmas do ensino dito regular, assim como a turmas de cursos profissionais ou formação, apenas terão parte do vencimento em atraso, já que as aulas do ensino regular são pagas por verbas destinadas no Orçamento do Estado, mas aqueles que apenas lecionam na vertente profissional ou de formação vão receber a totalidade do ordenado com atraso. 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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15
Jan 13
15
Jan 13

Aumento de propinas para 1066 euros é "quase inevitável"

O aumento das propinas para um valor máximo de 1.066 euros é "problemático", mas "quase inevitável", defendeu hoje a pró-reitora da Universidade de Lisboa.

O aumento das propinas para um valor máximo de 1.066 euros é "problemático", mas "quase inevitável", defendeu hoje a pró-reitora da Universidade de Lisboa, recordando que frequentar uma universidade pública custa 5.800 euros por ano.

Desde 2003 que as propinas são actualizadas de acordo com a inflação média registada no ano anterior. O valor máximo fixado para este ano lectivo pelas universidades públicas foi de 1.037 euros (apenas as Universidades do Porto e do Algarve não aplicaram essa propina).

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa média de inflação registada no ano passado foi de 2,8%, o que significa que as propinas poderão aumentar 29 euros, atingindo os 1.066 euros. A fixação do valor da propina cabe aos Conselhos Gerais das Universidades.

Para a pró-reitora e especialista em financiamento do Ensino Superior, Luísa Cerdeira, o aumento "é problemático", mas "quase inevitável".

"A maioria das instituições tem vindo a fixar o valor da propina máxima na medida em que são necessárias as receitas das propinas porque a parte do Orçamento do Estado para o Ensino Superior tem vindo a diminuir", recordou Luísa Cerdeira, em declarações à Lusa.

Por isso, o aumento máximo, "na actual conjuntura é algo que é quase inevitável", admitiu a especialista, lembrando que as propinas representam apenas uma pequena fatia dos custos suportados pelas famílias.

Segundo o estudo "Quanto Custa Estudar no Ensino Superior 
Português", coordenado pela investigadora Luísa Cerdeira, um aluno no Ensino Superior Público gastou em média 5.841 euros no ano lectivo de 2010/2011.

O valor tem em conta gastos com educação (que englobam itens como livros, material escolar, fotocópias ou propinas) e os "custos de vida" (referentes a alimentação, alojamento ou transportes).

"Os custos com educação foram de 1.241 euros e os 'custos de vida' foram de 4.600 euros", explicou a especialista, salientando que os valores apurados em 2010/2011 continuam actuais, mas a situação actual das famílias é mais complicada, porque têm menos rendimentos para fazer face às despesas.

Por exemplo, para uma família com o salário mínimo nacional (6650 euros/ano), um filho na universidade consome 88% daquele rendimento.

Resultado: "Existe um grande número de famílias com baixos e médios rendimentos a quem é difícil, e começa a ser inacessível ter um filho no ensino superior".

Apesar do agravamento da situação, a especialista em financiamento do Ensino Superior chama a atenção para o último relatório do FMI, divulgado na semana passada, "que defende uma subida muito elevada das propinas".

"Aquilo que é aconselhado pelo FMI é um grave perigo para tornar novamente o ensino superior só para poucos ou só para os ricos. Uma coisa é a actualização que está a ser feita desde 2003, que é a actualização à taxa de inflação, outra coisa é aquilo que lá está proposto, que é uma subida acentuada do nível de propinas. Isso é gravíssimo", alertou Luísa Cerdeira.

"Ora quando falam em subidas muito elevadas, não estão certamente a pensar em aumentos de 2,8%", defendeu a pró-reitora.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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11
Jan 13

Licenciatura ainda garante mais 40% de remuneração

Com o desemprego em Portugal a atingir os piores valores de sempre e com previsões de que em 2013 ainda será pior - com 16,9% de desempregados, segundo números do novo Orçamento - , os jovens portugueses são os que mais sentem a queda da economia. Mas segundo um estudo de empregabilidade, um curso superior ainda é sinónimo de melhor emprego e maior salário.

Vítor Escária, co-autor do estudo e professor de economia no ISEG, explicou ao Dinheiro Vivo que os jovens já começam a pensar no mundo do trabalho no momento em que se candidatam ao ensino superior. "A percentagem de alunos por área de ensino tem mudado nos últimos anos e pode ver-se que há uma melhor escolha". Porém, "não podemos garantir que estar empregado significa que se está a trabalhar na área de estudos, onde mais se quer e no que mais se gosta", diz.

Os  jovens portugueses estão a apostar mais na formação, com o mestrado a seguir-se à licenciatura quase de forma natural e como complemento necessário para contornar os cursos de três anos impostos por Bolonha. E desde cedo que os estudantes são confrontados com a necessidade de gerir escolhas, opções curriculares e oportunidades de adquirir experiência. Como explica, esta escolha ainda vale a pena porque os prémios por se ser licenciado continuam a existir. "A taxa de empregabilidade e a remuneração ainda podem ser vistos como grandes recompensas", refere.

A partir de dados de 2010, os analisados no estudo, o especialista aponta que o desemprego duplicou para não licenciados, fator que não se verificou para licenciados. O canudo, diz, ainda garante mais 40% de remuneração no momento de agarrar o primeiro emprego. "A qualificação continua a ser uma proteção", diz, lembrando que a taxa de empregabilidade é 6 pontos percentuais a baixo para não licenciados.

Mas entre os cursos também existem diferenças e há os que garantem emprego, como a medicina, que só em 2012 deixou de ter pleno emprego, e aqueles em que já não vale a pena apostar, pelo menos por agora. "Artes, humanidades e línguas não estão a ter saídas", afirma o professor universitário contrapondo que nas engenharias, tecnologias e finanças a história já é outra.

Vasco Salgueiro, Manager da Michael Page Tax & Legal é da mesma opinião: a procura está na área das Finanças para cargos como Controlo de Gestão (Controlling & Reporting internacional), Gestão de Tesouraria, Controlo de Crédito e Cobranças, Controlling Comercial (controlo de gestão vs vendas) bem como na área dos imopostos e fisco onde os cargos mais pedidos são Tax Manager, Advogado especialista em Contencioso, Advogado especialista em Direito Laboral, Advogado especialista em Propriedade Intelectual / Industrial e Advogado/Consultor Direito Fiscal.

O responsável lembra ainda que é cada vez mais importante que os jovens pensem nas línguas como uma alavanca para relações externas e desenvolvimento de projectos pessoais. "Num contexto cada vez mais global temos que procurar competências que nos distingam dos demais e associar estas às nossas competências técnicas da nossa formação base", ressalta.

Já Joaquim Adegas, presidente da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE) sublinha que para os responsáveis de vendas e comerciais há sempre emprego "por piores que sejam a desenvolver o seu trabalho" e realça a importância crescente que os call centers têm obtido nos últimos anos. Ainda assim lembra que "o pouco investimento que existia já não existe" e lembra que "têm de ser criadas novas áreas como os parques energéticos, por exemplo, para que haja investimento e retorno". "Sem crescimento, não haverá emprego", conclui.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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11
Jan 13

Redução dos horários para professores vai acabar

Docentes com mais de 50 anos podem ver o seu horário reduzido até oito horas.

O Governo vai acabar com a redução do horário em sala de aula (redução da componente lectiva) para os professores no topo de carreira. Segundo fonte do PSD esta é uma medida que está a ser trabalhada há seis meses pelo Executivo e que faz parte da reforma do Estado, na qual o Ministério da Educação terá de atingir uma poupança de mil milhões de euros. 

A intenção do Governo ainda não foi apresentada aos sindicatos através de uma proposta oficial, mas o dirigente da Fenprof, António Avelãs, confirmou ao Diário Económico que o sindicato "já recebeu indicações, pouco claras, do Ministério da Educação de que há a intenção de acabar com a redução da componente lectiva". Além disso, esta pode ser uma das medidas que vai ser discutida na próxima reunião, entre os sindicatos da Função Pública e o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, agendada para dia 21 deste mês.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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08
Jan 13
08
Jan 13

400 milhões para aumentar a formação de engenheiros

Cerca de 400 milhões de euros em material de apoio pedagógico para aumentar a propenção dos jovens portugueses para seguir cursos de engenharia. Este é o valor previsto no memorando de entendimento assinado hoje pelo Governo português com a Siemens Portugal,a Cadflown e a Siemens Industry Software Limited (PLM).

Serão disponibilizadas gratuitamente licenças de software a universidades, institutos politécnicos eescolas profissionais, assim como hardware de automação e formação de docentes para a utilização dos programas e equipamentos. 

O programa abrange ainda apoios ao ensino básico e secundário e técnico profissional, que inclui disponibilização de estágios profissionais na Alemanha. "Actualmente a Alemanha tem um défice de 70 mil engenheiros e prevê-se que nos próximos anos a Europa precise de 200 mil engenheiros, com este programa tentamos colmatar esta falta", afirmou o Melo Ribeiro, director da Simenes Portugal. 

O acordo assinado pelos ministros da Educação e Ciência, Nuno Crato e Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira pretende incentivar os alunos do ensino básico e secundário a prosseguirem a sua formação académica nesta área" onde existe um forte défice na Europa. 

Para o ministro da Educação e Ciência esta é um passo importante para "envolver as empresas na Educação". Durante o seu discurso, Nuno Crato afirmou que continua a existir um "problema" que é o facto das "dificuldades a matemátrica e física limitarem o futuro de muitos jovens " em termos de opções profissionais.. Com este acordo é dado um passo no sentido de garantir que os jovens terão todas as competências "para poderem escolher o seu futuro".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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